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Paciente feminina, 38 anos, procura atendimento em Unidade de Saúde queixando-se de tosse produtiva há mais de um mês, febre vespertina, sudorese noturna e emagrecimento de 15 kg, nos últimos 4 meses (peso atual 48 kg; peso habitual 63 kg). Relata que há 6 meses iniciou lesões brancas na boca que persistem, e há 2 meses apresenta episódios de diarreia aquosa intermitente, sem sangue.
Ao exame físico, apresenta-se com bom estado geral, porém visivelmente emagrecida, com candidíase oral extensa e adenomegalia cervical bilateral. A investigação para tuberculose revela baciloscopia de escarro positiva (3+). O teste rápido para HIV, realizado na mesma consulta, é reagente, confirmado posteriormente por exames complementares. A solicitação da contagem de linfócitos CD4 está pendente.
Obs.: no que segue, considere: R – Rifampicina, H – Isoniazida, Z – Pirazinamida, E – Etambutol.
Segundo o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para Manejo da Infecção pelo HIV em Adultos – Módulo II – Ministério da Saúde 2024, a terapia combinada e a conduta de início do tratamento antirretroviral recomendadas para a coinfecção HIVtuberculose são
 

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Uma mulher de 43 anos apresenta história de cefaleia diária há mais de seis meses, descrita como opressiva e difusa, piorando ao longo do dia. Relata episódios prévios de enxaqueca desde a adolescência, mas, nos últimos meses, passou a utilizar dipirona e ibuprofeno em pelo menos 20 dias do mês, sem melhora significativa. Ao exame neurológico, não há alterações.
Sobre o caso descrito, a hipótese diagnóstica mais provável e a melhor conduta inicial são
 

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Uma mulher de 28 anos, previamente saudável, procura atendimento médico com queixas de início súbito de disúria, polaciúria, urgência miccional e desconforto suprapúbico há 24 horas. Nega febre, dor lombar, náuseas ou corrimento. Relata ter tido dois episódios semelhantes no ano anterior, tratados com antibiótico oral, com boa resposta. Não faz uso de medicamentos contínuos, nega gestação atual e tem vida sexual ativa.
Considerando a hipótese clínica mais provável e as diretrizes terapêuticas atuais, a conduta inicial mais adequada é
 

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Homem de 70 anos, tabagista, com diagnóstico prévio de DPOC moderado e Diabetes Mellitus tipo 2 controlado, procura atendimento por febre (38,4 ºC), tosse produtiva com expectoração amarelada, prostração e dispneia progressiva há quatro dias. Ao exame físico, encontra-se lúcido e orientado, com frequência respiratória de 28 irpm, pressão arterial de 102/66 mmHg, frequência cardíaca de 108 bpm e saturação de oxigênio de 90% em ar ambiente. Ausculta pulmonar com estertores crepitantes em base esquerda. A radiografia de tórax revela consolidação no lobo inferior esquerdo. Exames laboratoriais mostram leucocitose leve e PCR elevada.
Com base nesse caso clínico, a conduta mais apropriada é
 

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Uma mulher de 72 anos comparece a uma consulta com o clínico geral para avaliação de rotina. Está lúcida, orientada, com história de hipertensão bem controlada, sem outras comorbidades. Relata nunca ter recebido vacina após os 50 anos e desconhece seu calendário vacinal da infância. Nega viagens recentes, surtos na região ou exposição a doenças infecciosas. Durante a anamnese, menciona que convive diariamente com o neto de dois anos e pretende realizar uma viagem internacional para a África nos próximos meses.
Com base nas recomendações atualizadas da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), para o calendário vacinal do idoso em 2024/2025, as vacinas indicadas para essa consulta inicial são
 

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Paciente de 58 anos internou-se em enfermaria de Clínica Médica para investigar linfonodomegalia generalizada, sendo a maior uma massa de aproximadamente 15 cm no maior diâmetro em região axilar direita com ulceração. Apresentava-se com perda ponderal de 20 kg ao longo de 3 meses, febre ocasional, síndrome dispéptica e diarreia crônica. Ao longo da internação, obteve-se dois diagnósticos: o de linfoma não Hodgkin difuso de grandes células B e infecção pelo HIV com CD4+ de 180 células/μL. Também foram realizadas tomografias com contraste venoso evidenciando linfonodomegalias retroperitoneais, espessamento da parede do estômago e do íleo, nódulo suspeito em topografia de adrenal esquerda. O exame de medula óssea revelou infiltrado linfocítico em 45% com presença de células grandes atípicas, núcleos pleomórficos e múltiplos nucléolos proeminentes, compatível com infiltração por linfoma difuso de grandes células B.
Considerando que o paciente apresenta linfoma difuso de grandes células B, relacionado ao HIV com envolvimento de múltiplos sítios extranodais, a avaliação complementar obrigatória deve incluir
 

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Paciente masculino, 68 anos, portador de adenocarcinoma pulmonar metastático, é internado para controle de dor óssea refratária. Relata uso domiciliar de tramadol 100 mg de 6/6h sem alívio adequado da dor (escala visual analógica = 8/10). Ao exame físico, apresenta-se desidratado, com performance status ECOG 2.

Os exames laboratoriais mostram:

• cálcio total 12,8 mg/dL (VR: 8,5-10,5);

• cálcio ionizado 1,45 mmol/L (VR: 1,12-1,32);

• creatinina 1,4 mg/dL (VR: 0,7-1,2)

• ureia 52 mg/dL (VR: 15-45);

clearance de creatinina estimado 55 mL/min/1,73m²;

• sódio 138 mEq/L;

• potássio 4,2 mEq/L;

• ALT 28 U/L;

• AST 32 U/L (função hepática normal).

Acerca da conduta terapêutica mais adequada para o controle da dor nesse paciente, é correto afirmar que

 

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Mulher de 42 anos procura atendimento médico queixando-se de múltiplas lesões cutâneas na região abdominal há 3 semanas. Refere ter realizado procedimento de mesoterapia para redução de gordura localizada há aproximadamente 6 semanas. As lesões iniciaram como pequenos nódulos eritematosos que evoluíram para abscessos recorrentes com drenagem espontânea de secreção purulenta.
Ao exame físico, observam-se múltiplas lesões nodulares com coloração violácea, algumas com pontos de drenagem ativa, distribuídas ao longo dos locais de aplicação das injeções. Paciente nega febre, perda ponderal ou sintomas sistêmicos. Exames laboratoriais mostram leucocitose discreta com neutrofilia.
Considerando o quadro clínico apresentado, assinale a conduta diagnóstica e terapêutica mais adequada.
 

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Mulher de 34 anos foi trazida ao pronto-socorro após apresentar episódio convulsivo generalizado tônico-clônico, com duração de aproximadamente 2 minutos, seguido de período pós-ictal de 15 minutos. Familiares relataram que a paciente vinha apresentando cefaleia intensa há 3 dias, associada a náuseas e vômitos. Negaram uso de medicações, drogas ilícitas ou álcool. Não possui história familiar de epilepsia.
Ao exame físico, encontrava-se consciente, orientada, com sinais vitais estáveis. Exame neurológico revelou papiledema bilateral e discreta hemiparesia à esquerda. Tomografia computadorizada de crânio evidencia lesão expansiva temporal direita, com efeito de massa e edema perilesional.
Considerando o quadro clínico apresentado, a investigação e o tratamento mais apropriados são
 

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Homem de 28 anos procurou atendimento em Unidade Básica de Saúde apresentando disúria intensa e corrimento uretral mucopurulento há quatro dias. Negou febre. Refere vida sexual ativa com múltiplas parcerias nos últimos seis meses, uso irregular de preservativo.
Ao exame físico, observa-se corrimento amarelado à expressão do meato uretral, sem outras alterações. A Unidade não dispõe de recursos laboratoriais para investigação etiológica.
De acordo com o fluxograma do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) brasileiro 2022 para manejo de corrimento uretral, a conduta mais adequada nesse caso é
 

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