Foram encontradas 80 questões.
Choose the correct alternative to complete the paragraph below.
Fatal accident during mooring operation on deck
During the mooring operation, the forward spring line beneath the berth fender and tightened up without awareness of the risk. Suddenly, the taut rope from beneath the berth fender and on the OS causing his death.
(Abridged from https://safety4sea.com/fatal-accident-mooring-
operation-deck/)
Provas
Text II
Based on the text below, answer question.
Are shipping containers the future of affordable
housing?
Millions of people need homes. Millions of shipping containers are going unused. Could this be an answer to the global housing crisis? Cleveland Containers explore further.
England is facing a housing crisis. According to housing charity Shelter, more than 50,000 households a year are being forced out of their homes, and there are more than 9 million renters in unsecure rented accommodations.
The situation is shaky even for those who own their own homes. 28,900 homes were repossessed across the UK in 2013.
But this situation isn't unique to England. House prices are soaring across the world, which is placing home ownership out of reach for millions. And that's just in the developed world. Around 850 million people are currently living in "informal settlements". ln numerous rapidly urbanising cities, the average housing costs can be up to 200% of the net monthly income.
There is no single explanation as to why the world's facing a housing crisis, and there's no easy answer for how to solve it. But one major factor is a general dearth of good quality, affordable housing. Many developments in the housing market are focused on constructing high-end units that are expensive to build and out of the price range of most. This needs to change.
Desperate times often call for radical solutions. One thing the world isn't lacking is shipping containers. There may be up to 40 million shipping containers in the world right now, and experts believe that only six rnillion are currently in use.
Who'd live in a shipping container?
Shipping containers are built to be strong, secure and practical. These are all sound benefits for storage and mass transit, but do they make for comfortable accommodation?
The idea of living in a shipping container might strike some as odd, unfeasible, impractical and maybe even a little unappealing. But it's important to think of shipping containers not as finished products, but as raw materiais - as exoskeletons for future homes.
Because, really, there's no end to what you can do with a shipping container. They can easily be insulated and fitted with windows, doors, indoor partitions, electricity and running water - everything that's needed for human inhabitation. A single shipping container can be transformed into a cosy dwelling in no time at all. But if more space is needed, you can just stack multiple containers on top of each other.
And if you're really wondering whether people would be comfortable living in converted shipping containers, just consider the great reaction that greets shipping containers converted for retail use. They're thought of as cool, hip and quirky. When used as affordable housing, it's no stretch to say that many won't think of shipping containers as a last resort, so much as actively desirable.
(Abridged and adapted from
https://www.openaccessgovernment.org)
Read the statements about the text and decide whether they are TRUE (T) or FALSE (F). Mark the correct option.
I - There is a surfeit of dwellings in England.
II - Housing is wobbly in England.
III - House prices are steep worldwide.
IV - Home ownership is attainable for many people.
V - Living in a shipping container is alluring and ordinary throughout the world.
Provas
Como Dizia Meu Pai
Já se tomou hábito meu, em meio a uma conversa, preceder algum comentário por uma introdução:
— Como dizia meu pai...
Nem sempre me reporto a algo que ele realmente dizia, sendo apenas uma maneira coloquial de dar ênfase a alguma opinião.
De uns tempos para cá, porém, comecei a perceber que a opinião, sem ser de caso pensado, parece de fato corresponder a alguma coisa que Seu Domingos costumava dizer. Isso significará talvez — Deus queira — que insensivelmente vou me tomando com o correr dos anos cada vez mais parecido com ele. Ou, pelo menos, me identificando com a herança espiritual que dele recebi.
Não raro me surpreendo, antes de agir, tentando descobrir como ele agiria em semelhantes circunstâncias, repetindo uma atitude sua, até mesmo esboçando um gesto seu. Ao formular uma ideia, percebo que estou concebendo, para nortear meu pensamento, um princípio que, se não foi enunciado por ele, só pode ter sido inspirado por sua presença dentro de mim.
— No fim tudo dá certo...
Ainda ontem eu tranquilizava um de meus filhos com esta frase, sem reparar que repetia literalmente o que ele costumava dizer, sempre concluindo com olhar travesso:
— Se não deu certo, é porque ainda não chegou no fim.
Gosto de evocar a figura mansa de Seu Domingos, a quem chamávamos paizinho, a subir pausadamente a escada da varanda de nossa casa, todos os dias, ao cair da tarde, egresso do escritório situado no porão. Ou depois do jantar, sentado com minha mãe no sofá de palhinha da varanda, como namorados, trocando notícias do dia. Os filhos guardavam zelosa distância, até que ela ia aos seus afazeres e ele se punha à disposição de cada um, para ouvir nossos problemas e ajudar a resolvê-los. Finda a última audiência, passava a mão no chapéu e na bengala e saía para uma volta, um encontro eventual com algum amigo. Regressava religiosamente uma hora depois, e tendo descido a pé até o centro, subia sempre de bonde. Se acaso ainda estávamos acordados, podíamos contar com o saquinho de balas que o paizinho nunca deixava de trazer.
Costumava se distrair realizando pequenos consertos domésticos: uma boia de descarga, a bucha de uma torneira, um fusível queimado. Dispunha para isso da necessária habilidade e de uma preciosa caixa de ferramentas em que ninguém mais podia tocar. Aprendi com ele como é indispensável, para a boa ordem da casa, ter à mão pelo menos um alicate e uma chave de fenda. Durante algum tempo andou às voltas com o velho relógio de parede que fora de seu pai, hoje me pertence e amanhã será de meu filho: estava atrasando. Depois de remexer durante vários dias em suas entranhas, deu por findo o trabalho, embora ao remontá-lo houvessem sobrado umas pecinhas, que alegou não fazerem falta. O relógio passou a funcionar sem atrasos, e as batidas a soar em horas desencontradas. Como, aliás, acontece até hoje.
Tinha por hábito emitir um pequeno sopro de assovio, que tanto podia ser indício de paz de espírito como do esforço para controlar a perturbação diante de algum aborrecimento.
— As coisas são como são e não como deviam ser. Ou como gostaríamos que fossem.
Este pronunciamento se fazia ouvir em geral quando diante de uma fatalidade a que não se poderia fugir. Queria dizer que devemos nos conformar com o fato de nossa vontade não poder prevalecer sobre a vontade de Deus – embora jamais fosse assim eloquente em suas conclusões. Estas quase sempre eram, mesmo, eivadas de certo ceticismo preventivo ante as esperanças vãs:
— O que não tem solução, solucionado está. E tudo que acontece é bom — talvez não chegasse ao cúmulo do otimismo de afirmar isso, como seu filho Gerson, mas não vacilava em sustentar que toda mudança é para melhor: se mudou, é porque não estava dando certo. E se quiser que mude, não podendo fazer nada para isso, espere, que mudará por si.
[...]
Tudo isso que de uns tempos para cá me vem ocorrendo, às vezes inconscientemente, como legado de meu pai, teve seu coroamento há poucos dias, quando eu ia caminhando distraído pela praia. Revirava na cabeça, não sei a que propósito, uma frase ouvida desde a infância e que fazia parte de sua filosofia: não se deve aumentar a aflição dos aflitos. Esta máxima me conduziu a outra, enunciada por Carlos Drummond de Andrade no filme que fiz sobre ele, a qual certamente Seu Domingos perfilharia: não devemos exigir das pessoas mais do que elas podem dar. De repente fui fulminado por uma verdade tão absoluta que tive de parar, completamente zonzo, fechando os olhos para entender melhor. No entanto era uma verdade evangélica, de clareza cintilante como um raio de sol, cheguei a fazer uma vênia de gratidão a Seu Domingos por me havê-la enviado:
— Só há um meio de resolver qualquer problema nosso: é resolver primeiro o do outro.
Com o tempo, a cidade foi tomando conhecimento do seu bom senso, da experiência adquirida ao longo de uma vida sem maiores ambições: Seu Domingos, além de representante de umas firmas inglesas, era procurador de partes — solene designação para uma atividade que hoje talvez fosse referida como a de um despachante. A princípio os amigos, conhecidos, e depois até desconhecidos passaram a procurá-lo para ouvir um conselho ou receber dele uma orientação. Era de se ver a romaria no seu escritório todas as manhãs: um funcionário que dera desfalque, uma mulher abandonada pelo marido, um pai agoniado com problemas do filho — era gente assim que vinha buscar com ele alívio para a sua dúvida, o seu medo, a sua aflição. O próprio Governador, que não o conhecia pessoalmente, certa vez o consultou através de um secretário, sobre questão administrativa que o atormentava. Não se falando nos filhos: mesmo depois de ter saído de casa, mais de uma vez tomei trem ou avião e fui colher uma palavra sua que hoje tanta falta me faz.
Resta apenas evocá-la, como faço agora, para me servir de consolo nas horas más. No momento, ele próprio está aqui a meu lado, com o seu sorriso bom.
SABINO, Fernando. A volta por cima. ln: Obra Reunida v. III.
Rio de Janeiro: Ed. Nova Aguilar, 1996. (Texto adaptado)
Com base no texto, responda à questão a seguir.
Assinale a opção em que a palavra sublinhada pertence a uma classe gramatical diferente das demais.
Provas
Assinale a alternativa que apresenta o termo independente de !$ x !$ na expansão binomial !$ \left ( x^2 + { \large 1 \over x^6}\right )^8 !$.
Provas
Choose the correct alternative to complete the excerpt below.
"I agonized whether I wanted to splurge a private tour and have a little more autonomy where we went and how long we spent each place, but ultimately went a Gamma Travel group tour."
(Abridged from: https://www.businessinsider.com.au/visiting-
chernobyl-after-the-n...)
Provas
Mark the correct sentence.
Provas
Which option is correct to complete the sentences below?
1-My sister heard him down the stairs.
2- She heard the bomb .
3- The teacher saw the notebook on the table.
4- Justice must not only be done, it must be to be done.
5 - I could see my nephew on the bus.
Provas
Seja !$ f : \mathbb N \rightarrow \mathbb N !$ uma função tal que
!$ f (m . n) = n . f (m) + m . f(n) !$
para todos os naturais !$ m !$ e !$ n !$. Se !$ f(20) = 3 !$, !$ f(14) = 1,25 !$ e !$ f(35) = 4 !$, então, o valor de !$ f(8) !$ é
Provas
Como Dizia Meu Pai
Já se tomou hábito meu, em meio a uma conversa, preceder algum comentário por uma introdução:
— Como dizia meu pai...
Nem sempre me reporto a algo que ele realmente dizia, sendo apenas uma maneira coloquial de dar ênfase a alguma opinião.
De uns tempos para cá, porém, comecei a perceber que a opinião, sem ser de caso pensado, parece de fato corresponder a alguma coisa que Seu Domingos costumava dizer. Isso significará talvez — Deus queira — que insensivelmente vou me tomando com o correr dos anos cada vez mais parecido com ele. Ou, pelo menos, me identificando com a herança espiritual que dele recebi.
Não raro me surpreendo, antes de agir, tentando descobrir como ele agiria em semelhantes circunstâncias, repetindo uma atitude sua, até mesmo esboçando um gesto seu. Ao formular uma ideia, percebo que estou concebendo, para nortear meu pensamento, um princípio que, se não foi enunciado por ele, só pode ter sido inspirado por sua presença dentro de mim.
— No fim tudo dá certo...
Ainda ontem eu tranquilizava um de meus filhos com esta frase, sem reparar que repetia literalmente o que ele costumava dizer, sempre concluindo com olhar travesso:
— Se não deu certo, é porque ainda não chegou no fim.
Gosto de evocar a figura mansa de Seu Domingos, a quem chamávamos paizinho, a subir pausadamente a escada da varanda de nossa casa, todos os dias, ao cair da tarde, egresso do escritório situado no porão. Ou depois do jantar, sentado com minha mãe no sofá de palhinha da varanda, como namorados, trocando notícias do dia. Os filhos guardavam zelosa distância, até que ela ia aos seus afazeres e ele se punha à disposição de cada um, para ouvir nossos problemas e ajudar a resolvê-los. Finda a última audiência, passava a mão no chapéu e na bengala e saía para uma volta, um encontro eventual com algum amigo. Regressava religiosamente uma hora depois, e tendo descido a pé até o centro, subia sempre de bonde. Se acaso ainda estávamos acordados, podíamos contar com o saquinho de balas que o paizinho nunca deixava de trazer.
Costumava se distrair realizando pequenos consertos domésticos: uma boia de descarga, a bucha de uma torneira, um fusível queimado. Dispunha para isso da necessária habilidade e de uma preciosa caixa de ferramentas em que ninguém mais podia tocar. Aprendi com ele como é indispensável, para a boa ordem da casa, ter à mão pelo menos um alicate e uma chave de fenda. Durante algum tempo andou às voltas com o velho relógio de parede que fora de seu pai, hoje me pertence e amanhã será de meu filho: estava atrasando. Depois de remexer durante vários dias em suas entranhas, deu por findo o trabalho, embora ao remontá-lo houvessem sobrado umas pecinhas, que alegou não fazerem falta. O relógio passou a funcionar sem atrasos, e as batidas a soar em horas desencontradas. Como, aliás, acontece até hoje.
Tinha por hábito emitir um pequeno sopro de assovio, que tanto podia ser indício de paz de espírito como do esforço para controlar a perturbação diante de algum aborrecimento.
— As coisas são como são e não como deviam ser. Ou como gostaríamos que fossem.
Este pronunciamento se fazia ouvir em geral quando diante de uma fatalidade a que não se poderia fugir. Queria dizer que devemos nos conformar com o fato de nossa vontade não poder prevalecer sobre a vontade de Deus – embora jamais fosse assim eloquente em suas conclusões. Estas quase sempre eram, mesmo, eivadas de certo ceticismo preventivo ante as esperanças vãs:
— O que não tem solução, solucionado está. E tudo que acontece é bom — talvez não chegasse ao cúmulo do otimismo de afirmar isso, como seu filho Gerson, mas não vacilava em sustentar que toda mudança é para melhor: se mudou, é porque não estava dando certo. E se quiser que mude, não podendo fazer nada para isso, espere, que mudará por si.
[...]
Tudo isso que de uns tempos para cá me vem ocorrendo, às vezes inconscientemente, como legado de meu pai, teve seu coroamento há poucos dias, quando eu ia caminhando distraído pela praia. Revirava na cabeça, não sei a que propósito, uma frase ouvida desde a infância e que fazia parte de sua filosofia: não se deve aumentar a aflição dos aflitos. Esta máxima me conduziu a outra, enunciada por Carlos Drummond de Andrade no filme que fiz sobre ele, a qual certamente Seu Domingos perfilharia: não devemos exigir das pessoas mais do que elas podem dar. De repente fui fulminado por uma verdade tão absoluta que tive de parar, completamente zonzo, fechando os olhos para entender melhor. No entanto era uma verdade evangélica, de clareza cintilante como um raio de sol, cheguei a fazer uma vênia de gratidão a Seu Domingos por me havê-la enviado:
— Só há um meio de resolver qualquer problema nosso: é resolver primeiro o do outro.
Com o tempo, a cidade foi tomando conhecimento do seu bom senso, da experiência adquirida ao longo de uma vida sem maiores ambições: Seu Domingos, além de representante de umas firmas inglesas, era procurador de partes — solene designação para uma atividade que hoje talvez fosse referida como a de um despachante. A princípio os amigos, conhecidos, e depois até desconhecidos passaram a procurá-lo para ouvir um conselho ou receber dele uma orientação. Era de se ver a romaria no seu escritório todas as manhãs: um funcionário que dera desfalque, uma mulher abandonada pelo marido, um pai agoniado com problemas do filho — era gente assim que vinha buscar com ele alívio para a sua dúvida, o seu medo, a sua aflição. O próprio Governador, que não o conhecia pessoalmente, certa vez o consultou através de um secretário, sobre questão administrativa que o atormentava. Não se falando nos filhos: mesmo depois de ter saído de casa, mais de uma vez tomei trem ou avião e fui colher uma palavra sua que hoje tanta falta me faz.
Resta apenas evocá-la, como faço agora, para me servir de consolo nas horas más. No momento, ele próprio está aqui a meu lado, com o seu sorriso bom.
SABINO, Fernando. A volta por cima. ln: Obra Reunida v. III.
Rio de Janeiro: Ed. Nova Aguilar, 1996. (Texto adaptado)
Com base no texto, responda à questão a seguir.
Assinale o trecho do texto que vai de encontro à ideia de que o pai do narrador era um homem com grande autoridade e extremamente habilidoso e meticuloso nas atividades que se propunha a realizar.
Provas
Smartphones are rewiring our brains
With beeps, buzzes and chimes alerting us to crucial intelligences like the latest software updates we'll regret installing, and our work colleague's groundbreaking new profile picture, our mastery of concentration is slipping away. Focus is becorning a lost art. One study reported that adults between the ages of 18 and 33 interact with their phones an astounding 85 times a day, spending about 5 hours doing so. Interestingly, their usage was largely unconscious. They all thought they spent about half the time. For Larry Rosen, a psychologist at California State University, smartphones are really influencing our behavior.
Benjamim Storm, a psychologist at the University of California says: "The scope of the amount of information we have at our fingertips is beyond anything we've ever experienced. The temptation to become reliant on it seems to be greater". One of his studies offered strong evidence that the more students were allowed to use the internet to answer questions, the more they were prone to continue to use the internet, even when the questions became easier. "Some people think memory is absolutely declining as a result of us using technology", he says. "Others disagree". Based on the current data, though, I don't think we can really make strong conclusions one way or the other".
(Adapted and abridged from:http://www.cbc.ca)
ln the excerpt "[...] the more they were prone to continue to use the internet [...]", the word in bold means:
Provas
Caderno Container