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Mirian Goldenberg nega autoria de ‘sexalescentes’

Circula pela Internet um texto assinado por mim com o título “Sexalescentes”. Ele tem sido reproduzido e enviado por e-mail para inúmeras pessoas. Existe até uma versão musical no Youtube. O texto diz que está surgindo uma nova faixa social, a dos “sexalescentes”, pessoas de mais de 60 anos que rejeitam a palavra “sexagenário”. Envelhecer não está nos seus planos.

É verdade que algumas ideias são semelhantes às que tenho apresentado em meus artigos. Mas, ao contrário do autor (ou autora?) de “Sexalescentes”, gosto da palavra “velho” e acho importante usá-la justamente para combater o estigma que cerca a velhice. Também uso “ageless”, “sem idade” e “inclassificáveis” para me referir aos que estão inventando uma forma mais feliz de experimentar o envelhecimento. Chamo as mulheres mais velhas de “coroas poderosas”.

É muito estranho ver o meu nome em um texto que não é meu. Mais estranho ainda é receber elogios por algo que nunca escrevi. Algum leitor sabe de quem é a ideia de “Sexalescentes”? Se sim, peça para ele (ou ela?) sair do armário e se apresentar.

Aposto que o texto foi escrito por uma “coroa poderosa”. E você?

Disponível em:<http://www.50emais.com.br/mirian-goldenberg-nega-autoria-de-sexalescentes/> . Acesso em 17 jul. 2018. Adaptado.

No penúltimo parágrafo do texto, em “Se sim, peça para ele (ou ela?) sair do armário e se apresentar”, a expressão destacada significa
 

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Em favor da vacina

Cilene Pereira

Desde 2011 observa-se no Brasil a queda na cobertura vacinal relativa a várias enfermidades. A falta de adesão da população em relação às vacinas no Brasil passa, entre outros aspectos, pela desinformação, que deve ser combatida e exige esforços extras.

O controle das doenças por meio das vacinas, alcançado nas últimas décadas, levou à sensação de que as enfermidades não representam mais ameaça. “O fato de as doenças terem desaparecido fez com que muita gente ache que a vacina é desnecessária”, afirma a epidemiologista Carla Domingues, coordenadora do Programa Nacional de Imunizações. Pensar assim é um equívoco que pode fazer com que as enfermidades readquiram força de transmissão.

Os grupos que pregam contra os imunizantes e a falta de informação até entre profissionais da saúde são fatores que trazem de volta ao País doenças que haviam desaparecido, como o sarampo e o risco da poliomielite. É preciso impedir esse inaceitável retrocesso na saúde pública. Os ativistas fazem barulho nas redes sociais, onde proliferam tolices como a ideia de que os imunizantes são ineficazes ou que apresentam risco maior do que os benefícios. É mentira. Assim como também é falsa a tese de que a vacina tríplice viral (que imuniza contra sarampo, caxumba e rubéola) está associada ao autismo. Não há comprovação na literatura médica.

TRÊS EDITORIAL LTDA. Isto É, ano 41, nº 2535, 25 jul. 2018, p.42. Adaptado.

Considere as informações veiculadas no texto e informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma.

( ) O ponto de vista da autora é marcado por um alarmismo velado.

( ) Os ativistas estão desprovidos de embasamento científico no que dizem.

( ) A epidemiologista consultada suscita, com a sua fala, deduções contraditórias.

( ) A prolixidade das palavras impede a compreensão do que se deseja informar ao leitor.

( ) A alusão temporal constitui um dos recursos argumentativos para a defesa do ponto de vista.

De acordo com as afirmações a sequência correta é

 

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Mirian Goldenberg nega autoria de ‘sexalescentes’

Circula pela Internet um texto assinado por mim com o título “Sexalescentes”. Ele tem sido reproduzido e enviado por e-mail para inúmeras pessoas. Existe até uma versão musical no Youtube. O texto diz que está surgindo uma nova faixa social, a dos “sexalescentes”, pessoas de mais de 60 anos que rejeitam a palavra “sexagenário”. Envelhecer não está nos seus planos.

É verdade que algumas ideias são semelhantes às que tenho apresentado em meus artigos. Mas, ao contrário do autor (ou autora?) de “Sexalescentes”, gosto da palavra “velho” e acho importante usá-la justamente para combater o estigma que cerca a velhice. Também uso “ageless”, “sem idade” e “inclassificáveis” para me referir aos que estão inventando uma forma mais feliz de experimentar o envelhecimento. Chamo as mulheres mais velhas de “coroas poderosas”.

É muito estranho ver o meu nome em um texto que não é meu. Mais estranho ainda é receber elogios por algo que nunca escrevi. Algum leitor sabe de quem é a ideia de “Sexalescentes”? Se sim, peça para ele (ou ela?) sair do armário e se apresentar.

Aposto que o texto foi escrito por uma “coroa poderosa”. E você?

Disponível em:<http://www.50emais.com.br/mirian-goldenberg-nega-autoria-de-sexalescentes/> . Acesso em 17 jul. 2018. Adaptado.

É correto dizer que, nos dois últimos parágrafos, a autora imprime ao seu texto um tom
 

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Leia o texto a seguir.

enunciado 551043-1

No infográfico apresentado encontram-se algumas normas para se atingir um objetivo. Ele tem como público-alvo pessoas que desejam mudar seus hábitos alimentares.

A esse respeito, é correto afirmar que tal conjunto de regras

 

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Malala e seu lápis mágico

Malala Yousafzai, a paquistanesa ganhadora do Prêmio Nobel da Paz 2014, lutou pelo seu direito de estudar depois que as meninas de seu país foram proibidas de frequentar a escola. Recentemente, apresentou seu primeiro livro destinado ao público leitor com uma narrativa que promete, antes de mais nada, inspirar a nova geração a quebrar o silêncio e a lutar pelos próprios direitos. Nesta obra, a proposta é clara: a autora conta as memórias de uma menina que sonhava com um lápis mágico para desenhar um novo mundo, mas que também encontrou dentro de si as forças de que precisava para mudar a sociedade em que vivia. As ilustrações – instigantes – de Kerascoët aproximam essa história de uma região tão distante aos brasileiros.

EDITORA ESCALA. Revista Conhecimento Prático / Literatura. São Paulo: Ano 8, Edição 78, 2018, p. 59. Adaptado.

Avalie as informações acerca dos sinais de pontuação.

I. Em "Nesta obra, a proposta é clara: a autora conta as memórias de uma menina que sonhava com um lápis mágico...", os dois-pontos indicam uma consequência do que foi enunciado.

II. Na frase "As ilustrações – instigantes – de Kerascoët", os travessões isolam a palavra "instigantes" e equivalem a reticências.

III. No período "Malala Yousafzai, a paquistanesa ganhadora do Prêmio Nobel da Paz 2014, lutou pelo seu direito de estudar...", as vírgulas isolam elemento de valor explicativo.

IV. Na oração "Recentemente, apresentou seu primeiro livro...", é de regra usar a vírgula para dar realce ao adjunto adverbial, podendo ser dispensada, se considerá-lo de pequeno corpo.

V. Em "...depois que as meninas de seu país foram proibidas de frequentar a escola..." a expressão "de seu país" deveria ficar entre parênteses porque introduz um dado biográfico importante.

Está correto apenas o que se afirma em

 

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Em favor da vacina

Cilene Pereira

Desde 2011 observa-se no Brasil a queda na cobertura vacinal relativa a várias enfermidades. A falta de adesão da população em relação às vacinas no Brasil passa, entre outros aspectos, pela desinformação, que deve ser combatida e exige esforços extras.

O controle das doenças por meio das vacinas, alcançado nas últimas décadas, levou à sensação de que as enfermidades não representam mais ameaça. “O fato de as doenças terem desaparecido fez com que muita gente ache que a vacina é desnecessária”, afirma a epidemiologista Carla Domingues, coordenadora do Programa Nacional de Imunizações. Pensar assim é um equívoco que pode fazer com que as enfermidades readquiram força de transmissão.

Os grupos que pregam contra os imunizantes e a falta de informação até entre profissionais da saúde são fatores que trazem de volta ao País doenças que haviam desaparecido, como o sarampo e o risco da poliomielite. É preciso impedir esse inaceitável retrocesso na saúde pública. Os ativistas fazem barulho nas redes sociais, onde proliferam tolices como a ideia de que os imunizantes são ineficazes ou que apresentam risco maior do que os benefícios. É mentira. Assim como também é falsa a tese de que a vacina tríplice viral (que imuniza contra sarampo, caxumba e rubéola) está associada ao autismo. Não há comprovação na literatura médica.

TRÊS EDITORIAL LTDA. Isto É, ano 41, nº 2535, 25 jul. 2018, p.42. Adaptado.

A frase “... o controle das doenças por meio das vacinas, alcançado nas últimas décadas, levou à sensação de que as enfermidades não representam mais ameaça...” deixa claro que a falta de adesão popular à vacinação é marcada por
 

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551028 Ano: 2018
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FUNDEP
Orgão: EMATER-MG
São métodos de análise de investimentos que consideram o valor do dinheiro no tempo, exceto
 

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551338 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia de Produção
Banca: FUNDEP
Orgão: EMATER-MG

Uma investidora precisa decidir em qual empreendimento irá investir no próximo semestre. O analista responsável optou por utilizar o Método de Monte Carlo para gerar cenários e fazer a melhor escolha possível. Para isso, levantou os seguintes dados.

enunciado 551338-1

Os cenários foram gerados e os dados relevantes coletados. O gráfico a seguir apresenta um destes, as funções de probabilidade acumuladas da Taxa Interna de Retorno (TIR) de cada um dos investimentos.

enunciado 551338-2

A partir das informações do quadro e do gráfico, avalie as asserções a seguir e a relação entre elas.

I . A terceira opção de investimento apresentada no quadro tem a maior TIR média dentre os três investimentos.

PORQUE

II . A probabilidade de a TIR da segunda opção do quadro ser menor do que 2,5% é a maior entre os investimentos.

Acerca dessas asserções, é correto afirmar que

Questão Anulada

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551330 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia de Produção
Banca: FUNDEP
Orgão: EMATER-MG

Uma fábrica precisa atender a um pedido de 1.000 unidades de um de seus produtos. A seguir é apresentado o diagrama de componentes do produto.

enunciado 551330-1

Entre parênteses estão representadas as quantidades de cada item filho utilizadas na produção de uma unidade cada item pai. A empresa possui itens em estoque: produto P01 = 450 unidades; componente C001 = 550 unidades; componente C002 = 335 unidades; subcoponente SC_A = 50 unidades. A empresa pretende manter um estoque de segurança de 250 unidades do produto P01 e zerar os estoques de componentes.

A partir das informações dadas, é correto afirmar que a quantidade de unidades de matéria-prima MP1 que precisa ser comprada para atender ao pedido é de

Questão Anulada

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Mirian Goldenberg nega autoria de ‘sexalescentes’

Circula pela Internet um texto assinado por mim com o título “Sexalescentes”. Ele tem sido reproduzido e enviado por e-mail para inúmeras pessoas. Existe até uma versão musical no Youtube. O texto diz que está surgindo uma nova faixa social, a dos “sexalescentes”, pessoas de mais de 60 anos que rejeitam a palavra “sexagenário”. Envelhecer não está nos seus planos.

É verdade que algumas ideias são semelhantes às que tenho apresentado em meus artigos. Mas, ao contrário do autor (ou autora?) de “Sexalescentes”, gosto da palavra “velho” e acho importante usá-la justamente para combater o estigma que cerca a velhice. Também uso “ageless”, “sem idade” e “inclassificáveis” para me referir aos que estão inventando uma forma mais feliz de experimentar o envelhecimento. Chamo as mulheres mais velhas de “coroas poderosas”.

É muito estranho ver o meu nome em um texto que não é meu. Mais estranho ainda é receber elogios por algo que nunca escrevi. Algum leitor sabe de quem é a ideia de “Sexalescentes”? Se sim, peça para ele (ou ela?) sair do armário e se apresentar.

Aposto que o texto foi escrito por uma “coroa poderosa”. E você?

Disponível em:<http://www.50emais.com.br/mirian-goldenberg-nega-autoria-de-sexalescentes/> . Acesso em 17 jul. 2018. Adaptado.

Leia, com atenção, o trecho transcrito do texto.

É verdade que algumas ideias são semelhantes às que tenho apresentado em meus artigos. Mas, ao contrário do autor (ou autora?) de “Sexalescentes”, gosto da palavra “velho” e acho importante usá-la justamente para combater o estigma que cerca a velhice. Também uso “ageless”, “sem idade” e “inclassificáveis” para me referir aos que estão inventando uma forma mais feliz de experimentar o envelhecimento. Chamo as mulheres mais velhas de “coroas poderosas”.

É muito estranho ver o meu nome em um texto que não é meu. Mais estranho ainda é receber elogios por algo que nunca escrevi.

Considere as informações acerca da predicação dos verbos em destaque e informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se argumenta.

( ) O verbo GOSTAR é transitivo indireto (o objeto indireto é "da palavra 'velho''').

( ) USAR é um verbo de ligação (o predicativo é "'ageless', 'sem idade' e 'inclassificáveis'”).

( ) O verbo CHAMAR é transitivo direto e vem acompanhado de um predicativo ("coroas poderosas").

( ) O verbo VER é transitivo direto e indireto ("o meu nome" é o objeto direto e o objeto indireto é "em um texto").

( ) O verbo ESCREVER é intransitivo e "nunca" é adjunto adverbial de negação.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é

Questão Anulada

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