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O sentimento maior que sobrevém é o da frustração
Juca Kfouri
Também verei a decisão da 21ª Copa do Mundo com uma ponta de frustração, a 14ª sem a seleção brasileira. Mas, pense, o futebol brasileiro esteve em 1/3 das finais – é coisa pra chuchu.
E, infelizmente, acostume-se, porque a tendência é ficarmos de fora nas próximas, a menos que tudo mude no país, o que é improvável.
Não que a Croácia supere o nosso futebol, embora seu time tenha mais jogadores extraclasse como Modric, Mandzukic e Rakitic, pois hoje em dia nos faltam Pelétic, Zicovic e Ronaldic.
Assim como a França desfila seus craques, Pogba, Griezmann e Mbappé, e não temos mais Garrinchá, Socratês e Romariô. Afinal, é isso. Lidar com a frustração é das coisas mais difíceis, e necessárias, de nossas vidas.
Disponível em:<https://www1.folha.uol.com.br/colunas/jucakfouri/2018/07/o-sentimento-maior-que-sobrevem-e-o-da-frustracao.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsfolha >
O texto “O sentimento maior que sobrevém é o da frustração”, do comentarista esportivo Juca Kfouri, é uma crônica, gênero textual que mescla a linguagem formal com a coloquial, próxima da oralidade, e pouco preocupada com a rigidez da chamada norma culta.
Um exemplo claro dessa linguagem informal, presente no texto, é exemplificado pelo trecho
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Leia a estrofe do poema “Os anos são degraus”, de Fernanda de Castro.
“Mas tudo são degraus; tudo é fugir
à humana condição.
Degrau após degrau,
tudo é lenta ascensão.”
Disponível em: http://fernanda-decastro.blogspot.com/p/poemas.html. Acesso em: 24 jul. 2018.
Avalie as explicações dadas sobre a concordância do verbo “ser” em “tudo são degraus”.
I. A norma culta da língua portuguesa só aceita a concordância com o verbo “ser” no singular: “Tudo é degraus”.
II. “Tudo é degraus” está correto, pois o verbo no singular aparece em concordância com o pronome indefinido.
III. “Tudo são degraus” está correto, pois o verbo “ser” concorda com o predicativo expresso por um substantivo no plural.
IV. Quando o sujeito é constituído de uma expressão numérica que se considera em sua totalidade, o verbo “ser” fica no singular: “Tudo é degraus”.
Está correto apenas o que se afirma em
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A Revista VEJA, na sua edição de 25 de julho passado, publicou uma reportagem especial sobre a alimentação no Brasil, com a seguinte chamada: “Até a isso voltamos. Por que, depois de 26 anos de queda ininterrupta, a mortalidade infantil tornou a crescer”.
A esse respeito, leia um fragmento do texto a seguir, publicado nessa mesma revista, em “Carta ao leitor”, na página 8.

Desde 2013, mais de 50% dos brasileiros se encontram acima do peso, e, para piorar, os especialistas estão alarmados com o avanço do problema na população infantil. Mas há um aspecto que agrava esse quadro: o aumento da taxa de mortalidade infantil no Brasil, um indicador que vinha caindo nos últimos 26 anos, sem falhar um único ano. Agora, com a severidade da crise e o corte nos gastos sociais, ela voltou a subir. Hoje, de cada 1000 crianças nascidas vivas, catorze morrem antes de completar 1 ano. É um número que pode recolocar o Brasil no mapa da fome da ONU, do qual havíamos saído, orgulhosamente, em 2014.
Uma das principais causas da elevação da mortalidade infantil está na desnutrição, decorrência direta do descalabro econômico que o país vive. Uma parte das crianças brasileiras come menos do que deveria para ter uma vida minimamente saudável. Subnutridas, elas ficam mais sujeitas a morrer de doenças (como a diarreia, por exemplo) que jamais abateriam uma criança saudável. Como chegamos a esse ponto?
Como o Brasil voltou a desnutrir suas crianças e desleixou-se tanto na qualidade da alimentação das que podem comer, tudo isso dentro de um território que produz alimento — de boa qualidade, aliás — para parte relevante do planeta?
EDITORA ABRIL, Veja, ano 51, n. 30, 25 jul. 2018, p. 8
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O sentimento maior que sobrevém é o da frustração
Juca Kfouri
Também verei a decisão da 21ª Copa do Mundo com uma ponta de frustração, a 14ª sem a seleção brasileira. Mas, pense, o futebol brasileiro esteve em 1/3 das finais – é coisa pra chuchu.
E, infelizmente, acostume-se, porque a tendência é ficarmos de fora nas próximas, a menos que tudo mude no país, o que é improvável.
Não que a Croácia supere o nosso futebol, embora seu time tenha mais jogadores extraclasse como Modric, Mandzukic e Rakitic, pois hoje em dia nos faltam Pelétic, Zicovic e Ronaldic.
Assim como a França desfila seus craques, Pogba, Griezmann e Mbappé, e não temos mais Garrinchá, Socratês e Romariô. Afinal, é isso. Lidar com a frustração é das coisas mais difíceis, e necessárias, de nossas vidas.
Disponível em:<https://www1.folha.uol.com.br/colunas/jucakfouri/2018/07/o-sentimento-maior-que-sobrevem-e-o-da-frustracao.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsfolha >
Nos dois primeiros parágrafos, observa-se a alternância no emprego da primeira pessoa do singular com a primeira do plural.
Essa estratégia discursiva utilizada pelo autor para desenvolver seu ponto de vista sugere
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Leia, com atenção, o texto a seguir.
“Regulados os preliminares para a liquidação da herança, Rubião tratou de vir ao Rio de Janeiro, onde se fixaria, logo que tudo estivesse acabado. Havia que fazer em ambas as cidades; mas as cousas prometiam correr depressa.”
ASSIS, Machado de. Quincas Borba. São Paulo: FTD, 1992.
A oração subordinada adverbial que exprime a mesma ideia da oração destacada é
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TEXTO I
O Brasil deve voltar aos trilhos
Alberto Pinto Coelho*
[§1] O quase colapso que o Brasil viveu recentemente com a paralisação dos caminhoneiros serviu para deixar exposto, como nunca, o risco que oferece a infraestrutura de transportes do País, na medida em que 67% das cargas e mercadorias são movimentadas pelo modal rodoviário, enquanto apenas 20%, ou ainda menos, são atendidas pelas ferrovias, complementadas por hidrovias.
[§2] Isto deixa meridianamente claro que a concepção de um ousado plano de expansão das ferrovias no Brasil não responde apenas a uma decisão dos governantes, mas implica na adoção de uma verdadeira política de Estado, ou seja, uma determinação estratégica para o desenvolvimento nacional de modo a ter continuidade no tempo, até que haja maior equilíbrio na matriz de transportes do País, que não pode ficar refém de uma modalidade dominante, como acontece hoje.
[§3] Cabe ressaltar o que essa matriz de transportes nacional representa em termos de custo logístico e, portanto, do chamado “custo Brasil”. Para dimensionar o desafio que se apresenta à competitividade internacional do Brasil, existe uma referência mundialmente adotada no custo do transporte, chamada de TKU (tonelagem transportada útil), que se obtém multiplicando a tonelagem transportada pela distância percorrida.
[§4] É de causar pasmo a diferença, pois o TKU do transporte rodoviário é da ordem de 130 dólares, enquanto o do transporte ferroviário é de apenas 22 dólares!… Ou seja, a continuar com a sua atual matriz de transportes, o Brasil permanecerá à margem da concorrência internacional em termos de custos, sendo hoje uma das causas de sua baixa participação no comércio exterior.
[§5] Precisamos da execução de um autêntico plano de expansão ferroviária no Brasil. Não podemos perder esse trem da história.
* Ex-governador de Minas Gerais. Estado de Minas, Caderno Opinião, 18 jul. 2018, p. 7. Adaptado
TEXTO II

Leia a seguinte passagem transcrita do texto.
“O quase colapso que o Brasil viveu recentemente com a paralisação dos caminhoneiros serviu para deixar exposto, como nunca, o risco que oferece a infraestrutura de transportes do País...”. [§1]
Considerando as quatro palavras em destaque, na ordem em que cada uma aparece nesse período, existem, respectivamente,
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“Todos esperavam que com a abdicação de Pedro I a situação mudasse, pois achavam que, sendo o Imperador português, não podia deixar de puxar brasa para o assado de Portugal. Mas haviam-se passado mais de dois anos e tudo continuava como antes. Bento Gonçalves, acusado de negociar com Lavalleja a anexação da Província, fora chamado a Corte para se defender dessas acusações e voltara de lá não só completamente desagravado, como também com honras e privilégios novos. Além disso trazia a seus correligionários do Partido Liberal a promessa de que um filho da Província, Fernandes Braga, seria nomeado governador.”
VERÍSSIMO, Érico. Um certo capitão Rodrigo. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
Observe o verbo destacado neste fragmento.
“Bento Gonçalves, acusado de negociar com Lavalleja a anexação da Província, fora chamado a Corte para se defender dessas acusações...”
A frase cujo verbo apresenta a mesma regência de negociar é
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Leia, com atenção, o texto seguinte.
“Atravessa ruas, dobra esquinas, sobe escadas, bate em portas, entra, pergunta, olha, sai, torna a andar.”
SABINO, Fernando. O encontro marcado. Rio de Janeiro: Record, 1998.
Sobre a pontuação presente no trecho, é correto afirmar que a vírgula está empregada para separar
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Leia, com atenção, o texto a seguir para avaliar o emprego do sinal indicativo de crase e complete corretamente as lacunas.
O mundo ____ espera de um milagre
Foram nove dias de incerteza até que ____ busca pelos 12 meninos tailandeses desaparecidos se transformou em uma missão de resgate. Os motivos que levaram os garotos ____ penetrar no complexo de cavernas, ____ 1,7 quilômetros de distância da entrada, são incertos. Ben Reymenants, um dos mergulhadores ingleses em contato com eles, afirmou que tudo fazia parte de uma espécie de ritual de iniciação. O caso dos “Javalis Selvagens” ganhou contornos angustiantes pelo enorme grau de dificuldade do resgate e devido ____ chuvas que poderiam tornar a missão impossível.
Isto É, n. 2533, 11 jul. 2018, p. 45-48. Adaptado.
A sequência correta para o preenchimento das lacunas é
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