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Foram encontradas 70 questões.

277713 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: IBFC
Orgão: EMBASA
Considere que em certa região cada placa dos automóveis é composta por 2 letras, dentre as 10 primeiras do alfabeto e 3 números, dentre os algarismos 1,2,3,4,5. O total de placas diferentes possíveis de serem confeccionadas para essa região é igual a:
 

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277711 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: IBFC
Orgão: EMBASA
Cinco cadeiras estão dispostas numa fila. O total de maneiras distintas que cinco pessoas podem se sentar nessas cadeiras é igual a:
 

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277710 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IBFC
Orgão: EMBASA
Sabendo que todo A é B, todo C é B e que nenhum C é A, segue necessariamente que:
 

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277708 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: IBFC
Orgão: EMBASA
Paulo quer assistir um filme e tem disponível 5 filmes de terror, 6 filmes de aventura e 3 filmes de romance. 0 total de possibilidades de Paulo assistir a um desses filmes é de:
 

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277707 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IBFC
Orgão: EMBASA
Os valores lógicos das proposições, p:”3 + 2 = 5 e o dobro de 4 é 12”; q:”Se a metade de 10 é 6, então 3 + 5 = 7” são, respectivamente:
 

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277703 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: EMBASA

Texto I

Os bolsos do morto

(Luis Fernando Veríssimo)

O morto não é exatamente um amigo. Mais um conhecido, mas daqueles que você não pode deixar de ir ao velório. E lá está ele, estendido dentro do caixão forrado de cetim, de terno azul-marinho e gravata grená, esperando para ser enterrado.

Se fosse um amigo você ficaria em silêncio, compungido, lembrando o morto em vida e lamentando sua perda. Como é apenas um conhecido, você comenta com o homem ao seu lado - que também não parece ser íntimo do morto:

- Poderiam ter escolhido outra gravata...

- É. Essa está brava.

- Já pensou ele chegando lá com essa gravata?

- “Lá” onde?

- Não sei. Onde a gente vai depois de morto. Onde vai a nossa alma.

- Eu acho que a alma não vai de gravata.

- Será que não? E de fatiota?

- Também não.

- Bom. Pelo menos esse vexame ele não vai passar.

- Você é da família?

- Não. Apenas um conhecido.

Você examina o morto. Engraçado: ele vai partir para a viagem mais importante, e mais distante, da sua vida, mas não precisa carregar nada. Identidade, passaporte, nada. Nem dinheiro, o que dirá cheques de viagem ou cartões de crédito. Nem carteira!

Você diz para o outro:

- A coisa mais triste de um defunto são os bolsos. O outro estranha.

- Como assim?

- Os bolsos existem para carregar coisas. Coisas importantes, que definem sua vida. CPF, licença para dirigir, bloco de notas, caneta, talão de cheques, remédio para pressão...

- Pepsamar...

- Pepsamar, cartão perfurado da Sena, recortes de artigos sobre a situação econômica, fio dental... Isso sem falar em coisas com importância apenas sentimental. Por exemplo: um desenho rabiscado por uma possível neta que parece, vagamente, um gato, e que ele achou genial e guardou. Entende?

- Sei.

- E aí está ele. Com os bolsos vazios. Despido da vida e de tudo que levava nos seus bolsos, e que o definia. O homem é o homem e o que ele leva nos bolsos. Poderiam ter deixado, sei lá, pelo menos um chaveiro.

- Você acha?

- Claro. As chaves da casa. As chaves do carro. Qualquer coisa pessoal, que pelo menos fizesse barulho num bolso da fatiota, pô!

Você se dá conta de que está gritando. As pessoas se viram para reprová-lo. “Mais respeito” dizem as caras viradas. Você faz um gesto, pedindo perdão. Sou apenas um conhecido, desculpem. Mas continua, falando mais baixo:

- A morte é um assaltante. Nos mata e nos esvazia os bolsos.

- Sem piedade.

- Nenhuma.

Vocabulário:

Fatiota - roupa de melhor qualidade, usada em situações mais formais

Pepsamar - tipo de medicamento

Considere o fragmento abaixo para responder a questão.

"- Claro. As chaves da casa. As chaves do carro. Qualquer coisa pessoal, que pelo menos fizesse barulho num bolso da fatiota, pô!“ (25°§)

Adjetivos ou locuções adjetivas são termos que acompanham substantivos caracterizando-os. Desse modo, assinale a única opção cuja palavra destacada NÃO cumpra esse papel caracterizador.

 

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277700 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: EMBASA

Texto I

Os bolsos do morto

(Luis Fernando Veríssimo)

O morto não é exatamente um amigo. Mais um conhecido, mas daqueles que você não pode deixar de ir ao velório. E lá está ele, estendido dentro do caixão forrado de cetim, de terno azul-marinho e gravata grená, esperando para ser enterrado.

Se fosse um amigo você ficaria em silêncio, compungido, lembrando o morto em vida e lamentando sua perda. Como é apenas um conhecido, você comenta com o homem ao seu lado - que também não parece ser íntimo do morto:

- Poderiam ter escolhido outra gravata...

- É. Essa está brava.

- Já pensou ele chegando lá com essa gravata?

- “Lá” onde?

- Não sei. Onde a gente vai depois de morto. Onde vai a nossa alma.

- Eu acho que a alma não vai de gravata.

- Será que não? E de fatiota?

- Também não.

- Bom. Pelo menos esse vexame ele não vai passar.

- Você é da família?

- Não. Apenas um conhecido.

Você examina o morto. Engraçado: ele vai partir para a viagem mais importante, e mais distante, da sua vida, mas não precisa carregar nada. Identidade, passaporte, nada. Nem dinheiro, o que dirá cheques de viagem ou cartões de crédito. Nem carteira!

Você diz para o outro:

- A coisa mais triste de um defunto são os bolsos. O outro estranha.

- Como assim?

- Os bolsos existem para carregar coisas. Coisas importantes, que definem sua vida. CPF, licença para dirigir, bloco de notas, caneta, talão de cheques, remédio para pressão...

- Pepsamar...

- Pepsamar, cartão perfurado da Sena, recortes de artigos sobre a situação econômica, fio dental... Isso sem falar em coisas com importância apenas sentimental. Por exemplo: um desenho rabiscado por uma possível neta que parece, vagamente, um gato, e que ele achou genial e guardou. Entende?

- Sei.

- E aí está ele. Com os bolsos vazios. Despido da vida e de tudo que levava nos seus bolsos, e que o definia. O homem é o homem e o que ele leva nos bolsos. Poderiam ter deixado, sei lá, pelo menos um chaveiro.

- Você acha?

- Claro. As chaves da casa. As chaves do carro. Qualquer coisa pessoal, que pelo menos fizesse barulho num bolso da fatiota, pô!

Você se dá conta de que está gritando. As pessoas se viram para reprová-lo. “Mais respeito” dizem as caras viradas. Você faz um gesto, pedindo perdão. Sou apenas um conhecido, desculpem. Mas continua, falando mais baixo:

- A morte é um assaltante. Nos mata e nos esvazia os bolsos.

- Sem piedade.

- Nenhuma.

Vocabulário:

Fatiota - roupa de melhor qualidade, usada em situações mais formais

Pepsamar - tipo de medicamento

No fragmento “Mais um conhecido, mas daqueles que você não pode deixar de ir ao velório.”(1°§), estão destacadas duas palavras que se aproximam quanto à pronúncia, contudo diferenciam-se quanto à classificação morfológica. Assinale a opção que indica, respectivamente, o valor semântico que elas introduzem.
 

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277699 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: EMBASA

Texto I

Os bolsos do morto

(Luis Fernando Veríssimo)

O morto não é exatamente um amigo. Mais um conhecido, mas daqueles que você não pode deixar de ir ao velório. E lá está ele, estendido dentro do caixão forrado de cetim, de terno azul-marinho e gravata grená, esperando para ser enterrado.

Se fosse um amigo você ficaria em silêncio, compungido, lembrando o morto em vida e lamentando sua perda. Como é apenas um conhecido, você comenta com o homem ao seu lado - que também não parece ser íntimo do morto:

- Poderiam ter escolhido outra gravata...

- É. Essa está brava.

- Já pensou ele chegando lá com essa gravata?

- “Lá” onde?

- Não sei. Onde a gente vai depois de morto. Onde vai a nossa alma.

- Eu acho que a alma não vai de gravata.

- Será que não? E de fatiota?

- Também não.

- Bom. Pelo menos esse vexame ele não vai passar.

- Você é da família?

- Não. Apenas um conhecido.

Você examina o morto. Engraçado: ele vai partir para a viagem mais importante, e mais distante, da sua vida, mas não precisa carregar nada. Identidade, passaporte, nada. Nem dinheiro, o que dirá cheques de viagem ou cartões de crédito. Nem carteira!

Você diz para o outro:

- A coisa mais triste de um defunto são os bolsos. O outro estranha.

- Como assim?

- Os bolsos existem para carregar coisas. Coisas importantes, que definem sua vida. CPF, licença para dirigir, bloco de notas, caneta, talão de cheques, remédio para pressão...

- Pepsamar...

- Pepsamar, cartão perfurado da Sena, recortes de artigos sobre a situação econômica, fio dental... Isso sem falar em coisas com importância apenas sentimental. Por exemplo: um desenho rabiscado por uma possível neta que parece, vagamente, um gato, e que ele achou genial e guardou. Entende?

- Sei.

- E aí está ele. Com os bolsos vazios. Despido da vida e de tudo que levava nos seus bolsos, e que o definia. O homem é o homem e o que ele leva nos bolsos. Poderiam ter deixado, sei lá, pelo menos um chaveiro.

- Você acha?

- Claro. As chaves da casa. As chaves do carro. Qualquer coisa pessoal, que pelo menos fizesse barulho num bolso da fatiota, pô!

Você se dá conta de que está gritando. As pessoas se viram para reprová-lo. “Mais respeito” dizem as caras viradas. Você faz um gesto, pedindo perdão. Sou apenas um conhecido, desculpem. Mas continua, falando mais baixo:

- A morte é um assaltante. Nos mata e nos esvazia os bolsos.

- Sem piedade.

- Nenhuma.

Vocabulário:

Fatiota - roupa de melhor qualidade, usada em situações mais formais

Pepsamar - tipo de medicamento

Em “Se fosse um amigo você ficaria em silêncio, compungido.” (2°§), a palavra em destaque tem como sinônimo:
 

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Leia o texto. “Em todos os locais de trabalho deve haver uma iluminação adequada, natural ou artificial, geral ou suplementar, devendo a mesma estar de acordo com a natureza da atividade”. Com base no tema avalie as afirmações que se seguem.

I. O nível mínimo de iluminamento deve obedecer ao estabelecido na NBR 5413.

II. A iluminação geral deve gerar um contraste entre paredes e bancadas de forma a não exceder a diferença percentual de 7%.

III. A iluminação geral deve ser uniformemente distribuída e difusa.

Estão corretas as afirmativas:

Questão Anulada

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De acordo com a NR-7, o exame audiométrico será realizado pela via aérea em diversas frequências. Assinale a alternativa que não compõem o estabelecido na NR.
Questão Anulada

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