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Foram encontradas 50 questões.

2480163 Ano: 2014
Disciplina: História
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
No final do ano de 2013, foi realizada a exumação do corpo de um ex-presidente brasileiro com a finalidade de esclarecer as causas de sua morte, técnica esta que consiste em retirar os restos mortais humanos de uma sepultura para a realização de exames esclarecedores. O referido ex-presidente morreu no ano de 1976, e teve como causa oficial da morte um ataque cardíaco, porém essa explicação nunca convenceu a família, que acusa o governo militar da época, de Ernesto Geisel, de ter envenenado o ex-presidente. A respeito deste assunto, assinale a alternativa que apresenta o nome do ex-presidente cujo corpo fora exumado no final de 2013.
 

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2479968 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
“O LEGADO SANTIAGO”
Carlos José Marques
A inaceitável morte de Santiago traz alertas importantes para a democracia brasileira. A escalada da violência promovida por bandos de vândalos, arruaceiros sem causa e extremistas desvairados passou de todos os limites e precisa ser contida – o quanto antes! – na letra da lei. O caráter fascistoide dos chamados black blocs já estava mais do que evidente quando eles se infiltraram nas manifestações de rua ainda em meados do ano passado, mas a indulgência generalizada para com os seus atos só aumentou o tamanho do problema. Setores da sociedade – de entidades de direitos humanos a organizações de classe – saíram em defesa de suas ações, levados por um liberalismo distorcido e inconsequente. A radicalização cresceu com pouca, ou nenhuma, resistência. Os black blocs, equivocadamente glamorizados como meros rebeldes, tomaram conta! Seguiram cometendo barbáries em nome de um anarquismo anacrônico e criminoso, até culminar com o lamentável atentado contra Santiago. Não importa se Santiago, o cinegrafista Santiago Andrade, estava na mira ou não de seus algozes. Foi a vítima fatal de um ataque inclemente contra toda a sociedade. Já está provado que, ao saírem com armas, mascarados e insuflados pelos piores sentimentos, os black blocs atuam como bandidos. Depredam o patrimônio, promovem agressões, aniquilam o direito à informação perseguindo jornalistas e até ceifam vidas. É imprescindível que respondam por isso. E os instrumentos para puni-los exemplarmente e, em alguns casos, trancafiá-los estão aí, sem necessidade de revisões. Os black blocs podem e devem ser enquadrados no Código Penal.
Não são meros manifestantes e, separado o joio do trigo, os protestos legítimos da baderna pura e simples, parece haver na outra ponta do processo riscos crescentes de se responder à violência com mais violência. Um irrefreável pendor autoritário grassa com fervor nesse ambiente. Movido pelo despreparo da força policial e por casuísmos vindos de alas populistas da política. É certo, a radicalização pode tomar corpo de várias maneiras. Na forma de um projeto de lei antiterrorismo como o que está em estudo no Congresso, por exemplo. Com um texto de autoria do petista Paulo Paim, repleto de generalizações que abre margem a interpretações variadas, a proposta, em certos parágrafos, assemelha-se às piores leis praticadas no período dos regimes de exceção. Animados para surfar na indignação geral, parlamentares podem com ela inaugurar uma espécie de nova era de macarthismo à brasileira, na qual autoridades estariam municiadas para perseguir inclusive eventuais opositores do sistema ou desafetos. A lei antiterrorismo em discussão, nos termos em que está posta, não auxilia no processo. Só confunde as ações. De outra parte, o relaxamento ou leniência do aparato policial para com os extremistas contribuiu para entornar o caldo. Há de se perguntar: por que os comandos da PM, com todo o arsenal de informações e tecnologia disponível, não conseguiram aplicar inteligência às suas operações, de modo a distinguir criminosos, facilmente identificáveis, em meio aos populares que muitas vezes foram às ruas em protestos legítimos? Barrar o avanço da delinquência dos black blocs e de suas milícias, que transformam cidades em verdadeiros campos de guerra – e sabotam o impulso democrático de mobilização livre e ordeira para manifestar inconformismos –, é um desafio tão grande como o de garantir o funcionamento sereno e equilibrado das instituições. Vencer esses desafios será o maior legado em memória de Santiago.
Adaptado de http://www.istoe.com.br/assuntos/detalhe/348191_O+LEGADO+SANTIAGO
Em “... separado o joio do trigo, os protestos legítimos da baderna pura e simples...”, a figura de linguagem presente no excerto é
 

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2479934 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
Sobre o pacote de programas do BR Office, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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2479296 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
A ferramenta Orientação do Microsoft Excel 2010 (instalação padrão, Português – Brasil) tem como função
 

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O último verão brasileiro foi considerado o mais quente das últimas décadas, não sendo raro os casos de temperaturas superiores a 40ºC em diversas cidades brasileiras. Segundo os meteorologistas, a causa desta elevada temperatura é um sistema de altas pressões proveniente do oceano Atlântico que gera um forte vento quente que vai desde o norte do Brasil rumo ao sul. Mesmo com as causas explicadas, esse assunto nos leva a refletir sobre as ações humanas e o tema do aquecimento global, em constante debate nos últimos anos em todo o mundo.
A respeito desse assunto, assinale a alternativa que melhor define aquecimento global.
 

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2478601 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
“O LEGADO SANTIAGO”
Carlos José Marques
A inaceitável morte de Santiago traz alertas importantes para a democracia brasileira. A escalada da violência promovida por bandos de vândalos, arruaceiros sem causa e extremistas desvairados passou de todos os limites e precisa ser contida – o quanto antes! – na letra da lei. O caráter fascistoide dos chamados black blocs já estava mais do que evidente quando eles se infiltraram nas manifestações de rua ainda em meados do ano passado, mas a indulgência generalizada para com os seus atos só aumentou o tamanho do problema. Setores da sociedade – de entidades de direitos humanos a organizações de classe – saíram em defesa de suas ações, levados por um liberalismo distorcido e inconsequente. A radicalização cresceu com pouca, ou nenhuma, resistência. Os black blocs, equivocadamente glamorizados como meros rebeldes, tomaram conta! Seguiram cometendo barbáries em nome de um anarquismo anacrônico e criminoso, até culminar com o lamentável atentado contra Santiago. Não importa se Santiago, o cinegrafista Santiago Andrade, estava na mira ou não de seus algozes. Foi a vítima fatal de um ataque inclemente contra toda a sociedade. Já está provado que, ao saírem com armas, mascarados e insuflados pelos piores sentimentos, os black blocs atuam como bandidos. Depredam o patrimônio, promovem agressões, aniquilam o direito à informação perseguindo jornalistas e até ceifam vidas. É imprescindível que respondam por isso. E os instrumentos para puni-los exemplarmente e, em alguns casos, trancafiá-los estão aí, sem necessidade de revisões. Os black blocs podem e devem ser enquadrados no Código Penal.
Não são meros manifestantes e, separado o joio do trigo, os protestos legítimos da baderna pura e simples, parece haver na outra ponta do processo riscos crescentes de se responder à violência com mais violência. Um irrefreável pendor autoritário grassa com fervor nesse ambiente. Movido pelo despreparo da força policial e por casuísmos vindos de alas populistas da política. É certo, a radicalização pode tomar corpo de várias maneiras. Na forma de um projeto de lei antiterrorismo como o que está em estudo no Congresso, por exemplo. Com um texto de autoria do petista Paulo Paim, repleto de generalizações que abre margem a interpretações variadas, a proposta, em certos parágrafos, assemelha-se às piores leis praticadas no período dos regimes de exceção. Animados para surfar na indignação geral, parlamentares podem com ela inaugurar uma espécie de nova era de macarthismo à brasileira, na qual autoridades estariam municiadas para perseguir inclusive eventuais opositores do sistema ou desafetos. A lei antiterrorismo em discussão, nos termos em que está posta, não auxilia no processo. Só confunde as ações. De outra parte, o relaxamento ou leniência do aparato policial para com os extremistas contribuiu para entornar o caldo. Há de se perguntar: por que os comandos da PM, com todo o arsenal de informações e tecnologia disponível, não conseguiram aplicar inteligência às suas operações, de modo a distinguir criminosos, facilmente identificáveis, em meio aos populares que muitas vezes foram às ruas em protestos legítimos? Barrar o avanço da delinquência dos black blocs e de suas milícias, que transformam cidades em verdadeiros campos de guerra – e sabotam o impulso democrático de mobilização livre e ordeira para manifestar inconformismos –, é um desafio tão grande como o de garantir o funcionamento sereno e equilibrado das instituições. Vencer esses desafios será o maior legado em memória de Santiago.
Adaptado de http://www.istoe.com.br/assuntos/detalhe/348191_O+LEGADO+SANTIAGO
Em “Um irrefreável pendor autoritário grassa com fervor nesse ambiente.”, o termo destacado significa,
 

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2477634 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
“O LEGADO SANTIAGO”
Carlos José Marques
A inaceitável morte de Santiago traz alertas importantes para a democracia brasileira. A escalada da violência promovida por bandos de vândalos, arruaceiros sem causa e extremistas desvairados passou de todos os limites e precisa ser contida – o quanto antes! – na letra da lei. O caráter fascistoide dos chamados black blocs já estava mais do que evidente quando eles se infiltraram nas manifestações de rua ainda em meados do ano passado, mas a indulgência generalizada para com os seus atos só aumentou o tamanho do problema. Setores da sociedade – de entidades de direitos humanos a organizações de classe – saíram em defesa de suas ações, levados por um liberalismo distorcido e inconsequente. A radicalização cresceu com pouca, ou nenhuma, resistência. Os black blocs, equivocadamente glamorizados como meros rebeldes, tomaram conta! Seguiram cometendo barbáries em nome de um anarquismo anacrônico e criminoso, até culminar com o lamentável atentado contra Santiago. Não importa se Santiago, o cinegrafista Santiago Andrade, estava na mira ou não de seus algozes. Foi a vítima fatal de um ataque inclemente contra toda a sociedade. Já está provado que, ao saírem com armas, mascarados e insuflados pelos piores sentimentos, os black blocs atuam como bandidos. Depredam o patrimônio, promovem agressões, aniquilam o direito à informação perseguindo jornalistas e até ceifam vidas. É imprescindível que respondam por isso. E os instrumentos para puni-los exemplarmente e, em alguns casos, trancafiá-los estão aí, sem necessidade de revisões. Os black blocs podem e devem ser enquadrados no Código Penal.
Não são meros manifestantes e, separado o joio do trigo, os protestos legítimos da baderna pura e simples, parece haver na outra ponta do processo riscos crescentes de se responder à violência com mais violência. Um irrefreável pendor autoritário grassa com fervor nesse ambiente. Movido pelo despreparo da força policial e por casuísmos vindos de alas populistas da política. É certo, a radicalização pode tomar corpo de várias maneiras. Na forma de um projeto de lei antiterrorismo como o que está em estudo no Congresso, por exemplo. Com um texto de autoria do petista Paulo Paim, repleto de generalizações que abre margem a interpretações variadas, a proposta, em certos parágrafos, assemelha-se às piores leis praticadas no período dos regimes de exceção. Animados para surfar na indignação geral, parlamentares podem com ela inaugurar uma espécie de nova era de macarthismo à brasileira, na qual autoridades estariam municiadas para perseguir inclusive eventuais opositores do sistema ou desafetos. A lei antiterrorismo em discussão, nos termos em que está posta, não auxilia no processo. Só confunde as ações. De outra parte, o relaxamento ou leniência do aparato policial para com os extremistas contribuiu para entornar o caldo. Há de se perguntar: por que os comandos da PM, com todo o arsenal de informações e tecnologia disponível, não conseguiram aplicar inteligência às suas operações, de modo a distinguir criminosos, facilmente identificáveis, em meio aos populares que muitas vezes foram às ruas em protestos legítimos? Barrar o avanço da delinquência dos black blocs e de suas milícias, que transformam cidades em verdadeiros campos de guerra – e sabotam o impulso democrático de mobilização livre e ordeira para manifestar inconformismos –, é um desafio tão grande como o de garantir o funcionamento sereno e equilibrado das instituições. Vencer esses desafios será o maior legado em memória de Santiago.
Adaptado de http://www.istoe.com.br/assuntos/detalhe/348191_O+LEGADO+SANTIAGO
“O LEGADO SANTIAGO”, é um gênero textual denominado
 

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Em meados de 2013, iniciou-se no Brasil uma série de manifestações populares, principalmente após o aumento nas tarifas de ônibus de várias cidades brasileiras. Durante as manifestações, que iniciaram pacíficas, um grupo de ativistas com ideais anarquistas começou a se destacar, esses grupos se caracterizam por usar roupas e máscaras negras para cobrir o rosto e consequentemente dificultar a identificação pelas autoridades, promovendo a depredação durante os atos. A respeito desse assunto, assinale a alternativa que apresenta o nome de como é conhecido esse grupo de ativista, que está em grande destaque na mídia.
 

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Atualmente, o sertanejo universitário está ganhando cada vez mais força no cenário nacional, em alguns casos, tomados por onomatopeias. No meio deste cenário, duas celebridades mato-grossenses se destacam pela ligação ainda forte com a música sertaneja de raiz, que conquistou o público brasileiro apaixonado pelo som da viola. Essa dupla é formada por João Sérgio Batista Corrêa Filho e Hilton Cesar Serafim da Silva, mas em cima do palco são conhecidos como
Questão Anulada e Desatualizada

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2484530 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
Uma assinatura digital providencia a prova inegável de que uma mensagem veio do emissor, para verificar este requisito, uma assinatura digital deve ter algumas propriedades.
Assinale a alternativa que apresenta estas propriedades.
Questão Anulada e Desatualizada

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