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Foram encontradas 60 questões.

2497024 Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
Sobre os Princípios Gerais do Código de Ética da Radiodifusão Brasileira, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Destina-se a radiodifusão ao entretenimento e à informação do público em geral, assim como à prestação de serviços culturais e educacionais.
( ) A radiodifusão defenderá a forma democrática de governo e, especialmente, a liberdade de imprensa e de expressão do pensamento.
( ) Defenderá, igualmente, a unidade política do Brasil, a aproximação e a convivência pacífica com a comunidade internacional e os princípios da boa educação moral e cívica.
( ) Somente o regime da livre iniciativa e concorrência, sustentado pela publicidade comercial, pode fornecer as condições de liberdade e independência necessárias ao florescimento dos órgãos de opinião e, consequentemente, da radiodifusão.
( ) A radiodifusão estatal é aceita na medida em que seja ocasionalmente cultural, educativa ou didática, sem publicidade comercial.
 

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2496901 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
Analise as categorias dos elementos da hipermídia e, em seguida, relacione as categorias às suas estruturas internas e assinale a alternativa com a sequência correta.
CONCEITOS
1. Hipermídia.
2. Link.
3. Interface.
4. Tecnologia.
5. Roteiro.
ESTRUTURA INTERNA
( ) Comunicação/narrativa.
( ) Autoração/autoria.
( ) Design.
( ) Estruturação / navegação.
( ) Hardware / software.
 

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2496858 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
Preencha a lacuna e assinale a alternativa correta.
“O nome e a representação da empresa e de produtos são o maior patrimônio da sua companhia, pois todas as vendas são influenciadas pelo/pela que a construiu.”
 

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2495012 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
Sobre jornal mural, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Aborda uma publicação interna.
( ) Possui periodicidade regular.
( ) Possui conteúdo informativo/educativo.
( ) Apresenta temas referentes a recursos humanos, qualidade, segurança, saúde, cultura, entre outros.
( ) Objetiva disseminar de forma rápida e visualmente atrativa os eventos importantes que ocorrem em um período distante.
 

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2494475 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
Assinale a alternativa que apresenta o meio de comunicação que possui todas características relacionadas a seguir.
• É segmentado(a) por públicos e interesses;
• Possui edição periódica;
• Seus impressos são duráveis e colecionáveis;
• Apresenta-se como um repositório diversificado de temas da atualidade;
• Permite o exercício de diferentes estilos e formatos de texto;
• Apresenta uma estética particular, em que os textos são percebidos como unidade.
 

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2494396 Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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Devido à grande extensão Leste-Oeste, o território brasileiro abrange quatro fusos horários situados a Oeste de Greenwich. O Estado de Mato Grosso abrange o fuso horário quatro negativo (-4). Apresenta, portanto, 4 horas a menos, tendo como referência Londres, o horário GMT (Greenwich Meridian Time).

Sobre o assunto, quantas horas a menos o Estado do Mato Grosso tem em relação à Capital brasileira, Brasília.

 

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2494307 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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Violência revolucionária é vista como legítima pela extrema-esquerda
Rodrigo Constantino
Em sua coluna [...] no GLOBO, Denis Rosenfield argumenta, corretamente, que a morte do cinegrafista Santiago Andrade não foi um simples acidente, mas foi um assassinato político, algo que parecia inevitável com o tempo após tantos “formadores” de opinião defenderem os métodos dos black blocs.
Rosenfield afirma que, após a desgraça e a forte reação da opinião pública, esses mesmos que antes aplaudiam os mascarados agora se fazem de inocentes, como se não tivessem nada a ver com a violência perpetrada pelos vândalos sob o manto da ideologia anticapitalista.
Se fossem grupos de extrema-direita nas ruas, a reação seria completamente diferente. Haveria gritos de “fascistas” por todo lugar. Como são criminosos que estão associados à esquerda, então não acontece nada disso. Ficam impunes, a esquerda em si não é acusada, e o que foi um assassinato político se torna um acidente isolado. Como sempre, temos um peso para duas medidas.
O que já está mais do que provado é que boa parte da esquerda mais radical não vê problema algum na violência como arma revolucionária. Para essas pessoas, atos de vandalismo, de depredação, agressão ou mesmo terrorismo são vistos como legítimos para destruir o sistema capitalista e instaurar o “paraíso” socialista. Diz Rosenfield:
Nas Jornadas de Junho já tinha ficado patente o charme que a violência dos black blocs exercia sobre uma esquerda nostálgica do período áureo do marxismo. É como se fosse um recurso legítimo dos descontentes e revoltados contra o status quo, o “capitalismo”, a “burguesia”, os “conservadores” e a direita em geral. Tudo estaria justificado em nome da moralidade de um fim maior, que seria uma sociedade sem classes, chamada de socialismo ou comunismo. Quando a violência era mencionada, o era apenas com o objetivo de denominar a ação policial mediante o recurso da força. O jogo ideologicamente encenado era o seguinte: a violência da extrema-esquerda seria legítima e moralmente justificada, enquanto o uso da polícia para coibir essa violência seria ilegítimo e imoral. Mesmo máscaras chegaram a ser justificadas. Seria a estética de uma violência glamourizada.
A extrema-esquerda, por exemplo, personificada no PSOL, que agora procura se dissociar do assassinato do cinegrafista da Band, ainda dizia há pouco tempo atrás, na fala de seu secretário-geral: “Em tese, as táticas black bloc dispõem-se a proteger manifestações da sociedade civil contra ações truculentas das forças do Estado.” E ainda completou: “Não nos parece que o conceito da tática black bloc seja algo retrógrado ou mesmo indesejável em essência e propósitos originais. É algo progressivo, politicamente moderno, trazido pelas mãos da dialética na história.” Eis a “modernidade dialética” do assassinato, travestido de ato revolucionário.
O crime ou mesmo o assassinato fazem parte do percurso nessa construção de um “mundo melhor”. Por isso um assassino como o italiano Cesare Battisti encontra tanto apoio entre o PSOL e o PT. Para eles, as vítimas inocentes do criminoso são ignoradas, e suas supostas finalidades – lutar pelo socialismo e combater o capitalismo – merecem toda a atenção.
Quando os fins justificam quaisquer meios, temos o caminho aberto para todo tipo de atrocidade, com a consciência limpa dos criminosos, pois se enxergam como os revolucionários da Boa Nova. Os black blocs são apenas a nova roupagem desta velha doença. A extrema- esquerda é responsável pela morte de Santiago Andrade, por mais que se finja de inocente. O vermelho de suas bandeiras se mistura ao sangue das vítimas inocentes de sua violência “revolucionária”.
Adaptado de http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/lei-e-ordem/
violencia-revolucionaria-e-vista-como-legitima-pela-extrema-esquerda/
Em “Eis a “modernidade dialética” do assassinato, travestido de ato revolucionário.”, as aspas foram utilizadas para
 

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2494125 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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A República Federativa do Brasil é formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, e constitui-se em Estado Democrático de Direito. São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.

A respeito dos três poderes da União, assinale a alternativa que apresenta as funções de cada um deles, respectivamente.

 

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2493890 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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Violência revolucionária é vista como legítima pela extrema-esquerda
Rodrigo Constantino
Em sua coluna [...] no GLOBO, Denis Rosenfield argumenta, corretamente, que a morte do cinegrafista Santiago Andrade não foi um simples acidente, mas foi um assassinato político, algo que parecia inevitável com o tempo após tantos “formadores” de opinião defenderem os métodos dos black blocs.
Rosenfield afirma que, após a desgraça e a forte reação da opinião pública, esses mesmos que antes aplaudiam os mascarados agora se fazem de inocentes, como se não tivessem nada a ver com a violência perpetrada pelos vândalos sob o manto da ideologia anticapitalista.
Se fossem grupos de extrema-direita nas ruas, a reação seria completamente diferente. Haveria gritos de “fascistas” por todo lugar. Como são criminosos que estão associados à esquerda, então não acontece nada disso. Ficam impunes, a esquerda em si não é acusada, e o que foi um assassinato político se torna um acidente isolado. Como sempre, temos um peso para duas medidas.
O que já está mais do que provado é que boa parte da esquerda mais radical não vê problema algum na violência como arma revolucionária. Para essas pessoas, atos de vandalismo, de depredação, agressão ou mesmo terrorismo são vistos como legítimos para destruir o sistema capitalista e instaurar o “paraíso” socialista. Diz Rosenfield:
Nas Jornadas de Junho já tinha ficado patente o charme que a violência dos black blocs exercia sobre uma esquerda nostálgica do período áureo do marxismo. É como se fosse um recurso legítimo dos descontentes e revoltados contra o status quo, o “capitalismo”, a “burguesia”, os “conservadores” e a direita em geral. Tudo estaria justificado em nome da moralidade de um fim maior, que seria uma sociedade sem classes, chamada de socialismo ou comunismo. Quando a violência era mencionada, o era apenas com o objetivo de denominar a ação policial mediante o recurso da força. O jogo ideologicamente encenado era o seguinte: a violência da extrema-esquerda seria legítima e moralmente justificada, enquanto o uso da polícia para coibir essa violência seria ilegítimo e imoral. Mesmo máscaras chegaram a ser justificadas. Seria a estética de uma violência glamourizada.
A extrema-esquerda, por exemplo, personificada no PSOL, que agora procura se dissociar do assassinato do cinegrafista da Band, ainda dizia há pouco tempo atrás, na fala de seu secretário-geral: “Em tese, as táticas black bloc dispõem-se a proteger manifestações da sociedade civil contra ações truculentas das forças do Estado.” E ainda completou: “Não nos parece que o conceito da tática black bloc seja algo retrógrado ou mesmo indesejável em essência e propósitos originais. É algo progressivo, politicamente moderno, trazido pelas mãos da dialética na história.” Eis a “modernidade dialética” do assassinato, travestido de ato revolucionário.
O crime ou mesmo o assassinato fazem parte do percurso nessa construção de um “mundo melhor”. Por isso um assassino como o italiano Cesare Battisti encontra tanto apoio entre o PSOL e o PT. Para eles, as vítimas inocentes do criminoso são ignoradas, e suas supostas finalidades – lutar pelo socialismo e combater o capitalismo – merecem toda a atenção.
Quando os fins justificam quaisquer meios, temos o caminho aberto para todo tipo de atrocidade, com a consciência limpa dos criminosos, pois se enxergam como os revolucionários da Boa Nova. Os black blocs são apenas a nova roupagem desta velha doença. A extrema- esquerda é responsável pela morte de Santiago Andrade, por mais que se finja de inocente. O vermelho de suas bandeiras se mistura ao sangue das vítimas inocentes de sua violência “revolucionária”.
Adaptado de http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/lei-e-ordem/
violencia-revolucionaria-e-vista-como-legitima-pela-extrema-esquerda/
De acordo com o texto, podemos afirmar que
 

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2493844 Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
Sobre as competências da Comissão Nacional de Ética, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Julgar, em primeira e última instância, os recursos contra decisões de competência das comissões de ética dos sindicatos.
( ) Tomar iniciativa referente a questões de âmbito nacional que firam a ética jornalística;
( ) Fazer denúncias de caráter privado sobre casos de desrespeito aos princípios deste Código.
( ) Receber representação de competência da primeira instância quando ali houver incompatibilidade ou impedimento legal e em casos especiais definidos no Regimento Interno.
( ) Processar e julgar, originariamente, denúncias de transgressão ao Código de Ética cometidas por jornalistas integrantes da diretoria e do Conselho Fiscal da FENAJ, da Comissão Nacional de Ética e das comissões de ética dos sindicatos.
 

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