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Foram encontradas 60 questões.

2496892 Ano: 2014
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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Na análise do comportamento, encontramos um termo utilizado para definir o retardamento na aquisição do responder de fuga e esquiva, produzida por uma história em que o responder durante estímulos aversivos não teve consequências reforçadoras.
Este termo denomina-se
 

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2496396 Ano: 2014
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta corretamente as diretrizes para o funcionamento da Rede de Atenção Psicossocial, dispostas na Portaria n° 3.088.
I. Respeito aos direitos humanos, garantindo a autonomia e a liberdade das pessoas.
II. Atenção institucional e centrada nas necessidades institucionais.
III. Combate a estigmas e preconceitos.
IV. Garantia do acesso e da qualidade dos serviços, ofertando cuidado integral e assistência multiprofissional, sob a lógica interdisciplinar.
 

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2495732 Ano: 2014
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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De acordo com a teoria do aparelho psíquico de Freud, assinale a alternativa correta.
 

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2495472 Ano: 2014
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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De acordo com a Psicanálise, um erro ou lapso verbal devido a um conflito inconsciente também é chamado de
 

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2495123 Ano: 2014
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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“A desinstitucionalização e a efetiva reintegração das pessoas com transtornos mentais graves e persistentes na comunidade são tarefas às quais o SUS vem se dedicando com especial empenho nos últimos anos.”
Com base no enunciado, assinale a alternativa correta.
 

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2494944 Ano: 2014
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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Com relação ao Fórum Nacional de Saúde Mental de Crianças e Adolescentes, assinale a alternativa correta.
 

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2494396 Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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Devido à grande extensão Leste-Oeste, o território brasileiro abrange quatro fusos horários situados a Oeste de Greenwich. O Estado de Mato Grosso abrange o fuso horário quatro negativo (-4). Apresenta, portanto, 4 horas a menos, tendo como referência Londres, o horário GMT (Greenwich Meridian Time).

Sobre o assunto, quantas horas a menos o Estado do Mato Grosso tem em relação à Capital brasileira, Brasília.

 

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2494307 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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Violência revolucionária é vista como legítima pela extrema-esquerda
Rodrigo Constantino
Em sua coluna [...] no GLOBO, Denis Rosenfield argumenta, corretamente, que a morte do cinegrafista Santiago Andrade não foi um simples acidente, mas foi um assassinato político, algo que parecia inevitável com o tempo após tantos “formadores” de opinião defenderem os métodos dos black blocs.
Rosenfield afirma que, após a desgraça e a forte reação da opinião pública, esses mesmos que antes aplaudiam os mascarados agora se fazem de inocentes, como se não tivessem nada a ver com a violência perpetrada pelos vândalos sob o manto da ideologia anticapitalista.
Se fossem grupos de extrema-direita nas ruas, a reação seria completamente diferente. Haveria gritos de “fascistas” por todo lugar. Como são criminosos que estão associados à esquerda, então não acontece nada disso. Ficam impunes, a esquerda em si não é acusada, e o que foi um assassinato político se torna um acidente isolado. Como sempre, temos um peso para duas medidas.
O que já está mais do que provado é que boa parte da esquerda mais radical não vê problema algum na violência como arma revolucionária. Para essas pessoas, atos de vandalismo, de depredação, agressão ou mesmo terrorismo são vistos como legítimos para destruir o sistema capitalista e instaurar o “paraíso” socialista. Diz Rosenfield:
Nas Jornadas de Junho já tinha ficado patente o charme que a violência dos black blocs exercia sobre uma esquerda nostálgica do período áureo do marxismo. É como se fosse um recurso legítimo dos descontentes e revoltados contra o status quo, o “capitalismo”, a “burguesia”, os “conservadores” e a direita em geral. Tudo estaria justificado em nome da moralidade de um fim maior, que seria uma sociedade sem classes, chamada de socialismo ou comunismo. Quando a violência era mencionada, o era apenas com o objetivo de denominar a ação policial mediante o recurso da força. O jogo ideologicamente encenado era o seguinte: a violência da extrema-esquerda seria legítima e moralmente justificada, enquanto o uso da polícia para coibir essa violência seria ilegítimo e imoral. Mesmo máscaras chegaram a ser justificadas. Seria a estética de uma violência glamourizada.
A extrema-esquerda, por exemplo, personificada no PSOL, que agora procura se dissociar do assassinato do cinegrafista da Band, ainda dizia há pouco tempo atrás, na fala de seu secretário-geral: “Em tese, as táticas black bloc dispõem-se a proteger manifestações da sociedade civil contra ações truculentas das forças do Estado.” E ainda completou: “Não nos parece que o conceito da tática black bloc seja algo retrógrado ou mesmo indesejável em essência e propósitos originais. É algo progressivo, politicamente moderno, trazido pelas mãos da dialética na história.” Eis a “modernidade dialética” do assassinato, travestido de ato revolucionário.
O crime ou mesmo o assassinato fazem parte do percurso nessa construção de um “mundo melhor”. Por isso um assassino como o italiano Cesare Battisti encontra tanto apoio entre o PSOL e o PT. Para eles, as vítimas inocentes do criminoso são ignoradas, e suas supostas finalidades – lutar pelo socialismo e combater o capitalismo – merecem toda a atenção.
Quando os fins justificam quaisquer meios, temos o caminho aberto para todo tipo de atrocidade, com a consciência limpa dos criminosos, pois se enxergam como os revolucionários da Boa Nova. Os black blocs são apenas a nova roupagem desta velha doença. A extrema- esquerda é responsável pela morte de Santiago Andrade, por mais que se finja de inocente. O vermelho de suas bandeiras se mistura ao sangue das vítimas inocentes de sua violência “revolucionária”.
Adaptado de http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/lei-e-ordem/
violencia-revolucionaria-e-vista-como-legitima-pela-extrema-esquerda/
Em “Eis a “modernidade dialética” do assassinato, travestido de ato revolucionário.”, as aspas foram utilizadas para
 

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2494125 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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A República Federativa do Brasil é formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, e constitui-se em Estado Democrático de Direito. São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.

A respeito dos três poderes da União, assinale a alternativa que apresenta as funções de cada um deles, respectivamente.

 

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2493890 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EMPAER MT
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Violência revolucionária é vista como legítima pela extrema-esquerda
Rodrigo Constantino
Em sua coluna [...] no GLOBO, Denis Rosenfield argumenta, corretamente, que a morte do cinegrafista Santiago Andrade não foi um simples acidente, mas foi um assassinato político, algo que parecia inevitável com o tempo após tantos “formadores” de opinião defenderem os métodos dos black blocs.
Rosenfield afirma que, após a desgraça e a forte reação da opinião pública, esses mesmos que antes aplaudiam os mascarados agora se fazem de inocentes, como se não tivessem nada a ver com a violência perpetrada pelos vândalos sob o manto da ideologia anticapitalista.
Se fossem grupos de extrema-direita nas ruas, a reação seria completamente diferente. Haveria gritos de “fascistas” por todo lugar. Como são criminosos que estão associados à esquerda, então não acontece nada disso. Ficam impunes, a esquerda em si não é acusada, e o que foi um assassinato político se torna um acidente isolado. Como sempre, temos um peso para duas medidas.
O que já está mais do que provado é que boa parte da esquerda mais radical não vê problema algum na violência como arma revolucionária. Para essas pessoas, atos de vandalismo, de depredação, agressão ou mesmo terrorismo são vistos como legítimos para destruir o sistema capitalista e instaurar o “paraíso” socialista. Diz Rosenfield:
Nas Jornadas de Junho já tinha ficado patente o charme que a violência dos black blocs exercia sobre uma esquerda nostálgica do período áureo do marxismo. É como se fosse um recurso legítimo dos descontentes e revoltados contra o status quo, o “capitalismo”, a “burguesia”, os “conservadores” e a direita em geral. Tudo estaria justificado em nome da moralidade de um fim maior, que seria uma sociedade sem classes, chamada de socialismo ou comunismo. Quando a violência era mencionada, o era apenas com o objetivo de denominar a ação policial mediante o recurso da força. O jogo ideologicamente encenado era o seguinte: a violência da extrema-esquerda seria legítima e moralmente justificada, enquanto o uso da polícia para coibir essa violência seria ilegítimo e imoral. Mesmo máscaras chegaram a ser justificadas. Seria a estética de uma violência glamourizada.
A extrema-esquerda, por exemplo, personificada no PSOL, que agora procura se dissociar do assassinato do cinegrafista da Band, ainda dizia há pouco tempo atrás, na fala de seu secretário-geral: “Em tese, as táticas black bloc dispõem-se a proteger manifestações da sociedade civil contra ações truculentas das forças do Estado.” E ainda completou: “Não nos parece que o conceito da tática black bloc seja algo retrógrado ou mesmo indesejável em essência e propósitos originais. É algo progressivo, politicamente moderno, trazido pelas mãos da dialética na história.” Eis a “modernidade dialética” do assassinato, travestido de ato revolucionário.
O crime ou mesmo o assassinato fazem parte do percurso nessa construção de um “mundo melhor”. Por isso um assassino como o italiano Cesare Battisti encontra tanto apoio entre o PSOL e o PT. Para eles, as vítimas inocentes do criminoso são ignoradas, e suas supostas finalidades – lutar pelo socialismo e combater o capitalismo – merecem toda a atenção.
Quando os fins justificam quaisquer meios, temos o caminho aberto para todo tipo de atrocidade, com a consciência limpa dos criminosos, pois se enxergam como os revolucionários da Boa Nova. Os black blocs são apenas a nova roupagem desta velha doença. A extrema- esquerda é responsável pela morte de Santiago Andrade, por mais que se finja de inocente. O vermelho de suas bandeiras se mistura ao sangue das vítimas inocentes de sua violência “revolucionária”.
Adaptado de http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/lei-e-ordem/
violencia-revolucionaria-e-vista-como-legitima-pela-extrema-esquerda/
De acordo com o texto, podemos afirmar que
 

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