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Malala vem fazendo campanha pelos direitos das meninas ______________ educação desde os 11 anos, quando começou _____________ escrever um blog para a BBC sobre a vida das meninas e mulheres no Paquistão sob o regime Taleban. Personalidades do mundo inteiro uniram-se ____________ líderes mundiais que elogiam Malala devido ___________ coragem que a caracteriza.
(http://www.cartacapital.com.br/sociedade/jovens-heroinasajudam- a-redefinir-a-infancia-como-uma-situacaode- forca-7401.htm 25.10.2013. Adaptado)
Segundo a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas da frase devem ser completadas, correta e respectivamente, por
(http://www.cartacapital.com.br/sociedade/jovens-heroinasajudam- a-redefinir-a-infancia-como-uma-situacaode- forca-7401.htm 25.10.2013. Adaptado)
Segundo a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas da frase devem ser completadas, correta e respectivamente, por
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Leia o texto para responder às questões de números 08 a 11.
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) implementou o sistema e está treinando os policiais para seu uso. A ferramenta permitirá cobrar resultados no combate ao crime de forma muito mais concreta do que antes e representa um crescimento na ênfase à inteligência e à gestão.
Ao contrário do que o nome comprido sugere, o Relatório A. G. de Segurança Pública (Regisp) veio simplificar a vida de policiais, delegados e oficiais da PM que queiram saber o que está acontecendo em sua área, com informações sobre o momento e o lugar exatos das ocorrências. O que ficará mais difícil será explicar por que em determinada rua não havia policiamento em certa hora que o sistema já tiver mostrado ser de maior incidência dos crimes.
Os dados, baseados nos boletins de ocorrência e na central de ligações da PM, já estavam disponíveis, mas eram de acesso e leitura complicados. Geravam tabelas pouco amigáveis para quem não é versado em estatística. Agora, o sistema produz, com nitidez, mapas com cores, que vão do amarelo ao vermelho, de acordo com a incidência dos crimes.
Também há balões sobre cada rua, com o número de ocorrências dentro. Clicando neles, o policial vê os detalhes de cada ocorrência. O Regisp é restrito à intranet da SSP.
Atualmente, os bancos de dados das polícias civil e militar de forma alguma conversam entre si. Isso acarreta precariedade operacional, já que o que uma polícia sabe a respeito de um mesmo crime pode ser desconhecido da outra. O secretário Fernando Grella, no entanto, disse a jornalistas que os bancos de dados serão unificados dentro de um a dois meses. O Estado inteiro passará a trabalhar com a mesma ferramenta. Elimina a pessoalidade, o voluntarismo – ou a ausência dele.
(Lourival Sant’Anna. http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,tablets-indicam-a-policiais-onde-ocorrem-os-crimes,1087905,0.htm 20.10.2013. Adaptado)
Tablets indicam a policiais onde ocorrem os crimes
Com um ou dois cliques nos tablets das viaturas da Polícia Militar ou nos computadores das delegacias, os policiais de São Paulo podem agora visualizar, sem qualquer dúvida, os crimes cometidos nas áreas em que eles atuam – ou em qualquer outra do Estado.A Secretaria de Segurança Pública (SSP) implementou o sistema e está treinando os policiais para seu uso. A ferramenta permitirá cobrar resultados no combate ao crime de forma muito mais concreta do que antes e representa um crescimento na ênfase à inteligência e à gestão.
Ao contrário do que o nome comprido sugere, o Relatório A. G. de Segurança Pública (Regisp) veio simplificar a vida de policiais, delegados e oficiais da PM que queiram saber o que está acontecendo em sua área, com informações sobre o momento e o lugar exatos das ocorrências. O que ficará mais difícil será explicar por que em determinada rua não havia policiamento em certa hora que o sistema já tiver mostrado ser de maior incidência dos crimes.
Os dados, baseados nos boletins de ocorrência e na central de ligações da PM, já estavam disponíveis, mas eram de acesso e leitura complicados. Geravam tabelas pouco amigáveis para quem não é versado em estatística. Agora, o sistema produz, com nitidez, mapas com cores, que vão do amarelo ao vermelho, de acordo com a incidência dos crimes.
Também há balões sobre cada rua, com o número de ocorrências dentro. Clicando neles, o policial vê os detalhes de cada ocorrência. O Regisp é restrito à intranet da SSP.
Atualmente, os bancos de dados das polícias civil e militar de forma alguma conversam entre si. Isso acarreta precariedade operacional, já que o que uma polícia sabe a respeito de um mesmo crime pode ser desconhecido da outra. O secretário Fernando Grella, no entanto, disse a jornalistas que os bancos de dados serão unificados dentro de um a dois meses. O Estado inteiro passará a trabalhar com a mesma ferramenta. Elimina a pessoalidade, o voluntarismo – ou a ausência dele.
(Lourival Sant’Anna. http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,tablets-indicam-a-policiais-onde-ocorrem-os-crimes,1087905,0.htm 20.10.2013. Adaptado)
Observe as passagens do texto:
– A Secretaria de Segurança Pública (SSP) implementou o sistema e está treinando os policiais para seu uso. (2.º parágrafo)
– Agora, o sistema produz, com nitidez, mapas com cores, que vão do amarelo ao vermelho... (4.º parágrafo)
As locuções adverbiais para seu uso e com nitidez expressam, respectivamente, circunstâncias de
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.
Vou me concentrar no possível: os afetos, o trabalho, a vida. Então falo aqui de um tema que me fascina, sobre o qual já tenho refletido muito.
Quando criança, eu achava que no relógio de parede do sobrado de uma de minhas avós, aquele que soava horas, meias horas e quartos de hora que me assustavam nas madrugadas insones em que eu eventualmente dormia lá, morava uma feiticeira que tricotava freneticamente, com agulhas de metal, tique-taque, tique-taque, tecendo em longas mantas o tempo de nossa vida.
Nessas reflexões mais uma vez constatei o que todo mundo sabe: vivemos a idolatria da juventude – e do poder, do dinheiro, da beleza física e do prazer. Muitos gostariam de ficar para sempre embalsamados em seus 20 ou 30 anos. Ou ter, aos 60, “alma jovem”, o que acho discutível, pois deve ser melhor ter na maturidade ou na velhice uma alma adequada, o que não significa mofada e áspera.
A maturidade pode ter uma energia muito boa, pensamento e capacidade de trabalho estão no auge, os afetos mais sólidos, a capacidade de enfrentar problemas e compadecer-se dos outros mais refinada. Passada (ou abrandada) a insegurança juvenil, é possível desafiar conceitos que imperam, limpar o pó desse uniforme de prisioneiros, deixar de lado as falas decoradas, a tirania do que temos de ser ou fazer. Pronunciar a nossa própria alforria: vai ser livre, vai ser você mesmo, vai tentar ser feliz.
Portas continuam se abrindo: não apenas sobre salas de papelão pintado, porém sobre caminhos reais. Correndo pela floresta das fatalidades, encontramos clareiras de construir. De se renovar, não importa a cifra indicando a nossa idade. E sempre que alguém resolver não pagar mais o altíssimo tributo da acomodação, mas dar sentido à sua vida, verá que a bruxa dos relógios não é inteiramente má. E vai entender que o tempo não só nega e rouba com uma das mãos, mas também, com a outra, oferece – até mesmo a possibilidade de, ao envelhecer, alargar ainda mais as varandas da alma.
(Lya Luft. Revista Veja, edição 2344, 23.10.2013. Adaptado)
A bruxa nos relógios
Vou me concentrar no possível: os afetos, o trabalho, a vida. Então falo aqui de um tema que me fascina, sobre o qual já tenho refletido muito.
Quando criança, eu achava que no relógio de parede do sobrado de uma de minhas avós, aquele que soava horas, meias horas e quartos de hora que me assustavam nas madrugadas insones em que eu eventualmente dormia lá, morava uma feiticeira que tricotava freneticamente, com agulhas de metal, tique-taque, tique-taque, tecendo em longas mantas o tempo de nossa vida.
Nessas reflexões mais uma vez constatei o que todo mundo sabe: vivemos a idolatria da juventude – e do poder, do dinheiro, da beleza física e do prazer. Muitos gostariam de ficar para sempre embalsamados em seus 20 ou 30 anos. Ou ter, aos 60, “alma jovem”, o que acho discutível, pois deve ser melhor ter na maturidade ou na velhice uma alma adequada, o que não significa mofada e áspera.
A maturidade pode ter uma energia muito boa, pensamento e capacidade de trabalho estão no auge, os afetos mais sólidos, a capacidade de enfrentar problemas e compadecer-se dos outros mais refinada. Passada (ou abrandada) a insegurança juvenil, é possível desafiar conceitos que imperam, limpar o pó desse uniforme de prisioneiros, deixar de lado as falas decoradas, a tirania do que temos de ser ou fazer. Pronunciar a nossa própria alforria: vai ser livre, vai ser você mesmo, vai tentar ser feliz.
Portas continuam se abrindo: não apenas sobre salas de papelão pintado, porém sobre caminhos reais. Correndo pela floresta das fatalidades, encontramos clareiras de construir. De se renovar, não importa a cifra indicando a nossa idade. E sempre que alguém resolver não pagar mais o altíssimo tributo da acomodação, mas dar sentido à sua vida, verá que a bruxa dos relógios não é inteiramente má. E vai entender que o tempo não só nega e rouba com uma das mãos, mas também, com a outra, oferece – até mesmo a possibilidade de, ao envelhecer, alargar ainda mais as varandas da alma.
(Lya Luft. Revista Veja, edição 2344, 23.10.2013. Adaptado)
Considerando a relação que a conjunção pois estabelece entre as orações, o sentido do trecho do texto (com cortes) – … ter, aos 60, “alma jovem”, acho discutível, pois deve ser melhor ter na maturidade uma alma adequada… –, está mantido em:
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Leia o texto para responder às questões de números 08 a 11.
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) implementou o sistema e está treinando os policiais para seu uso. A ferramenta permitirá cobrar resultados no combate ao crime de forma muito mais concreta do que antes e representa um crescimento na ênfase à inteligência e à gestão.
Ao contrário do que o nome comprido sugere, o Relatório A. G. de Segurança Pública (Regisp) veio simplificar a vida de policiais, delegados e oficiais da PM que queiram saber o que está acontecendo em sua área, com informações sobre o momento e o lugar exatos das ocorrências. O que ficará mais difícil será explicar por que em determinada rua não havia policiamento em certa hora que o sistema já tiver mostrado ser de maior incidência dos crimes.
Os dados, baseados nos boletins de ocorrência e na central de ligações da PM, já estavam disponíveis, mas eram de acesso e leitura complicados. Geravam tabelas pouco amigáveis para quem não é versado em estatística. Agora, o sistema produz, com nitidez, mapas com cores, que vão do amarelo ao vermelho, de acordo com a incidência dos crimes.
Também há balões sobre cada rua, com o número de ocorrências dentro. Clicando neles, o policial vê os detalhes de cada ocorrência. O Regisp é restrito à intranet da SSP.
Atualmente, os bancos de dados das polícias civil e militar de forma alguma conversam entre si. Isso acarreta precariedade operacional, já que o que uma polícia sabe a respeito de um mesmo crime pode ser desconhecido da outra. O secretário Fernando Grella, no entanto, disse a jornalistas que os bancos de dados serão unificados dentro de um a dois meses. O Estado inteiro passará a trabalhar com a mesma ferramenta. Elimina a pessoalidade, o voluntarismo – ou a ausência dele.
(Lourival Sant’Anna. http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,tablets-indicam-a-policiais-onde-ocorrem-os-crimes,1087905,0.htm 20.10.2013. Adaptado)
Tablets indicam a policiais onde ocorrem os crimes
Com um ou dois cliques nos tablets das viaturas da Polícia Militar ou nos computadores das delegacias, os policiais de São Paulo podem agora visualizar, sem qualquer dúvida, os crimes cometidos nas áreas em que eles atuam – ou em qualquer outra do Estado.A Secretaria de Segurança Pública (SSP) implementou o sistema e está treinando os policiais para seu uso. A ferramenta permitirá cobrar resultados no combate ao crime de forma muito mais concreta do que antes e representa um crescimento na ênfase à inteligência e à gestão.
Ao contrário do que o nome comprido sugere, o Relatório A. G. de Segurança Pública (Regisp) veio simplificar a vida de policiais, delegados e oficiais da PM que queiram saber o que está acontecendo em sua área, com informações sobre o momento e o lugar exatos das ocorrências. O que ficará mais difícil será explicar por que em determinada rua não havia policiamento em certa hora que o sistema já tiver mostrado ser de maior incidência dos crimes.
Os dados, baseados nos boletins de ocorrência e na central de ligações da PM, já estavam disponíveis, mas eram de acesso e leitura complicados. Geravam tabelas pouco amigáveis para quem não é versado em estatística. Agora, o sistema produz, com nitidez, mapas com cores, que vão do amarelo ao vermelho, de acordo com a incidência dos crimes.
Também há balões sobre cada rua, com o número de ocorrências dentro. Clicando neles, o policial vê os detalhes de cada ocorrência. O Regisp é restrito à intranet da SSP.
Atualmente, os bancos de dados das polícias civil e militar de forma alguma conversam entre si. Isso acarreta precariedade operacional, já que o que uma polícia sabe a respeito de um mesmo crime pode ser desconhecido da outra. O secretário Fernando Grella, no entanto, disse a jornalistas que os bancos de dados serão unificados dentro de um a dois meses. O Estado inteiro passará a trabalhar com a mesma ferramenta. Elimina a pessoalidade, o voluntarismo – ou a ausência dele.
(Lourival Sant’Anna. http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,tablets-indicam-a-policiais-onde-ocorrem-os-crimes,1087905,0.htm 20.10.2013. Adaptado)
Segundo a norma-padrão da língua portuguesa e mantendo o mesmo sentido do texto, a pontuação está correta em:
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- OrtografiaPontuação
- SintaxeRegência
- SintaxeConcordância
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de Textos

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Leia o texto para responder às questões de números 08 a 11.
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) implementou o sistema e está treinando os policiais para seu uso. A ferramenta permitirá cobrar resultados no combate ao crime de forma muito mais concreta do que antes e representa um crescimento na ênfase à inteligência e à gestão.
Ao contrário do que o nome comprido sugere, o Relatório A. G. de Segurança Pública (Regisp) veio simplificar a vida de policiais, delegados e oficiais da PM que queiram saber o que está acontecendo em sua área, com informações sobre o momento e o lugar exatos das ocorrências. O que ficará mais difícil será explicar por que em determinada rua não havia policiamento em certa hora que o sistema já tiver mostrado ser de maior incidência dos crimes.
Os dados, baseados nos boletins de ocorrência e na central de ligações da PM, já estavam disponíveis, mas eram de acesso e leitura complicados. Geravam tabelas pouco amigáveis para quem não é versado em estatística. Agora, o sistema produz, com nitidez, mapas com cores, que vão do amarelo ao vermelho, de acordo com a incidência dos crimes.
Também há balões sobre cada rua, com o número de ocorrências dentro. Clicando neles, o policial vê os detalhes de cada ocorrência. O Regisp é restrito à intranet da SSP.
Atualmente, os bancos de dados das polícias civil e militar de forma alguma conversam entre si. Isso acarreta precariedade operacional, já que o que uma polícia sabe a respeito de um mesmo crime pode ser desconhecido da outra. O secretário Fernando Grella, no entanto, disse a jornalistas que os bancos de dados serão unificados dentro de um a dois meses. O Estado inteiro passará a trabalhar com a mesma ferramenta. Elimina a pessoalidade, o voluntarismo – ou a ausência dele.
(Lourival Sant’Anna. http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,tablets-indicam-a-policiais-onde-ocorrem-os-crimes,1087905,0.htm 20.10.2013. Adaptado)
Tablets indicam a policiais onde ocorrem os crimes
Com um ou dois cliques nos tablets das viaturas da Polícia Militar ou nos computadores das delegacias, os policiais de São Paulo podem agora visualizar, sem qualquer dúvida, os crimes cometidos nas áreas em que eles atuam – ou em qualquer outra do Estado.A Secretaria de Segurança Pública (SSP) implementou o sistema e está treinando os policiais para seu uso. A ferramenta permitirá cobrar resultados no combate ao crime de forma muito mais concreta do que antes e representa um crescimento na ênfase à inteligência e à gestão.
Ao contrário do que o nome comprido sugere, o Relatório A. G. de Segurança Pública (Regisp) veio simplificar a vida de policiais, delegados e oficiais da PM que queiram saber o que está acontecendo em sua área, com informações sobre o momento e o lugar exatos das ocorrências. O que ficará mais difícil será explicar por que em determinada rua não havia policiamento em certa hora que o sistema já tiver mostrado ser de maior incidência dos crimes.
Os dados, baseados nos boletins de ocorrência e na central de ligações da PM, já estavam disponíveis, mas eram de acesso e leitura complicados. Geravam tabelas pouco amigáveis para quem não é versado em estatística. Agora, o sistema produz, com nitidez, mapas com cores, que vão do amarelo ao vermelho, de acordo com a incidência dos crimes.
Também há balões sobre cada rua, com o número de ocorrências dentro. Clicando neles, o policial vê os detalhes de cada ocorrência. O Regisp é restrito à intranet da SSP.
Atualmente, os bancos de dados das polícias civil e militar de forma alguma conversam entre si. Isso acarreta precariedade operacional, já que o que uma polícia sabe a respeito de um mesmo crime pode ser desconhecido da outra. O secretário Fernando Grella, no entanto, disse a jornalistas que os bancos de dados serão unificados dentro de um a dois meses. O Estado inteiro passará a trabalhar com a mesma ferramenta. Elimina a pessoalidade, o voluntarismo – ou a ausência dele.
(Lourival Sant’Anna. http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,tablets-indicam-a-policiais-onde-ocorrem-os-crimes,1087905,0.htm 20.10.2013. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a concordância verbal e a nominal seguem a norma-padrão da língua portuguesa.
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- OrtografiaProblemas da Norma Culta
- MorfologiaPronomesPronomes Demonstrativos
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
Leia os quadrinhos para responder às questões de números 07 e 08.

De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas nas falas das personagens devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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RIO DE JANEIRO - O Brasil está envelhecendo. Segundo instituições oficiais calculam, 20% da população terá mais de 60 anos em 2030. É o óbvio: vive-se mais, morre-se menos e as taxas de fecundidade estão caindo - e olhe que nunca se viram tantos gêmeos em carrinhos duplos no calçadão de Ipanema.
Em números absolutos, esperam-se perto de 50 milhões de idosos em 2030 - imagine o volume de Lexotan, Viagra e fraldas geriátricas que isso vai exigir. Não quer dizer que a maioria desses macróbios seguirá o padrão dos velhos de antigamente, que, mal passados dos 60, equipados com boina, cachecol, suéter e cobertor nas pernas, eram levados para tomar sol no parquinho.
Como a sociedade mudou muito, creio que os velhos de 2030 se parecerão cada vez mais com meus vizinhos do Baixo Vovô, aqui no Leblon - uma rede de vôlei frequentada diariamente por sexa ou septuagenários, com músculos invejáveis e capazes de saques mortíferos. A vida para eles nunca parou. Para eles, o lema é: se não se trabalha, diverte-se.
Por sorte, a aceitação do velho é agora maior do que nunca. Bem diferente de 1968 - apogeu de algo que me parecia fabricado, chamado “Poder Jovem” -, em que ser velho era quase uma ofensa. idade da razão, que deveria ser a aspiração de todos, sobrepunha-se o que Nelson Rodrigues denunciava como “a razão da idade” - a juventude justificando todas as injustiças e ignomínias (como as ocorridas na China, em que velhos eram humilhados publicamente por serem velhos, durante a Revolução Cultural).
Enquanto naquela mesma época o rock era praticado por jovens esbeltos, bonitos e de longas cabeleiras, para uma plateia de rapazes e moças idem, hoje, como se viu no Rock in Rio, ele é praticado por velhos carecas, gordos e tatuados, para garotos que podiam ser seus netos. Já se pode confiar em maiores de 60 anos e, um dia, todos chegarão lá.
Assinale a alternativa correta, segundo a norma-padrão da língua portuguesa.Em números absolutos, esperam-se perto de 50 milhões de idosos em 2030 - imagine o volume de Lexotan, Viagra e fraldas geriátricas que isso vai exigir. Não quer dizer que a maioria desses macróbios seguirá o padrão dos velhos de antigamente, que, mal passados dos 60, equipados com boina, cachecol, suéter e cobertor nas pernas, eram levados para tomar sol no parquinho.
Como a sociedade mudou muito, creio que os velhos de 2030 se parecerão cada vez mais com meus vizinhos do Baixo Vovô, aqui no Leblon - uma rede de vôlei frequentada diariamente por sexa ou septuagenários, com músculos invejáveis e capazes de saques mortíferos. A vida para eles nunca parou. Para eles, o lema é: se não se trabalha, diverte-se.
Por sorte, a aceitação do velho é agora maior do que nunca. Bem diferente de 1968 - apogeu de algo que me parecia fabricado, chamado “Poder Jovem” -, em que ser velho era quase uma ofensa. idade da razão, que deveria ser a aspiração de todos, sobrepunha-se o que Nelson Rodrigues denunciava como “a razão da idade” - a juventude justificando todas as injustiças e ignomínias (como as ocorridas na China, em que velhos eram humilhados publicamente por serem velhos, durante a Revolução Cultural).
Enquanto naquela mesma época o rock era praticado por jovens esbeltos, bonitos e de longas cabeleiras, para uma plateia de rapazes e moças idem, hoje, como se viu no Rock in Rio, ele é praticado por velhos carecas, gordos e tatuados, para garotos que podiam ser seus netos. Já se pode confiar em maiores de 60 anos e, um dia, todos chegarão lá.
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199648
Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: EMPLASA
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: EMPLASA
Provas:
De abril a outubro de 2013, diante do aumento de preços, o governo brasileiro
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