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A Organização Internacional para as Migrações (OIM) foi criada em 1951 e tem 173 Estados-membros. Desde 2019, a OIM coordena e é secretariado executivo da Rede da Organização das Nações Unidas (ONU) para migração. A OIM está comprometida com o princípio de que a migração ordenada beneficia a todos.
Objetivos:
• Promover a migração regular;
• Reduzir a migração forçada e irregular;
• Proteger os direitos de todos os migrantes.
Disponível em: https://brazil.iom.int.
Acesso em: 6 out. 2021 (adaptado).
A relação da OIM com uma organização mais abrangente, como apresentada no texto, resulta do(a)
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Observações: Cisne n. 1 é branco.
Cisne n. 2 é branco.
...
Cisne n. 534 é branco.
...
Conclusão: Todos os cisnes são brancos.
FRENCH, S. Ciência: conceitos-chave em filosofia.
Porto Alegre: Artmed, 2009 (adaptado).
A sequência de proposições apresentada no texto indica uma
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Atentando para os processos midiáticos na formação da percepção do real, na televisão predomina o visível sobre o inteligível, ocasionando uma visão fragmentada sobre o ponto de vista de conjunto, em que o real não é construído pelo sujeito, em que não somos autônomos, deixamos de ser protagonistas e passamos a ter “ideias” de realidade. Há uma dinâmica de manipulação ideológica imposta pela mídia, interferindo na construção de nossos alicerces, na nossa percepção, na apreensão dos saberes. Desse modo, a televisão gera alienação e instiga a desumanização, salvaguardando as exceções.
CARNEIRO, I. L. B. A Antropologia Filosófica: a educação
como elemento fundante do ser humano. Salvador:
Faculdade Baiana de Direito, 2010 (adaptado).
Ao produzir uma leitura sobre os meios de comunicação, o texto apresenta quais características da realidade criticada?
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O mito de Sísifo explora a noção de “o absurdo”, que Camus descreve alternativamente como sendo a condição humana e, ao mesmo tempo, uma difusa sensibilidade do nosso tempo. Sísifo, condenado pelos deuses a uma infindável e fútil tarefa de rolar uma pedra montanha acima (donde ela haveria de rolar montanha abaixo pelo seu próprio peso), torna-se, assim, um exemplar da condição humana, lutando desesperada e impotentemente para alcançar algo.
SOLOMON, R. C. In: AUDI, R. Dicionário de filosofia de Cambridge.
São Paulo: Paulus, 2006 (adaptado).
O absurdo da condição humana, representado pela alegoria contida no texto, fundamenta-se na
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Eis o ensinamento de minha doutrina: “Viva de forma a ter de desejar reviver — é o dever —, pois, em todo caso, você reviverá! Aquele que ama antes de tudo se submeter, obedecer e seguir, que obedeça! Mas que saiba para o que dirige sua preferência, e não recue diante de nenhum meio! É a eternidade que está em jogo!”.
NIETZSCHE apud FERRY, L. Aprender a viver: filosofia para os
novos tempos. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010 (adaptado).
Qual conduta se mostra alinhada à proposta nietzscheana apresentada no texto?
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TEXTO I
É muito importante entender que a significatividade do mundo, constituída pelas estruturas linguístico-conceituais, não se reduz a uma significatividade apenas cognitiva. Proporcionar uma significação para o mundo pode também consistir em lidar com ele no sentido do “padecer”.
CABRERA, J. Margens das filosofias da linguagem.
Brasília: UnB, 2003 (adaptado).
TEXTO II
Mundo, mundo, vasto mundo
se eu me chamasse Raimundo
seria uma rima, não seria uma solução.
Mundo, mundo, vasto mundo
Mais vasto é meu coração.
ANDRADE, C. D. Antologia poética. Rio de Janeiro:
Record, 1996 (fragmento).
Com base nas informações presentes no Texto I, a consideração sobre o mundo no Texto II tem uma significação:
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TEXTO I
A partir da Segunda Guerra Mundial o cenário europeu se altera com o progressivo aumento de um sentimento democrático e de compreensão do poder público e das suas modalidades de ação e de relação com a sociedade, que passa a exercer de modo um pouco mais articulado algum controle social, o qual era visto até então como de exclusividade do poder público. Essa nova perspectiva também altera significativamente a percepção da arte e, por óbvio, da historicidade da mesma.
MARZADRO, F. Revista NAU Social, n. 5, maio-out. 2013 (adaptado).
TEXTO II
A liberdade artística é termômetro democrático dos mais sensíveis. Nela encontram-se o pensamento, a expressão e a criatividade. É o espaço do novo e da diversidade. Não espanta que incomode quem não deseja um mundo plural e livre. Ainda mais quando extremismos e ódio sufocam o convívio das diferenças. É preciso cultivar a liberdade artística. Cerceá-la, por imposturas que semeiam a discórdia e se valem da confusão, do medo e do preconceito, não é novidade. O nazismo se valeu disso contra a “arte degenerada” para instaurar uma sociedade fascista. Essa repressão não é inocente. Ela afronta o direito à cultura, que é de todos, e discrimina particularmente certos grupos, como no caso em que atinge pessoas LGBTQIAPN+. Abre as portas para a violência, como já vivenciam os adeptos de religiões afro-brasileiras, que são apedrejados e que têm suas casas de religião incendiadas, ou quando atendimento médico é negado a crianças por motivação ideológica.
RIOS, R. R. Arte e democracia. Disponível em:
https://gauchazh.clicrbs.com.br. Acesso em:
26 out. 2023 (adaptado).
Os textos enfatizam a importância histórica da manifestação artística como um instrumento de
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Ubuntu é um sistema de crenças, uma epistemologia, uma ética coletiva e uma filosofia humanista espiritual do sul da África. É mais um fundamento ético coletivo do que qualquer outra coisa, embora também seja considerado uma forma de filosofia e epistemologia africanas nativas. É uma forma ética de conhecer e de ser em comunidade. É muito menos um conceito abstrato do que uma expressão coletiva cotidiana de experiências vividas, centradas em uma ética comunitária do que significa ser humano. Ubuntu é uma abreviação de um provérbio da África do Sul: uma pessoa é uma pessoa por meio de seu relacionamento com outros.
SWANSON, D. Ubuntu, uma alternativa ecopolítica à globalização
econômica neoliberal. IHU Revista do Instituto
Humanitas Unisinos, n. 353, dez. 2010.
A perspectiva filosófica africana apresentada no texto contrasta com as formulações éticas da tradição eurocêntrica porque
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Woodstock surpreendeu porque esperava reunir bem menos pessoas. Foram vendidos cerca de 180 mil ingressos, mas, diante do intenso fluxo de pessoas chegando à fazenda onde o evento estava acontecendo, os organizadores decidiram torná-lo gratuito. A multidão fez sua própria música, compartilhou comida, convivendo por três dias com sujeira, lama e falta de estrutura. Woodstock foi pensado como um evento lucrativo. Era a irresistível comunhão entre pop rock e a indústria cultural. Mas a multidão, em sua criatividade e ilusões, fez parecer que 1969 era o ano zero de uma nova civilização. Transformado em filme, o festival recuperou facilmente os lucros perdidos com a derrubada das cercas. A indústria cultural não deixou de vencer e absorver, pouco a pouco, a criatividade juvenil expressa na música pop rock do final dos anos 1970.
MARIUZZO, P. Woodstock. 40 anos do festival que marcou a música
e as gerações. Ciência e Cultura, n. 4, 2009 (adaptado).
O caráter contraditório mencionado no texto relaciona-se ao(à)
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Entendo por barbárie algo muito simples, ou seja, que, estando na civilização do mais alto desenvolvimento tecnológico, as pessoas se encontrem atrasadas de um modo peculiarmente disforme em relação à sua própria civilização, tomadas por uma agressividade primitiva, um ódio primitivo ou, na terminologia culta, um impulso de destruição, que contribui para aumentar ainda mais o perigo de que toda esta civilização venha a explodir.
ADORNO, T. W. Educação e emancipação. Rio de Janeiro:
Paz e Terra, 2006 (adaptado).
Ao refletir sobre a crise civilizatória vivida com a Segunda Guerra Mundial, o autor aponta como uma das condições de possibilidade da barbarização o(a)
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