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A comparação das imagens de satélite indica que o rompimento da barragem de rejeitos em Mariana (MG), em 2015, provocou o(a)
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Na medida em que as mudanças climáticas ocasionam o degelo e revelam novas camadas de recursos energéticos, o impacto territorial nas dinâmicas securitárias em razão da mudança física das regiões e a permanência na atividade de rotas comerciais no Mar Ártico ficam mais evidentes. Em alguns anos, o Ártico poderá se tornar um palco de disputas econômicas e securitárias. Ainda assim, destaca-se que as disputas não terão o caráter ideológico, entre outros fatores presentes na Guerra Fria, e que a presença de novos atores na região, como a China e outros países com interesses na abertura de novas rotas marítimas e recursos situados no Ártico, podem tornar ainda mais complexas as dinâmicas regionais.
SILVA, P. H. I.; COSSUL, N. I. Disponível em: https://revistas.ufpr.br.
Acesso em: 30 out. 2021 (adaptado).
A intensificação do uso da rota de comércio apresentada no texto resulta do(a)
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TEXTO I
No final da década de 1960, o criativo engenheiro Giorgio Rosa decide construir uma plataforma marítima, fincá-la a míseros metros além do limite do mar territorial italiano (portanto, já em “águas internacionais”, que, em tese, não pertencem a país algum), e proclamá-la uma nação independente, livre de regras e burocracias.
Logo, a exótica “ilha”, feita de tijolos e concreto sobre pilares de aço, que, na sua essência, traduzia o mais fiel significado da expressão de liberdade, virou uma espécie de Meca para os jovens daqueles acalorados anos de rebeldia social, e passou a ter cada vez mais movimento (além de pedidos de “cidadania”), o que incomodou demais o governo italiano, que decidiu agir com inesperado rigor.
Apesar dos seus ideais de “completa independência e liberdade”, Rosa nunca negou que sua ilha desempenharia, também, papel comercial e turístico, gerando dinheiro para os envolvidos — razão pela qual se resumia a um bar, um pequeno restaurante e uma lojinha de souvenires — que, por estarem fora da jurisdição da Itália, tampouco pagavam impostos.
Ilha das Rosas não foi destruída numa só investida da Marinha italiana. Ao contrário, foi preciso duas sequências de explosivos, ao longo de dois dias.
SOUZA, J. O que há de real na história do homem que
construiu uma ilha e virou filme. Disponível em:
https://historiasdomar.blogosfera.uol.com.br.
Acesso em: 5 nov. 2021 (adaptado).
TEXTO II
Em 2 de setembro de 1967, Bates “tomou posse” de uma espécie de plataforma em pleno Mar do Norte, a cerca de sete milhas da costa inglesa e sem nenhum grão de terra firme, e declarou criado o Principado de Sealand. Em seguida, criou um hino, uma bandeira e passou a vender títulos de nobreza para quem quisesse virar cidadão da sua micronação, como forma de ganhar algum dinheiro.
Para Bates, o fato de a pequena fortaleza de Roughs Tower ficar sobre águas internacionais e ter sido abandonada pela Inglaterra a tornava sem dono e, portanto, passível de ser pleiteada por qualquer pessoa, dentro dos princípios jurídicos de terra nullius.
Obviamente, o governo inglês tentou reagir contra aquele absurdo. Mas a localização da plataforma, que havia sido construída de forma ilegal em águas internacionais, impedia uma ação mais efetiva. Mesmo assim, manobras militares inglesas nas proximidades tentaram intimidar os Bates. Mas eles não moveram os pés do “seu país” nem quando dois outros “invasores” tentaram conquistá-la à força.
SOUZA, J. A plataforma marítima que virou país. Disponível em:
https://historiasdomar.com. Acesso em: 5 nov. 2021 (adaptado).
Nas histórias apresentadas, o exercício pleno da soberania nacional das plataformas mencionadas foi limitado pela ausência do seguinte fator:
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Quando se pensa que há três décadas a obtenção de uma posição geográfica em qualquer lugar do mundo estava nas mãos de profissionais especializados, engenheiros e geógrafos, que precisavam de equipamentos sofisticados para realizarem medições que levavam dias e meses, sem contar com o tempo dedicado ao cálculo das coordenadas, é surpreendente a constatação de que qualquer um de nós com um simples smartphone obtém hoje essa posição em poucos segundos.
COSTA, S. M. A.; FORTES, L. P. S. A evolução da geodésia:
da observação às estrelas aos satélites. Revista Brasileira
de Geografia, n. 1, jan.-jun. 2019.
A consequência na oferta de serviços, resultante da mudança tecnológica mencionada no texto, é a
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O mapa aponta a necessidade de iniciativas governamentais voltadas para
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As principais culturas são as de soja e milho, mas o Matopiba tem potencial para crescer ainda mais em vários outros setores da agricultura. O preço baixo das terras, comparado a outros estados, e o terreno plano ideal para a agricultura são os principais atrativos dessa região. Os avanços tecnológicos que facilitam a produção em qualquer tipo de solo também permitiram o desenvolvimento dessa nova fronteira agrícola.
Disponível em: www.embrapa.br. Acesso em: 20 out. 2021.
A dinâmica socioespacial apresentada no texto baseia-se em características do seguinte modelo produtivo:
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Se ilustres agrônomos, que eram ao mesmo tempo grandes proprietários, introduziram em certos países excelentes métodos de cultura, se eles trataram seus campos com ciência, como fábricas de produtos químicos nas quais se aplicam os mais recentes procedimentos, tornaram conhecidas novas espécies de plantas ou animais, ou então praticaram invenções ignoradas antes deles, não se deve contudo esquecer que o latifúndio, em sua essência, comporta fatalmente a privação da terra para a maioria: se alguns têm muito é porque a maioria não tem mais nada.
RECLUS, E. O homem e a terra: a cultura e a propriedade.
São Paulo: Expressão e Arte; Imaginário, 2010.
No texto, o autor realiza uma crítica ao processo de modernização, por este manter o(a)
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Gente de sangre Aymara
Aymaras, quechuas...
nunca se olviden de nuestros antepasados,
quienes por nosotros derramaron su sangre,
quienes han dado su vida por defendernos.
Han sufrido el desdén muy aciago,
han sido flagelados con tralla,
han pasado voraz hambre, quemados por el sol,
han soportado frío, chancados por la granizada,
ahuyentados por los rayos,
perecieron alicaídos; por nuestro bien.
Desde hace mucho tiempo..., hace millones y millones
de años,
han querido desaparecer nuestra gente de sangre
Aymara...
Nuestra gente de sangre Aymara, ¡De donde sea,
seguirá apareciendo!
Así como dijo nuestro tatarabuelo Aymara, Túpac
Catari,
a mí solo me mataran,
después de mí, vendrán millones de millones en
defensa...
Aymaras, quechuas,
vivirán siempre, para siempre y eternamente.
Nuestra gente de sangre Aymara,
¡aparecerá siempre de cualquier lugar!
HUANCA-VELÁSQUEZ, S. Disponível em: www.defensoria.gob.pe.
Acesso em: 25 out. 2021.
A diversidade cultural no poema do escritor peruano é percebida por meio da
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Una noticia causó revuelo en los medios de comunicación de Perú y se extendió al resto del mundo: el idioma de los incas había llegado a la más alta esfera académica. Roxana Quispe Collantes, estudiosa del quechua, presentó su tesis doctoral y la defendió en esa lengua indígena. “Mi sueño era que la lengua originaria quechua entrara a la academia, a las investigaciones científicas porque es mi identidad y se puede demostrar que no es menos que otras lenguas. Ninguna lengua es menos que otra, todas son importantísimas”, afirma.
Desde niña, Roxana aprendió a valorar su lengua y tuvo la inquietud de que todos reconocieran su riqueza e importancia, por eso se impuso el desafío de presentar a la academia un trabajo escrito y defendido en quechua.
La tesis es una propuesta de análisis de textos literarios en quechua que revisa el poemario Yawar, una palabra que significa “lluvia de sangre”, del autor cusqueño Andrés Alencastre Gutiérrez, considerado una cumbre de la poesía en quechua, desde una perspectiva que plantea tener en cuenta las tradiciones culturales y de escritura del quechua.
Disponível em: https://news.un.org. Acesso em: 28 out. 2021.
A conquista da pesquisadora Roxana Quispe Collantes, ao escrever e defender sua tese em quéchua, revela a
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No me tomé ni un día de reposo […] Ahora sé por qué el esfuerzo de escribir un cuento corto es tan intenso como empezar una novela. […] El cuento, en cambio, no tiene principio ni fin: fragua o no fragua. Y si no fragua, la experiencia propia y la ajena enseñan que en la mayoría de las veces es más saludable empezarlo de nuevo por otro camino, o tirarlo a la basura. Alguien que no recuerdo lo dijo bien con una frase de consolación: “Un buen escritor se aprecia mejor por lo que rompe que por lo que publica”. Es cierto que no rompí los borradores y las notas, pero hice algo peor: los eché al olvido.
GARCÍA MÁRQUEZ, G. Doce cuentos peregrinos.
Buenos Aires: Debolsillo, 2006.
No prólogo de Doce cuentos peregrinos, Gabriel García Márquez discorre sobre seu ofício literário. Ao utilizar a expressão “los eché al olvido”, ele declara que
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