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Foram encontradas 48 questões.

1308715 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EPCAR
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TEXTO I
Cadê o papel- carbono?
Outro dia tive saudade do papel carbono. E tive(A) saudade também do mimeógrafo a álcool. E tive saudade da velha máquina de escrever. E tive saudade de quando, no dizer(B) de Rubem Braga, a geladeira era branca e o telefone era preto.
Os mais jovens não sabem nem o que é papel carbono ou mimeógrafo a álcool. Mas tive saudade deles, ou melhor, de um tempo em que eu não dependia eletronicamente de outros para fazer as mínimas tarefas. Uma torneira, por exemplo, era algo simples. Eu sabia abrir uma torneira e fazê-la jorrar água. Hoje tomar um banho é uma peripécia tecnológica. Hoje até para tomar um elevador tenho que inserir um cartão eletrônico para ele se mover. Claro que tem o Google, essa enciclopédia no computador que facilita as pesquisas (para quem não precisa ir fundo nos assuntos)(C), mas muita coisa me intriga: por que cada aparelho de televisão de cada casa, de cada hotel tem um controle remoto diferente e a gente não consegue usá-los sem pedir socorro a alguém?
Olha, tanta tecnologia!...Mas além de não terem descoberto como curar uma simples gripe, os elevadores dos hotéis ainda não chegaram a uma conclusão de como assinalar no mostrador que letra deve indicar a portaria. Será necessária uma medida provisória do presidente para uniformizar tal diversidade analfabética.
Outro dia, li que houve uma reunião em Baku, lá no Azerbaijão, congregando cérebros notáveis para decifrarem nosso presente e nosso futuro. Pois Jean Baudrillard andou dizendo, com aquela facilidade que os franceses têm para fazer frases que parecem filosóficas, que o que caracteriza essa época que está vindo por aí é que o homem, leia-se corretamente homens e mulheres, ou seja, o ser humano, foi descartado pela máquina. (Isso a gente já sabe quando tenta ligar para uma firma qualquer e uma voz eletrônica fica mandando a gente discar isto e aquilo e volta tudo a zero e não obtemos a informação necessária.)(C)
Deste modo estão se cumprindo dois vaticínios. O primeiro era de um vate mesmo(B) – Vinícius de Moraes, que naquele poema “Dia da Criação”, fazendo considerações irônicas sobre o dia de “sábado” e os desígnios divinos, diz: “Na verdade, o homem não era necessário”. É isto, já não somos necessários.
E a outra frase metida nessa encrenca é aquela da Bíblia, que dizia que o “sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado”. Isso foi antigamente. Pois achávamos que a máquina havia sido feita para o homem, mas Baudrillard, as companhias aéreas e as telefônicas mais os servidores de informática nos convenceram de que “o homem é que foi feito para a máquina”. Ao telefone só se fala com máquinas, e algumas empresas – esses servidores de informática – nem seus telefones disponibilizam. Estou, por exemplo, há quatro meses tentando falar com alguém no “hotmail” e lá não tem viv’alma, só fantasmas eletrônicos sem rosto e sem voz.
Permita-me, eventual e concreto leitor, lhe fazer uma pergunta indiscreta. Quanto tempo diariamente você está gastando com e-mails? Quanto tempo para apagar o lixo e responder bobagens? Faça a conta, some.
Drummond certa vez escreveu: “Ao telefone perdeste muito tempo de semear(B). Ele é porque não conheceu a internet, que, tanto quanto o celular, usada desregradamente é a grande sorvedora de tempo da pós-modernidade.
Por estas e por outras é que estou pensando seriamente em voltar às cartas, quem sabe ao pergaminho. E a primeira medida é reencontrar o papel carbono.
Cadê meu papel carbono?
(SANT’ANNA, Affonso Romano de. Tempo de delicadeza. Porto Alegre: L&PM, 2009)
Em relação à composição e estruturação linguística do texto, é correto afirmar que
 

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1302919 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EPCAR
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Isabel confecciona envelopes a partir de folhas retangulares de papel A4, conhecido por ter medidas 21cm por 29,7cm e 75g/m 2
enunciado 2124434-1
O processo de preparação de cada envelope envolve:
dobrar a folha ao meio tanto no sentido da maior medida quanto da menor medida;
com a folha aberta e a determinação do seu centro, tomar, a partir deste, sobre a dobra maior, 8cm para a esquerda e 8cm para a direita, e, sobre a dobra menor, 3cm para cima e 3cm para baixo, determinando um retângulo;
sobre as menores dimensões deste retângulo, desenhar dois triângulos equiláteros;
sobre uma das maiores dimensões do retângulo, tomar um triângulo isósceles de altura 6cm ;
sobre a outra das maiores dimensões do retângulo, desenhar um trapézio isósceles, cuja medida do ângulo da base maior é igual a 45º e a altura é igual a 3cm
A figura abaixo é uma planificação total de um dos envelopes.
enunciado 2124434-2
Considere !$ \sqrt{3} = 1,7 !$
Se o pacote de papel A4 é vendido com 500 folhas e se for confeccionado apenas um envelope com cada uma das folhas de um pacote, então, a quantidade gasta, em gramas, de papel é maior que
 

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1294003 Ano: 2019
Disciplina: Estatística
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EPCAR
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enunciado 2083649-1
Depois das comemorações dos 70 anos da EPCAR, foi feita uma pesquisa de opinião com os seus alunos sobre as atividades que ocorreram durante as comemorações.
Essas atividades foram avaliadas conforme critérios estabelecidos no seguinte quadro:
Nota
Critérios de
Notas
5 ÓTIMA
4 BOA
3 REGULAR
2 RUIM
1 INDIFERENTE
Os resultados obtidos estão registrados no gráfico abaixo:
enunciado 2083649-2
Se, nessa pesquisa, cada aluno opinou apenas uma vez, então, é INCORRETO afirmar que
 

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1293909 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EPCAR
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TEXTO III
Quando
Quando você me clica,
quando você me conecta(IV)
, me liga,
quando entra nos meus programas, nas minhas janelas,
quando você me acende, me printa, me encompassa,
me sublinha, me funde e me tria:
meus pensamentos esvoaçam,
meus títulos se põem maiúsculos, (III)
e meu coração troveja!(II)
(CAPPARELLI, Sérgio. 33 ciberpoemas e uma fábula digital. Porto Alegre: L&PM, 2001.)
Leia as quatro afirmações abaixo referentes ao poema “Quando”:
I. No poema, verifica-se a presença do recurso estilístico da anáfora.
II. Em “e meu coração troveja”, há personificação e o verbo indica fenômeno da natureza.
III. No verso “meus títulos se põem maiúsculos”, vê-se que o sentido é conotativo.
IV. Em “quando você me conecta, me clica”, há dez sílabas poéticas.
Estão corretas as afirmações
 

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1293794 Ano: 2019
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EPCAR
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Um jogo consiste na disputa de dois adversários que, em um tabuleiro quadrado, dividido em 16 outros quadrados menores e congruentes, conforme figura abaixo, devem conseguir alinhar VERTICALMENTE, HORIZONTALMENTE ou em DIAGONAL, quatro algarismos iguais.
enunciado 2083443-1
Tabuleiro do jogo
Cada jogador, após escolher o algarismo com o qual irá preencher os quadrados menores, escreve um número por vez, em qualquer quadrado menor do tabuleiro, e passa a vez para o adversário.
Vence o primeiro que alinhar os quatro algarismos iguais.
No quadrado abaixo, estão registradas, numa partida desse jogo, as jogadas de Lucas, que escolheu o algarismo 5, e as jogadas de Mateus, que escolheu o algarismo 7
enunciado 2083443-2
Analise cada proposição abaixo quanto a ser (V) Verdadeira ou (F) Falsa.
( ) Se o próximo jogador for Lucas, ele não terá chance de ganhar o jogo, nessa jogada.
( ) Se o próximo jogador for Mateus, então, para garantir a vitória nessa jogada, ele poderá escrever o algarismo 7 em duas posições.
( ) Se Mateus for o próximo a jogar e NÃO escrever o algarismo 7 em um quadrado que dê a vitória a ele, então, Lucas poderá ganhar a partida na jogada seguinte à de Mateus.
Sobre as proposições, tem-se que
 

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1293781 Ano: 2019
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EPCAR
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Direction: Read the text below and answer question according to the text.
TEXT
The search for life beyond Earth
We have always been fascinated by the thought of alien life elsewhere in the universe. The idea has provided the basis for a huge wealth of science fiction stories that have been limited only by our imaginations. But can other creatures exist in the vast reaches of space or on other planets or moons? And are there other intelligent forms of life out there—or are we more likely to find something much simpler?
Where are all the aliens?
Our Sun is just one star among billions in our galaxy. In the last few years, scientists have detected thousands of planets around other stars and it seems that most stars have planetary systems. It’s therefore likely that there will be large numbers of habitable planets in the Milky Way galaxy and beyond that are capable of supporting intelligent life. Some of these intelligent civilisations, if they’re out there, may have even developed interstellar travel.
Are there other intelligent forms of life out there—or are we more likely to find something much simpler?
But Earth hasn’t been visited by any intelligent aliens (yet?). This apparent high probability of life, combined with a lack of evidence for its existence, is called the Fermi Paradox, named for the physicist Enrico Fermi who first outlined 1 the argument back in 1950. This begs the question: where is everybody?
Back in 1961, astronomer Francis Drake tried to rationalise this question by developing an equation that takes into account 2 all the factors relevant to finding alien civilisations and gives an estimate of the number of civilisations out there in the galaxy that should be able to communicate with us. It considers factors such as the rate 3 of new star formation, how many planets around those new and existing stars might be able to support life, the number of planets supporting intelligent life, how many of those civilisations might have technology we can detect, whether they’re likely to communicate with us here on Earth, and so on.
The search for extraterrestrial intelligence
Scientists and radio astronomers have started the search for extraterrestrial intelligence (SETI) in a systematic manner. Several international organisations, including the SETI Institute and the SETI League, are using radio telescopes to detect signals that might have been produced by intelligent life.
In 1995, the SETI Institute started Project Phoenix, which used three of the most powerful radio telescopes in the world: the Green Bank radio telescope in West Virginia, USA; the Arecibo telescope in Puerto Rico; and the Parkes radio telescope in NSW, Australia. During its initial phase, Project Phoenix used the Parkes telescope to search for signals coming from 202 Sun-like stars as distant as 155 light years away. By the end of its operations, Project Phoenix had scanned a total of 800 ‘nearby’ 4 (up to 240 light years away) stars for signs of life. The project detected some cosmic noises, but none of that could be attributed to aliens.
These days, anyone can become involved in the search for extraterrestrial intelligence through their personal computer.
While there’s currently excitement about sending human crews to Mars, missions beyond the Red Planet are at this stage pretty much not feasible 5 the distances and travel times involved are simply too great. Basically, all exploration for life beyond Earth will need to be done using robotic space probes 6 and landing rovers. These instruments can provide a huge wealth of information and are capable of exploring as far away as Pluto, perhaps even beyond our solar system. But as for life beyond the solar system, the nearest stars are several light years away, and even communications by electromagnetic waves (which all travel at the speed of light) are essentially going to be a one-way message.
While we probably won’t find intelligent life too close to home, there’s a chance we may still find much simpler life forms. Do we have neighbours beyond Earth? Time will tell—and the search continues.
(Adapted from https://www.science.org.au/curious/space-time/search-lifebeyond- earth – Access on 16/02/19)
Glossary:
1. to outline – describe or give the main fact about something
2. to take into account – consider something
3. rate – expansion
4. nearby – short distance away
5. feasible – appropriate; suitable
6. space probe – spy satellite
Mark the alternative that completes the sentence below correctly.
All exploration will happen if they robotic space probes.
 

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1292120 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EPCAR
Provas:
TEXTO I
Cadê o papel- carbono?
Outro dia(D) tive saudade do papel carbono. E tive saudade também do mimeógrafo a álcool. E tive saudade da velha máquina de escrever. E tive saudade de quando, no dizer de Rubem Braga, a geladeira era branca e o telefone era preto.
Os mais jovens não sabem nem o que é papel carbono ou mimeógrafo a álcool. Mas tive saudade deles, ou melhor, de um tempo em que eu não dependia eletronicamente de outros para fazer as mínimas tarefas. Uma torneira, por exemplo, era algo simples. Eu sabia abrir uma torneira e fazê-la jorrar água. Hoje tomar um banho é uma peripécia tecnológica. Hoje até para tomar um elevador tenho que inserir um cartão eletrônico para ele se mover. Claro que tem o Google, essa enciclopédia no computador que facilita as pesquisas (para quem não precisa ir fundo nos assuntos), mas muita coisa me intriga: por que cada aparelho de televisão de cada casa, de cada hotel tem um controle remoto diferente e a gente não consegue usá-los sem pedir socorro a alguém?
Olha, tanta tecnologia!...Mas além de não terem descoberto como curar uma simples gripe, os elevadores dos hotéis ainda não chegaram a uma conclusão(A) de como assinalar no mostrador que letra deve indicar a portaria. Será necessária uma medida provisória do presidente para uniformizar tal diversidade analfabética.
Outro dia(D), li que houve uma reunião em Baku, lá no Azerbaijão, congregando cérebros notáveis para decifrarem nosso presente e nosso futuro. Pois Jean Baudrillard andou dizendo(B), com aquela facilidade que os franceses têm para fazer frases que parecem filosóficas, que o que caracteriza essa época que está vindo por aí é que o homem, leia-se corretamente homens e mulheres, ou seja, o ser humano, foi descartado pela máquina. (Isso a gente já sabe quando tenta ligar para uma firma qualquer e uma voz eletrônica fica mandando a gente discar isto e aquilo e volta tudo a zero e não obtemos a informação necessária.)
Deste modo estão se cumprindo dois vaticínios. O primeiro era de um vate mesmo – Vinícius de Moraes, que naquele poema “Dia da Criação”, fazendo considerações irônicas sobre o dia de “sábado” e os desígnios divinos, diz: “Na verdade, o homem não era necessário”. É isto, já não somos necessários.
E a outra frase metida nessa encrenca é aquela da Bíblia, que dizia que o “sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado”. Isso foi antigamente. Pois achávamos que a máquina havia sido feita para o homem, mas Baudrillard, as companhias aéreas e as telefônicas mais os servidores de informática nos convenceram de que “o homem é que foi feito para a máquina”. Ao telefone só se fala com máquinas, e algumas empresas – esses servidores de informática – nem seus telefones disponibilizam. Estou, por exemplo, há quatro meses tentando falar com alguém no “hotmail” e lá não tem viv’alma, só fantasmas eletrônicos sem rosto e sem voz.
Permita-me, eventual e concreto leitor(C), lhe fazer uma pergunta indiscreta. Quanto tempo diariamente você está gastando com e-mails? Quanto tempo para apagar o lixo e responder bobagens? Faça a conta, some.
Drummond certa vez escreveu: “Ao telefone perdeste muito tempo de semear”. Ele é porque não conheceu a internet, que, tanto quanto o celular, usada desregradamente é a grande sorvedora de tempo da pós-modernidade.
Por estas e por outras é que estou pensando seriamente em voltar às cartas, quem sabe ao pergaminho. E a primeira medida é reencontrar o papel carbono.
Cadê meu papel carbono?
(SANT’ANNA, Affonso Romano de. Tempo de delicadeza. Porto Alegre: L&PM, 2009)
Assinale a alternativa cuja análise envolvendo figuras de linguagem está INCORRETA.
 

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1288362 Ano: 2019
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EPCAR
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Direction: Read the text below and answer question according to the text.
TEXT
The search for life beyond Earth
We have always been fascinated by the thought of alien life elsewhere in the universe. The idea has provided the basis for a huge wealth of science fiction stories that have been limited only by our imaginations. But can other creatures exist in the vast reaches of space or on other planets or moons? And are there other intelligent forms of life out there—or are we more likely to find something much simpler?
Where are all the aliens?
Our Sun is just one star among billions in our galaxy. In the last few years, scientists have detected thousands of planets around other stars and it seems that most stars have planetary systems. It’s therefore likely that there will be large numbers of habitable planets in the Milky Way galaxy and beyond that are capable of supporting intelligent life. Some of these intelligent civilisations, if they’re out there, may have even developed interstellar travel.
Are there other intelligent forms of life out there—or are we more likely to find something much simpler?
But Earth hasn’t been visited by any intelligent aliens (yet?). This apparent high probability of life, combined with a lack of evidence for its existence, is called the Fermi Paradox, named for the physicist Enrico Fermi who first outlined 1 the argument back in 1950. This begs the question: where is everybody?
Back in 1961, astronomer Francis Drake tried to rationalise this question by developing an equation that takes into account 2 all the factors relevant to finding alien civilisations and gives an estimate of the number of civilisations out there in the galaxy that should be able to communicate with us. It considers factors such as the rate 3 of new star formation, how many planets around those new and existing stars might be able to support life, the number of planets supporting intelligent life, how many of those civilisations might have technology we can detect, whether they’re likely to communicate with us here on Earth, and so on.
The search for extraterrestrial intelligence
Scientists and radio astronomers have started the search for extraterrestrial intelligence (SETI) in a systematic manner. Several international organisations, including the SETI Institute and the SETI League, are using radio telescopes to detect signals that might have been produced by intelligent life.
In 1995, the SETI Institute started Project Phoenix, which used three of the most powerful radio telescopes in the world: the Green Bank radio telescope in West Virginia, USA; the Arecibo telescope in Puerto Rico; and the Parkes radio telescope in NSW, Australia. During its initial phase, Project Phoenix used the Parkes telescope to search for signals coming from 202 Sun-like stars as distant as 155 light years away. By the end of its operations, Project Phoenix had scanned a total of 800 ‘nearby’ 4 (up to 240 light years away) stars for signs of life. The project detected some cosmic noises, but none of that could be attributed to aliens.
These days, anyone can become involved in the search for extraterrestrial intelligence through their personal computer.
While there’s currently excitement about sending human crews to Mars, missions beyond the Red Planet are at this stage pretty much not feasible 5 the distances and travel times involved are simply too great. Basically, all exploration for life beyond Earth will need to be done using robotic space probes 6 and landing rovers. These instruments can provide a huge wealth of information and are capable of exploring as far away as Pluto, perhaps even beyond our solar system. But as for life beyond the solar system, the nearest stars are several light years away, and even communications by electromagnetic waves (which all travel at the speed of light) are essentially going to be a one-way message.
While we probably won’t find intelligent life too close to home, there’s a chance we may still find much simpler life forms. Do we have neighbours beyond Earth? Time will tell—and the search continues.
(Adapted from https://www.science.org.au/curious/space-time/search-lifebeyond- earth – Access on 16/02/19)
Glossary:
1. to outline – describe or give the main fact about something
2. to take into account – consider something
3. rate – expansion
4. nearby – short distance away
5. feasible – appropriate; suitable
6. space probe – spy satellite
The word none refers to
 

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1287508 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EPCAR
Provas:
Uma pessoa aplicou 60000 reais durante o ano de 2018.
Parte desse dinheiro aplicou no investimento P e a outra parte, no investimento Q
No final de 2018, retirou o dinheiro das duas aplicações e verificou que, somando os dois valores, não obteve lucro nem prejuízo.
O investimento P rendeu 10%, mas, sobre o rendimento, foi cobrada uma taxa de 10%; já o investimento Q deu prejuízo de 12,6%
Com base nessas informações, pode-se afirmar que
 

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1287464 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EPCAR
Provas:
TEXTO I
Cadê o papel- carbono?
Outro dia tive saudade do papel carbono. E tive saudade também do mimeógrafo a álcool. E tive saudade da velha máquina de escrever. E tive saudade de quando, no dizer de Rubem Braga, a geladeira era branca e o telefone era preto.
Os mais jovens não sabem nem o que é papel carbono ou mimeógrafo a álcool(A). Mas tive saudade deles, ou melhor, de um tempo em que eu não dependia eletronicamente de outros para fazer as mínimas tarefas. Uma torneira, por exemplo, era algo simples. Eu sabia abrir uma torneira e fazê-la jorrar água. Hoje tomar um banho é uma peripécia tecnológica. Hoje até para tomar um elevador tenho que inserir um cartão eletrônico para ele se mover. Claro que tem o Google, essa enciclopédia no computador que facilita as pesquisas (para quem não precisa ir fundo nos assuntos), mas muita coisa me intriga: por que cada aparelho de televisão de cada casa, de cada hotel tem um controle remoto diferente e a gente não consegue usá-los(C) sem pedir socorro a alguém?
Olha, tanta tecnologia!...Mas além de não terem descoberto como curar uma simples gripe, os elevadores dos hotéis ainda não chegaram a uma conclusão de como assinalar no mostrador que letra deve indicar a portaria. Será necessária uma medida provisória do presidente para uniformizar tal diversidade analfabética.
Outro dia, li que houve uma reunião em Baku, lá no Azerbaijão, congregando cérebros notáveis para decifrarem nosso presente e nosso futuro. Pois Jean Baudrillard andou dizendo, com aquela facilidade que os franceses têm para fazer frases que parecem filosóficas, que o que caracteriza essa época que está vindo por aí é que o homem, leia-se corretamente homens e mulheres, ou seja, o ser humano, foi descartado pela máquina. (Isso a gente já sabe quando tenta ligar para uma firma qualquer e uma voz eletrônica fica mandando a gente discar isto e aquilo e volta tudo a zero e não obtemos a informação necessária.)
Deste modo estão se cumprindo dois vaticínios. O primeiro era de um vate mesmo – Vinícius de Moraes, que naquele poema “Dia da Criação”, fazendo considerações irônicas sobre o dia de “sábado” e os desígnios divinos, diz: “ Na verdade, o homem não era necessário”. É isto, já não somos necessários.
E a outra frase metida nessa encrenca é aquela da Bíblia, que dizia que o “sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado”. Isso foi antigamente. Pois achávamos que a máquina havia sido feita para o homem, mas Baudrillard, as companhias aéreas e as telefônicas mais os servidores de informática nos convenceram de que “o homem é que foi feito para a máquina”. Ao telefone só se fala com máquinas, e algumas empresas – esses servidores de informática – nem seus telefones disponibilizam. Estou, por exemplo, há quatro meses tentando falar com alguém no “hotmail” e lá não tem viv’alma, só fantasmas eletrônicos sem rosto e sem voz.
Permita-me, eventual e concreto leitor, lhe fazer uma pergunta indiscreta. Quanto tempo diariamente você está gastando com e-mails? Quanto tempo para apagar o lixo e responder bobagens? Faça a conta, some.
Drummond certa vez escreveu: “Ao telefone perdeste muito tempo de semear”. Ele é porque não conheceu a internet, que, tanto quanto o celular, usada desregradamente é a grande sorvedora de tempo da pós-modernidade.
Por estas e por outras é que estou pensando seriamente em voltar às cartas, quem sabe ao pergaminho. E a primeira medida é reencontrar o papel carbono.
Cadê meu papel carbono?
(SANT’ANNA, Affonso Romano de. Tempo de delicadeza. Porto Alegre: L&PM, 2009)
TEXTO II
Ladainha II
Por que o raciocínio,
os músculos, os ossos?
A automação, ócio dourado.
O cérebro eletrônico, o músculo
mecânico
mais fáceis que um sorriso.
Por que o coração?
O de metal não tornará o homem
mais cordial,
dando-lhe um ritmo extra-corporal?
Por que levantar o braço
para colher o fruto?
A máquina o fará por nós.
Por que labutar no campo, na cidade?(D)

A máquina o fará por nós.
Por que pensar, imaginar?
A máquina o fará por nós.
Por que fazer um poema?
A máquina o fará por nós.
Por que subir a escada de Jacó?
A máquina o fará por nós.
Ó máquina, orai por nós.
(RICARDO, Cassiano. Jeremias sem-chorar. Rio de Janeiro: José Olympio, 1964.)
TEXTO III
Quando
Quando você me clica,
quando você me conecta, me liga,
quando entra nos meus programas, nas minhas janelas,
quando você me acende, me printa, me encompassa,
me sublinha, me funde e me tria:
meus pensamentos esvoaçam,
meus títulos se põem maiúsculos,
e meu coração troveja! (B)
(CAPPARELLI, Sérgio. 33 ciberpoemas e uma fábula digital. Porto Alegre: L&PM, 2001.)
No texto I, é feita a seguinte afirmação: “‘Na verdade, o homem não era necessário.’ É isto. Já não somos necessários.” Considerando os textos I, II e III, assinale a alternativa cujo trecho melhor traduz essa ideia.
 

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