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TEXTO II

Considerando que a linguagem possui funções que correspondem a cada um dos elementos da comunicação, é possível afirmar que a função da linguagem presente no último quadrinho do texto II é:
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TEXTO I
O TEXTO I, é composto por DOIS FRAGMENTOS de artigos científicos que apresentam definições importantes sobre os conceitos de identidade, coletividade e identidade coletiva.
Fragmento I
Identidade Nacional e Memória Coletiva: aproximações
possíveis
Caroline Gonzaga
Douglas Gasparin Arruda
O linguista José Luiz Fiorin (2009, p. 116-117) retratou que a identidade nacional é uma criação moderna: ela começou a ser construída no século XVIII e se desenvolveu plenamente no século XIX, já que antes dessa época não se pode falar em nações propriamente ditas. Podemos compreender que uma nação é feita por um legado de lembranças que é aceito por todosA). Sendo assim, a nação é uma herança, tanto simbólica quanto material e pertencer a uma nação é ser herdeiro de um patrimônio comumC). Dessa forma, a nacionalidade é também uma identidade. Entretanto, para criar um mundo de nações não bastava fazer um inventário de heranças, era preciso construí-las. Era necessário buscar um fato que pudesse testemunhar um passado prestigioso que representasse uma coesão nacional e esta é uma tarefa longa e coletiva. Assim sendo, a nação nasce de uma invenção e é condensada numa alma nacional que deve ser elaboradaB). É necessária uma história que estabeleça continuidade com ancestrais, que elenque heróis e modelos de virtude nacionais, que se organize sob uma única língua e que tenha monumentos culturais, paisagem típica, hino, bandeira, especificidades culinárias, etc. Tudo isso leva a pensar que a identidade nacional é um discurso, e, como todo discurso, é constituída dialogicamenteD).
(GONZAGA, Caroline; ARRUDA, Douglas Gasparin. Identidade Nacional e
Memória Coletiva: aproximações possíveis. Revista Vernáculo, n° 50 –
segundo semestre/2022. p. 9-33.).
Fragmento II
Autoestima, autoimagem e constituição da identidade:
um estudo com graduandos de psicologia
Helena Serafim Vasconcelos
A Teoria dos Estudos Culturais permite discutir a formação da identidade a partir de duas perspectivas distintas e concorrentes: a essencialista e a não essencialista. A primeira define que existe um conjunto cristalino e autêntico de características que todos aqueles que pertençam a determinado grupo partilham e que não se modificam ao longo da história. Já a segunda, foca nas diferenças e nas semelhanças entre os indivíduos que componham certo grupo e deste para com outros grupos, pressupõe formas mutáveis de definição do que seja ser parte deste grupo com o passar do tempo. Nota-se, portanto, que esta última concebe que o ser humano seja capaz de assumir diversas posições identitárias tanto ao longo da própria vida como a partir do contexto social e cultural em que se encontre, afirmando a identidade a partir de um conceito relacional (WOODWARD, 2014). [...].
A perspectiva não essencialista, proposta pelos Estudos Culturais (Woodward, 2014; Hall, 2011) circunscreve o campo teórico desse estudo, permitindo perceber os conceitos de autoestima a partir da contextualização deste aspecto subjetivo na história dos sujeitos.
[...].
As concepções aqui apresentadas sobre a autoimagem, também se organizam a partir dessa perspectiva dinâmica, de múltiplas identidades. Configura-se como uma organização interna de si mesmo, composta por dados de realidade e dados subjetivos de autopercepção (MOSQUERA & STOBÄUS, 2006). Assim, compreende-se a autoestima e a autoimagem como características da subjetividade humana que apresentam um papel importante na forma como uma pessoa se relaciona com outras e consigo mesma, na constituição identitária propriamente dita, que vão, simultaneamente, organizar-se em torno do conceito de identidade aqui trabalhado, como apresentado no diagrama da figura a seguir.

(VASCONCELOS, Helena Serafim. Autoestima, autoimagem e constituição
da identidade: um estudo com graduandos de psicologia. Revista Psicologia,
Diversidade e Saúde. 2017. Agosto; 6(3):195-206). Adaptado.
TEXTO II

Associando o fragmento I do texto I ao último quadrinho do texto II, assinale a alternativa correta.
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TEXTO I
O TEXTO I, é composto por DOIS FRAGMENTOS de artigos científicos que apresentam definições importantes sobre os conceitos de identidade, coletividade e identidade coletiva.
Fragmento I
Identidade Nacional e Memória Coletiva: aproximações
possíveis
Caroline Gonzaga
Douglas Gasparin Arruda
O linguista José Luiz Fiorin (2009, p. 116-117) retratou que a identidade nacional é uma criação moderna: ela começou a ser construída no século XVIII e se desenvolveu plenamente no século XIX, já que antes dessa época não se pode falar em nações propriamente ditas. Podemos compreender que uma nação é feita por um legado de lembranças que é aceito por todos. Sendo assim, a nação é uma herança, tanto simbólica quanto material e pertencer a uma nação é ser herdeiro de um patrimônio comum. Dessa forma, a nacionalidade é também uma identidade. Entretanto, para criar um mundo de nações não bastava fazer um inventário de heranças, era preciso construí-las. Era necessário buscar um fato que pudesse testemunhar um passado prestigioso que representasse uma coesão nacional e esta é uma tarefa longa e coletiva. Assim sendo, a nação nasce de uma invenção e é condensada numa alma nacional que deve ser elaborada. É necessária uma história que estabeleça continuidade com ancestrais, que elenque heróis e modelos de virtude nacionais, que se organize sob uma única língua e que tenha monumentos culturais, paisagem típica, hino, bandeira, especificidades culinárias, etc. Tudo isso leva a pensar que a identidade nacional é um discurso, e, como todo discurso, é constituída dialogicamente.
(GONZAGA, Caroline; ARRUDA, Douglas Gasparin. Identidade Nacional e
Memória Coletiva: aproximações possíveis. Revista Vernáculo, n° 50 –
segundo semestre/2022. p. 9-33.).
Fragmento II
Autoestima, autoimagem e constituição da identidade:
um estudo com graduandos de psicologia
Helena Serafim Vasconcelos
A Teoria dos Estudos Culturais permite discutir a formação da identidade a partir de duas perspectivas distintas e concorrentes: a essencialista e a não essencialista. A primeira define que existe um conjunto cristalino e autêntico de características que todos aqueles que pertençam a determinado grupo partilham e que não se modificam ao longo da história. Já a segunda, foca nas diferenças e nas semelhanças entre os indivíduos que componham certo grupo e deste para com outros grupos, pressupõe formas mutáveis de definição do que seja ser parte deste grupo com o passar do tempo. Nota-se, portanto, que esta última concebe que o ser humano seja capaz de assumir diversas posições identitárias tanto ao longo da própria vida como a partir do contexto social e cultural em que se encontre, afirmando a identidade a partir de um conceito relacional (WOODWARD, 2014). [...].
A perspectiva não essencialista, proposta pelos Estudos Culturais (Woodward, 2014; Hall, 2011) circunscreve o campo teórico desse estudo, permitindo perceber os conceitos de autoestima a partir da contextualização deste aspecto subjetivo na história dos sujeitos.
[...].
As concepções aqui apresentadas sobre a autoimagem, também se organizam a partir dessa perspectiva dinâmica, de múltiplas identidadesB). Configura-se comoD) uma organização interna de si mesmo, composta por dados de realidade e dados subjetivos de autopercepção (MOSQUERA & STOBÄUS, 2006). Assim, compreende-se a autoestima e a autoimagem comoD) características da subjetividade humana que apresentam um papel importante na forma comoD) uma pessoa se relaciona com outras e consigo mesma, na constituição identitária propriamente dita, que vão, simultaneamente, organizar-se em torno do conceito de identidade aqui trabalhado, comoD) apresentado no diagrama da figura a seguir.

(VASCONCELOS, Helena Serafim. Autoestima, autoimagem e constituição
da identidade: um estudo com graduandos de psicologia. Revista Psicologia,
Diversidade e Saúde. 2017. Agosto; 6(3):195-206). Adaptado.
Assinale a opção que apresenta a análise INCORRETA relativa ao fragmento II do texto I.
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TEXTO I
O TEXTO I, é composto por DOIS FRAGMENTOS de artigos científicos que apresentam definições importantes sobre os conceitos de identidade, coletividade e identidade coletiva.
Fragmento I
Identidade Nacional e Memória Coletiva: aproximações
possíveis
Caroline Gonzaga
Douglas Gasparin Arruda
O linguista José Luiz Fiorin (2009, p. 116-117) retratou que a identidade nacional é uma criação moderna: ela começou a ser construída no século XVIII e se desenvolveu plenamente no século XIX, já que antes dessa época não se pode falar em nações propriamente ditas. Podemos compreender que uma nação é feita por um legado de lembranças que é aceito por todos. Sendo assim, a nação é uma herança, tanto simbólica quanto material e pertencer a uma nação é ser herdeiro de um patrimônio comum. Dessa forma, a nacionalidade é também uma identidade. Entretanto, para criar um mundo de nações não bastava fazer um inventário de heranças, era preciso construí-las. Era necessário buscar um fato que pudesse testemunhar um passado prestigioso que representasse uma coesão nacional e esta é uma tarefa longa e coletiva. Assim sendo, a nação nasce de uma invenção e é condensada numa alma nacional que deve ser elaborada. É necessária uma história que estabeleça continuidade com ancestrais, que elenque heróis e modelos de virtude nacionais, que se organize sob uma única língua e que tenha monumentos culturais, paisagem típica, hino, bandeira, especificidades culinárias, etc. Tudo isso leva a pensar que a identidade nacional é um discurso, e, como todo discurso, é constituída dialogicamente.
(GONZAGA, Caroline; ARRUDA, Douglas Gasparin. Identidade Nacional e
Memória Coletiva: aproximações possíveis. Revista Vernáculo, n° 50 –
segundo semestre/2022. p. 9-33.).
Fragmento II
Autoestima, autoimagem e constituição da identidade:
um estudo com graduandos de psicologia
Helena Serafim Vasconcelos
A Teoria dos Estudos Culturais permite discutir a formação da identidade a partir de duas perspectivas distintas e concorrentes: a essencialista e a não essencialista. A primeira define que existe um conjunto cristalino e autêntico de características que todos aqueles que pertençam a determinado grupo partilham e que não se modificam ao longo da história. Já a segunda, foca nas diferenças e nas semelhanças entre os indivíduos que componham certo grupo e deste para com outros grupos, pressupõe formas mutáveis de definição do que seja ser parte deste grupo com o passar do tempo. Nota-se, portanto, que esta última concebe que o ser humano seja capaz de assumir diversas posições identitárias tanto ao longo da própria vida como a partir do contexto social e cultural em que se encontre, afirmando a identidade a partir de um conceito relacional (WOODWARD, 2014). [...].
A perspectiva não essencialista, proposta pelos Estudos Culturais (Woodward, 2014; Hall, 2011) circunscreve o campo teórico desse estudo, permitindo perceber os conceitos de autoestima a partir da contextualização deste aspecto subjetivo na história dos sujeitos.
[...].
As concepções aqui apresentadas sobre a autoimagem, também se organizam a partir dessa perspectiva dinâmica, de múltiplas identidades. Configura-se como uma organização interna de si mesmo, composta por dados de realidade e dados subjetivos de autopercepção (MOSQUERA & STOBÄUS, 2006). Assim, compreende-se a autoestima e a autoimagem como características da subjetividade humana que apresentam um papel importante na forma como uma pessoa se relaciona com outras e consigo mesma, na constituição identitária propriamente dita, que vão, simultaneamente, organizar-se em torno do conceito de identidade aqui trabalhado, como apresentado no diagrama da figura a seguir.

(VASCONCELOS, Helena Serafim. Autoestima, autoimagem e constituição
da identidade: um estudo com graduandos de psicologia. Revista Psicologia,
Diversidade e Saúde. 2017. Agosto; 6(3):195-206). Adaptado.
Leia o trecho a seguir:
“As concepções aqui apresentadas sobre a autoimagem, também se organizam a partir dessa perspectiva dinâmica, de múltiplas identidades”.
Assinale a alternativa que explica corretamente o trecho acima.
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TEXTO I
O TEXTO I, é composto por DOIS FRAGMENTOS de artigos científicos que apresentam definições importantes sobre os conceitos de identidade, coletividade e identidade coletiva.
Fragmento I
Identidade Nacional e Memória Coletiva: aproximações
possíveis
Caroline Gonzaga
Douglas Gasparin Arruda
O linguista José Luiz Fiorin (2009, p. 116-117) retratou que a identidade nacional é uma criação moderna: ela começou a ser construída no século XVIII e se desenvolveu plenamente no século XIX, já que antes dessa época não se pode falar em nações propriamente ditas. Podemos compreender que uma nação é feita por um legado de lembranças que é aceito por todos. Sendo assim, a nação é uma herança, tanto simbólica quanto material e pertencer a uma nação é ser herdeiro de um patrimônio comum. Dessa forma, a nacionalidade é também uma identidade. Entretanto, para criar um mundo de nações não bastava fazer um inventário de heranças, era preciso construí-las. Era necessário buscar um fato que pudesse testemunhar um passado prestigioso que representasse uma coesão nacional e esta é uma tarefa longa e coletiva. Assim sendo, a nação nasce de uma invenção e é condensada numa alma nacional que deve ser elaborada. É necessária uma história que estabeleça continuidade com ancestrais, que elenque heróis e modelos de virtude nacionais, que se organize sob uma única língua e que tenha monumentos culturais, paisagem típica, hino, bandeira, especificidades culinárias, etc. Tudo isso leva a pensar que a identidade nacional é um discurso, e, como todo discurso, é constituída dialogicamente.
(GONZAGA, Caroline; ARRUDA, Douglas Gasparin. Identidade Nacional e
Memória Coletiva: aproximações possíveis. Revista Vernáculo, n° 50 –
segundo semestre/2022. p. 9-33.).
Fragmento II
Autoestima, autoimagem e constituição da identidade:
um estudo com graduandos de psicologia
Helena Serafim Vasconcelos
A Teoria dos Estudos Culturais permite discutir a formação da identidade a partir de duas perspectivas distintas e concorrentes: a essencialista e a não essencialista. A primeira define que existe um conjunto cristalino e autêntico de características que todos aqueles que pertençam a determinado grupo partilham e que não se modificam ao longo da história. Já a segunda, foca nas diferenças e nas semelhanças entre os indivíduos que componham certo grupo e deste para com outros grupos, pressupõe formas mutáveis de definição do que seja ser parte deste grupo com o passar do tempo. Nota-se, portanto, que esta última concebe que o ser humano seja capaz de assumir diversas posições identitárias tanto ao longo da própria vida como a partir do contexto social e cultural em que se encontre, afirmando a identidade a partir de um conceito relacional (WOODWARD, 2014). [...].
A perspectiva não essencialista, proposta pelos Estudos Culturais (Woodward, 2014; Hall, 2011) circunscreve o campo teórico desse estudo, permitindo perceber os conceitos de autoestima a partir da contextualização deste aspecto subjetivo na história dos sujeitos.
[...].
As concepções aqui apresentadas sobre a autoimagem, também se organizam a partir dessa perspectiva dinâmica, de múltiplas identidades. Configura-se como uma organização interna de si mesmo, composta por dados de realidade e dados subjetivos de autopercepção (MOSQUERA & STOBÄUS, 2006). Assim, compreende-se a autoestima e a autoimagem como características da subjetividade humana que apresentam um papel importante na forma como uma pessoa se relaciona com outras e consigo mesma, na constituição identitária propriamente dita, que vão, simultaneamente, organizar-se em torno do conceito de identidade aqui trabalhado, como apresentado no diagrama da figura a seguir.

(VASCONCELOS, Helena Serafim. Autoestima, autoimagem e constituição
da identidade: um estudo com graduandos de psicologia. Revista Psicologia,
Diversidade e Saúde. 2017. Agosto; 6(3):195-206). Adaptado.
Observe o trecho a seguir:
“Nota-se, portanto, que esta última concebe que o ser humano seja capaz de assumir diversas posições identitárias tanto ao longo da própria vida como a partir do contexto social e cultural em que se encontre, afirmando a identidade a partir de um conceito relacional” .
Assinale a alternativa em que a proposta de reescrita do trecho contido no fragmento II do texto I mantém a correção gramatical e preserva o sentido original do enunciado.
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TEXTO I
O TEXTO I, é composto por DOIS FRAGMENTOS de artigos científicos que apresentam definições importantes sobre os conceitos de identidade, coletividade e identidade coletiva.
Fragmento I
Identidade Nacional e Memória Coletiva: aproximações
possíveis
Caroline Gonzaga
Douglas Gasparin Arruda
O linguista José Luiz Fiorin (2009, p. 116-117) retratou que a identidade nacional é uma criação modernaD): ela começou a ser construída no século XVIIIB) e se desenvolveu plenamente no século XIX, já que antes dessa época não se pode falar em nações propriamente ditasA). Podemos compreender que uma nação é feita por um legado de lembranças que é aceito por todosC,D). Sendo assim, a nação é uma herança, tanto simbólica quanto material e pertencer a uma nação é ser herdeiro de um patrimônio comum. Dessa forma, a nacionalidade é também uma identidade. Entretanto, para criar um mundo de nações não bastava fazer um inventário de heranças, era preciso construí-las. Era necessário buscar um fato que pudesse testemunhar um passado prestigioso que representasse uma coesão nacional e esta é uma tarefa longa e coletiva. Assim sendo, a nação nasce de uma invenção e é condensada numa alma nacional que deve ser elaborada. É necessária uma história que estabeleça continuidade com ancestrais, que elenque heróis e modelos de virtude nacionais, que se organize sob uma única língua e que tenha monumentos culturais, paisagem típica, hino, bandeira, especificidades culinárias, etc. Tudo isso leva a pensar que a identidade nacional é um discurso, e, como todo discurso, é constituída dialogicamente.
(GONZAGA, Caroline; ARRUDA, Douglas Gasparin. Identidade Nacional e
Memória Coletiva: aproximações possíveis. Revista Vernáculo, n° 50 –
segundo semestre/2022. p. 9-33.).
Fragmento II
Autoestima, autoimagem e constituição da identidade:
um estudo com graduandos de psicologia
Helena Serafim Vasconcelos
A Teoria dos Estudos Culturais permite discutir a formação da identidade a partir de duas perspectivas distintas e concorrentes: a essencialista e a não essencialista. A primeira define que existe um conjunto cristalino e autêntico de características que todos aqueles que pertençam a determinado grupo partilham e que não se modificam ao longo da história. Já a segunda, foca nas diferenças e nas semelhanças entre os indivíduos que componham certo grupo e deste para com outros grupos, pressupõe formas mutáveis de definição do que seja ser parte deste grupo com o passar do tempo. Nota-se, portanto, que esta última concebe que o ser humano seja capaz de assumir diversas posições identitárias tanto ao longo da própria vida como a partir do contexto social e cultural em que se encontre, afirmando a identidade a partir de um conceito relacional (WOODWARD, 2014). [...].
A perspectiva não essencialista, proposta pelos Estudos Culturais (Woodward, 2014; Hall, 2011) circunscreve o campo teórico desse estudo, permitindo perceber os conceitos de autoestima a partir da contextualização deste aspecto subjetivo na história dos sujeitos.
[...].
As concepções aqui apresentadas sobre a autoimagem, também se organizam a partir dessa perspectiva dinâmica, de múltiplas identidades. Configura-se como uma organização interna de si mesmo, composta por dados de realidade e dados subjetivos de autopercepção (MOSQUERA & STOBÄUS, 2006). Assim, compreende-se a autoestima e a autoimagem como características da subjetividade humana que apresentam um papel importante na forma como uma pessoa se relaciona com outras e consigo mesma, na constituição identitária propriamente dita, que vão, simultaneamente, organizar-se em torno do conceito de identidade aqui trabalhado, como apresentado no diagrama da figura a seguir.

(VASCONCELOS, Helena Serafim. Autoestima, autoimagem e constituição
da identidade: um estudo com graduandos de psicologia. Revista Psicologia,
Diversidade e Saúde. 2017. Agosto; 6(3):195-206). Adaptado.
Considere as afirmativas extraídas do fragmento I do texto I e a análise sintática contida na alternativa. Em seguida, assinale a única que apresenta uma correta relação.
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TEXTO I
O TEXTO I, é composto por DOIS FRAGMENTOS de artigos científicos que apresentam definições importantes sobre os conceitos de identidade, coletividade e identidade coletiva.
Fragmento I
Identidade Nacional e Memória Coletiva: aproximações
possíveis
Caroline Gonzaga
Douglas Gasparin Arruda
O linguista José Luiz Fiorin (2009, p. 116-117) retratou que a identidade nacional é uma criação moderna: ela começou a ser construída no século XVIII e se desenvolveu plenamente no século XIX, já que antes dessa época não se pode falar em nações propriamente ditas. Podemos compreender que uma nação é feita por um legado de lembranças que é aceito por todos. Sendo assim, a nação é uma herança, tanto simbólica quanto material e pertencer a uma nação é ser herdeiro de um patrimônio comum. Dessa forma, a nacionalidade é também uma identidade. Entretanto, para criar um mundo de nações não bastava fazer um inventário de heranças, era preciso construí-las. Era necessário buscar um fato que pudesse testemunhar um passado prestigioso que representasse uma coesão nacional e esta é uma tarefa longa e coletiva. Assim sendo, a nação nasce de uma invenção e é condensada numa alma nacional que deve ser elaborada. É necessária uma história que estabeleça continuidade com ancestrais, que elenque heróis e modelos de virtude nacionais, que se organize sob uma única língua e que tenha monumentos culturais, paisagem típica, hino, bandeira, especificidades culinárias, etc. Tudo isso leva a pensar que a identidade nacional é um discurso, e, como todo discurso, é constituída dialogicamente.
(GONZAGA, Caroline; ARRUDA, Douglas Gasparin. Identidade Nacional e
Memória Coletiva: aproximações possíveis. Revista Vernáculo, n° 50 –
segundo semestre/2022. p. 9-33.).
Fragmento II
Autoestima, autoimagem e constituição da identidade:
um estudo com graduandos de psicologia
Helena Serafim Vasconcelos
A Teoria dos Estudos Culturais permite discutir a formação da identidade a partir de duas perspectivas distintas e concorrentes: a essencialista e a não essencialista. A primeira define que existe um conjunto cristalino e autêntico de características que todos aqueles que pertençam a determinado grupo partilham e que não se modificam ao longo da história. Já a segunda, foca nas diferenças e nas semelhanças entre os indivíduos que componham certo grupo e deste para com outros grupos, pressupõe formas mutáveis de definição do que seja ser parte deste grupo com o passar do tempo. Nota-se, portanto, que esta última concebe que o ser humano seja capaz de assumir diversas posições identitárias tanto ao longo da própria vida como a partir do contexto social e cultural em que se encontre, afirmando a identidade a partir de um conceito relacional (WOODWARD, 2014). [...].
A perspectiva não essencialista, proposta pelos Estudos Culturais (Woodward, 2014; Hall, 2011) circunscreve o campo teórico desse estudo, permitindo perceber os conceitos de autoestima a partir da contextualização deste aspecto subjetivo na história dos sujeitos.
[...].
As concepções aqui apresentadas sobre a autoimagem, também se organizam a partir dessa perspectiva dinâmica, de múltiplas identidades. Configura-se como uma organização interna de si mesmo, composta por dados de realidade e dados subjetivos de autopercepção (MOSQUERA & STOBÄUS, 2006). Assim, compreende-se a autoestima e a autoimagem como características da subjetividade humana que apresentam um papel importante na forma como uma pessoa se relaciona com outras e consigo mesma, na constituição identitária propriamente dita, que vão, simultaneamente, organizar-se em torno do conceito de identidade aqui trabalhado, como apresentado no diagrama da figura a seguir.

(VASCONCELOS, Helena Serafim. Autoestima, autoimagem e constituição
da identidade: um estudo com graduandos de psicologia. Revista Psicologia,
Diversidade e Saúde. 2017. Agosto; 6(3):195-206). Adaptado.
Sobre o primeiro fragmento do texto I, é correto dizer que
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Uma rede de restaurantes, contratou uma empreiteira para reformar a fachada de todos os seus estabelecimentos.
Uma das exigências foi a adequação das fachadas ao novo tema. Então, ficou decidido que a nova entrada seria no estilo “saloom”, inspirado no velho oeste americano. Portanto, nos vãos de entrada de cada estabelecimento, seria instalada uma porta, formada por duas abas iguais e de maior altura “h” possível.
Observe a ilustração abaixo:

A empreiteira, para atender o pedido, fabricou as portas utilizando chapas maciças em cada aba. A altura h deveria estar no intervalo 0,70 m < h < 1,50 m.
Por questão de economia, foram adquiridas peças inteiriças longitudinais e com largura de 0,53 m.
Dessa forma, para obter as chapas das portas, bastaria cortar na altura escolhida. Então, elas chegaram em 3 lotes da seguinte forma:
L1: 10 chapas no tamanho de 53 x 675 cm
L2: 8 chapas no tamanho de 53 x 900 cm
L3: 4 chapas no tamanho de 53 x 1125 cm
Sabendo que a empreiteira atendeu as solicitações, que não houve sobra de material e que todas as portas seriam iguais, então, o número de portas entregues pela empreiteira foi de:
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