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3339859 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EPCAR
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Considerando os números A, B e C, representados pelas expressões abaixo, marque a alternativa correta.

\( A = { \large (3^{0,5} - 3^{1/2}) \over 0,222...} \)

\( B = \left[ { \large ({ \large 1 \over 9})^{-1/2} - 2 \over -10 + 2^3 + 8^{2/3}} \right ]^{-3} \)

\( C = \sqrt {0,01} - \sqrt [3]{-8} \)

 

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3339858 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EPCAR
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TEXTO I

O TEXTO I, é composto por DOIS FRAGMENTOS de artigos científicos que apresentam definições importantes sobre os conceitos de identidade, coletividade e identidade coletiva.

Fragmento I

Identidade Nacional e Memória Coletiva: aproximações possíveis

Caroline Gonzaga

Douglas Gasparin Arruda

O linguista José Luiz Fiorin (2009, p. 116-117) retratou que a identidade nacional é uma criação moderna: ela começou a ser construída no século XVIII e se desenvolveu plenamente no século XIX, já que antes dessa época não se pode falar em nações propriamente ditas. Podemos compreender que uma nação é feita por um legado de lembranças que é aceito por todos. Sendo assim, a nação é uma herança, tanto simbólica quanto material e pertencer a uma nação é ser herdeiro de um patrimônio comum. Dessa forma, a nacionalidade é também uma identidade. Entretanto, para criar um mundo de nações não bastava fazer um inventário de heranças, era preciso construí-las. Era necessário buscar um fato que pudesse testemunhar um passado prestigioso que representasse uma coesão nacional e esta é uma tarefa longa e coletiva. Assim sendo, a nação nasce de uma invenção e é condensada numa alma nacional que deve ser elaborada. É necessária uma história que estabeleça continuidade com ancestraisA), que elenque heróis e modelos de virtude nacionais, que se organize sob uma única língua e que tenha monumentos culturais, paisagem típica, hino, bandeira, especificidades culinárias, etc. Tudo isso leva a pensar que a identidade nacional é um discurso, e, como todo discurso, é constituída dialogicamente.

(GONZAGA, Caroline; ARRUDA, Douglas Gasparin. Identidade Nacional e

Memória Coletiva: aproximações possíveis. Revista Vernáculo, n° 50 –

segundo semestre/2022. p. 9-33.).

Fragmento II

Autoestima, autoimagem e constituição da identidade: um estudo com graduandos de psicologia

Helena Serafim Vasconcelos

A Teoria dos Estudos Culturais permite discutir a formação da identidade a partir de duas perspectivas distintas e concorrentes: a essencialista e a não essencialista. A primeira define que existe um conjunto cristalinoB) e autêntico de características que todos aqueles que pertençam a determinado grupo partilham e que não se modificam ao longo da história. Já a segunda, foca nas diferenças e nas semelhanças entre os indivíduos que componham certo grupo e deste para com outros grupos, pressupõe formas mutáveis de definição do que seja ser parte deste grupo com o passar do tempo. Nota-se, portanto, que esta última concebe que o ser humano seja capaz de assumir diversas posições identitárias tanto ao longo da própria vida como a partir do contexto social e cultural em que se encontre, afirmando a identidade a partir de um conceito relacional (WOODWARD, 2014). [...].

A perspectiva não essencialista, proposta pelos Estudos Culturais (Woodward, 2014; Hall, 2011) circunscreve o campo teórico desse estudo, permitindo perceber os conceitos de autoestima a partir da contextualização deste aspecto subjetivo na história dos sujeitos.

[...].

As concepções aqui apresentadas sobre a autoimagem, também se organizam a partir dessa perspectiva dinâmica, de múltiplas identidades. Configura-se como uma organização interna de si mesmo, composta por dados de realidade e dados subjetivos de autopercepção (MOSQUERA & STOBÄUS, 2006). Assim, compreende-se a autoestima e a autoimagem como características da subjetividade humana que apresentam um papel importante na forma como uma pessoa se relaciona com outras e consigo mesma, na constituição identitária propriamente dita, que vão, simultaneamente, organizar-se em torno do conceito de identidade aqui trabalhado, como apresentado no diagrama da figura a seguir.

Enunciado 3793563-1

(VASCONCELOS, Helena Serafim. Autoestima, autoimagem e constituição

da identidade: um estudo com graduandos de psicologia. Revista Psicologia,

Diversidade e Saúde. 2017. Agosto; 6(3):195-206). Adaptado.

TEXTO II

Enunciado 3793563-2

TEXTO III

O cuitelinho*

Cheguei na beira do porto

Onde as ondas se espáia

As garça dá meia volta

E senta na beira da praia

E o cuitelinho não gosta

Que o botão de rosa caiaD), iá

Aí quando eu vim da minha terra

Despedi da parentaia

Eu entrei no Mato Grosso

Dei em terras paraguaia

Lá tinha revolução

Enfrentei forte bataia, iá

A tua saudade corta

Como aço de navaia

O coração fica aflito

Bate uma, a outra faia

Os zóio se enche d'água

Que até a vista se atrapaia, iá

*cuitelinho - Regionalismo para beija-flor (cuitelo) beija-flor pequeno.

(VANZOLINI, Paulo; XANDÓ, Antônio. Folclore recolhido. In:

BORTONI-RICARDO, Stella Maris. Educação em língua materna.

São Paulo: Parábola, 2004. p. 59).

TEXTO IV

Aquarela do Brasil

João Gilberto

Brasil!

Meu Brasil brasileiro

Meu mulato inzoneiro

Vou cantar-te nos meus versos

Brasil, samba que dá

Bamboleio, que faz gingar

O Brasil do meu amor

Terra de nosso Senhor

Abre a cortina do passado

Tira a mãe preta do cerrado

Bota o Rei Congo no congado

Canta de novo o trovador

A merencória* à luz da Lua

Toda canção do seu amor

Quero ver essa dona caminhando

Pelos salões arrastando

O seu vestido rendado

Esse coqueiro que dá coco

Oi! Onde amarro a minha rede

Nas noites claras de luar

Por essas fontes murmurantes

Onde eu mato a minha sede

Onde a Lua vem brincar

Esse Brasil lindo e trigueiro

É o meu Brasil brasileiro

Terra de samba e pandeiro

Brasil!

*merencória – melancólica.

(Ary Barroso. Aquarela do Brasil. Odeon: 1939). Adaptado.

Considerando todos os textos presentes, analise as assertivas a seguir.

I - Os textos enfatizam a construção coletiva da identidade nacional.

II - No texto II, não é possível perceber a ideia de coletividade, visto que o posicionamento apresentado é o da própria personagem.

III - Os textos II, III e IV reforçam que a identidade é uma construção pessoal.

IV - A imagem do texto I informa que nossas experiências e vivências individuais são essenciais para a construção da nossa identidade.

Segundo o que se afirma, conclui-se que:

 

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3339857 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EPCAR
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TEXTO I

O TEXTO I, é composto por DOIS FRAGMENTOS de artigos científicos que apresentam definições importantes sobre os conceitos de identidade, coletividade e identidade coletiva.

Fragmento I

Identidade Nacional e Memória Coletiva: aproximações possíveis

Caroline Gonzaga

Douglas Gasparin Arruda

O linguista José Luiz Fiorin (2009, p. 116-117) retratou que a identidade nacional é uma criação moderna: ela começou a ser construída no século XVIII e se desenvolveu plenamente no século XIX, já que antes dessa época não se pode falar em nações propriamente ditas. Podemos compreender que uma nação é feita por um legado de lembranças que é aceito por todos. Sendo assim, a nação é uma herança, tanto simbólica quanto material e pertencer a uma nação é ser herdeiro de um patrimônio comum. Dessa forma, a nacionalidade é também uma identidade. Entretanto, para criar um mundo de nações não bastava fazer um inventário de heranças, era preciso construí-las. Era necessário buscar um fato que pudesse testemunhar um passado prestigioso que representasse uma coesão nacional e esta é uma tarefa longa e coletiva. Assim sendo, a nação nasce de uma invenção e é condensada numa alma nacional que deve ser elaborada. É necessária uma história que estabeleça continuidade com ancestraisA), que elenque heróis e modelos de virtude nacionais, que se organize sob uma única língua e que tenha monumentos culturais, paisagem típica, hino, bandeira, especificidades culinárias, etc. Tudo isso leva a pensar que a identidade nacional é um discurso, e, como todo discurso, é constituída dialogicamente.

(GONZAGA, Caroline; ARRUDA, Douglas Gasparin. Identidade Nacional e

Memória Coletiva: aproximações possíveis. Revista Vernáculo, n° 50 –

segundo semestre/2022. p. 9-33.).

Fragmento II

Autoestima, autoimagem e constituição da identidade: um estudo com graduandos de psicologia

Helena Serafim Vasconcelos

A Teoria dos Estudos Culturais permite discutir a formação da identidade a partir de duas perspectivas distintas e concorrentes: a essencialista e a não essencialista. A primeira define que existe um conjunto cristalinoB) e autêntico de características que todos aqueles que pertençam a determinado grupo partilham e que não se modificam ao longo da história. Já a segunda, foca nas diferenças e nas semelhanças entre os indivíduos que componham certo grupo e deste para com outros grupos, pressupõe formas mutáveis de definição do que seja ser parte deste grupo com o passar do tempo. Nota-se, portanto, que esta última concebe que o ser humano seja capaz de assumir diversas posições identitárias tanto ao longo da própria vida como a partir do contexto social e cultural em que se encontre, afirmando a identidade a partir de um conceito relacional (WOODWARD, 2014). [...].

A perspectiva não essencialista, proposta pelos Estudos Culturais (Woodward, 2014; Hall, 2011) circunscreve o campo teórico desse estudo, permitindo perceber os conceitos de autoestima a partir da contextualização deste aspecto subjetivo na história dos sujeitos.

[...].

As concepções aqui apresentadas sobre a autoimagem, também se organizam a partir dessa perspectiva dinâmica, de múltiplas identidades. Configura-se como uma organização interna de si mesmo, composta por dados de realidade e dados subjetivos de autopercepção (MOSQUERA & STOBÄUS, 2006). Assim, compreende-se a autoestima e a autoimagem como características da subjetividade humana que apresentam um papel importante na forma como uma pessoa se relaciona com outras e consigo mesma, na constituição identitária propriamente dita, que vão, simultaneamente, organizar-se em torno do conceito de identidade aqui trabalhado, como apresentado no diagrama da figura a seguir.

Enunciado 3793563-1

(VASCONCELOS, Helena Serafim. Autoestima, autoimagem e constituição

da identidade: um estudo com graduandos de psicologia. Revista Psicologia,

Diversidade e Saúde. 2017. Agosto; 6(3):195-206). Adaptado.

TEXTO II

Enunciado 3793563-2

TEXTO III

O cuitelinho*

Cheguei na beira do porto

Onde as ondas se espáia

As garça dá meia volta

E senta na beira da praia

E o cuitelinho não gosta

Que o botão de rosa caiaD), iá

Aí quando eu vim da minha terra

Despedi da parentaia

Eu entrei no Mato Grosso

Dei em terras paraguaia

Lá tinha revolução

Enfrentei forte bataia, iá

A tua saudade corta

Como aço de navaia

O coração fica aflito

Bate uma, a outra faia

Os zóio se enche d'água

Que até a vista se atrapaia, iá

*cuitelinho - Regionalismo para beija-flor (cuitelo) beija-flor pequeno.

(VANZOLINI, Paulo; XANDÓ, Antônio. Folclore recolhido. In:

BORTONI-RICARDO, Stella Maris. Educação em língua materna.

São Paulo: Parábola, 2004. p. 59).

TEXTO IV

Aquarela do Brasil

João Gilberto

Brasil!

Meu Brasil brasileiro

Meu mulato inzoneiro

Vou cantar-te nos meus versos

Brasil, samba que dá

Bamboleio, que faz gingar

O Brasil do meu amor

Terra de nosso Senhor

Abre a cortina do passado

Tira a mãe preta do cerrado

Bota o Rei Congo no congado

Canta de novo o trovador

A merencória* à luz da Lua

Toda canção do seu amor

Quero ver essa dona caminhando

Pelos salões arrastando

O seu vestido rendado

Esse coqueiro que dá coco

Oi! Onde amarro a minha rede

Nas noites claras de luar

Por essas fontes murmurantes

Onde eu mato a minha sede

Onde a Lua vem brincar

Esse Brasil lindo e trigueiro

É o meu Brasil brasileiro

Terra de samba e pandeiro

Brasil!

*merencória – melancólica.

(Ary Barroso. Aquarela do Brasil. Odeon: 1939). Adaptado.

Observando o uso do vocábulo “que” no fragmento “Esse coqueiro que dá coco” (texto IV), assinale a alternativa na qual o vocábulo “que” apresenta a mesma classificação morfológica do fragmento transcrito nas alternativas abaixo.

 

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3339856 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EPCAR
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TEXTO IV

Aquarela do Brasil

João Gilberto

Brasil!

Meu Brasil brasileiro

Meu mulato inzoneiro

Vou cantar-te nos meus versos

Brasil, samba que dá

Bamboleio, que faz gingar

O Brasil do meu amor

Terra de nosso Senhor

Abre a cortina do passado

Tira a mãe preta do cerrado

Bota o Rei Congo no congado

Canta de novo o trovador

A merencória* à luz da Lua

Toda canção do seu amor

Quero ver essa dona caminhando

Pelos salões arrastando

O seu vestido rendado

Esse coqueiro que dá coco

Oi! Onde amarro a minha rede

Nas noites claras de luar

Por essas fontes murmurantes

Onde eu mato a minha sede

Onde a Lua vem brincar

Esse Brasil lindo e trigueiro

É o meu Brasil brasileiro

Terra de samba e pandeiro

Brasil!

*merencória – melancólica.

(Ary Barroso. Aquarela do Brasil. Odeon: 1939). Adaptado.

Analise os excertos abaixo, verificando a relação com os comentários apresentados e, em seguida, marque verdadeiro (V) ou falso (F) para cada um deles.

( ) “Vou cantar-te nos meus versos” – a alteração da posição do pronome oblíquo por “vou-te cantar nos meus versos” estaria incorreta, pois deve-se colocar o pronome enclítico em verbos no infinitivo.

( ) No trecho “Por essas fontes murmurantes / Onde eu mato a minha sede / Onde a Lua vem brincar”, a substituição dos termos sublinhados por “em que” não causaria erro sintático.

( ) No trecho “Esse Brasil lindo e trigueiro”, o pronome demonstrativo foi utilizado anaforicamente para introduzir informações novas.

( ) No trecho “A merencória à luz da Lua”, a retirada do acento grave indicativo de crase não gera prejuízo semântico, porém acarreta prejuízo sintático.

Assinale a alternativa correta.

 

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3339855 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EPCAR
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TEXTO IV

Aquarela do Brasil

João Gilberto

Brasil!

Meu Brasil brasileiro

Meu mulato inzoneiro

Vou cantar-te nos meus versos

Brasil, samba que dá

Bamboleio, que faz gingar

O Brasil do meu amor

Terra de nosso Senhor

Abre a cortina do passado

Tira a mãe preta do cerrado

Bota o Rei Congo no congado

Canta de novo o trovador

A merencória* à luz da Lua

Toda canção do seu amor

Quero ver essa dona caminhando

Pelos salões arrastando

O seu vestido rendado

Esse coqueiro que dá coco

Oi! Onde amarro a minha rede

Nas noites claras de luar

Por essas fontes murmurantes

Onde eu mato a minha sede

Onde a Lua vem brincar

Esse Brasil lindo e trigueiro

É o meu Brasil brasileiro

Terra de samba e pandeiro

Brasil!

*merencória – melancólica.

(Ary Barroso. Aquarela do Brasil. Odeon: 1939). Adaptado.

Sobre o texto IV, é correto afirmar que:

 

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3339854 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EPCAR
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TEXTO III

O cuitelinho*

Cheguei na beira do porto

Onde as ondas se espáia

As garça dá meia volta

E senta na beira da praia

E o cuitelinho não gosta

Que o botão de rosa caia, iá

Aí quando eu vim da minha terra

Despedi da parentaia

Eu entrei no Mato Grosso

Dei em terras paraguaia

Lá tinha revolução

Enfrentei forte bataia, iá

A tua saudade corta

Como aço de navaia

O coração fica aflito

Bate uma, a outra faia

Os zóio se enche d'água

Que até a vista se atrapaia, iá

*cuitelinho - Regionalismo para beija-flor (cuitelo) beija-flor pequeno.

(VANZOLINI, Paulo; XANDÓ, Antônio. Folclore recolhido. In:

BORTONI-RICARDO, Stella Maris. Educação em língua materna.

São Paulo: Parábola, 2004. p. 59).

Considerando que a linguagem poética é caracterizada pela subjetividade, no texto III, NÃO se pode afirmar que

 

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3339853 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EPCAR
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TEXTO III

O cuitelinho*

Cheguei na beira do porto

Onde as ondas se espáia

As garça dá meia volta

E senta na beira da praia

E o cuitelinho não gosta

Que o botão de rosa caia, iá

Aí quando eu vim da minha terra

Despedi da parentaia

Eu entrei no Mato Grosso

Dei em terras paraguaia

Lá tinha revolução

Enfrentei forte bataia, iá

A tua saudade corta

Como aço de navaia

O coração fica aflito

Bate uma, a outra faia

Os zóio se enche d'água

Que até a vista se atrapaia, iá

*cuitelinho - Regionalismo para beija-flor (cuitelo) beija-flor pequeno.

(VANZOLINI, Paulo; XANDÓ, Antônio. Folclore recolhido. In:

BORTONI-RICARDO, Stella Maris. Educação em língua materna.

São Paulo: Parábola, 2004. p. 59).

Leia o trecho retirado do texto III.

“Cheguei na beira do porto

Onde as ondas se espáia

As garça dá meia volta [...]”

Assinale a alternativa correta em relação à norma culta da língua.

 

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3339852 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EPCAR
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TEXTO III

O cuitelinho*

Cheguei na beira do porto

Onde as ondas se espáia

As garça dá meia volta

E senta na beira da praia

E o cuitelinho não gosta

Que o botão de rosa caia, iá

Aí quando eu vim da minha terra

Despedi da parentaia

Eu entrei no Mato Grosso

Dei em terras paraguaia

Lá tinha revolução

Enfrentei forte bataia, iá

A tua saudade corta

Como aço de navaia

O coração fica aflito

Bate uma, a outra faia

Os zóio se enche d'água

Que até a vista se atrapaia, iá

*cuitelinho - Regionalismo para beija-flor (cuitelo) beija-flor pequeno.

(VANZOLINI, Paulo; XANDÓ, Antônio. Folclore recolhido. In:

BORTONI-RICARDO, Stella Maris. Educação em língua materna.

São Paulo: Parábola, 2004. p. 59).

Considerando os recursos de linguagem figurada, qual das alternativas abaixo apresenta aqueles que estão presentes no texto III?

 

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3339851 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EPCAR
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TEXTO III

O cuitelinho*

Cheguei na beira do porto

Onde as ondas se espáia

As garça dá meia volta

E senta na beira da praia

E o cuitelinho não gosta

Que o botão de rosa caia, iá

Aí quando eu vim da minha terra

Despedi da parentaia

Eu entrei no Mato Grosso

Dei em terras paraguaia

Lá tinha revolução

Enfrentei forte bataia, iá

A tua saudade corta

Como aço de navaia

O coração fica aflito

Bate uma, a outra faia

Os zóio se enche d'água

Que até a vista se atrapaia, iá

*cuitelinho - Regionalismo para beija-flor (cuitelo) beija-flor pequeno.

(VANZOLINI, Paulo; XANDÓ, Antônio. Folclore recolhido. In:

BORTONI-RICARDO, Stella Maris. Educação em língua materna.

São Paulo: Parábola, 2004. p. 59).

Levando em consideração o texto III, é possível classificar as variações linguísticas como

 

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3339850 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EPCAR
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TEXTO III

O cuitelinho*

Cheguei na beira do porto

Onde as ondas se espáia

As garça dá meia volta

E senta na beira da praia

E o cuitelinho não gosta

Que o botão de rosa caia, iá

Aí quando eu vim da minha terra

Despedi da parentaia

Eu entrei no Mato Grosso

Dei em terras paraguaia

Lá tinha revolução

Enfrentei forte bataia, iá

A tua saudade corta

Como aço de navaia

O coração fica aflito

Bate uma, a outra faia

Os zóio se enche d'água

Que até a vista se atrapaia, iá

*cuitelinho - Regionalismo para beija-flor (cuitelo) beija-flor pequeno.

(VANZOLINI, Paulo; XANDÓ, Antônio. Folclore recolhido. In:

BORTONI-RICARDO, Stella Maris. Educação em língua materna.

São Paulo: Parábola, 2004. p. 59).

A canção “O cuitelinho” mostra como a jornada emocional do eu-lírico se relaciona com a busca da identidade cultural. Nesse sentido, assinale a alternativa correta.

 

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