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Um matemático, motivado a comparar duas ou mais séries de valores, preocupando-se com sua dispersão ou variabilidade, resolveu calcular o coeficiente de variação de uma amostra cuja média aritmética é 25, e desvio-padrão, 16. Assinale a alternativa que indique corretamente o valor do coeficiente de variação.
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1096308
Ano: 2019
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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Esta lei, em conformidade com o § 2º do artigo 165 da Constituição Federal, “...compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subsequente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento”.
Trata-se do(a)
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O desenvolvimento dos meios de comunicação na contemporaneidade modificou a prática do jornalismo, reconfigurando suas mediações sociais e culturais, em função do uso das novas tecnologias e das novas relações estabelecidas entre produtores e consumidores de informação. Isto é, o jornalismo se reinventa cotidianamente como discurso e prática social e impõe um olhar crítico aos pesquisadores. Dessa forma, ao mesmo tempo, o campo acadêmico do jornalismo se fortaleceu nas universidades de todo o país, possível de ser dimensionado na observação dos trabalhos desenvolvidos por diferentes entidades ligadas a essa prática e diante da publicação de uma vasta bibliografia que veio manter o debate sobre suas questões teóricas e metodológicas, aperfeiçoando as investigações.
PELINSON, F. Particularidades da
pesquisa em Jornalismo. In: Seminário
Internacional de Pesquisa em Comunicação,
2013, Santa Maria, Rio Grande do Sul. Anais
do Sipecom, 2013
Com base nesse fragmento de texto, é correto afirmar que
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Texto para a questão abaixo.
Religião e Bondade
Quantas maldades as religiões fizeram e ainda fazem em nome da bondade? Da inquisição na Idade Média, passando pela escravidão, pelo apartheid, pelos fundamentalismos contemporâneos e também pela intolerância religiosa no Brasil, resulta uma análise histórico-filosófica da relação entre religião e bondade.
No seu leito de morte, o filósofo francês judeu Henri Bergson (1859-1941) disse a um amigo, também filósofo, que na ocasião o visitava: “Passei a vida inteira procurando a verdade; deveria ter passado procurando ser bom”. Anos antes, esse grande e conhecido pensador quis se converter ao catolicismo, mas não o fez. Abriu mão da conversão, para ser solidário com seus irmãos e irmãs judeus, que foram dizimados durante a Segunda Guerra Mundial. Em outras palavras, negou a religião à qual gostaria de aderir, para ser bom. Exatamente ao abandonar a adesão à religião de que tanto gostava, ele tornou-se bom.Isso, contudo, não quer dizer que somente abandonando a religião alguém consegue ser bom.
Pensemos em São Francisco de Assis (1182-1226), conhecido como “pobrezinho de Assis”. Antes de sua conversão radical à fé cristã, sentia nojo dos “leprosos”, mal olhava para os pobres e não tinha qualquer vínculo afetivo profundo com a natureza. Após querer ser um cruzado, sonho comum a muitos jovens de seu tempo, Francisco conheceu uma tradução da Bíblia, quando estivera preso por causa de sua participação em um combate em Perúgia, na Itália. Acometido por algumas doenças, depois de um ano no cárcere, Francisco retorna ao lar transfigurado. Decidira abandonar tudo e seguir os passos de Cristo. Rapidamente, “converteu-se” aos pobres, aos leprosos e à natureza como um todo, passando a amá-los e protegê-los até a sua morte. Foi na religião que Francisco potencializou sua bondade universal.
Esses dois exemplos já nos deixam perceber a complexidade da relação entre religião e bondade. Podemos abandonar uma religião para exercer a bondade e podemos aderir a uma religião e, assim, fortalecer nossa capacidade de ser bondoso. Por outro lado, muitos exemplos históricos já nos fazem duvidar de que o simples fato de alguém ser religioso o leva a ser bom. Às vezes, como sabido, o que ocorre é o contrário.
O casamento entre altar religioso e poder político, na Idade Média, e também em outros momentos da história, nos mostra quando e como a religião, em nome da bondade, produz assassinatos, perseguições e outros diversos males. Quem lê o manual medieval de caça às bruxas, chamado O martelo das feiticeiras, de Heinrich Kraemer e James Sprenger, publicado originalmente em 1486, fica perplexo com a relação entre religião e maldade. Mulheres as mais diversas eram facilmente consideradas bruxas e deveriam ser perseguidas, silenciadas e mortas pelo fato de serem dotadas de “poderes demoníacos”.
Quantas mulheres foram assassinadas por não corresponderem aos ideais morais e religiosos da Igreja cristã? Em uma parte extremamente preconceituosa do referido livro, seus autores dizem que toda mulher é naturalmente torta, porque segue a primeira mulher, Eva, que nasceu da costela de Adão e a costela é torta. Por isso, toda mulher deveria ser corrigida, retificada, regulada, quando não presa e morta, caso não fosse corrigida.
A inquisição medieval não é a palavra final da maldade religiosa. Que se pense, agora, nos fundamentalismos religiosos contemporâneos. Homens-bomba, mulheres-bomba islâmicos, mas também Ku Klux Klan, movimento que se legitimava pela fé cristã, são sinais de que a maldade religiosa não morreu com o fim da Idade Média. O apartheid, por exemplo, foi institucionalizado pelo político e pastor protestante sul-africano Daniel François Malan (1874-1959), em 1948. Essa política segregacionista, que vinha se construindo por meio de medidas legais desde o início do século 20, produzindo a exclusão dos negros e a violência generalizada na África do Sul, durou até 1994. E isso ainda é pouco.
A escravidão de africanos e seus descendentes, que alimentou o desejo europeu de expansão econômica pela via da colonização, não somente foi legitimada pelas Igrejas católica e protestante, como também contou com teorias religiosas abomináveis, como aquela segundo a qual a pessoa negra não tinha alma humana, salvo se fosse batizada na fé cristã.
Isso transformou senhores de engenho no Brasil em benfeitores, uma vez que eles seriam responsáveis por “humanizarem” os escravos e as escravas, ao levá-los para as águas do batismo. A cruz descia goela abaixo, enquanto a chibata cortava corpos negros na América como um todo.
Também vale a pena lembrar da intolerância religiosa no Brasil. Cristãos falam que Deus é amor, porém alguns deles invadem terreiros de candomblé e de umbanda, destroem seus espaços e acreditam que estão promovendo a vontade de Deus. E a homofobia cristã? E a inferiorização da mulher em diversas religiões, sobretudo nas conhecidas religiões monoteístas – judaísmo, cristianismo e islamismo? Quem consegue enxergar bondade em práticas e teorias religiosas que promovem exclusão e diminuição do outro, ainda quando assim o fazem em nome do amor?
Isso tudo serve para mostrar que bondade e religião não são a mesma coisa. Como mostrado acima, a religião pode incentivar a maldade, a crueldade justamente em nome da bondade. Talvez seja esse o sentido do famoso ditado popular: “De boa intenção o inferno está cheio”. Os inquisidores medievais, por exemplo, não deveriam inquirir um “herege” querendo destruí-lo, mas só poderiam abordá-lo com misericórdia no coração. Aliás, deve-se lembrar que o tribunal da inquisição católica (também existiu inquisição protestante) era conhecido como “tribunal da misericórdia”. Quando o corpo de um herege queimava nas chamas por ordem do “braço secular”, que efetivamente enviava para o fogo aqueles e aquelas que a Igreja anteriormente havia julgado e condenado, os padres que participavam do processo deveriam ter o coração repleto de amor, pois estavam orando pela misericórdia divina e pela salvação de suas almas.
De fato, religião e bondade não são a mesma coisa. Mas, por que é assim? Por que discursos tão cheios de reverência ao sagrado, ao ser humano e à natureza muitas vezes produzem genocídio, ódio à diferença, ressentimento e práticas de exclusão? Qual a diferença da religião na vida de São Francisco de Assis para a religião (a mesma, diga-se de passagem) na vida dos inquisidores? Todas essas questões dependem diretamente do que chamamos de bondade. É a bondade que nos permite entender por que ora a religião condiciona práticas de destruição, ora a mesma religião pode possibilitar a bondade profunda das pessoas. Por isso, devemos perguntar: quando exercemos a bondade?
O que entendemos por bondade não possui qualquer traço individualista. É claro que muitas vezes falamos que alguém é bom individualmente, quando, por exemplo, possui um bom desempenho em um esporte coletivo ou mesmo individual. Falamos que alguém é um bom corredor e assim o dizemos pensando no indivíduo, que compete com os outros e os vence em uma competição. Portanto, é possível falar que alguém é bom justamente porque derrota os outros. Mas há uma outra bondade que não se refere à competitividade e nem pode gerar qualquer perspectiva individualista. Trata-se da bondade que se expressa nas relações de cooperação e solidariedade com os outros. Nessa bondade, o indivíduo é tanto melhor, quanto mais consegue fortalecer o outro. Por isso, nesse sentido, a bondade só existe quando o indivíduo se coloca como fonte de favorecimento da vida do outro. Em outras palavras, alteridade e bondade são termos que se interpenetram de ponta a ponta.
Toda a questão recai em saber o que significa a alteridade, o outro, que é o alvo da minha bondade. Ser outro não é ser alguém que eu não sou. Ser outro é ser irredutível a mim, é ser o radicalmente diferente, o que jamais pode ser assimilado ao meu modo de pensar, sentir e querer. Por isso, quando me relaciono com o outro, me relaciono com o inadequado, com o indizível, com aquele ou aquela que jamais pode ser enquadrado nos limites do meu conhecimento ou mesmo dos meus sentimentos. Relacionar-se com o outro é abrir mão de formas narcisistas de viver. Em outros termos, só nos relacionamos com o outro quando nos abrimos àquele ou àquela que jamais se identifica comigo por inteiro. Isso é extremamente difícil.
Quase sempre não nos relacionamos com o outro, mas com o que o outro pensa, com a cor da pele do outro, com a profissão que desempenha, com o time de futebol de alguém, com as crenças religiosas que ele ou ela tem. Quando rotulamos alguém, quando o enquadramos nos referenciais de nossa religião, quando o reduzimos à nossa moralidade, então, não mais nos relacionamos com o outro, mas com um objeto que pode ser usado, manipulado e, por vezes, descartado. Por isso, onde usamos e funcionalizamos alguém, matamos sua alteridade, destruímos seu modo de ser outro. Onde o outro aparece, relações gratuitas se estabelecem. (...)
Por vezes, a religião é um espaço de potencialização da bondade; outras vezes, é o contrário que acontece. Isso, talvez, nos possibilite pensar em um termômetro para a religiosidade humana: quanto mais uma religião me favorece a me abrir ao outro para fortalecer o seu caminho, melhor ela é. Quanto mais ela me fecha em mim mesmo, promovendo a ditadura do individualismo e do egocentrismo, por mais que fale de Deus, de amor ou de qualquer outra realidade sagrada, pior ela é.
Em outras palavras, a qualidade da experiência religiosa pode ser medida pela sua capacidade de promover a bondade humana. Foi exatamente isso que Dalai Lama falou para o teólogo brasileiro Leonardo Boff, no intervalo de um encontro promovido pela ONU, após ser perguntado por este qual seria a melhor religião. Sua resposta foi: “Aquela que te faz melhor”. Para explicar sua resposta, continuou: “Aquela que te faz mais compassivo é a melhor religião”. Não seria o mesmo que afirmar que a melhor religião é aquela que faz alguém mais bondoso? Se for assim, então, todos os ritos, mitos, dogmas, conceitos de Deus etc. só têm sentido se tornam o ser humano mais capaz de fortalecer outros humanos (sem contar a natureza como um todo). Por isso, quando a religião fortalece a maldade humana, melhor é abandoná-la para ficar com a bondade humana, pois é esta que nos permite entender a grandeza de qualquer divindade: ser capaz de tornar os seres humanos mais humanizados.
(Alexandre Marques Cabral. Departamento de Filosofia, Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Ciência Hoje, texto publicado em 12/9/2019. Disponível em cienciahoje.org.br)
A escravidão de africanos e seus descendentes, que alimentou o desejo europeu de expansão econômica pela via da colonização, não somente foi legitimada pelas Igrejas católica e protestante, como também contou com teorias religiosas abomináveis, como aquela segundo a qual a pessoa negra não tinha alma humana, salvo se fosse batizada na fé cristã.
A respeito do trecho acima, analise as afirmativas a seguir:
I. O período é composto por seis orações.
II. O período apresenta uma oração subordinada adverbial conformativa.
III. Há, no período, uma oração coordenada sindética aditiva.
Assinale
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1084194
Ano: 2019
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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Um sistema de computador pode possuir diferentes tipos de memória. Cada uma delas tem funcionamento diferente entre si, sendo utilizadas para tarefas específicas dentro do sistema de computador. A respeito das memórias de um computador, analise as afirmativas a seguir:
I. Memória principal é também chamada de memória real. São memórias que o processador pode endereçar diretamente, sendo indispensáveis para o funcionamento do computador.
II. Memórias RAM, ROM, registradores e cache são consideradas como Memórias secundárias.
III. São consideradas como Memórias secundárias aquelas não voláteis e que permitem o armazenamento permanente de dados.
IV. Normalmente, os dados armazenados em Memórias secundárias são apagados após o desligamento do computador.
Assinale
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- Fundamentos de ProgramaçãoAnálise Assintótica (Notação Big-O)
- Fundamentos de ProgramaçãoComplexidade
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: ListaLista Encadeada
Considere a implementação de uma lista simples encadeada e não ordenada. Suponha que tenha sua representação apenas com um ponteiro na cabeça. Dada a representação, analise os itens a seguir, em relação às operações podem ser implementadas no tempo O(1):
I. inserção no início da lista encadeada;
II. inserção no final da lista encadeada;
III. exclusão do nó inicial da lista encadeada;
IV. exclusão do último nó da lista encadeada.
Assinale
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Quase sempre, a transfusão de sangue total não oferece benefícios em relação à transfusão de hemocomponentes; daí o seu uso extremamente restrito. No que diz respeito à dose de administração, ou seja, volume a ser transfundido, deve ser ajustado para atingir o mais alto Hematócrito (Ht) pós-transfusional, dependendo de cada situação clínica. Com isso, assinale a alternativa correta quanto à fórmula para cálculo do volume a ser transfundido.
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Às vezes, os fenômenos de crescimento registrados em algumas regiões deprimidas não significam que as disparidades regionais estejam em vias de diminuição ou de absorção. Se as atividades recentemente instaladas são responsáveis por relações privilegiadas com outras atividades locais ou pela utilização de matérias-primas da região, é possível que os efeitos cumulativos assim provocados contribuam para reduzir os desníveis. Em caso contrário, ocorre o crescimento estatístico, dito às vezes econômico, mas não crescimento social ou socioeconômico. (SANTOS, Milton. O Espaço Dividido: Dois Circuitos da Economia Urbana dos Países Subdesenvolvidos. São Paulo: Editora Universidade de São Paulo, 2008, p. 299 – 300.)
De acordo com a citação de Milton Santos acima, assinale a alternativa correta sobre os aspectos políticos, administrativos e socioeconômicos das regiões brasileiras.
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O Programa Nacional de Imunização tem como missão o controle, a erradicação e a eliminação de doenças imunopreveníveis com base na oferta de imunobiológicos à população. No entanto, algumas pessoas podem apresentar situações que contraindiquem ou que seja necessário o adiamento da aplicação dos imunibiológicos. A seguir, são listadas falsas contrain dicações para a realização da vacinação:
I. Diagnósticos clínicos prévios de doenças, tais como tuberculose, coqueluche, tétano, difteria, poliomielite, sarampo, caxumba e rubéola.
II. Usuário de dose imunossupressora de corticoide só deve ser vacinado 90 dias após a suspensão ou o término do tratamento.
III. Usuários com imunodeficiência clínica ou laboratorial grave não devem receber vacinas de agentes vivos atenuados.
IV. Doença neurológica estável ou pregressa com sequela presente.
V. Ocorrência de hipersensibilidade (reação anafilática) confirmada após o recebimento de dose anterior.
Analise os itens acima e assinale
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Considere uma transmissão entre o hospedeiro A e B cujo enlace possui uma MTU de 1500 bytes, incluindo os 20 bytes de cabeçalho. O comprimento do datagrama indicado no cabeçalho é de 4 mil bytes, e o seu número de identificação é de 300. Empregando o processo de fragmentação realizado no roteador, assinale a alternativa que especifique corretamente o número de fragmentos e o valor indicado pelo campo de deslocamento em cada fragmento.
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