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Foram encontradas 463 questões.

1295958 Ano: 2019
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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Em ciências da computação, um dos grandes desafios trabalhados por Rudolf Bayer e Edward Meyers McCreight, em 1971, foi a criação da Árvore B para estruturação e organização dos dados nos discos de armazenamento. A técnica Árvore B é formada por um conjunto de elementos que armazenam informações chamados nodos, os quais podem ser classificados como Raiz ou nó folha. Árvore B é uma das técnicas criadas para otimizar o tempo de acesso aos dados salvo em tabelas. Esse método é largamente empregado como forma de armazenamento em memória secundária, entre outras aplicabilidades, nos mais variados tipos de sistemas de arquivos e bancos de dados, como Oracle, Postgres, entre outros.

Analise a Árvore B abaixo, de ordem 5, e realize a remoção do elemento nó folha 18.

Enunciado 1295958-1

Assinale a alternativa que demonstre corretamente como os dados estarão organizados após a remoção.

 

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1295957 Ano: 2019
Disciplina: Administração Geral
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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O treinamento é um processo cíclico e contínuo composto de quatro etapas, segundo Chiavenato. São elas
 

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1292819 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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Considere a tabela, a figura e as afirmações a seguir:
Enunciado 1292819-1
Nesse cenário, no âmbito da vigilância epidemiológica, todo caso suspeito ou confirmado de sarampo deve ser notificado imediatamente além de digitação e transferência imediata pelo Sistema de Informação de Agravos Notificáveis (Sinan).
Enunciado 1292819-2
No decorrer das semanas epidemiológicas do ano de 2019, de acordo com a curva epidêmica e a distribuição dos números confirmados segundo estado de ocorrência, o percentual de casos de sarampo
I. Oscilou no decorrer das semanas epidemiológicas desse ano, com aumento gradativo em curva crescente dos casos confirmados nas quatro primeiras semanas. Os casos confirmados de maiores índices também são observados na semana 7, 8, 10, 12 e 14.
II. Diminuiu na semana epidemiológica 10 e entre as semanas 13 e 15 de 2019, de uma forma geral.
III. Melhorou nas primeiras semanas do ano, visto que a taxa de incidência total para o período analisado foi de 0,06 por 100.000 habitantes.
IV. Aumentou nos estados com surto ativo, o qual é definido como um tipo de epidemia em que os casos se restringem a uma área geográfica pequena e bem delimitada ou a uma população institucionalizada, em que a cadeia de transmissão do último caso tenha sido confirmada há menos de 90 dias ou menos de 12 semanas epidemiológicas.
Em relação aos dados apresentados, assinale
 

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1291777 Ano: 2019
Disciplina: Teologia
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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O parágrafo primeiro do cânon 204, do Código de Direito Canônico, estabelece que fiéis são todos aqueles que, pelo batismo, são incorporados a Cristo e participam, a seu modo, do múnus sacerdotal, profético e régio de Cristo e são chamados a exercer, no mundo, a missão que Deus confiou à Igreja. Diante disso, segundo o que é definido pelos cânones 208-223, a respeito das obrigações e direitos de todos os fiéis, é correto afirmar que
 

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1291746 Ano: 2019
Disciplina: Comunicação Social
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
O jornalismo é uma prática social que se distingue das outras pelo compromisso ético peculiar e pela dupla representação social: jornalistas podem ser vistos, de maneira ampla, como intermediários no tráfego social da informação ou, de maneira estrita, como agentes a serviço de causas consideradas nobres. A razão dessa duplicidade é histórica e suas consequências ganham relevância numa época em que as narrativas impostas se sobrepõem e determinam os fatos.
LAGE, N. Conceitos de Jornalismo e Papéis
sociais Atribuídos aos Jornalistas. Pauta
Geral - Estudos em Jornalismo, [s.l.], v. 1,
n. 1, p.20-25, 30 jun. 2014.
Considerando as informações apresentadas, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. No conceito amplo, que os críticos chamam de neutro, jornalismo é atividade de natureza técnica caracterizada por compromisso ético. O jornalista deve saber selecionar o que interessa e é útil ao público (o seu público, o público-alvo).
PORQUE
II. Em qualquer organização em que atue, o jornalista deverá empenhar-se pela mais ampla difusão dos fatos de interesses público, pela confiabilidade dos dados, relatos e análises de terceiros que divulga e pelo respeito à pluralidade de interesses que conflitam na sociedade.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
 

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1287064 Ano: 2019
Disciplina: Teologia
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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O cânon 204, do Código de Direito Canônico, em seus dois parágrafos, evita estabelecer uma identificação pura e simples dos termos “Igreja de Cristo” e “Igreja Católica”, demonstrando abertura ecumênica, ao dar espaço para a compreensão de que outras denominações também compõem a Igreja de Cristo. Diante disso, tendo em vista o trânsito religioso entre igrejas cristãs, tão comum no cotidiano pastoral, uma das questões que surgem diz respeito à validade do batismo de uma pessoa convertida ao catolicismo, vindo de outra tradição cristã, tal como sugere o cânon 869 do Código. Estando, pois, o clérigo diante de uma situação da qual se duvide do batismo de cristão convertido ao catolicismo, após séria investigação, deve-se proceder com o chamado batismo sob condição (cf. cân 869), excluindo-se algumas tradições religiosas.
Assinale a tradição religiosa de cujo batismo se deve prudentemente duvidar e que, por essa razão, requer-se que novo batismo seja administrado, sob condição.
 

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1284240 Ano: 2019
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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Com relação ao Decreto Federal 93.872, de 23/12/1986, que “dispõe sobre a unificação dos recursos de Caixa do Tesouro Nacional, atualiza e consolida a legislação pertinente”, assinale a alternativa correta.
 

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1283049 Ano: 2019
Disciplina: Comunicação Social
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
Durante o dia a dia da cobertura noticiosa, os jornalistas estruturam seu trabalho por meio de rotinas produtivas. Elas permitem que os repórteres transformem acontecimentos em notícias sem grandes sobressaltos, se constituam num atalho capaz de facilitar as decisões pessoais dos jornalistas. São também uma forma eficaz de lidar com os constrangimentos do tempo, já que a consciência temporal estaria subjacente à estrutura básica das rotinas. Por outro lado, as rotinas representam um recorte artificial dos fatos, pois induzem os jornalistas a adaptar a complexidade de um acontecimento ao seu esquema de produção.
PEREIRA, F. H.; LACERDA, A. G.; SANTOS,
M. M. As rotinas produtivas na cobertura
jornalística da presidência do Brasil .
Disponível em:
<http://www.bocc.ubi.pt/pag/pereira-fabiohenrique-
rotinas-produtivas.pdf>. Acesso em:
24 jul. 2019
Com base nesse fragmento de texto, é correto afirmar que
 

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1279053 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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Avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. As precauções gerais e lembretes sugeridos para implementação das diretrizes nacionais de fornecimento de plantas medicinais e fitoterápicos afirmam que o uso de fitoterápicos industrializados deve ser fornecido de acordo com critérios estabelecidos; dentre eles, atender todas as exigências legais da Anvisa para registro de fitoterápicos.
PORQUE
II. Os serviços deverão respeitar a legislação vigente sobre manipulação, preconizada pela Anvisa. Os fitoterápicos deverão ser dispensados sob supervisão de farmacêuticos, mediante receita de prescritores.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
 

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1279030 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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Texto para a questão abaixo.
Religião e Bondade
Quantas maldades as religiões fizeram e ainda fazem em nome da bondade? Da inquisição na Idade Média, passando pela escravidão, pelo apartheid, pelos fundamentalismos contemporâneos e também pela intolerância religiosa no Brasil, resulta uma análise histórico-filosófica da relação entre religião e bondade.
No seu leito de morte, o filósofo francês judeu Henri Bergson (1859-1941) disse a um amigo, também filósofo, que na ocasião o visitava: “Passei a vida inteira procurando a verdade; deveria ter passado procurando ser bom”. Anos antes, esse grande e conhecido pensador quis se converter ao catolicismo, mas não o fez. Abriu mão da conversão, para ser solidário com seus irmãos e irmãs judeus, que foram dizimados durante a Segunda Guerra Mundial. Em outras palavras, negou a religião à qual gostaria de aderir, para ser bom. Exatamente ao abandonar a adesão à religião de que tanto gostava, ele tornou-se bom.Isso, contudo, não quer dizer que somente abandonando a religião alguém consegue ser bom.
Pensemos em São Francisco de Assis (1182-1226), conhecido como “pobrezinho de Assis”. Antes de sua conversão radical à fé cristã, sentia nojo dos “leprosos”, mal olhava para os pobres e não tinha qualquer vínculo afetivo profundo com a natureza. Após querer ser um cruzado, sonho comum a muitos jovens de seu tempo, Francisco conheceu uma tradução da Bíblia, quando estivera preso por causa de sua participação em um combate em Perúgia, na Itália. Acometido por algumas doenças, depois de um ano no cárcere, Francisco retorna ao lar transfigurado. Decidira abandonar tudo e seguir os passos de Cristo. Rapidamente, “converteu-se” aos pobres, aos leprosos e à natureza como um todo, passando a amá-los e protegê-los até a sua morte. Foi na religião que Francisco potencializou sua bondade universal.
Esses dois exemplos já nos deixam perceber a complexidade da relação entre religião e bondade. Podemos abandonar uma religião para exercer a bondade e podemos aderir a uma religião e, assim, fortalecer nossa capacidade de ser bondoso. Por outro lado, muitos exemplos históricos já nos fazem duvidar de que o simples fato de alguém ser religioso o leva a ser bom. Às vezes, como sabido, o que ocorre é o contrário.
O casamento entre altar religioso e poder político, na Idade Média, e também em outros momentos da história, nos mostra quando e como a religião, em nome da bondade, produz assassinatos, perseguições e outros diversos males. Quem lê o manual medieval de caça às bruxas, chamado O martelo das feiticeiras, de Heinrich Kraemer e James Sprenger, publicado originalmente em 1486, fica perplexo com a relação entre religião e maldade. Mulheres as mais diversas eram facilmente consideradas bruxas e deveriam ser perseguidas, silenciadas e mortas pelo fato de serem dotadas de “poderes demoníacos”.
Quantas mulheres foram assassinadas por não corresponderem aos ideais morais e religiosos da Igreja cristã? Em uma parte extremamente preconceituosa do referido livro, seus autores dizem que toda mulher é naturalmente torta, porque segue a primeira mulher, Eva, que nasceu da costela de Adão e a costela é torta. Por isso, toda mulher deveria ser corrigida, retificada, regulada, quando não presa e morta, caso não fosse corrigida.
A inquisição medieval não é a palavra final da maldade religiosa. Que se pense, agora, nos fundamentalismos religiosos contemporâneos. Homens-bomba, mulheres-bomba islâmicos, mas também Ku Klux Klan, movimento que se legitimava pela fé cristã, são sinais de que a maldade religiosa não morreu com o fim da Idade Média. O apartheid, por exemplo, foi institucionalizado pelo político e pastor protestante sul-africano Daniel François Malan (1874-1959), em 1948. Essa política segregacionista, que vinha se construindo por meio de medidas legais desde o início do século 20, produzindo a exclusão dos negros e a violência generalizada na África do Sul, durou até 1994. E isso ainda é pouco.
A escravidão de africanos e seus descendentes, que alimentou o desejo europeu de expansão econômica pela via da colonização, não somente foi legitimada pelas Igrejas católica e protestante, como também contou com teorias religiosas abomináveis, como aquela segundo a qual a pessoa negra não tinha alma humana, salvo se fosse batizada na fé cristã.
Isso transformou senhores de engenho no Brasil em benfeitores, uma vez que eles seriam responsáveis por “humanizarem” os escravos e as escravas, ao levá-los para as águas do batismo. A cruz descia goela abaixo, enquanto a chibata cortava corpos negros na América como um todo.
Também vale a pena lembrar da intolerância religiosa no Brasil. Cristãos falam que Deus é amor, porém alguns deles invadem terreiros de candomblé e de umbanda, destroem seus espaços e acreditam que estão promovendo a vontade de Deus. E a homofobia cristã? E a inferiorização da mulher em diversas religiões, sobretudo nas conhecidas religiões monoteístas – judaísmo, cristianismo e islamismo? Quem consegue enxergar bondade em práticas e teorias religiosas que promovem exclusão e diminuição do outro, ainda quando assim o fazem em nome do amor?
Isso tudo serve para mostrar que bondade e religião não são a mesma coisa. Como mostrado acima, a religião pode incentivar a maldade, a crueldade justamente em nome da bondade. Talvez seja esse o sentido do famoso ditado popular: “De boa intenção o inferno está cheio”. Os inquisidores medievais, por exemplo, não deveriam inquirir um “herege” querendo destruí-lo, mas só poderiam abordá-lo com misericórdia no coração. Aliás, deve-se lembrar que o tribunal da inquisição católica (também existiu inquisição protestante) era conhecido como “tribunal da misericórdia”. Quando o corpo de um herege queimava nas chamas por ordem do “braço secular”, que efetivamente enviava para o fogo aqueles e aquelas que a Igreja anteriormente havia julgado e condenado, os padres que participavam do processo deveriam ter o coração repleto de amor, pois estavam orando pela misericórdia divina e pela salvação de suas almas.
De fato, religião e bondade não são a mesma coisa. Mas, por que é assim? Por que discursos tão cheios de reverência ao sagrado, ao ser humano e à natureza muitas vezes produzem genocídio, ódio à diferença, ressentimento e práticas de exclusão? Qual a diferença da religião na vida de São Francisco de Assis para a religião (a mesma, diga-se de passagem) na vida dos inquisidores? Todas essas questões dependem diretamente do que chamamos de bondade. É a bondade que nos permite entender por que ora a religião condiciona práticas de destruição, ora a mesma religião pode possibilitar a bondade profunda das pessoas. Por isso, devemos perguntar: quando exercemos a bondade?
O que entendemos por bondade não possui qualquer traço individualista. É claro que muitas vezes falamos que alguém é bom individualmente, quando, por exemplo, possui um bom desempenho em um esporte coletivo ou mesmo individual. Falamos que alguém é um bom corredor e assim o dizemos pensando no indivíduo, que compete com os outros e os vence em uma competição. Portanto, é possível falar que alguém é bom justamente porque derrota os outros. Mas há uma outra bondade que não se refere à competitividade e nem pode gerar qualquer perspectiva individualista. Trata-se da bondade que se expressa nas relações de cooperação e solidariedade com os outros. Nessa bondade, o indivíduo é tanto melhor, quanto mais consegue fortalecer o outro. Por isso, nesse sentido, a bondade só existe quando o indivíduo se coloca como fonte de favorecimento da vida do outro. Em outras palavras, alteridade e bondade são termos que se interpenetram de ponta a ponta.
Toda a questão recai em saber o que significa a alteridade, o outro, que é o alvo da minha bondade. Ser outro não é ser alguém que eu não sou. Ser outro é ser irredutível a mim, é ser o radicalmente diferente, o que jamais pode ser assimilado ao meu modo de pensar, sentir e querer. Por isso, quando me relaciono com o outro, me relaciono com o inadequado, com o indizível, com aquele ou aquela que jamais pode ser enquadrado nos limites do meu conhecimento ou mesmo dos meus sentimentos. Relacionar-se com o outro é abrir mão de formas narcisistas de viver. Em outros termos, só nos relacionamos com o outro quando nos abrimos àquele ou àquela que jamais se identifica comigo por inteiro. Isso é extremamente difícil.
Quase sempre não nos relacionamos com o outro, mas com o que o outro pensa, com a cor da pele do outro, com a profissão que desempenha, com o time de futebol de alguém, com as crenças religiosas que ele ou ela tem. Quando rotulamos alguém, quando o enquadramos nos referenciais de nossa religião, quando o reduzimos à nossa moralidade, então, não mais nos relacionamos com o outro, mas com um objeto que pode ser usado, manipulado e, por vezes, descartado. Por isso, onde usamos e funcionalizamos alguém, matamos sua alteridade, destruímos seu modo de ser outro. Onde o outro aparece, relações gratuitas se estabelecem. (...)
Por vezes, a religião é um espaço de potencialização da bondade; outras vezes, é o contrário que acontece. Isso, talvez, nos possibilite pensar em um termômetro para a religiosidade humana: quanto mais uma religião me favorece a me abrir ao outro para fortalecer o seu caminho, melhor ela é. Quanto mais ela me fecha em mim mesmo, promovendo a ditadura do individualismo e do egocentrismo, por mais que fale de Deus, de amor ou de qualquer outra realidade sagrada, pior ela é.
Em outras palavras, a qualidade da experiência religiosa pode ser medida pela sua capacidade de promover a bondade humana. Foi exatamente isso que Dalai Lama falou para o teólogo brasileiro Leonardo Boff, no intervalo de um encontro promovido pela ONU, após ser perguntado por este qual seria a melhor religião. Sua resposta foi: “Aquela que te faz melhor”. Para explicar sua resposta, continuou: “Aquela que te faz mais compassivo é a melhor religião”. Não seria o mesmo que afirmar que a melhor religião é aquela que faz alguém mais bondoso? Se for assim, então, todos os ritos, mitos, dogmas, conceitos de Deus etc. só têm sentido se tornam o ser humano mais capaz de fortalecer outros humanos (sem contar a natureza como um todo). Por isso, quando a religião fortalece a maldade humana, melhor é abandoná-la para ficar com a bondade humana, pois é esta que nos permite entender a grandeza de qualquer divindade: ser capaz de tornar os seres humanos mais humanizados.
(Alexandre Marques Cabral. Departamento de Filosofia, Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Ciência Hoje, texto publicado em 12/9/2019. Disponível em cienciahoje.org.br)
Em outras palavras, negou a religião à qual gostaria de aderir, para ser bom.
No trecho acima, há correção gramatical quanto às regras de regência.
Assinale a alternativa em que, alterando-se o segmento sublinhado, manteve-se a correção gramatical segundo a norma culta. Desconsidere inevitáveis alterações de sentido.
 

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