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Mulher de 55 anos em seguimento por síndrome nefrótica primária, hipertensão e diabetes mellitus. Após introdução de captopril, evoluiu com redução do volume urinário e piora das escórias nitrogenadas, sendo diagnosticada como injúria renal aguda, KDIGO 2. Baseado na sua principal hipótese etiológica da piora da função renal, espera-se da avaliação complementar:
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Em paciente com insuficiência cardíaca descompensada, associada à fibrilação atrial, em relação ao controle de ritmo versus controle de frequência, é preconizado, durante a fase de descompensação:
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Homem de 60 anos, etilista, hipertenso, diabético, procura consultório com quadro de dor lombar à direita, em cólica, irradiada para região testicular, associada a náuseas e hematúria, de início há 2 dias. Ao exame físico, apresentava- se com hipersensibilidade à percussão lombar direita. O exame que é padrão ouro para o diagnóstico da principal hipótese diagnóstica é:
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Homem jovem inicia quadro de fraqueza progressiva de membros inferiores e superiores, com progressão de sintomas em 1 semana, de caráter simétrico, sem acometimento sensitivo. Relata história recente de gastroenterocolite aguda. Nega outros antecedentes pessoais patológicos. Ao exame físico, força motora reduzida em 4 membros, deambulando com auxílio, reflexos reduzidos, sem alteração do nível de consciência. Coleta de líquido cefalorraquidiano evidenciou proteinorraquia (180 mg/dL) e 3 células/mm3. A recomendação de tratamento, com base na sua principal hipótese diagnóstica, é:
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Paciente jovem está internado há 45 dias por lesão axonal difusa, pós-acidente automobilístico, tendo apresentado pneumonia nosocomial, úlcera de pressão infectada e infecção de corrente sanguínea. Quando estava em programação de alta hospitalar, passou a apresentar diarreia sanguinolenta, associada a dores abdominais e febre. Iniciada investigação complementar. Se confirmada a principal hipótese diagnóstica, a conduta adequada é:
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Homem de 65 anos é levado ao consultório por filhos, devido a tontura, mal-estar e confusão mental. Relata que fazia uso de hidroclorotiazida para hipertensão essencial. Recentemente, foi associado propranolol e losartana pelo clínico da UBS. À entrada, apresentava-se com PA 140 x 98 mmHg, frequência cardíaca de 38 bpm, aparelho respiratório sem alterações. Eletrocardiograma demonstrou bloqueio atrioventricular de 2º grau, Mobitz II. A conduta adequada, além da suspensão do propranolol, é:
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Mulher de 65 anos procura pronto-socorro devido à tosse produtiva há 3 dias, evoluindo com febre, prostração e sonolência. Tem diagnóstico de pneumopatia crônica secundária a tabagismo, associada a bronquiectasias em uso crônico de prednisona 20 mg/dia, budesonida e formoterol inalatório. Há 7 dias, apresentou internação por 72 horas devido à doença pulmonar obstrutiva crônica exacerbada, recebendo alta com amoxacilina. Ao exame físico apresentava-se em mau estado geral, desidratada, descorada, PA 62 x 43 mmHg. Aparelho respiratório: murmúrios vesiculares presentes, com estertores em base direita e roncos difusos, frequência respiratória 32 ipm. Aparelho cardiovascular: ritmo cardíaco regular em 2 tempos, sem sopros, frequência 120 bpm. Abdome: ruídos presentes, flácido, indolor à palpação. Extremidades sem alterações. Com base no quadro apresentado, além das medidas iniciais de ressuscitação volêmica da sepse, a escolha antibiótica adequada é:
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Em relação ao tratamento da exacerbação aguda da asma no adulto, é preconizado:
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Mulher de 66 anos, com história de hipertensão essencial e diabetes mellitus, vem ao serviço por hemiparesia à esquerda e desvio de rima à direita, rebaixamento do nível de consciência de início súbito há 2 horas. Está em uso de losartana 50 mg 12/12h e atenolol 25 mg de 12/12h. Ao exame físico, apresentava-se corada, hidratada, PA 158 x 106 mmHg, anictérica, afebril. Aparelho respiratório: murmúrios vesiculares presentes, sem ruídos adventícios, frequência respiratória de 24 incursões por minuto. Aparelho cardiovascular: ritmo cardíaco regular, em 2 tempos, frequência de 94 bpm. Abdome: ruídos presentes, flácido, indolor à palpação. Extremidades sem edema, pulsos presentes. Hemiparesia à esquerda proporcionada, grau I, desvio de rima à direita, National Institutes of Health Stroke Scale (NIHSS=20). Glicemia capilar: 117 mg/dL. Tomografia computadorizada (TC) de crânio sem sinais de sangramento. Iniciada trombólise com alteplase, conforme protocolo do serviço. Após 12 horas, evolui com cefaleia e rebaixamento do nível de consciência. Tomografia de crânio evidenciou hemorragia intraparenquimatosa. Solicitados exames laboratoriais pertinentes e solicitada avaliação da neurocirurgia e hematologia.
A conduta imediata é:
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Homem de 46 anos com história de internação recente por covid-19, tendo recebido alta hospitalar há 15 dias, vinha evoluindo bem, porém com dificuldade para deambulação e fraqueza para realizar as atividades diárias. Há 2 horas, apresentou dispneia de início súbito, sem tosse, febre ou qualquer outro sintoma. Ao exame físico, apresentava-se taquipneico, PA 62 x 32 mmHg, perfusão periférica lentificada. Aparelho respiratório: murmúrios vesiculares presentes, sem ruídos adventícios, frequência respiratória de 38 incursões por minuto. Aparelho cardiovascular: ritmo cardíaco regular, em 2 tempos, sem sopros, frequência de 120 bpm. Abdome: ruídos presentes, flácido, indolor à palpação. Sem alterações ao exame físico neurológico. Solicitada gasometria arterial na urgência, que evidenciou pH 7,48, PO2 45 mmHg, PCO2 22 mmHg, Bicarbonato 22 mEq/L, saturação de O2 82%, lactato 0,8 mmol/L. Realizado ecocardiograma transtorácico à beira leito, que evidenciou disfunção de ventrículo direito. Não há disponibilidade de angiotomografia no serviço.
A conduta adequada é:
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