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Em 15 dias, o Exército Brasileiro participará de missão interministerial do Governo Federal que reforçará o atendimento em saúde na Amazônia para reduzir os impactos do surto da COVID-19 e das enchentes. Para as comunidades afetadas, serão transportados materiais e insumos diversos, além de cestas de alimentos. A população das localidades onde estão instalados Pelotões Especiais de Fronteira do Exercito também receberá a visita das equipes de saúde. Frente a essa situação, considerando que as ações serão desenvolvidas em áreas de risco para a febre amarela, no âmbito da saúde, ao preparar os militares que participarão da missão, o enfermeiro deve
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A criação do Ministério da Saúde ocorreu em
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Considere a notícia a seguir.
Novo medicamento entra no rol do SUS para combate ao diabetes em Minas
Pacientes com diabetes têm agora mais uma opção de medicamento, acessível pelo Sistema Único de Saúde (SUS), para tratamento da doença. Minas Gerais acaba de ampliar a oferta de remédios para pessoas com diabetes mellitus tipo 2 (DM2), com a dapaglifozina.
O fármaco é indicado para portadores dessa classe de diabetes, com 65 anos ou mais, com doença cardiovascular estabelecida ou com doença renal relacionada ao transtorno. O formulário de solicitação do medicamento já foi disponibilizado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES).
Essa é mais uma alternativa para o controle dos níveis de glicose no sangue, prevenindo e reduzindo os impactos do desequilíbrio na saúde.
A decisão de incorporar o novo medicamento como alternativa ao tratamento de diabetes tipo 2 é considerada pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia - Regional Minas Gerais (SBEM-MG) um avanço para aqueles com doença cardiovascular ou renal.
O alvo é, entre o público dentro do perfil definido para o uso da dapagliflozina, principalmente pessoas que não conseguiram controle adequado da DM2 em outros tratamentos.
Até o momento, o SUS fornece à população opções como as insulinas humana NPH e humana regular, e os medicamentos metformina, glibenclamida e glicazida. No entanto, a dapagliflozina pertence a uma classe de medicamentos diferente das já ofertadas. Atualmente, mais de 12 milhões de brasileiros convivem com a doença
(https://www.em.com.br/app/noticia/bem-viver/2021/06/18/interna_ bem_viver,1278161/novo-medicamento-entra-no-rol-do-sus-paracombate- ao-diabetes-em-minas.shtml. 18.06.21. Adaptado)
De acordo com a Política Nacional de Atenção Básica, a disponibilização, pelo SUS, do medicamento dapagliflozina para portadores de diabete tipo 2 com 65 anos ou mais, com doença cardiovascular estabelecida ou com doença renal relacionada ao transtorno, atende ao princípio do SUS de
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A.N., 84 anos, sexo masculino, viúvo, militar reformado, diabético, hipertenso, recebeu alta hospitalar após ter sido submetido a artroplastia de quadril, devido à sua dificuldade de locomoção, foi considerado elegível para inclusão no programa de assistência domiciliar. No 14º dia pós-operatório, ao realizar a primeira visita domiciliar, planejada com o objetivo de acompanhar a recuperação e adaptação do paciente e identificar as necessidades e singularidades do usuário e da família como subsídios para a elaboração de um plano de cuidados, o enfermeiro observou que A.N. residia com cinco familiares e que se apresentava dependente nos quesitos banho, transferência e banheiro. Ao realizar o curativo da incisão cirúrgica, observou que os pontos já haviam sido retirados e a incisão estava cicatrizada, à exceção do ponto distal que apresentava presença de exsudato seroso, em pequena quantidade. Ao final da visita, fez as orientações necessárias e deu início à elaboração do genograma apresentado a seguir.

Ao realizar o curativo, no ponto em que se observa a presença de exsudato seroso em pequena quantidade, está correta a utilização de curativo
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A.N., 84 anos, sexo masculino, viúvo, militar reformado, diabético, hipertenso, recebeu alta hospitalar após ter sido submetido a artroplastia de quadril, devido à sua dificuldade de locomoção, foi considerado elegível para inclusão no programa de assistência domiciliar. No 14º dia pós-operatório, ao realizar a primeira visita domiciliar, planejada com o objetivo de acompanhar a recuperação e adaptação do paciente e identificar as necessidades e singularidades do usuário e da família como subsídios para a elaboração de um plano de cuidados, o enfermeiro observou que A.N. residia com cinco familiares e que se apresentava dependente nos quesitos banho, transferência e banheiro. Ao realizar o curativo da incisão cirúrgica, observou que os pontos já haviam sido retirados e a incisão estava cicatrizada, à exceção do ponto distal que apresentava presença de exsudato seroso, em pequena quantidade. Ao final da visita, fez as orientações necessárias e deu início à elaboração do genograma apresentado a seguir.

A análise da figura apresenta permite afirmar que
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Em uma unidade de pronto atendimento – UPA, ao realizar o acolhimento com classificação de risco de A.S., 68 anos, sexo feminino, com queixa de “falta de ar”, o enfermeiro constatou que a paciente apresentava dispneia, sem presença de cianose. Ao aferir os sinais vitais obteve: frequência cardíaca = 82 batimentos por minuto, frequência respiratória = 26 movimentos por minuto; pressão arterial = 112 x 76 mmHg. À ausculta pulmonar constatou a presença de sibilos generalizados. Considerando que o quadro apresentado é compatível com uma crise asmática, deve classificar e encaminhar A.S. com a cor
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Frente a um paciente internado em unidade de terapia intensiva recebendo nutrição parenteral – NP, considere as complicações potenciais (CP), suas causas (C) e as ações/intervenções de enfermagem (IE) que, entre outros cuidados, constituem medidas de prevenção para sua ocorrência e assinale a alternativa correta.
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1º Tenente QCO, Enfermeiro, foi designado para ministrar o conteúdo referente a primeiros socorros em acidentes ofídicos para militares que iriam realizar treinamento de sobrevivência na selva. Considerando o protocolo adotado pelo SAMU no que diz respeito a uma vítima de picada de cobra, entre outros cuidados, deve orientar que
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Em casos de calamidade pública, a colaboração, com outros ministérios, na assistência às populações atingidas e no restabelecimento da normalidade constitui uma das competências do exército brasileiro. Assim sendo, equipes de saúde que atuam em situações de desastres naturais e catástrofes com múltiplas vítimas devem estar familiarizadas com sistemas de triagem como o método START, adotado pelo SAMU, em que uma vítima incapaz de se movimentar, apresentando frequência respiratória inferior a 30 movimentos por minuto e enchimento capilar maior do que 2 segundos, deve ser classificada com a cor
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Ao realizar a avaliação primária de vítima de trauma em acidente automobilístico, o enfermeiro utilizou a Escala de Coma de Glasgow como ferramenta de avaliação do estado neurológico do paciente, obtendo 11 pontos. Os componentes (C) avaliados por meio dessa escala e o significado (S) da pontuação obtida são:
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