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Atualmente o grande protagonista de vários trials é o cotransportador SGLT2, sendo inibido por medicações utilizadas em diabetes mellitus, insuficiência cardíaca e em pacientes portadores de IRC com clearence ≥ 25 mL/min. Em qual porção do túbulo se encontra o cotransportador SGLT2?
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A gravidez normal encontra-se associada a modificações no organismo materno. As alterações fisiológicas renais podem ser descritas como
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Homem de 55 anos, sem comorbidades, apresenta quadro de insuficiência respiratória aguda com necessidade de intubação e ventilação mecânica. Ele tem edema nas pernas com úlceras cutâneas que não cicatrizam nas últimas 4 semanas, além de artrite em pulsos e articulações dos dedos das mãos nas últimas 6 semanas. Ao exame físico: temperatura: 37,2 ºC; pressão arterial: 150 x 95 mmHg; frequência cardíaca: 110/min; frequência respiratória: 20/min; SatO2: 92% com FiO2 de 40%; há sangue no tubo endotraqueal; pulmonar: crepitações bilaterais; artrite em punhos, articulações metacarpofalangianas e interfalangianas proximais; duas úlceras necróticas na perna esquerda e uma na perna direita estão presentes; edema depressível das pernas (2+/4). Exames séricos: C3, C4 e fator reumatoide normais; anticorpos antinucleares negativos; anticorpo anticitoplasma de neutrófilo positivo com padrão perinuclear; urina com proteínas 3+/4. Hemoculturas e cultura de escarro são negativas. Radiografia de tórax: infiltrados bilaterais difusos. O diagnóstico mais provável é
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Homem de 77 anos é avaliado por agitação aguda, hipotensão, taquicardia e piora da oxigenação nos últimos 30 minutos. Ele foi internado há 2 dias com pneumonia e insuficiência respiratória hipoxêmica, necessitando de ventilação mecânica. O histórico é significativo para DPOC e insuficiência cardíaca. Os medicamentos atuais são: propofol, ceftriaxona, claritromicina, metilprednisolona, salbutamol, furosemida, omeprazol e heparina de baixo peso molecular. Ao exame físico: temperatura: 37,8 ºC; pressão arterial: 102 x 55 mmHg; frequência cardíaca: 122/min; frequência respiratória: 15/min; volume corrente: 420 mL; pressão expiratória final positiva: 8 cmH2O; FiO2: 50%; SatO2: 87%; a traqueia está na linha média; exame pulmonar: murmúrios vesiculares diminuídos bilateralmente; 3ª bulha (B3) está presente.
Nesse momento, a próxima conduta recomendada é
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Mulher de 42 anos é internada há 2 dias com edema abdominal difuso e cuja tomografia evidencia ascite e uma massa ovariana provavelmente maligna. No histórico, o familiar refere que a paciente tem depressão, em uso de sertralina, e que a mesma apresentava períodos de agitação, alucinações e movimentos repetitivos nos lábios 2 semanas antes da admissão. Durante a internação, ela evolui com rebaixamento do nível de consciência sendo transferida para UTI. Nesse momento, ela está visivelmente irritável, mas responde adequadamente à voz. Sinais vitais: temperatura: 38,8 ºC; frequência cardíaca: 124/min; pressão arterial: 135 x 75 mmHg; frequência respiratória: 20/min; SatO2: 98%.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, a conduta correta é
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Homem de 75 anos, com histórico de hipertensão, doença renal crônica e diabete tipo 2, é admitido na UTI com quadro de choque séptico secundário à abdome agudo perfurativo. A glicemia inicial é de 304 mg/dL. Quanto ao tratamento da diabete, a conduta recomendada nesse paciente é:
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Mulher de 43 anos tem histórico de traumatismo cranioencefálico há 2 anos com encefalomalácia residual no lobo parietal esquerdo, que resultou em déficit cognitivo e epilepsia parcial com generalização secundária. Desde então, está em uso de levetiracetam, carbamazepina e clobazam. Ela é internada na UTI por quadro convulsivo reentrante. Ao exame físico: paciente obesa; PA: 134 x 82; frequência cardíaca: 86/min; SatO2: 96%; cardiopulmonar sem alteração relevante; extremidades sem edema. Glicemia capilar: normal. Exames séricos: hemograma e coagulograma: normais; albumina: 4,5 g/dL; ureia: 27 mg/dL; creatinina: 0,8 mg/dL; sódio: 125 mEq/L; potássio: 4,2 mEq/L.
A causa que mais provavelmente justifica os achados laboratoriais dessa paciente é:
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Mulher de 65 anos é avaliada com quadro de exacerbação aguda da DPOC. Os medicamentos em uso são: antibioticoterapia, budesonida-formoterol, tioprópio, salbutamol e ipratrópio. Ao exame físico: temperatura: 38,1 ºC, pressão arterial: 150 x 95 mmHg; frequência cardíaca: 110/min; frequência respiratória: 32/min; SatO2 com cateter de oxigênio 4L/min: 84%; sibilos bilaterais são auscultados. Gasometria arterial: pH: 7,22; PCO2: 75 mmHg, PO2: 66 mmHg. A radiografia de tórax não mostra infiltrados. Nesse momento, o tratamento de escolha é
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Homem de 72 anos sobrevive a uma parada cardíaca (PCR) testemunhada com retorno da circulação espontânea após 32 minutos de ressuscitação cardiopulmonar. No momento, ele está internado na UTI com cerca de 72 horas após a PCR, entubado, em ventilação mecânica, estável, e sem medicamentos sedativos ou analgésicos. Nesse paciente, o achado que é mais provável de prever um resultado clínico adverso é
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Mulher de 63 anos, previamente hígida, sem comorbidades, apresenta quadro de dor abdominal intensa e vômitos há 1 dia. Ao exame físico: temperatura: 38,2 ºC; pressão arterial: 86 x 42 mmHg; frequência cardíaca: 108/min; SatO2: 93%; abdome com dor moderada à palpação do epigástrio e sons intestinais diminuídos. Exames séricos: hemoglobina: 13,5 g/dL; leucócitos: 18 500/mm3; creatinina: 2,1 mg/dL; bilirrubina direta: 2,1 mg/dL; aspartato aminotransferase: 96 U/L; alanina aminotransferase: 89 U/L; lipase 460 U/L (normal: 7 a 60).
Nessa paciente, os próximos passos recomendados são
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