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Mulher de 36 anos é internada com pneumonia adquirida na comunidade tratada com ceftriaxona e levofloxacino. Ela tem história de lúpus eritematoso sistêmico e fenômeno de Raynaud em uso de nifedipina e hidroxicloroquina. Ao exame físico: temperatura: 37,8 ºC; demais sinais vitais são normais. A saturação de oxigênio pela oximetria de dedo inicialmente era de 93% em ar ambiente, mas diminuiu para 84%, apesar da adição de oxigênio suplementar de 4 L/min por cânula nasal. O exame pulmonar revela roncos grosseiros dispersos e crepitações no lobo inferior direito. O exame cardíaco é normal. As extremidades estão frias. Nessa paciente, a próxima conduta recomendada é
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Homem de 69 anos, sem acompanhamento médico há mais de 10 anos, apresenta quadro de dormência e fraqueza do lado esquerdo do corpo. Ele relata que teve os mesmos sintomas 1 dia antes da apresentação atual, que durou 30 minutos, com recuperação completa. A tomografia de crânio e a ressonância magnética do encéfalo não demonstram alterações agudas. O ecocardiograma transtorácico é normal. A angiorressonância magnética dos vasos do SNC demonstra estenose grave da artéria cerebral média direita (ACMD).
Nesse momento, a conduta correta é:
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Homem de 21 anos, previamente hígido, sem comorbidades, com vacinação em dia, apresenta quadro de calafrios, queda do estado geral, prostração, oligúria, febre e dor de cabeça nos últimos 2 dias. Não há histórico de tabagismo, etilismo ou uso de drogas. Ele refere que voltou recentemente de uma viagem na região nordeste e norte do país. Ao exame físico: ansioso, hipocorado e sudorético; temperatura: 39,1 ºC; pressão arterial: 96 x 55 mmHg; frequência cardíaca: 122/min; frequência respiratória: 28/min; pele sem erupção cutânea; cardíaco e pulmonar: normais. Exames séricos: hemoglobina 5,6 g/dL; leucócitos: 3 900/mm3; plaquetas: 112 000/mm3; creatinina: 2,7 mg/dL; aspartato aminotransferase: 98 UI/L; alanina aminotransferase: 62 UI/L; bilirrubina direta: 1,1 mg/dL; bilirrubina indireta: 2,1 mg/dL; desidrogenase lática: 622 UI/L.
Nesse paciente, a principal hipótese diagnóstica é
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Mulher de 72 anos com histórico médico de hipertensão, hiperlipidemia e insuficiência cardíaca (FE: 45%) apresenta quadro de infecção cutânea e choque séptico, sendo intubada. Ela evolui bem, com melhora progressiva. No 3o dia, ela está acordada e cooperativa, em anasarca, congestão pulmonar, sendo incapaz de ser extubada devido à alta frequência respiratória. Ela recebe furosemida e inicia a alimentação enteral por sonda nasoentérica. Três dias após, ela apresenta os seguintes exames séricos: sódio: 146 mEq/L; potássio: 3,2 mEq/L; cloreto: 110 mEq/L; bicarbonato: 16 mEq/L; glicemia: 143 mg/dL; ureia: 46 mg/dL; creatinina: 1,2 mg/dL; albumina: 4,1 g/L; cálcio 9,8 mg/dL. Gasometria arterial: pH: 7,48; PCO2: 45 mmHg.
A causa mais provável do estado ácido-base dessa paciente é:
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Homem de 27 anos com histórico de colangite esclerosante primária e retocolite ulcerativa é internado com quadro de dor abdominal e alto débito na ileostomia nas últimas semanas. Refere que perdeu 9 kg de peso nesse período. Ele foi tratado com ressuscitação com fluidos e cuidados clínicos. Todavia, os sintomas persistem e ele evolui com febre de 39,7 ºC. Nesse momento, ele está sonolento e letárgico; frequência cardíaca: 160 /min; pressão arterial: 156 x 46 mmHg; frequência respiratória: 25/min; SatO2: 98%. A investigação para sepse é negativa. O valor sérico de TSH é baixo. A hipótese diagnóstica mais provável é
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Homem de 64 anos com histórico de hipertensão, em uso de enalapril e anlodipino, apresenta quadro de fraqueza em lado esquerdo do corpo há cerca de 60 minutos. Uma tomografia é realizada imediatamente e não apresenta hemorragia ou alterações isquêmicas precoces. Ao exame físico: consciente, orientado, escala de Glasgow: 15; pressão arterial: 186 x 122 mmHg; frequência cardíaca: 76/min; SatO2: 99%. Glicemia capilar: normal. Exames laboratoriais estão pendentes.
Nesse momento, a conduta inicial recomendada é:
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Mulher de 59 anos é avaliada 5 dias após sua admissão no hospital por neutropenia febril e choque séptico sem fonte óbvia de infecção. Ela tem linfoma de grandes células B e recebeu seu último ciclo de quimioterapia (rituximabe, ciclofosfamida, doxorrubicina, vincristina e prednisona) 7 dias antes da admissão. À internação, ela foi tratada com meropenem e vancomicina. Dois dias após a confirmação de culturas negativas, a vancomicina foi descontinuada. A paciente melhorou clinicamente e está afebril há 24 horas. Ao exame físico de hoje: temperatura: 36,9 ºC; o restante do exame e dos sinais vitais são normais. Exames séricos de hoje: leucócitos: 1 500/mm3, com contagem absoluta de neutrófilos de 100/mm3.
Nesse momento, a conduta correta é:
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Homem de 69 anos apresenta quadro de cefaleia, vômitos, afasia, paralisia facial central direita e fraqueza em braço direito iniciados há 4 horas. Sinais vitais: temperatura: 36,9 ºC; pressão arterial: 180 x 90 mmHg; frequência respiratória: 18/min; frequência cardíaca: 92/min e SatO2 normal. A tomografia de crânio mostra uma hemorragia intracerebral temporal esquerda (HIC). O paciente permanece estável, todavia, após 2 horas, ele evolui com piora dos vômitos e diminuição do nível de consciência. A explicação mais provável para essa deterioração é
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Mulher de 29 anos é hospitalizada há 24 horas com insuficiência respiratória hipoxêmica devido à pneumonia por influenza. Ela foi intubada e colocada em ventilação mecânica e tratada com antiviral, ringer lactato, propofol, fentanil e norepinefrina. Ao exame físico: temperatura: 38,1 ºC; pressão arterial: 109 x 59 mmHg; frequência cardíaca: 90/min; frequência respiratória: 20/min; PO2 arterial é de 60 mmHg com FiO2 de 65%; pressão expiratória final positiva: 10 cm H2O. volume corrente: 6 mL/kg; pressão de platô: 27 cmH2O. O paciente está sedado, mas acorda ao toque e está calmo. A radiografia de tórax mostra opacidades bilaterais e o ecocardiograma é normal.
A próxima intervenção recomendada para melhorar a oxigenação é
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Homem de 43 anos com doença hepática alcoólica crônica é hospitalizado após hematêmese de grande volume. Ao exame físico: afebril; ictérico; pressão arterial: 102 x 68 mmHg; frequência cardíaca: 118/min; frequência respiratória: 22/min; aranhas vasculares presentes em tórax. Exames séricos: hemoglobina: 6,8 g/dL; plaquetas: 92 000/mm3; coagulograma com RNI/INR: 1,8; d-dímero: 5 800 μg/mL; fibrinogênio: 46 mg/dL (normal: 150 – 350). Ele recebe ressuscitação com cristaloides, vitamina K e concentrado de hemácias.
Considerando a coagulopatia desse paciente, é recomendado prescrever também
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