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As eleições de 1945 despertaram um grande interesse na população. Depois de anos de ditadura, a Justiça Eleitoral ainda não ajustara o processo de recepção e contagem de votos. Pacientemente, os brasileiros formaram longas filas para votar. Nas últimas eleições diretas à presidência da República, em março de 1930, tinham votado 1,9 milhão de eleitores, representando 5,7% da população total; em dezembro de 1945 votaram 6,2 milhões, representando 13,4% da população.
Em uma época em que não existiam pesquisas eleitorais, a oposição foi surpreendida pela nítida vitória de Dutra. Tomando-se como base de cálculo os votos dados aos candidatos, com exclusão dos nulos e brancos, o general venceu com 55% dos votos contra 35% atribuídos ao brigadeiro [Eduardo Gomes].
(Boris Fausto, História do Brasil)
Para Boris Fausto, a vitória eleitoral de Dutra teve relação com a
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Ao analisar a Revolução de 1930, o historiador Boris Fausto considerou que
Um novo tipo de Estado nasceu após 1930, distinguindo-se do Estado oligárquico não apenas pela centralização e pelo maior grau de autonomia como também por outros elementos.
(Boris Fausto, História do Brasil. Adaptado)
Entre esses outros elementos constitutivos do Estado brasileiro, após 1930, é correto apontar que houve atuação relativa à questão
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Em 3 de dezembro de 1870 foi publicado o jornal A República, que trazia estampado o “Manifesto republicano brasileiro”, o mesmo que daria base para a fundação de um novo partido em 17 de janeiro de 1872. Formado inicialmente por profissionais liberais ligados a setores urbanos, nomeadamente paulistas, o Partido Republicano organizou seu primeiro congresso em julho de 1873, quando foi reforçado por novos adeptos de fôlego: fazendeiros paulistas que, descontentes com o que consideravam ser uma política intervencionista do Estado, passaram a engrossar as fileiras da oposição à monarquia.
[…]
A cisão do Partido Liberal levou, então, à formação do Partido Republicano Paulista, em 18 de abril de 1873, que se reuniu na hoje famosa Convenção de Itu.
(Lilia M. Schwarcz e Heloísa M. Starling, Brasil, uma biografia)
O novo partido
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Analise a tabela.
EXPANSÃO DAS ESTRADAS DE FERRO NO BRASIL
(1854-1929)
|
Anos |
Região Cafeeira (km) |
Brasil (km) |
|
1854 |
14,5 |
14,5 |
|
1859 |
77,9 | 109,4 |
|
1864 |
163,2 |
411,3 |
|
1869 |
450,4 |
713,1 |
|
1874 |
1.053,1 |
1.357,3 |
|
1879 |
2.395,9 |
2.895,7 |
|
1884 |
3.830,1 |
6.324,6 |
|
1889 |
5.590,3 |
9.076,1 |
|
1894 |
7.676.6 |
12.474,3 |
|
1899 |
8.173,9 |
13.980,6 |
|
1904 |
10.212,0 |
16.023,9 |
|
1906 |
11.281,3 |
17.340,4 |
|
1929 |
18.326,1 |
32.000,3 |
(Sérgio Silva, Expansão cafeeira e origens da indústria no Brasil. Apud José Miguel Arias Neto, Primeira República: economia cafeeira, urbanização e industrialização. Em: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves Delgado (org.). O Brasil Republicano v.1 - O tempo do liberalismo excludente: da Proclamação da República à Revolução de 1930. Adaptado)
A partir dos dados, é correto afirmar que
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Um quilombo dirigido por homens livres. Um quilombo com escravidão. Um quilombo agrícola e cuja produção estava integrada ao mercado regional. Que quilombo era esse? Esta é a história – ou uma das histórias possíveis – do quilombo do Oitizeiro, na Bahia de 1806.
(João José Reis, Escravos e coiteiros no quilombo
do Oitezeiro – Bahia, 1806. Em: João José Reis e Flávio dos Santos Gomes (org.), Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil)
A partir do excerto, acerca dos quilombos no Brasil, segundo o artigo de João José Reis, é correto afirmar que
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À medida que se tornava cada vez mais aparente a insuficiência do projeto dos aldeamentos enquanto forma de suprir a força de mão de obra, os colonos passaram a intensificar outros meios de recrutamento de índios para os seus serviços. A partir da década de 1580, a despeito das restrições impostas pela legislação portuguesa, os colonos começaram a favorecer a apropriação direta do trabalhador indígena através de expedições predatórias ao sertão. Realmente, a observância estrita da lei nunca figurou entre as práticas prediletas dos paulistas. […] a lei de 1570 e legislação subsequente admitiam o cativeiro […]
(John Manuel Monteiro, Negros da terra: índios e bandeirantes das origens de São Paulo)
A legislação portuguesa admitia o cativeiro do indígena que
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Considere o mapa para responder à questão.
Brasil recursos minerais

(Théry, H. e Mello-Théry, N.A. Atlas do Brasil: Disparidades e dinâmicas do território.)
As áreas indicadas pelos números 1 e 2 correspondem, respectivamente,
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A rápida expansão da agricultura tecnificada de grãos e fibras no cerrado brasileiro se deve a um conjunto de fatores, sendo um deles
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Considere a pirâmide etária do Brasil para responder à questão.
Pirâmide etária (2010)

(Théry, H. e Mello-Théry, N.A. Atlas do Brasil: Disparidades e dinâmicas do território.)
A pirâmide etária de 2010 reflete
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Considere o mapa e os textos para responder à questão.
Brasil: domínios morfoclimáticos

(Ab’Sáber, Aziz. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas.)
I. Este domínio tem mostrado ser o meio físico, ecológico e paisagístico mais complexo e difícil em relação às ações antrópicas. É uma área sujeita aos mais fortes processos de erosão e de movimentos coletivos de solos em todo o território brasileiro. Área de mamelonização extensiva, afetando todos os níveis da topografia (de 10-20 m a 1100-1300 m) de altitude.
II. Este domínio com aproximadamente 400 mil quilômetros quadrados é sujeito a climas subtropicais úmidos de planaltos com invernos relativamente brandos. O domínio comporta as paisagens menos “tropicais” do país. Ainda que a pedração dos solos não tenha sido muito grande na maior parte dos planaltos, é digno de nota que restem apenas 15% a 20% da biomassa original do domínio.
Os textos I e II referem-se, respectivamente, aos domínios indicados no mapa pelos números
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