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Foram encontradas 612 questões.

2950605 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx
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Leia o texto, para responder a questão.

A alegria da música

Eu gosto muito de música clássica. Comecei a ouvir música clássica antes de nascer, quando ainda estava na barriga da minha mãe. Ela era pianista e tocava... Sem nada ouvir, eu ouvia. E assim a música clássica se misturou com minha carne e meu sangue. Agora, quando ouço as músicas que minha mãe tocava, eu retorno ao mundo inefável que existe antes das palavras, onde moram a perfeição e a beleza.

Em outros tempos, falava-se muito mal da alienação. A palavra “alienado” era usada como xingamento. Alienação era uma doença pessoal e política a ser denunciada e combatida. A palavra alienação vem do latim alienum, que quer dizer “que pertence a um outro”. Daí a expressão alienar um imóvel. Pois a música produz alienação: ela me faz sair do meu mundo medíocre e entrar num outro, de beleza e formas perfeitas. Nesse outro mundo eu me liberto da pequenez e das picuinhas do meu cotidiano e experimento, ainda que momentaneamente, uma felicidade divina. A música me faz retornar à harmonia do ventre materno. Esse ventre é, por vezes, do tamanho de um ovo, como na Rêverie, de Schumann; por vezes é maior que o universo, como no Concerto nº 3 de Rachmaninoff. Porque a música é parte de mim, para me conhecer e me amar é preciso conhecer e amar as músicas que amo.

Agora mesmo estou a ouvir uma fita cassete que me deu Ademar Ferreira dos Santos, um amigo português. Viajávamos de carro a caminho de Coimbra. O Ademar pôs música a tocar. Ele sempre faz isso. Fauré, numa transcrição para piano. A beleza pôs fim à nossa conversa. Nada do que disséssemos era melhor do que a música. A música produz silêncio. Toda palavra é profanação. Faz-se silêncio porque a beleza é uma epifania do divino, ouvir música é oração. Assim, eu e o Ademar adoramos juntos no altar da beleza. Terminada a viagem, o Ademar retirou a fita e m’a deu. “É sua”, ele disse de forma definitiva. Protestei. Senti-me mal, como se fosse um ladrão. Mas não adiantou. Existem gestos de amizade que não podem ser rejeitados. Assim, trouxe comigo um pedaço do Ademar que é também um pedaço de mim.

(Rubem Alves, Na morada das palavras. Adaptado)

Observe os trechos.

… eu retorno ao mundo inefável que existe antes das palavras…(1º parágrafo)

Faz-se silêncio porque a beleza é uma epifania do divino… (último parágrafo)

Os enunciados que substituem respectivamente esses trechos, em conformidade com a norma-padrão de ortografia e emprego do sinal indicativo de crase, são:

 

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2950604 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx
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Leia o texto, para responder a questão.

A alegria da música

Eu gosto muito de música clássica. Comecei a ouvir música clássica antes de nascer, quando ainda estava na barriga da minha mãe. Ela era pianista e tocava... Sem nada ouvir, eu ouvia. E assim a música clássica se misturou com minha carne e meu sangue. Agora, quando ouço as músicas que minha mãe tocava, eu retorno ao mundo inefável que existe antes das palavras, onde moram a perfeição e a beleza.

Em outros tempos, falava-se muito mal da alienação. A palavra “alienado” era usada como xingamento. Alienação era uma doença pessoal e política a ser denunciada e combatida. A palavra alienação vem do latim alienum, que quer dizer “que pertence a um outro”. Daí a expressão alienar um imóvel. Pois a música produz alienação: ela me faz sair do meu mundo medíocre e entrar num outro, de beleza e formas perfeitas. Nesse outro mundo eu me liberto da pequenez e das picuinhas do meu cotidiano e experimento, ainda que momentaneamente, uma felicidade divina. A música me faz retornar à harmonia do ventre materno. Esse ventre é, por vezes, do tamanho de um ovo, como na Rêverie, de Schumann; por vezes é maior que o universo, como no Concerto nº 3 de Rachmaninoff. Porque a música é parte de mim, para me conhecer e me amar é preciso conhecer e amar as músicas que amo.

Agora mesmo estou a ouvir uma fita cassete que me deu Ademar Ferreira dos Santos, um amigo português. Viajávamos de carro a caminho de Coimbra. O Ademar pôs música a tocar. Ele sempre faz isso. Fauré, numa transcrição para piano. A beleza pôs fim à nossa conversa. Nada do que disséssemos era melhor do que a música. A música produz silêncio. Toda palavra é profanação. Faz-se silêncio porque a beleza é uma epifania do divino, ouvir música é oração. Assim, eu e o Ademar adoramos juntos no altar da beleza. Terminada a viagem, o Ademar retirou a fita e m’a deu. “É sua”, ele disse de forma definitiva. Protestei. Senti-me mal, como se fosse um ladrão. Mas não adiantou. Existem gestos de amizade que não podem ser rejeitados. Assim, trouxe comigo um pedaço do Ademar que é também um pedaço de mim.

(Rubem Alves, Na morada das palavras. Adaptado)

A alternativa que reescreve passagem do texto empregando elementos de coesão por retomada de acordo com a norma-padrão é:

 

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2950603 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx
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Leia o texto, para responder a questão.

A alegria da música

Eu gosto muito de música clássica. Comecei a ouvir música clássica antes de nascer, quando ainda estava na barriga da minha mãe. Ela era pianista e tocava... Sem nada ouvir, eu ouvia. E assim a música clássica se misturou com minha carne e meu sangue. Agora, quando ouço as músicas que minha mãe tocava, eu retorno ao mundo inefável que existe antes das palavras, onde moram a perfeição e a beleza.

Em outros tempos, falava-se muito mal da alienação. A palavra “alienado” era usada como xingamento. Alienação era uma doença pessoal e política a ser denunciada e combatida. A palavra alienação vem do latim alienum, que quer dizer “que pertence a um outro”. Daí a expressão alienar um imóvel. Pois a música produz alienação: ela me faz sair do meu mundo medíocre e entrar num outro, de beleza e formas perfeitas. Nesse outro mundo eu me liberto da pequenez e das picuinhas do meu cotidiano e experimento, ainda que momentaneamente, uma felicidade divina. A música me faz retornar à harmonia do ventre materno. Esse ventre é, por vezes, do tamanho de um ovo, como na Rêverie, de Schumann; por vezes é maior que o universo, como no Concerto nº 3 de Rachmaninoff. Porque a música é parte de mim, para me conhecer e me amar é preciso conhecer e amar as músicas que amo.

Agora mesmo estou a ouvir uma fita cassete que me deu Ademar Ferreira dos Santos, um amigo português. Viajávamos de carro a caminho de Coimbra. O Ademar pôs música a tocar. Ele sempre faz isso. Fauré, numa transcrição para piano. A beleza pôs fim à nossa conversa. Nada do que disséssemos era melhor do que a música. A música produz silêncio. Toda palavra é profanação. Faz-se silêncio porque a beleza é uma epifania do divino, ouvir música é oração. Assim, eu e o Ademar adoramos juntos no altar da beleza. Terminada a viagem, o Ademar retirou a fita e m’a deu. “É sua”, ele disse de forma definitiva. Protestei. Senti-me mal, como se fosse um ladrão. Mas não adiantou. Existem gestos de amizade que não podem ser rejeitados. Assim, trouxe comigo um pedaço do Ademar que é também um pedaço de mim.

(Rubem Alves, Na morada das palavras. Adaptado)

A frase do texto caracterizada por um pressuposto é:

 

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2950602 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx
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A alegria da música

Eu gosto muito de música clássica. Comecei a ouvir música clássica antes de nascer, quando ainda estava na barriga da minha mãe. Ela era pianista e tocava... Sem nada ouvir, eu ouvia. E assim a música clássica se misturou com minha carne e meu sangue. Agora, quando ouço as músicas que minha mãe tocava, eu retorno ao mundo inefável que existe antes das palavras, onde moram a perfeição e a beleza.

Em outros tempos, falava-se muito mal da alienação. A palavra “alienado” era usada como xingamento. Alienação era uma doença pessoal e política a ser denunciada e combatida. A palavra alienação vem do latim alienum, que quer dizer “que pertence a um outro”. Daí a expressão alienar um imóvel. Pois a música produz alienação: ela me faz sair do meu mundo medíocre e entrar num outro, de beleza e formas perfeitas. Nesse outro mundo eu me liberto da pequenez e das picuinhas do meu cotidiano e experimento, ainda que momentaneamente, uma felicidade divina. A música me faz retornar à harmonia do ventre materno. Esse ventre é, por vezes, do tamanho de um ovo, como na Rêverie, de Schumann; por vezes é maior que o universo, como no Concerto nº 3 de Rachmaninoff. Porque a música é parte de mim, para me conhecer e me amar é preciso conhecer e amar as músicas que amo.

Agora mesmo estou a ouvir uma fita cassete que me deu Ademar Ferreira dos Santos, um amigo português. Viajávamos de carro a caminho de Coimbra. O Ademar pôs música a tocar. Ele sempre faz isso. Fauré, numa transcrição para piano. A beleza pôs fim à nossa conversa. Nada do que disséssemos era melhor do que a música. A música produz silêncio. Toda palavra é profanação. Faz-se silêncio porque a beleza é uma epifania do divino, ouvir música é oração. Assim, eu e o Ademar adoramos juntos no altar da beleza. Terminada a viagem, o Ademar retirou a fita e m’a deu. “É sua”, ele disse de forma definitiva. Protestei. Senti-me mal, como se fosse um ladrão. Mas não adiantou. Existem gestos de amizade que não podem ser rejeitados. Assim, trouxe comigo um pedaço do Ademar que é também um pedaço de mim.

(Rubem Alves, Na morada das palavras. Adaptado)

É correto afirmar que o narrador expressa, em tom

 

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2950601 Ano: 2023
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx

Uma empresa tem títulos mensais a receber, um a cada mês, no valor unitário de R$ 2.000,00, com o primeiro vencendo em 30 dias e o último, em 510 dias. Ela negociará todos esses títulos em um banco, mediante desconto comercial, com taxa mensal de desconto de 1%. O valor líquido que ela receberá na negociação será de

 

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2951118 Ano: 2023
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx
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Na tabela a seguir, estão dispostos o consumo médio de um determinado período e o valor unitário de cada um de dez itens de materiais existentes no almoxarifado de um órgão público.

Dados de consumo de material

Item

Consumo

Valor Unitário (R$)

1 100

14

2 41

7 000

3 24

157

4 129

938

5 20

290

6 42

710

7 11

804

8 63

454

9 32

182

10

40

442

(Adaptado de Fenili (2016))

Parâmetros utilizados:

Classe A: corresponde a 80% do valor de demanda;

Classe B: corresponde a 15% do valor de demanda;

Classe C: corresponde a 5% do valor de demanda.

Pela classificação de materiais do sistema ABC, conforme os parâmetros utilizados, é correto afirmar que a classe

Questão Anulada

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2951015 Ano: 2023
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx
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De acordo com as recomendações da Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA, 2017), para a prevenção de infecção da corrente sanguínea, o enfermeiro deve adotar medidas tais como

Questão Anulada

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2950984 Ano: 2023
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx
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Uma sociedade anônima de capital fechado apresentou capital subscrito de 800.000,00 e capital a integralizar de 120.000,00. Considerando que não há reservas de capital e que o saldo de reserva legal do Balanço Patrimonial é de 130.000, se o lucro da entidade for R$ 100.000,00, a companhia deverá reconhecer no período o valor de reserva legal de:

Questão Anulada

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2950950 Ano: 2023
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx
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O fato gerador de um determinado tributo ocorre todo dia 01 de janeiro de cada ano. Considerando que a estimativa de arrecadação é de R$ 67.000.000,00, assinale a alternativa que contém o registro contábil desse fato no sistema contábil orçamentário do ente.

Questão Anulada

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2950826 Ano: 2023
Disciplina: Física
Banca: VUNESP
Orgão: EsFCEx

A figura ilustra uma carga de peso P sustentada em equilíbrio por um sistema mecânico constituído por uma talha de 2 roldanas móveis e 2 fixas e uma barra rígida presa a uma parede vertical em uma de suas extremidades. Na extremidade oposta há outra roldana que tem a função de mudar a direção do fio preso à talha e à parede.

Enunciado 3280942-1

(Arquivo pessoal: figura usada com autorização.)

A barra, a talha e o fio são ideais, e o fio é flexível, inextensível e paralelo à barra. O ângulo que o fio faz com a parede é α tal que senα=0,8 e cosα= 0,6. Nessas condições, a intensidade da reação normal da força que a barra exerce na parede tem intensidade igual a

Questão Anulada

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