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Menino, 10 anos de idade, queixa-se de fadiga há 2 semanas e no final da tarde, quando retorna da escola, se sente fraco e tem dificuldade para subir os degraus de casa e para levantar do sofá. Deixou de fazer as lições à noite porque fica com as pálpebras pesadas e não enxerga direito. Faz os deveres pela manhã e vai para a escola, sem queixas. Há cerca de 1 mês, apresentou vômitos e diarreia por 5 dias. A hipótese diagnóstica mais adequada ao quadro é
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Menina, 6 anos de idade, tem dor de garganta e obstrução nasal há 4 dias. A coriza, antes hialina, está amarelo-esverdeada há 2 dias. A mãe notou a mesma secreção na garganta. Ao exame está afebril, com hiperemia de cavo e secreção amarelo-esverdeada na retrofaringe. O diagnóstico mais adequado ao quadro é:
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Menina, 5 anos de idade, queixa-se de dor para urinar e perda urinária nas roupas há 3 dias. Afebril, tem hiperemia intensa em genitais, chora ao lavar a região. Em atendimento colheu urina I e urocultura por jato médio. Com resultado de nitrito positivo e mais de 1 000 000 de leucócitos/mm3, foi medicada com amoxicilina-clavulanato, por 10 dias com melhora da dor em 2 dias. Na urocultura houve crescimento de 150 000 UFC/ mm3 de E. coli, com sensibilidade a todos os antibióticos testados. Realizou controle após o tratamento, a urina I apresentou resultado normal e houve crescimento de 30 000 UFC/mm3, também sensível a todos os antibióticos testados. Diante do quadro clínico e exames laboratoriais, o diagnóstico e a conduta indicados são respectivamente:
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Menina, 6 anos de idade, realizou transplante renal há 2 meses. Não recebe vacinas desde os 3 anos e 6 meses de idade. As vacinas indicadas neste momento são
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Menino, 4 meses de idade, nascido a termo por parto cesárea, está em aleitamento materno exclusivo. Apresenta lesões verrucosas e papulares na cor da pele ou hipercrômicas, na região genital, entre a bolsa escrotal e a região inguinal esquerda, está em uso de pomada de óxido de zinco. O restante do exame é normal. A mãe foi tratada para condiloma acuminado no segundo trimestre da gestação, com desaparecimento das lesões. O diagnóstico e a conduta são respectivamente:
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A leucocoria decorrente de catarata por inflamação crônica no segmento anterior e uveíte anterior é encontrada em crianças com o diagnóstico de
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Menino, 2 meses de idade, vai iniciar o esquema vacinal na UBS, na maternidade recebeu vacina para hepatite B no dia do nascimento. Sua irmã tem 4 anos de idade e está em tratamento para leucemia linfocítica. A vacinação indicada para o bebê é:
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Menino, 6 anos de idade, tem febre há 3 dias, queixa-se de cefaleia, dor abdominal e apresentou 2 episódios de vômitos. Ao exame está prostrado, com petéquias em face, pescoço e face anterior do tórax, sem sinais meníngeos. Ausculta pulmonar e cardíaca normais, FR = 28 mrm, FC = 120 bpm, tempo de enchimento capilar de 3 segundos. O abdome é doloroso à palpação e o fígado é palpável a 1 cm do RCD. Foi realizado o teste para detecção de antigenemia NS-1, com resultado positivo. A conduta indicada para o quadro é
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Recém-nascida, parto cesárea, com idade gestacional de 37 semanas e 2 dias, indicado por retardo de crescimento intra-uterino, oligodrâmnio, posição pélvica, em mãe primigesta, tem maior risco de apresentar
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Menina, 9 anos de idade, tem rubor facial, náuseas, vômitos e dor abdominal intensa há 1 dia. Há 2 dias iniciou o uso de oseltamivir após diagnóstico de gripe causada por Influenza B. O último pico febril ocorreu há 18 horas. No exame clínico está pálida, desidratada, pulsos finos, tempo de enchimento capilar de 3 segundos, FR = 36 mrm, FC = 120 bpm, PA = 80/60 mmHg, SatO2 97%, abdome difusamente doloroso, fígado e baço não palpáveis. A hipótese diagnóstica mais adequada ao quadro apresentado é:
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