Foram encontradas 50 questões.
Mulher de 38 anos se apresenta ao pronto-socorro com história de falta de ar há 2 dias. Ela afirma ter se sentido cansada nas últimas duas semanas, mas não consegue descrever outros sintomas. Ela nunca fumou e nega outras patologias. Exame físico: apresenta sibilância difusa, mas sem dor panturrilha ou edema nos membros inferiores; temperatura: 37 ºC; pressão arterial: 126 × 74 mmHg; frequência cardíaca: 80 bpm; frequência respiratória: 20 irpm. A radiografia torácica não revela consolidação. A tomografia de tórax revela um nódulo redondo de 6 mm, sem linfadenopatia ou derrame pleural; não há calcificações no nódulo. Ela é tratada com salbutamol e corticoide e recebe alta hospitalar em condição estável.
Nessa paciente, a melhor recomendação é indicar
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Mulher 27 anos retorna ao serviço de saúde com queixas constantes de gotejamento pós-nasal, congestão e pressão facial nas últimas 6 semanas. Ela recebeu 2 ciclos de terapia antibiótica com amoxicilina-clavulonato e azitromicina, mas seus sintomas persistiram. Ela está afebril e, de resto, parece bem.
Qual das seguintes opções é a conduta mais adequada neste momento?
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Paciente de 77 anos está acompanhada de sua filha, que está preocupada com o risco de quedas da mãe, pois ela costuma ficar sozinha em casa. Qual teste pode ser realizado facilmente no consultório para ajudar a identificar idosos com maior risco de quedas?
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Homem de 47 anos é levado ao pronto-socorro após ser encontrado vagando na rua murmurando. Sinais vitais: pressão arterial: 150 × 75 mmHg; frequência cardíaca: 110 bpm; frequência respiratória: 16 irpm; temperatura: 38,1 ºC; saturação de oxigênio: 99% em ar ambiente. Exame físico: o paciente está confuso, com fala arrastada; as pupilas estão dilatadas e o rosto está ruborizado; suas membranas mucosas e pele estão secas. A glicemia capilar é normal.
Nessa circunstância, é correto afirmar que o paciente apresenta uma síndrome
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Mulher de 66 anos é avaliada com quadro de cefaleia e febre de 2 dias de duração, evoluindo com uma crise convulsiva generalizada. A ressonância magnética mostra sinal elevado em T2 nos lobos temporais mediais (direito > esquerdo). A punção lombar é realizada e o líquor mostra: celularidade de 138 células/mm3 (91% de linfócitos); hemácias: 15/mm3; xantocromia; pressão ligeiramente elevada.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, o tratamento mais apropriado para essa paciente é:
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Homem de 43 anos apresenta quadro de cefaleia holocraniana súbita e intensa de 15 horas de evolução. Nega fraqueza associada, visão dupla, tontura, náusea, vômito ou fono/fotofobia. Não há histórico prévio de cefaleia. Exame físico: consciente, orientado, referindo cefaleia intensa; pressão arterial: 144 × 90 mmHg; temperatura: 37,2 ºC; o exame neurológico é negativo para déficit motor focal ou déficit sensorial; não se observa rigidez na nuca; nervos cranianos estão intactos. A tomografia de crânio sem contraste é negativa para isquemia ou hemorragia.
Qual é a próxima intervenção mais adequada?
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Mulher de 24 anos comparece ao serviço de saúde para um exame de rotina. Ela relata histórico de sangramento menstrual intenso desde a menarca. Sua mãe apresentou sintomas semelhantes. Após questionamentos adicionais, ela afirma ter episódios de epistaxe, aproximadamente, a cada 2 semanas, e tendência a apresentar hematomas com facilidade. O exame físico não apresenta alterações. Exames de sangue: hemoglobina: 7,9 g/dL; VCM: 69 fL; leucócitos: 7.250/mm3; plaquetas: 230.000/mm3; tempo de protrombina e de tromboplastina parcial ativado são normais; painel hepático, incluindo bilirrubina, é normal.
Nessas circunstâncias, o exame diagnóstico mais apropriado a ser solicitado é:
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Mulher de 45 anos é internada por aumento do volume abdominal. Ela estava bem até 3 meses atrás, quando o quadro iniciou e piorou de forma progressiva. A paciente não toma nenhum medicamento, não bebe álcool e nega febre, anorexia, perda de peso ou sintomas respiratórios. O exame pulmonar revela diminuição dos sons respiratórios nas bases. O exame cardíaco não revela sopros e não há turgência venosa jugular. O abdome está moderadamente distendido, com sinal de piparote positivo, e o fígado não é palpável. O exame da pele é normal. Há edema assimétrico de extremidade inferior com panturrilha direita dolorosa. Os exames de sangue revelam: albumina sérica 2,4 g/dL; proteína total sérica 5,0 g/dL; níveis elevados de colesterol. Uma paracentese diagnóstica e terapêutica é realizada, que revela: proteína total: 2,3 g/dL; albumina: 1,7 g/dL.
O exame que tem maior probabilidade de revelar a causa da ascite é:
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Homem de 56 anos com histórico de tabagismo e hiperlipidemia relata quadro de dor torácica intensa e lancinante, com duração de 90 minutos. Ele disse que se sentiu mal o dia todo e, em seguida, começou a sentir dor na mandíbula, que progrediu para dor torácica com irradiação para o braço esquerdo, associada a náuseas. Exame físico: temperatura: 36 ºC; frequência cardíaca: 50 bpm; pressão arterial: 85 × 45 mmHg; frequência respiratória: 22 irpm; oximetria de pulso com SatO2 de 98% em ar ambiente; há turgência venosa jugular 2+/4; ausculta pulmonar: limpa; não há edema periférico. Eletrocardiograma: elevações significativas do segmento ST nas derivações II, III e aVF.
Nesse momento, a próxima conduta recomendada é:
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Homem de 58 anos apresenta quadro de fadiga, fraqueza nas pernas e quedas frequentes nos últimos meses. Não há lombalgia, consumo de bebidas alcoólicas ou tabagismo. O histórico é significativo para carcinoma gástrico, para o qual foi submetido a gastrectomia total há 2 anos, sem sinais de recorrência. Exame físico: palidez conjuntival; fraqueza leve nas extremidades inferiores, juntamente com diminuição da sensibilidade vibratória nos dedos dos pés; o teste cerebelar é normal; o restante do exame não é relevante. Considerando a principal hipótese diagnóstica, o melhor exame para confirmar a causa dos seus sintomas é:
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