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Uma paciente de 60 anos de idade foi diagnosticada recentemente com leucemia linfoblástica aguda, tendo acabado de realizar o seu segundo ciclo de fisioterapia, compareceu ao pronto-socorro com queixas de fadiga extrema, náuseas e vômitos recorrentes. Ao exame físico, apresenta-se desidratada e com taquipneia leve. Os exames laboratoriais mostraram hemoglobina = 12,0 g%, hematócrito = 43%, creatinina = 1,1 mg/dL, ureia = 70 mg/dL, glicemia = 92 mg/dL, AST = 81 U/L, ALT = 74 U/L, ácido úrico = 10 mg/dl).
Na ausência de tratamento adequado, a complicação precoce esperada nesse quadro clínico é insuficiência
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Uma paciente de 60 anos de idade foi diagnosticada recentemente com leucemia linfoblástica aguda, tendo acabado de realizar o seu segundo ciclo de fisioterapia, compareceu ao pronto-socorro com queixas de fadiga extrema, náuseas e vômitos recorrentes. Ao exame físico, apresenta-se desidratada e com taquipneia leve. Os exames laboratoriais mostraram hemoglobina = 12,0 g%, hematócrito = 43%, creatinina = 1,1 mg/dL, ureia = 70 mg/dL, glicemia = 92 mg/dL, AST = 81 U/L, ALT = 74 U/L, ácido úrico = 10 mg/dl).
O distúrbio hidroeletrolítico que se espera encontrar nesse caso clínico denomina-se
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Uma paciente de 60 anos de idade foi diagnosticada recentemente com leucemia linfoblástica aguda, tendo acabado de realizar o seu segundo ciclo de fisioterapia, compareceu ao pronto-socorro com queixas de fadiga extrema, náuseas e vômitos recorrentes. Ao exame físico, apresenta-se desidratada e com taquipneia leve. Os exames laboratoriais mostraram hemoglobina = 12,0 g%, hematócrito = 43%, creatinina = 1,1 mg/dL, ureia = 70 mg/dL, glicemia = 92 mg/dL, AST = 81 U/L, ALT = 74 U/L, ácido úrico = 10 mg/dl).
Qual é o diagnóstico mais provável da emergência oncológica descrita nesse caso clínico?
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Após alta hospitalar, qual anticonvulsivante seria útil para prevenção de crises nessa paciente?
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Uma paciente de 45 anos de idade, com histórico de cefaleia crônica, apresentou-se no pronto-socorro com episódio agudo. Relatou dor pulsátil, unilateral, com fotofobia e fonofobia. A dor é acompanhada por náuseas e vômitos. Exame neurológico revelou hiperestesia ipsilateral, sem outras alterações ou déficits. A paciente refere padrão semelhante de crises anteriores, mas essa crise é especialmente debilitante e de longa duração.
Assinale a alternativa correspondente à classe medicamentosa, não considerada analgésica em outras situações, que pode auxiliar na melhora da crise de cefaleia da citada paciente.
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Uma paciente de 45 anos de idade, com histórico de cefaleia crônica, apresentou-se no pronto-socorro com episódio agudo. Relatou dor pulsátil, unilateral, com fotofobia e fonofobia. A dor é acompanhada por náuseas e vômitos. Exame neurológico revelou hiperestesia ipsilateral, sem outras alterações ou déficits. A paciente refere padrão semelhante de crises anteriores, mas essa crise é especialmente debilitante e de longa duração.
Qual classe medicamentosa deve ser evitada no tratamento da crise dessa paciente?
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Uma paciente de 45 anos de idade, com histórico de cefaleia crônica, apresentou-se no pronto-socorro com episódio agudo. Relatou dor pulsátil, unilateral, com fotofobia e fonofobia. A dor é acompanhada por náuseas e vômitos. Exame neurológico revelou hiperestesia ipsilateral, sem outras alterações ou déficits. A paciente refere padrão semelhante de crises anteriores, mas essa crise é especialmente debilitante e de longa duração.
Assinale a alternativa que indica a(s) medicação(ões) considerada(s) específica(s) para o alívio de dor do tipo de cefaleia dessa paciente.
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Uma paciente de 45 anos de idade, com histórico de cefaleia crônica, apresentou-se no pronto-socorro com episódio agudo. Relatou dor pulsátil, unilateral, com fotofobia e fonofobia. A dor é acompanhada por náuseas e vômitos. Exame neurológico revelou hiperestesia ipsilateral, sem outras alterações ou déficits. A paciente refere padrão semelhante de crises anteriores, mas essa crise é especialmente debilitante e de longa duração.
Qual é o tipo mais provável da cefaleia dessa paciente?
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Um paciente de 82 anos de idade, com histórico de diabetes tipo 2 e hipertensão arterial sistêmica e hiperlipidemia, ausente do acompanhamento médico há mais de uma década, apresentou-se à consulta por causa de dispneia progressiva e fadiga crônica. Exames laboratoriais revelaram hemoglobina = 9 g/dL, leucócitos = 3.200/mm3, neutrófilos = 800/mm3, ausência de blastos e plaquetas = 100 mil/mm3.
Qual pode ser uma causa secundária para a condição hematológica do referido paciente?
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Um paciente de 82 anos de idade, com histórico de diabetes tipo 2 e hipertensão arterial sistêmica e hiperlipidemia, ausente do acompanhamento médico há mais de uma década, apresentou-se à consulta por causa de dispneia progressiva e fadiga crônica. Exames laboratoriais revelaram hemoglobina = 9 g/dL, leucócitos = 3.200/mm3, neutrófilos = 800/mm3, ausência de blastos e plaquetas = 100 mil/mm3.
A complicação grave que é comum e está diretamente relacionada com o diagnóstico mais provável desse paciente é
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