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Foram encontradas 40 questões.

1318728 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Expresso Cidadão
Como ensinar valores ao seu filho?
Segundo uma das definições mais aceitas na Educação, proposta pelo biólogo suíço Jean Piaget (1896-1980), valores são investimentos afetivos. Isso quer dizer que, apesar de se apoiarem em conceitos, estão ligados a emoções, tanto positivas quanto negativas. Educar para os valores é transmitir aos filhos ou alunos ideias em que realmente acreditamos – por exemplo, que vale a pena ouvir enquanto outra pessoa estiver falando. Ou que ficar muito tempo no chuveiro pode levar à falta de água para todos. Ou ainda que cada um é responsável por seus atos.
A transmissão de valores é uma das preocupações que todo pai tem ao educar. Como fazer isso no dia a dia? Quais valores precisam ser passados? A escola pode ajudar? É natural que dúvidas acabem surgindo: o assunto é sério. Sem transmitir valores humanos universais, não há como formar cidadãos éticos e preparados para viver em sociedade. Apesar de não existirem respostas simples, é possível apontar caminhos a serem seguidos, com o objetivo de amenizar alguns problemas de comportamento enfrentados atualmente.
Indisciplina, rebeldia, birra infantil, envolvimento dos jovens com álcool e drogas e os insatisfatórios níveis de aprendizagem estão entre as reclamações mais comuns das famílias (e das escolas). A pergunta que fica é "como chegamos a esse ponto?". Para o psicoterapeuta e consultor organizacional José Ernesto Bologna, a realidade de hoje é consequência das transformações que marcaram o século 20 – perda do papel da religião como fonte de moralidade, desestruturação da família e, também, nascimento de um novo status para o jovem, que passou a ser reconhecido como uma força social com vontade própria. "Ser jovem passou a ser um ideal para toda a sociedade, mesmo para os idosos", afirma.
Muitos pais associam a educação fincada na moral e nos valores com autoritarismo e acreditam ser isso um retrocesso ao conservadorismo. Educar para os valores é convidar alguém a acreditar naquilo que apreciamos, como, por exemplo, respeitar o próximo. Não há valor que se sustente sem bons exemplos. Não adianta os pais defenderem que a criança não pode agir como se ela fosse o centro do universo se eles próprios o fazem em seu dia a dia.
Os pais podem pedir o apoio da escola? A educação requer informação e apoio, e a escola pode ser um braço direito nessa questão. O problema é que muitos pais pedem socorro aos professores, mas nunca abrem mão de suas próprias soluções. “Cada vez mais, quando a escola toma medidas disciplinadoras, a primeira providência dos pais é passar a mão na cabeça dos filhos, justificando seus atos e posicionando-se contra a escola”, reclama a diretora de um colégio de elite na zona sul de São Paulo.
A criança precisa perceber claramente que as regras são definidas por aquele que está no comando: na escola, o professor; em casa, os pais. “Família e escola precisam definir muito bem os seus códigos de conduta e têm o dever de fazer com que sejam seguidos pelos jovens”, afirma Flávio Gikovate, diretor do Instituto de Psicoterapia de São Paulo.
Disponível em: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/formacao-valores-413152.shtml Acesso em: 15 set. 2015. Adaptado.
No trecho: “Muitos pais (...) acreditam ser isso um retrocesso ao conservadorismo (...)”, o segmento destacado pode ser substituído, sem alteração dos sentidos, por:
 

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1315173 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Expresso Cidadão
Como ensinar valores ao seu filho?
Segundo uma das definições mais aceitas na Educação, proposta pelo biólogo suíço Jean Piaget (1896-1980), valores são investimentos afetivos. Isso quer dizer que, apesar de se apoiarem em conceitos, estão ligados a emoções, tanto positivas quanto negativas. Educar para os valores é transmitir aos filhos ou alunos ideias em que realmente acreditamos – por exemplo, que vale a pena ouvir enquanto outra pessoa estiver falando. Ou que ficar muito tempo no chuveiro pode levar à falta de água para todos. Ou ainda que cada um é responsável por seus atos.
A transmissão de valores é uma das preocupações que todo pai tem ao educar. Como fazer isso no dia a dia? Quais valores precisam ser passados? A escola pode ajudar? É natural que dúvidas acabem surgindo: o assunto é sério. Sem transmitir valores humanos universais, não há como formar cidadãos éticos e preparados para viver em sociedade. Apesar de não existirem respostas simples, é possível apontar caminhos a serem seguidos, com o objetivo de amenizar alguns problemas de comportamento enfrentados atualmente.
Indisciplina, rebeldia, birra infantil, envolvimento dos jovens com álcool e drogas e os insatisfatórios níveis de aprendizagem estão entre as reclamações mais comuns das famílias (e das escolas). A pergunta que fica é "como chegamos a esse ponto?". Para o psicoterapeuta e consultor organizacional José Ernesto Bologna, a realidade de hoje é consequência das transformações que marcaram o século 20 – perda do papel da religião como fonte de moralidade, desestruturação da família e, também, nascimento de um novo status para o jovem, que passou a ser reconhecido como uma força social com vontade própria. "Ser jovem passou a ser um ideal para toda a sociedade, mesmo para os idosos", afirma.
Muitos pais associam a educação fincada na moral e nos valores com autoritarismo e acreditam ser isso um retrocesso ao conservadorismo. Educar para os valores é convidar alguém a acreditar naquilo que apreciamos, como, por exemplo, respeitar o próximo. Não há valor que se sustente sem bons exemplos. Não adianta os pais defenderem que a criança não pode agir como se ela fosse o centro do universo se eles próprios o fazem em seu dia a dia.
Os pais podem pedir o apoio da escola? A educação requer informação e apoio, e a escola pode ser um braço direito nessa questão. O problema é que muitos pais pedem socorro aos professores, mas nunca abrem mão de suas próprias soluções. “Cada vez mais, quando a escola toma medidas disciplinadoras, a primeira providência dos pais é passar a mão na cabeça dos filhos, justificando seus atos e posicionando-se contra a escola”, reclama a diretora de um colégio de elite na zona sul de São Paulo.
A criança precisa perceber claramente que as regras são definidas por aquele que está no comando: na escola, o professor; em casa, os pais. “Família e escola precisam definir muito bem os seus códigos de conduta e têm o dever de fazer com que sejam seguidos pelos jovens”, afirma Flávio Gikovate, diretor do Instituto de Psicoterapia de São Paulo.
Disponível em: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/formacao-valores-413152.shtml Acesso em: 15 set. 2015. Adaptado.
O trecho: “alguns problemas de comportamento enfrentados atualmente”, mostra-se plenamente articulado ao parágrafo seguinte, por meio do segmento:
 

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1298281 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Expresso Cidadão
"É PRECISO DIZER NÃO"
No passado, a família tinha um papel de formação ética do indivíduo. À escola cabia a transmissão da cultura acumulada (tendo o professor no papel de centro de conhecimento) e uma parte da formação de hábitos e atitudes. Nas últimas décadas, porém, a escola vem assumindo praticamente sozinha um papel que, em princípio, não deveria ser só seu: o de educar para a cidadania. Essa carga foi sendo despejada sobre a instituição por uma série de motivos: a sociedade mudou, valores éticos se transformaram e muitos pais ficaram inseguros com relação à formação dos filhos. A missão de formar cidadãos produtivos, participativos, críticos e respeitosos não é nada fácil e está sobrando muito mais para a escola, apesar de ela não ter condições de arcar sozinha com a responsabilidade. Não que os pais estejam acomodados.
A pesquisadora carioca Tania Zagury afirma que mudanças pelas quais nossa sociedade passou nas últimas décadas se refletiram nas relações familiares. “Os pais de hoje trabalham mais e passam menos tempo com os filhos. A mãe, que antes ficava em casa e transmitia valores morais, agora trabalha fora e, em 27% dos casos, é arrimo de família. Quando chegam do trabalho, ambos estão cheios de culpa pela ausência e, para minimizar esse sentimento, tornam-se muito permissivos, deixam de estabelecer limites e de ensinar o que é certo e errado.” Além disso, uma crise ética institucional com inversão de valores afetou negativamente as famílias. Muitos pais temem que o filho perca os instrumentos necessários para se defender em uma sociedade que privilegia os espertos e, por isso, tornam-se inseguros. Como consequência, acabam transferindo a responsabilidade da educação moral dos seus filhos para os professores.
Muitos pais preocupam-se demais com a questão emocional, se os filhos vão ficar com algum trauma, algum complexo ou com a autoestima abalada cada vez que eles lhes impõem limites. Muitos tornam-se superprotetores, alegando que o tempo é escasso e que preferem curtir os filhos em vez de ficar fazendo exigências. Mas esse tempo que sobra é precioso para a formação ética dos filhos. Nessas poucas horas é preciso ter postura. É preciso fazer a criança entender que os pais se ausentam porque estão trabalhando. E que trabalham porque querem dar segurança, saúde e educação aos filhos. A criança compreende isso muito bem. Quando juntos, os pais devem dar atenção, carinho, amor e... educação aos filhos.
A escola deve trazer a família cada vez mais para dentro da instituição para participar de encontros, palestras, reuniões e troca de experiências com outros pais; assim, eles saem fortalecidos e sentem que não estão sozinhos nessa luta. Pais e professores devem agir em conjunto.
FALZETTA, Ricardo. Tanya Zagury. É preciso dizer não. Entrevista. Revista Escola. Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/formacao/preciso-dizer-nao-423323.shtml Acesso em: 15 out. 2015. Adaptado.
Após a leitura do Texto, concluímos que o título (É preciso dizer não) deve ser compreendido como uma mensagem:
 

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817703 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Expresso Cidadão
Como ensinar valores ao seu filho?
Segundo uma das definições mais aceitas na Educação, proposta pelo biólogo suíço Jean Piaget (1896-1980), valores são investimentos afetivos. Isso quer dizer que, apesar de se apoiarem em conceitos, estão ligados a emoções, tanto positivas quanto negativas. Educar para os valores é transmitir aos filhos ou alunos ideias em que realmente acreditamos – por exemplo, que vale a pena ouvir enquanto outra pessoa estiver falando. Ou que ficar muito tempo no chuveiro pode levar à falta de água para todos. Ou ainda que cada um é responsável por seus atos.
A transmissão de valores é uma das preocupações que todo pai tem ao educar. Como fazer isso no dia a dia? Quais valores precisam ser passados? A escola pode ajudar? É natural que dúvidas acabem surgindo: o assunto é sério. Sem transmitir valores humanos universais, não há como formar cidadãos éticos e preparados para viver em sociedade. Apesar de não existirem respostas simples, é possível apontar caminhos a serem seguidos, com o objetivo de amenizar alguns problemas de comportamento enfrentados atualmente.
Indisciplina, rebeldia, birra infantil, envolvimento dos jovens com álcool e drogas e os insatisfatórios níveis de aprendizagem estão entre as reclamações mais comuns das famílias (e das escolas). A pergunta que fica é "como chegamos a esse ponto?". Para o psicoterapeuta e consultor organizacional José Ernesto Bologna, a realidade de hoje é consequência das transformações que marcaram o século 20 – perda do papel da religião como fonte de moralidade, desestruturação da família e, também, nascimento de um novo status para o jovem, que passou a ser reconhecido como uma força social com vontade própria. "Ser jovem passou a ser um ideal para toda a sociedade, mesmo para os idosos", afirma.
Muitos pais associam a educação fincada na moral e nos valores com autoritarismo e acreditam ser isso um retrocesso ao conservadorismo. Educar para os valores é convidar alguém a acreditar naquilo que apreciamos, como, por exemplo, respeitar o próximo. Não há valor que se sustente sem bons exemplos. Não adianta os pais defenderem que a criança não pode agir como se ela fosse o centro do universo se eles próprios o fazem em seu dia a dia.
Os pais podem pedir o apoio da escola? A educação requer informação e apoio, e a escola pode ser um braço direito nessa questão. O problema é que muitos pais pedem socorro aos professores, mas nunca abrem mão de suas próprias soluções. “Cada vez mais, quando a escola toma medidas disciplinadoras, a primeira providência dos pais é passar a mão na cabeça dos filhos, justificando seus atos e posicionando-se contra a escola”, reclama a diretora de um colégio de elite na zona sul de São Paulo.
A criança precisa perceber claramente que as regras são definidas por aquele que está no comando: na escola, o professor; em casa, os pais. “Família e escola precisam definir muito bem os seus códigos de conduta e têm o dever de fazer com que sejam seguidos pelos jovens”, afirma Flávio Gikovate, diretor do Instituto de Psicoterapia de São Paulo.
Disponível em: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/formacao-valores-413152.shtml Acesso em: 15 set. 2015. Adaptado.
Em: “uma definição proposta pelo biólogo”, há uma relação de dependência entre um nome (proposta) e seu complemento (biólogo), relação essa conectada por meio da preposição „pelo". Esse princípio (regência nominal) está corretamente empregado nos segmentos destacados em:
 

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813752 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Expresso Cidadão
"É PRECISO DIZER NÃO"
No passado, a família tinha um papel de formação ética do indivíduo. À escola cabia a transmissão da cultura acumulada (tendo o professor no papel de centro de conhecimento) e uma parte da formação de hábitos e atitudes. Nas últimas décadas, porém, a escola vem assumindo praticamente sozinha um papel que, em princípio, não deveria ser só seu: o de educar para a cidadania. Essa carga foi sendo despejada sobre a instituição por uma série de motivos: a sociedade mudou, valores éticos se transformaram e muitos pais ficaram inseguros com relação à formação dos filhos. A missão de formar cidadãos produtivos, participativos, críticos e respeitosos não é nada fácil e está sobrando muito mais para a escola, apesar de ela não ter condições de arcar sozinha com a responsabilidade. Não que os pais estejam acomodados.
A pesquisadora carioca Tania Zagury afirma que mudanças pelas quais nossa sociedade passou nas últimas décadas se refletiram nas relações familiares. “Os pais de hoje trabalham mais e passam menos tempo com os filhos. A mãe, que antes ficava em casa e transmitia valores morais, agora trabalha fora e, em 27% dos casos, é arrimo de família. Quando chegam do trabalho, ambos estão cheios de culpa pela ausência e, para minimizar esse sentimento, tornam-se muito permissivos, deixam de estabelecer limites e de ensinar o que é certo e errado.” Além disso, uma crise ética institucional com inversão de valores afetou negativamente as famílias. Muitos pais temem que o filho perca os instrumentos necessários para se defender em uma sociedade que privilegia os espertos e, por isso, tornam-se inseguros. Como consequência, acabam transferindo a responsabilidade da educação moral dos seus filhos para os professores.
Muitos pais preocupam-se demais com a questão emocional, se os filhos vão ficar com algum trauma, algum complexo ou com a autoestima abalada cada vez que eles lhes impõem limites. Muitos tornam-se superprotetores, alegando que o tempo é escasso e que preferem curtir os filhos em vez de ficar fazendo exigências. Mas esse tempo que sobra é precioso para a formação ética dos filhos. Nessas poucas horas é preciso ter postura. É preciso fazer a criança entender que os pais se ausentam porque estão trabalhando. E que trabalham porque querem dar segurança, saúde e educação aos filhos. A criança compreende isso muito bem. Quando juntos, os pais devem dar atenção, carinho, amor e... educação aos filhos.
A escola deve trazer a família cada vez mais para dentro da instituição para participar de encontros, palestras, reuniões e troca de experiências com outros pais; assim, eles saem fortalecidos e sentem que não estão sozinhos nessa luta. Pais e professores devem agir em conjunto.
FALZETTA, Ricardo. Tanya Zagury. É preciso dizer não. Entrevista. Revista Escola. Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/formacao/preciso-dizer-nao-423323.shtml Acesso em: 15 out. 2015. Adaptado.
Ao falar ou escrever, podemos suprimir uma palavra ou trecho facilmente compreendido pelo nosso interlocutor, para tornar o texto mais sintético. Mostre que você compreendeu bem o Texto, identificando a alternativa que indica CORRETAMENTE, entre parênteses, o trecho que completa a lacuna.
 

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813442 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Expresso Cidadão
Como ensinar valores ao seu filho?
Segundo uma das definições mais aceitas na Educação, proposta pelo biólogo suíço Jean Piaget (1896-1980), valores são investimentos afetivos. Isso quer dizer que, apesar de se apoiarem em conceitos, estão ligados a emoções, tanto positivas quanto negativas. Educar para os valores é transmitir aos filhos ou alunos ideias em que realmente acreditamos – por exemplo, que vale a pena ouvir enquanto outra pessoa estiver falando. Ou que ficar muito tempo no chuveiro pode levar à falta de água para todos. Ou ainda que cada um é responsável por seus atos.
A transmissão de valores é uma das preocupações que todo pai tem ao educar. Como fazer isso no dia a dia? Quais valores precisam ser passados? A escola pode ajudar? É natural que dúvidas acabem surgindo: o assunto é sério. Sem transmitir valores humanos universais, não há como formar cidadãos éticos e preparados para viver em sociedade. Apesar de não existirem respostas simples, é possível apontar caminhos a serem seguidos, com o objetivo de amenizar alguns problemas de comportamento enfrentados atualmente.
Indisciplina, rebeldia, birra infantil, envolvimento dos jovens com álcool e drogas e os insatisfatórios níveis de aprendizagem estão entre as reclamações mais comuns das famílias (e das escolas). A pergunta que fica é "como chegamos a esse ponto?". Para o psicoterapeuta e consultor organizacional José Ernesto Bologna, a realidade de hoje é consequência das transformações que marcaram o século 20 – perda do papel da religião como fonte de moralidade, desestruturação da família e, também, nascimento de um novo status para o jovem, que passou a ser reconhecido como uma força social com vontade própria. "Ser jovem passou a ser um ideal para toda a sociedade, mesmo para os idosos", afirma.
Muitos pais associam a educação fincada na moral e nos valores com autoritarismo e acreditam ser isso um retrocesso ao conservadorismo. Educar para os valores é convidar alguém a acreditar naquilo que apreciamos, como, por exemplo, respeitar o próximo. Não há valor que se sustente sem bons exemplos. Não adianta os pais defenderem que a criança não pode agir como se ela fosse o centro do universo se eles próprios o fazem em seu dia a dia.
Os pais podem pedir o apoio da escola? A educação requer informação e apoio, e a escola pode ser um braço direito nessa questão. O problema é que muitos pais pedem socorro aos professores, mas nunca abrem mão de suas próprias soluções. “Cada vez mais, quando a escola toma medidas disciplinadoras, a primeira providência dos pais é passar a mão na cabeça dos filhos, justificando seus atos e posicionando-se contra a escola”, reclama a diretora de um colégio de elite na zona sul de São Paulo.
A criança precisa perceber claramente que as regras são definidas por aquele que está no comando: na escola, o professor; em casa, os pais. “Família e escola precisam definir muito bem os seus códigos de conduta e têm o dever de fazer com que sejam seguidos pelos jovens”, afirma Flávio Gikovate, diretor do Instituto de Psicoterapia de São Paulo.
Disponível em: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/formacao-valores-413152.shtml Acesso em: 15 set. 2015. Adaptado.
Releia, com especial atenção para os elementos sublinhados.
Muitos pais associam a educação fincada na moral e nos valores com autoritarismo e acreditam ser isso um retrocesso ao conservadorismo. Educar para os valores é convidar alguém a acreditar naquilo que apreciamos, como, por exemplo, respeitar o próximo. Não há valor que se sustente sem bons exemplos. Não adianta os pais defenderem que a criança não pode agir como se ela fosse o centro do universo se eles próprios o fazem em seu dia a dia.
Sobre como esses elementos contribuem para a compreensão e interpretação do texto, analise as afirmativas a seguir.
I. “isso” resume todo o segmento que lhe antecede, isto é, o fato de muitos pais associarem a educação fincada na moral e nos valores com autoritarismo, e acreditarem nessa ideia.
II. “naquilo” substitui o segmento “Educar para os valores”.
III. “ela” está substituindo o segmento “a criança”.
IV. “se eles próprios o fazem em seu dia a dia”, isto é, se os pais agem como se fossem o centro do universo em seu dia a dia.
Estão CORRETAS:
 

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813196 Ano: 2015
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Expresso Cidadão
Enunciado 813196-1
A atual conjuntura exige uma profunda reflexão em torno dos problemas existentes, visando delinear ações que favoreçam a prosperidade, a sustentabilidade, a segurança e a cidadania para todos. Nesse contexto, o servidor público deve ter uma atitude socialmente responsável. Assinale a alternativa que NÃO representa um valor ético para o cidadão e o servidor público.
 

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810628 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Expresso Cidadão
Como ensinar valores ao seu filho?
Segundo uma das definições mais aceitas na Educação, proposta pelo biólogo suíço Jean Piaget (1896-1980), valores são investimentos afetivos. Isso quer dizer que, apesar de se apoiarem em conceitos, estão ligados a emoções, tanto positivas quanto negativas. Educar para os valores é transmitir aos filhos ou alunos ideias em que realmente acreditamos – por exemplo, que vale a pena ouvir enquanto outra pessoa estiver falando. Ou que ficar muito tempo no chuveiro pode levar à falta de água para todos. Ou ainda que cada um é responsável por seus atos.
A transmissão de valores é uma das preocupações que todo pai tem ao educar. Como fazer isso no dia a dia? Quais valores precisam ser passados? A escola pode ajudar? É natural que dúvidas acabem surgindo: o assunto é sério. Sem transmitir valores humanos universais, não há como formar cidadãos éticos e preparados para viver em sociedade. Apesar de não existirem respostas simples, é possível apontar caminhos a serem seguidos, com o objetivo de amenizar alguns problemas de comportamento enfrentados atualmente.
Indisciplina, rebeldia, birra infantil, envolvimento dos jovens com álcool e drogas e os insatisfatórios níveis de aprendizagem estão entre as reclamações mais comuns das famílias (e das escolas). A pergunta que fica é "como chegamos a esse ponto?". Para o psicoterapeuta e consultor organizacional José Ernesto Bologna, a realidade de hoje é consequência das transformações que marcaram o século 20 – perda do papel da religião como fonte de moralidade, desestruturação da família e, também, nascimento de um novo status para o jovem, que passou a ser reconhecido como uma força social com vontade própria. "Ser jovem passou a ser um ideal para toda a sociedade, mesmo para os idosos", afirma.
Muitos pais associam a educação fincada na moral e nos valores com autoritarismo e acreditam ser isso um retrocesso ao conservadorismo. Educar para os valores é convidar alguém a acreditar naquilo que apreciamos, como, por exemplo, respeitar o próximo. Não há valor que se sustente sem bons exemplos. Não adianta os pais defenderem que a criança não pode agir como se ela fosse o centro do universo se eles próprios o fazem em seu dia a dia.
Os pais podem pedir o apoio da escola? A educação requer informação e apoio, e a escola pode ser um braço direito nessa questão. O problema é que muitos pais pedem socorro aos professores, mas nunca abrem mão de suas próprias soluções. “Cada vez mais, quando a escola toma medidas disciplinadoras, a primeira providência dos pais é passar a mão na cabeça dos filhos, justificando seus atos e posicionando-se contra a escola”, reclama a diretora de um colégio de elite na zona sul de São Paulo.
A criança precisa perceber claramente que as regras são definidas por aquele que está no comando: na escola, o professor; em casa, os pais. “Família e escola precisam definir muito bem os seus códigos de conduta e têm o dever de fazer com que sejam seguidos pelos jovens”, afirma Flávio Gikovate, diretor do Instituto de Psicoterapia de São Paulo.
Disponível em: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/formacao-valores-413152.shtml Acesso em: 15 set. 2015. Adaptado.
Considere os princípios que orientam o emprego da crase para identificar a alternativa que utiliza esse recurso CORRETAMENTE.
 

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797716 Ano: 2015
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Expresso Cidadão
Com relação à ética no serviço público e qualidade no atendimento ao público, assinale a alternativa CORRETA.
 

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797161 Ano: 2015
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Expresso Cidadão
Em um determinado órgão público, uma servidora, após concurso, foi nomeada para um cargo de confiança, com considerável gratificação. Depois de algum tempo, seu chefe passou a ameaçá-la com a perda do cargo, caso não se encontrasse com ele fora do local de trabalho. Por não ceder às investidas do superior, a servidora passou a sofrer perseguição no trabalho e, por fim, optou por deixar o cargo. Considerando essa situação hipotética, assinale a afirmativa CORRETA referente à ética no serviço público.
 

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