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Foram encontradas 40 questões.

797081 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Expresso Cidadão
Em português, como em outras línguas, não há correspondência total entre sons e letras. Assim, uma letra pode representar mais de um som. A sequência em que a letra X, em todas as palavras, representa o mesmo som que em “exemplo” é:
 

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791247 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Expresso Cidadão
O grupo em que todas as palavras são acentuadas graficamente pela mesma razão é:
 

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789965 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Expresso Cidadão
Como ensinar valores ao seu filho?
Segundo uma das definições mais aceitas na Educação, proposta pelo biólogo suíço Jean Piaget (1896-1980), valores são investimentos afetivos. Isso quer dizer que, apesar de se apoiarem em conceitos, estão ligados a emoções, tanto positivas quanto negativas. Educar para os valores é transmitir aos filhos ou alunos ideias em que realmente acreditamos – por exemplo, que vale a pena ouvir enquanto outra pessoa estiver falando. Ou que ficar muito tempo no chuveiro pode levar à falta de água para todos. Ou ainda que cada um é responsável por seus atos.
A transmissão de valores é uma das preocupações que todo pai tem ao educar. Como fazer isso no dia a dia? Quais valores precisam ser passados? A escola pode ajudar? É natural que dúvidas acabem surgindo: o assunto é sério. Sem transmitir valores humanos universais, não há como formar cidadãos éticos e preparados para viver em sociedade. Apesar de não existirem respostas simples, é possível apontar caminhos a serem seguidos, com o objetivo de amenizar alguns problemas de comportamento enfrentados atualmente.
Indisciplina, rebeldia, birra infantil, envolvimento dos jovens com álcool e drogas e os insatisfatórios níveis de aprendizagem estão entre as reclamações mais comuns das famílias (e das escolas). A pergunta que fica é "como chegamos a esse ponto?". Para o psicoterapeuta e consultor organizacional José Ernesto Bologna, a realidade de hoje é consequência das transformações que marcaram o século 20 – perda do papel da religião como fonte de moralidade, desestruturação da família e, também, nascimento de um novo status para o jovem, que passou a ser reconhecido como uma força social com vontade própria. "Ser jovem passou a ser um ideal para toda a sociedade, mesmo para os idosos", afirma.
Muitos pais associam a educação fincada na moral e nos valores com autoritarismo e acreditam ser isso um retrocesso ao conservadorismo. Educar para os valores é convidar alguém a acreditar naquilo que apreciamos, como, por exemplo, respeitar o próximo. Não há valor que se sustente sem bons exemplos. Não adianta os pais defenderem que a criança não pode agir como se ela fosse o centro do universo se eles próprios o fazem em seu dia a dia.
Os pais podem pedir o apoio da escola? A educação requer informação e apoio, e a escola pode ser um braço direito nessa questão. O problema é que muitos pais pedem socorro aos professores, mas nunca abrem mão de suas próprias soluções. “Cada vez mais, quando a escola toma medidas disciplinadoras, a primeira providência dos pais é passar a mão na cabeça dos filhos, justificando seus atos e posicionando-se contra a escola”, reclama a diretora de um colégio de elite na zona sul de São Paulo.
A criança precisa perceber claramente que as regras são definidas por aquele que está no comando: na escola, o professor; em casa, os pais. “Família e escola precisam definir muito bem os seus códigos de conduta e têm o dever de fazer com que sejam seguidos pelos jovens”, afirma Flávio Gikovate, diretor do Instituto de Psicoterapia de São Paulo.
Disponível em: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/formacao-valores-413152.shtml Acesso em: 15 set. 2015. Adaptado.
Em: “O problema é que muitos pais pedem socorro aos professores, mas nunca abrem mão de suas próprias soluções (...)”, a palavra grifada introduz uma ideia de
 

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770420 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Expresso Cidadão
Como ensinar valores ao seu filho?
Segundo uma das definições mais aceitas na Educação, proposta pelo biólogo suíço Jean Piaget (1896-1980), valores são investimentos afetivos. Isso quer dizer que, apesar de se apoiarem em conceitos, estão ligados a emoções, tanto positivas quanto negativas. Educar para os valores é transmitir aos filhos ou alunos ideias em que realmente acreditamos – por exemplo, que vale a pena ouvir enquanto outra pessoa estiver falando. Ou que ficar muito tempo no chuveiro pode levar à falta de água para todos. Ou ainda que cada um é responsável por seus atos.
A transmissão de valores é uma das preocupações que todo pai tem ao educar. Como fazer isso no dia a dia? Quais valores precisam ser passados? A escola pode ajudar? É natural que dúvidas acabem surgindo: o assunto é sério. Sem transmitir valores humanos universais, não há como formar cidadãos éticos e preparados para viver em sociedade. Apesar de não existirem respostas simples, é possível apontar caminhos a serem seguidos, com o objetivo de amenizar alguns problemas de comportamento enfrentados atualmente.
Indisciplina, rebeldia, birra infantil, envolvimento dos jovens com álcool e drogas e os insatisfatórios níveis de aprendizagem estão entre as reclamações mais comuns das famílias (e das escolas). A pergunta que fica é "como chegamos a esse ponto?". Para o psicoterapeuta e consultor organizacional José Ernesto Bologna, a realidade de hoje é consequência das transformações que marcaram o século 20 – perda do papel da religião como fonte de moralidade, desestruturação da família e, também, nascimento de um novo status para o jovem, que passou a ser reconhecido como uma força social com vontade própria. "Ser jovem passou a ser um ideal para toda a sociedade, mesmo para os idosos", afirma.
Muitos pais associam a educação fincada na moral e nos valores com autoritarismo e acreditam ser isso um retrocesso ao conservadorismo. Educar para os valores é convidar alguém a acreditar naquilo que apreciamos, como, por exemplo, respeitar o próximo. Não há valor que se sustente sem bons exemplos. Não adianta os pais defenderem que a criança não pode agir como se ela fosse o centro do universo se eles próprios o fazem em seu dia a dia.
Os pais podem pedir o apoio da escola? A educação requer informação e apoio, e a escola pode ser um braço direito nessa questão. O problema é que muitos pais pedem socorro aos professores, mas nunca abrem mão de suas próprias soluções. “Cada vez mais, quando a escola toma medidas disciplinadoras, a primeira providência dos pais é passar a mão na cabeça dos filhos, justificando seus atos e posicionando-se contra a escola”, reclama a diretora de um colégio de elite na zona sul de São Paulo.
A criança precisa perceber claramente que as regras são definidas por aquele que está no comando: na escola, o professor; em casa, os pais. “Família e escola precisam definir muito bem os seus códigos de conduta e têm o dever de fazer com que sejam seguidos pelos jovens”, afirma Flávio Gikovate, diretor do Instituto de Psicoterapia de São Paulo.
Disponível em: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/formacao-valores-413152.shtml Acesso em: 15 set. 2015. Adaptado.
Releia o trecho a seguir
(...) por exemplo, que vale a pena ouvir enquanto outra pessoa estiver falando. Ou que ficar muito tempo no chuveiro pode levar à falta de água para todos. Ou ainda que cada um é responsável por seus atos.
A palavra destacada pode ser substituída, sem alteração dos significados que tem no texto, por
 

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770117 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Expresso Cidadão
Como ensinar valores ao seu filho?
Segundo uma das definições mais aceitas na Educação, proposta pelo biólogo suíço Jean Piaget (1896-1980), valores são investimentos afetivos. Isso quer dizer que, apesar de se apoiarem em conceitos, estão ligados a emoções, tanto positivas quanto negativas. Educar para os valores é transmitir aos filhos ou alunos ideias em que realmente acreditamos – por exemplo, que vale a pena ouvir enquanto outra pessoa estiver falando. Ou que ficar muito tempo no chuveiro pode levar à falta de água para todos. Ou ainda que cada um é responsável por seus atos.
A transmissão de valores é uma das preocupações que todo pai tem ao educar. Como fazer isso no dia a dia? Quais valores precisam ser passados? A escola pode ajudar? É natural que dúvidas acabem surgindo: o assunto é sério. Sem transmitir valores humanos universais, não há como formar cidadãos éticos e preparados para viver em sociedade. Apesar de não existirem respostas simples, é possível apontar caminhos a serem seguidos, com o objetivo de amenizar alguns problemas de comportamento enfrentados atualmente.
Indisciplina, rebeldia, birra infantil, envolvimento dos jovens com álcool e drogas e os insatisfatórios níveis de aprendizagem estão entre as reclamações mais comuns das famílias (e das escolas). A pergunta que fica é "como chegamos a esse ponto?". Para o psicoterapeuta e consultor organizacional José Ernesto Bologna, a realidade de hoje é consequência das transformações que marcaram o século 20 – perda do papel da religião como fonte de moralidade, desestruturação da família e, também, nascimento de um novo status para o jovem, que passou a ser reconhecido como uma força social com vontade própria. "Ser jovem passou a ser um ideal para toda a sociedade, mesmo para os idosos", afirma.
Muitos pais associam a educação fincada na moral e nos valores com autoritarismo e acreditam ser isso um retrocesso ao conservadorismo. Educar para os valores é convidar alguém a acreditar naquilo que apreciamos, como, por exemplo, respeitar o próximo. Não há valor que se sustente sem bons exemplos. Não adianta os pais defenderem que a criança não pode agir como se ela fosse o centro do universo se eles próprios o fazem em seu dia a dia.
Os pais podem pedir o apoio da escola? A educação requer informação e apoio, e a escola pode ser um braço direito nessa questão. O problema é que muitos pais pedem socorro aos professores, mas nunca abrem mão de suas próprias soluções. “Cada vez mais, quando a escola toma medidas disciplinadoras, a primeira providência dos pais é passar a mão na cabeça dos filhos, justificando seus atos e posicionando-se contra a escola”, reclama a diretora de um colégio de elite na zona sul de São Paulo.
A criança precisa perceber claramente que as regras são definidas por aquele que está no comando: na escola, o professor; em casa, os pais. “Família e escola precisam definir muito bem os seus códigos de conduta e têm o dever de fazer com que sejam seguidos pelos jovens”, afirma Flávio Gikovate, diretor do Instituto de Psicoterapia de São Paulo.
Disponível em: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/formacao-valores-413152.shtml Acesso em: 15 set. 2015. Adaptado.
Para conseguir maior credibilidade de seus leitores, o autor do Texto tem como estratégia:
 

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770104 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Expresso Cidadão
"É PRECISO DIZER NÃO"
No passado, a família tinha um papel de formação ética do indivíduo. À escola cabia a transmissão da cultura acumulada (tendo o professor no papel de centro de conhecimento) e uma parte da formação de hábitos e atitudes. Nas últimas décadas, porém, a escola vem assumindo praticamente sozinha um papel que, em princípio, não deveria ser só seu: o de educar para a cidadania. Essa carga foi sendo despejada sobre a instituição por uma série de motivos: a sociedade mudou, valores éticos se transformaram e muitos pais ficaram inseguros com relação à formação dos filhos. A missão de formar cidadãos produtivos, participativos, críticos e respeitosos não é nada fácil e está sobrando muito mais para a escola, apesar de ela não ter condições de arcar sozinha com a responsabilidade. Não que os pais estejam acomodados.
A pesquisadora carioca Tania Zagury afirma que mudanças pelas quais nossa sociedade passou nas últimas décadas se refletiram nas relações familiares. “Os pais de hoje trabalham mais e passam menos tempo com os filhos. A mãe, que antes ficava em casa e transmitia valores morais, agora trabalha fora e, em 27% dos casos, é arrimo de família. Quando chegam do trabalho, ambos estão cheios de culpa pela ausência e, para minimizar esse sentimento, tornam-se muito permissivos, deixam de estabelecer limites e de ensinar o que é certo e errado.” Além disso, uma crise ética institucional com inversão de valores afetou negativamente as famílias. Muitos pais temem que o filho perca os instrumentos necessários para se defender em uma sociedade que privilegia os espertos e, por isso, tornam-se inseguros. Como consequência, acabam transferindo a responsabilidade da educação moral dos seus filhos para os professores.
Muitos pais preocupam-se demais com a questão emocional, se os filhos vão ficar com algum trauma, algum complexo ou com a autoestima abalada cada vez que eles lhes impõem limites. Muitos tornam-se superprotetores, alegando que o tempo é escasso e que preferem curtir os filhos em vez de ficar fazendo exigências. Mas esse tempo que sobra é precioso para a formação ética dos filhos. Nessas poucas horas é preciso ter postura. É preciso fazer a criança entender que os pais se ausentam porque estão trabalhando. E que trabalham porque querem dar segurança, saúde e educação aos filhos. A criança compreende isso muito bem. Quando juntos, os pais devem dar atenção, carinho, amor e... educação aos filhos.
A escola deve trazer a família cada vez mais para dentro da instituição para participar de encontros, palestras, reuniões e troca de experiências com outros pais; assim, eles saem fortalecidos e sentem que não estão sozinhos nessa luta. Pais e professores devem agir em conjunto.
FALZETTA, Ricardo. Tanya Zagury. É preciso dizer não. Entrevista. Revista Escola. Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/formacao/preciso-dizer-nao-423323.shtml Acesso em: 15 out. 2015. Adaptado.
Observe como, no Texto, se iniciam o primeiro parágrafo (No passado) e o segundo (Nas últimas décadas). Essas expressões estabelecem entre os dois parágrafos um contraste que se baseia na ideia de
 

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769894 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Expresso Cidadão
Como ensinar valores ao seu filho?
Segundo uma das definições mais aceitas na Educação, proposta pelo biólogo suíço Jean Piaget (1896-1980), valores são investimentos afetivos. Isso quer dizer que, apesar de se apoiarem em conceitos, estão ligados a emoções, tanto positivas quanto negativas. Educar para os valores é transmitir aos filhos ou alunos ideias em que realmente acreditamos – por exemplo, que vale a pena ouvir enquanto outra pessoa estiver falando. Ou que ficar muito tempo no chuveiro pode levar à falta de água para todos. Ou ainda que cada um é responsável por seus atos.
A transmissão de valores é uma das preocupações que todo pai tem ao educar. Como fazer isso no dia a dia? Quais valores precisam ser passados? A escola pode ajudar? É natural que dúvidas acabem surgindo: o assunto é sério. Sem transmitir valores humanos universais, não há como formar cidadãos éticos e preparados para viver em sociedade. Apesar de não existirem respostas simples, é possível apontar caminhos a serem seguidos, com o objetivo de amenizar alguns problemas de comportamento enfrentados atualmente.
Indisciplina, rebeldia, birra infantil, envolvimento dos jovens com álcool e drogas e os insatisfatórios níveis de aprendizagem estão entre as reclamações mais comuns das famílias (e das escolas). A pergunta que fica é "como chegamos a esse ponto?". Para o psicoterapeuta e consultor organizacional José Ernesto Bologna, a realidade de hoje é consequência das transformações que marcaram o século 20 – perda do papel da religião como fonte de moralidade, desestruturação da família e, também, nascimento de um novo status para o jovem, que passou a ser reconhecido como uma força social com vontade própria. "Ser jovem passou a ser um ideal para toda a sociedade, mesmo para os idosos", afirma.
Muitos pais associam a educação fincada na moral e nos valores com autoritarismo e acreditam ser isso um retrocesso ao conservadorismo. Educar para os valores é convidar alguém a acreditar naquilo que apreciamos, como, por exemplo, respeitar o próximo. Não há valor que se sustente sem bons exemplos. Não adianta os pais defenderem que a criança não pode agir como se ela fosse o centro do universo se eles próprios o fazem em seu dia a dia.
Os pais podem pedir o apoio da escola? A educação requer informação e apoio, e a escola pode ser um braço direito nessa questão. O problema é que muitos pais pedem socorro aos professores, mas nunca abrem mão de suas próprias soluções. “Cada vez mais, quando a escola toma medidas disciplinadoras, a primeira providência dos pais é passar a mão na cabeça dos filhos, justificando seus atos e posicionando-se contra a escola”, reclama a diretora de um colégio de elite na zona sul de São Paulo.
A criança precisa perceber claramente que as regras são definidas por aquele que está no comando: na escola, o professor; em casa, os pais. “Família e escola precisam definir muito bem os seus códigos de conduta e têm o dever de fazer com que sejam seguidos pelos jovens”, afirma Flávio Gikovate, diretor do Instituto de Psicoterapia de São Paulo.
Disponível em: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/formacao-valores-413152.shtml Acesso em: 15 set. 2015. Adaptado.
Releia este trecho extraído do segundo parágrafo do e atente para o emprego da pontuação.
A transmissão de valores é uma das preocupações que todo pai tem ao educar. Como fazer isso no dia a dia? Quais valores precisam ser passados? A escola pode ajudar? É natural que dúvidas acabem surgindo: o assunto é sério. Sem transmitir valores humanos universais, não há como formar cidadãos éticos e preparados para viver em sociedade.
Sobre como os sinais de pontuação colaboram com os sentidos nesse trecho, analise as afirmativas a seguir.
I. Na primeira frase, o ponto final marca uma afirmação categórica, consensual, ou seja, da qual não há como se discordar.
II. O ponto de interrogação indica que o autor pretende que o seu interlocutor responda à pergunta.
III. Se os dois pontos fossem substituídos pela palavra „pois", precedida de vírgula, manter-se-ia o sentido original de explicação e a correção do texto.
IV. A vírgula separa duas orações: a primeira, de sentido condicional, está em relação de dependência com a segunda.
Estão CORRETAS, apenas:
 

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769644 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Expresso Cidadão

O servidor público deve atentar para o fato de que a administração pública deve pautar seus atos de ética e cidadania nos princípios elencados na Constituição Federal, em seu art. 37, que prevê: “A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência”. Relacione a segunda coluna de acordo com a primeira.

(1) Legalidade ( ) Exige que a atividade administrativa seja exercida com presteza, perfeição e rendimento funcional. Trata-se do mais moderno princípio da função administrativa.
(2) Impessoalidade ( ) Significa que o administrador e o servidor público estão, em toda a sua atividade funcional, sujeitos aos mandamentos da lei e às exigências do bem comum, deles não podendo se afastar ou se desviar.
(3) Moralidade ( ) Não se trata da moral comum e sim, de uma moral jurídica, entendida como “o conjunto de regras de conduta tiradas da disciplina interior da Administração”.
(4) Publicidade ( ) A administração e o servidor devem manter-se numa posição de neutralidade em relação aos administrados e público atendido, ficando proibidos de estabelecer discriminações gratuitas, podendo apenas fazer aquelas que se justifiquem em razão do interesse coletivo.
(5) Eficiência ( ) A administração tem o dever de manter plena transparência de todos os seus comportamentos, inclusive de oferecer informações que estejam armazenadas em seus bancos de dados, quando sejam solicitadas, em razão dos interesses que ela representa quando atua.

Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA.

 

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767005 Ano: 2015
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Expresso Cidadão
Sobre os deveres do servidor público no atendimento ao cidadão, analise os itens abaixo:
I. Ser estudioso e buscar, cada dia, mais conhecimento para ter um desempenho superior ao cidadão atendido.
II. Tratar, cuidadosamente, o usuário do serviço, aperfeiçoando o processo de comunicação e o contato com o público.
III. Ter consciência de que seu trabalho é regido por princípios éticos, que se materializam na adequada prestação dos serviços públicos.
IV. Ser assíduo e frequente ao serviço, na certeza de que sua ausência provoca danos ao trabalho ordenado, refletindo, negativamente, em todo o sistema.
V. Apresentar-se ao trabalho com vestimentas adequadas ao exercício da função.
Estão CORRETOS apenas
 

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758580 Ano: 2015
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Expresso Cidadão
No ambiente de trabalho, é fundamentalmente importante a postura ética para o bom funcionamento das atividades da instituição e das relações de trabalho entre os funcionários e o atendimento ao cidadão. Assim, deve haver
 

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