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Foram encontradas 40 questões.

743432 Ano: 2015
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Expresso Cidadão
O cidadão consciente de sua responsabilidade é parte integrante de um complexo organismo, da coletividade, da nação e do Estado. Para isso funcionar bem, todos têm de oferecer a sua parcela de contribuição. Nesse contexto, é papel de todo servidor público vivenciar a cidadania e zelar por uma postura
 

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742848 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Expresso Cidadão
Como ensinar valores ao seu filho?
Segundo uma das definições mais aceitas na Educação, proposta pelo biólogo suíço Jean Piaget (1896-1980), valores são investimentos afetivos. Isso quer dizer que, apesar de se apoiarem em conceitos, estão ligados a emoções, tanto positivas quanto negativas. Educar para os valores é transmitir aos filhos ou alunos ideias em que realmente acreditamos – por exemplo, que vale a pena ouvir enquanto outra pessoa estiver falando. Ou que ficar muito tempo no chuveiro pode levar à falta de água para todos. Ou ainda que cada um é responsável por seus atos.
A transmissão de valores é uma das preocupações que todo pai tem ao educar. Como fazer isso no dia a dia? Quais valores precisam ser passados? A escola pode ajudar? É natural que dúvidas acabem surgindo: o assunto é sério. Sem transmitir valores humanos universais, não há como formar cidadãos éticos e preparados para viver em sociedade. Apesar de não existirem respostas simples, é possível apontar caminhos a serem seguidos, com o objetivo de amenizar alguns problemas de comportamento enfrentados atualmente.
Indisciplina, rebeldia, birra infantil, envolvimento dos jovens com álcool e drogas e os insatisfatórios níveis de aprendizagem estão entre as reclamações mais comuns das famílias (e das escolas). A pergunta que fica é "como chegamos a esse ponto?". Para o psicoterapeuta e consultor organizacional José Ernesto Bologna, a realidade de hoje é consequência das transformações que marcaram o século 20 – perda do papel da religião como fonte de moralidade, desestruturação da família e, também, nascimento de um novo status para o jovem, que passou a ser reconhecido como uma força social com vontade própria. "Ser jovem passou a ser um ideal para toda a sociedade, mesmo para os idosos", afirma.
Muitos pais associam a educação fincada na moral e nos valores com autoritarismo e acreditam ser isso um retrocesso ao conservadorismo. Educar para os valores é convidar alguém a acreditar naquilo que apreciamos, como, por exemplo, respeitar o próximo. Não há valor que se sustente sem bons exemplos. Não adianta os pais defenderem que a criança não pode agir como se ela fosse o centro do universo se eles próprios o fazem em seu dia a dia.
Os pais podem pedir o apoio da escola? A educação requer informação e apoio, e a escola pode ser um braço direito nessa questão. O problema é que muitos pais pedem socorro aos professores, mas nunca abrem mão de suas próprias soluções. “Cada vez mais, quando a escola toma medidas disciplinadoras, a primeira providência dos pais é passar a mão na cabeça dos filhos, justificando seus atos e posicionando-se contra a escola”, reclama a diretora de um colégio de elite na zona sul de São Paulo.
A criança precisa perceber claramente que as regras são definidas por aquele que está no comando: na escola, o professor; em casa, os pais. “Família e escola precisam definir muito bem os seus códigos de conduta e têm o dever de fazer com que sejam seguidos pelos jovens”, afirma Flávio Gikovate, diretor do Instituto de Psicoterapia de São Paulo.
Disponível em: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/formacao-valores-413152.shtml Acesso em: 15 set. 2015. Adaptado.
No trecho: “valores são investimentos afetivos. Isso quer dizer que, apesar de se apoiarem em conceitos, estão ligados a emoções”, os sentidos do segmento destacado estão adequadamente mantidos em:
 

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730143 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Expresso Cidadão
Como ensinar valores ao seu filho?
Segundo uma das definições mais aceitas na Educação, proposta pelo biólogo suíço Jean Piaget (1896-1980), valores são investimentos afetivos. Isso quer dizer que, apesar de se apoiarem em conceitos, estão ligados a emoções, tanto positivas quanto negativas. Educar para os valores é transmitir aos filhos ou alunos ideias em que realmente acreditamos – por exemplo, que vale a pena ouvir enquanto outra pessoa estiver falando. Ou que ficar muito tempo no chuveiro pode levar à falta de água para todos. Ou ainda que cada um é responsável por seus atos.
A transmissão de valores é uma das preocupações que todo pai tem ao educar. Como fazer isso no dia a dia? Quais valores precisam ser passados? A escola pode ajudar? É natural que dúvidas acabem surgindo: o assunto é sério. Sem transmitir valores humanos universais, não há como formar cidadãos éticos e preparados para viver em sociedade. Apesar de não existirem respostas simples, é possível apontar caminhos a serem seguidos, com o objetivo de amenizar alguns problemas de comportamento enfrentados atualmente.
Indisciplina, rebeldia, birra infantil, envolvimento dos jovens com álcool e drogas e os insatisfatórios níveis de aprendizagem estão entre as reclamações mais comuns das famílias (e das escolas). A pergunta que fica é "como chegamos a esse ponto?". Para o psicoterapeuta e consultor organizacional José Ernesto Bologna, a realidade de hoje é consequência das transformações que marcaram o século 20 – perda do papel da religião como fonte de moralidade, desestruturação da família e, também, nascimento de um novo status para o jovem, que passou a ser reconhecido como uma força social com vontade própria. "Ser jovem passou a ser um ideal para toda a sociedade, mesmo para os idosos", afirma.
Muitos pais associam a educação fincada na moral e nos valores com autoritarismo e acreditam ser isso um retrocesso ao conservadorismo. Educar para os valores é convidar alguém a acreditar naquilo que apreciamos, como, por exemplo, respeitar o próximo. Não há valor que se sustente sem bons exemplos. Não adianta os pais defenderem que a criança não pode agir como se ela fosse o centro do universo se eles próprios o fazem em seu dia a dia.
Os pais podem pedir o apoio da escola? A educação requer informação e apoio, e a escola pode ser um braço direito nessa questão. O problema é que muitos pais pedem socorro aos professores, mas nunca abrem mão de suas próprias soluções. “Cada vez mais, quando a escola toma medidas disciplinadoras, a primeira providência dos pais é passar a mão na cabeça dos filhos, justificando seus atos e posicionando-se contra a escola”, reclama a diretora de um colégio de elite na zona sul de São Paulo.
A criança precisa perceber claramente que as regras são definidas por aquele que está no comando: na escola, o professor; em casa, os pais. “Família e escola precisam definir muito bem os seus códigos de conduta e têm o dever de fazer com que sejam seguidos pelos jovens”, afirma Flávio Gikovate, diretor do Instituto de Psicoterapia de São Paulo.
Disponível em: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/formacao-valores-413152.shtml Acesso em: 15 set. 2015. Adaptado.
Com base na leitura do Texto, compreende-se que o autor situa a educação das crianças em dois campos, que são:
 

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729452 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Expresso Cidadão
O conjunto de palavras ALELUIA – LIBERTO – ETERNAL - RADIOSO – ISENTAR – ? é caracterizado por uma propriedade comum. Assinale a alternativa que contém a palavra a qual substituiria o ponto de interrogação, de acordo com a propriedade que caracteriza o conjunto.
 

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729275 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Expresso Cidadão
Como ensinar valores ao seu filho?
Segundo uma das definições mais aceitas na Educação, proposta pelo biólogo suíço Jean Piaget (1896-1980), valores são investimentos afetivos. Isso quer dizer que, apesar de se apoiarem em conceitos, estão ligados a emoções, tanto positivas quanto negativas. Educar para os valores é transmitir aos filhos ou alunos ideias em que realmente acreditamos – por exemplo, que vale a pena ouvir enquanto outra pessoa estiver falando. Ou que ficar muito tempo no chuveiro pode levar à falta de água para todos. Ou ainda que cada um é responsável por seus atos.
A transmissão de valores é uma das preocupações que todo pai tem ao educar. Como fazer isso no dia a dia? Quais valores precisam ser passados? A escola pode ajudar? É natural que dúvidas acabem surgindo: o assunto é sério. Sem transmitir valores humanos universais, não há como formar cidadãos éticos e preparados para viver em sociedade. Apesar de não existirem respostas simples, é possível apontar caminhos a serem seguidos, com o objetivo de amenizar alguns problemas de comportamento enfrentados atualmente.
Indisciplina, rebeldia, birra infantil, envolvimento dos jovens com álcool e drogas e os insatisfatórios níveis de aprendizagem estão entre as reclamações mais comuns das famílias (e das escolas). A pergunta que fica é "como chegamos a esse ponto?". Para o psicoterapeuta e consultor organizacional José Ernesto Bologna, a realidade de hoje é consequência das transformações que marcaram o século 20 – perda do papel da religião como fonte de moralidade, desestruturação da família e, também, nascimento de um novo status para o jovem, que passou a ser reconhecido como uma força social com vontade própria. "Ser jovem passou a ser um ideal para toda a sociedade, mesmo para os idosos", afirma.
Muitos pais associam a educação fincada na moral e nos valores com autoritarismo e acreditam ser isso um retrocesso ao conservadorismo. Educar para os valores é convidar alguém a acreditar naquilo que apreciamos, como, por exemplo, respeitar o próximo. Não há valor que se sustente sem bons exemplos. Não adianta os pais defenderem que a criança não pode agir como se ela fosse o centro do universo se eles próprios o fazem em seu dia a dia.
Os pais podem pedir o apoio da escola? A educação requer informação e apoio, e a escola pode ser um braço direito nessa questão. O problema é que muitos pais pedem socorro aos professores, mas nunca abrem mão de suas próprias soluções. “Cada vez mais, quando a escola toma medidas disciplinadoras, a primeira providência dos pais é passar a mão na cabeça dos filhos, justificando seus atos e posicionando-se contra a escola”, reclama a diretora de um colégio de elite na zona sul de São Paulo.
A criança precisa perceber claramente que as regras são definidas por aquele que está no comando: na escola, o professor; em casa, os pais. “Família e escola precisam definir muito bem os seus códigos de conduta e têm o dever de fazer com que sejam seguidos pelos jovens”, afirma Flávio Gikovate, diretor do Instituto de Psicoterapia de São Paulo.
Disponível em: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/formacao-valores-413152.shtml Acesso em: 15 set. 2015. Adaptado.
O Texto aborda a construção de valores na infância e, no 1º parágrafo, o autor se preocupa em:
 

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729142 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Expresso Cidadão
"É PRECISO DIZER NÃO"
No passado, a família tinha um papel de formação ética do indivíduo. À escola cabia a transmissão da cultura acumulada (tendo o professor no papel de centro de conhecimento) e uma parte da formação de hábitos e atitudes. Nas últimas décadas, porém, a escola vem assumindo praticamente sozinha um papel que, em princípio, não deveria ser só seu: o de educar para a cidadania. Essa carga foi sendo despejada sobre a instituição por uma série de motivos: a sociedade mudou, valores éticos se transformaram e muitos pais ficaram inseguros com relação à formação dos filhos. A missão de formar cidadãos produtivos, participativos, críticos e respeitosos não é nada fácil e está sobrando muito mais para a escola, apesar de ela não ter condições de arcar sozinha com a responsabilidade. Não que os pais estejam acomodados.
A pesquisadora carioca Tania Zagury afirma que mudanças pelas quais nossa sociedade passou nas últimas décadas se refletiram nas relações familiares. “Os pais de hoje trabalham mais e passam menos tempo com os filhos. A mãe, que antes ficava em casa e transmitia valores morais, agora trabalha fora e, em 27% dos casos, é arrimo de família. Quando chegam do trabalho, ambos estão cheios de culpa pela ausência e, para minimizar esse sentimento, tornam-se muito permissivos, deixam de estabelecer limites e de ensinar o que é certo e errado.” Além disso, uma crise ética institucional com inversão de valores afetou negativamente as famílias. Muitos pais temem que o filho perca os instrumentos necessários para se defender em uma sociedade que privilegia os espertos e, por isso, tornam-se inseguros. Como consequência, acabam transferindo a responsabilidade da educação moral dos seus filhos para os professores.
Muitos pais preocupam-se demais com a questão emocional, se os filhos vão ficar com algum trauma, algum complexo ou com a autoestima abalada cada vez que eles lhes impõem limites. Muitos tornam-se superprotetores, alegando que o tempo é escasso e que preferem curtir os filhos em vez de ficar fazendo exigências. Mas esse tempo que sobra é precioso para a formação ética dos filhos. Nessas poucas horas é preciso ter postura. É preciso fazer a criança entender que os pais se ausentam porque estão trabalhando. E que trabalham porque querem dar segurança, saúde e educação aos filhos. A criança compreende isso muito bem. Quando juntos, os pais devem dar atenção, carinho, amor e... educação aos filhos.
A escola deve trazer a família cada vez mais para dentro da instituição para participar de encontros, palestras, reuniões e troca de experiências com outros pais; assim, eles saem fortalecidos e sentem que não estão sozinhos nessa luta. Pais e professores devem agir em conjunto.
FALZETTA, Ricardo. Tanya Zagury. É preciso dizer não. Entrevista. Revista Escola. Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/formacao/preciso-dizer-nao-423323.shtml Acesso em: 15 out. 2015. Adaptado.
O Texto aborda a formação ética do indivíduo e a responsabilidade dos pais e da escola nessa formação. Sobre as ideias discutidas a respeito desse tema ao longo do texto, analise as afirmativas a seguir:
I. Nos dias atuais, a escola está mais preparada para enfrentar o desafio de educar para a cidadania do que os pais, já que eles estão mais voltados para o trabalho.
II. As mudanças ocorridas na sociedade influenciaram fortemente as relações familiares, levando ao surgimento de pais permissivos e inseguros.
III. É aceitável que pais que trabalhem demais queiram aproveitar o pouco tempo que têm com os filhos para compensá-los, evitando, assim, traumas emocionais.
IV. A escola deve promover atividades que apoiem os pais e estes devem assumir o seu papel na educação dos filhos, em vez de delegar exclusivamente à escola essa responsabilidade.
São ideias defendidas no texto, apenas:
 

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729116 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Expresso Cidadão
Considerando o alfabeto oficial com 26 letras, assinale a alternativa que completa a sequência ZA YB WD TG
 

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726297 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Expresso Cidadão
Ao apresentar João a Pedro, Antônio confidenciou: “Meu pai é filho do pai de João” e concluiu a apresentação, afirmando: “João é filho único”. Assim,
 

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1474198 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Expresso Cidadão
Uma regra foi usada para formação de um grupo de polígonos. Nas alternativas abaixo, quatro polígonos obedecem a essa regra. Assinale a alternativa que NÃO pertence ao grupo.
Questão Anulada

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1469801 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Expresso Cidadão
"É PRECISO DIZER NÃO"
No passado, a família tinha um papel de formação ética do indivíduo. À escola cabia a transmissão da cultura acumulada (tendo o professor no papel de centro de conhecimento) e uma parte da formação de hábitos e atitudes. Nas últimas décadas, porém, a escola vem assumindo praticamente sozinha um papel que, em princípio, não deveria ser só seu: o de educar para a cidadania. Essa carga foi sendo despejada sobre a instituição por uma série de motivos: a sociedade mudou, valores éticos se transformaram e muitos pais ficaram inseguros com relação à formação dos filhos. A missão de formar cidadãos produtivos, participativos, críticos e respeitosos não é nada fácil e está sobrando muito mais para a escola, apesar de ela não ter condições de arcar sozinha com a responsabilidade. Não que os pais estejam acomodados.
A pesquisadora carioca Tania Zagury afirma que mudanças pelas quais nossa sociedade passou nas últimas décadas se refletiram nas relações familiares. “Os pais de hoje trabalham mais e passam menos tempo com os filhos. A mãe, que antes ficava em casa e transmitia valores morais, agora trabalha fora e, em 27% dos casos, é arrimo de família. Quando chegam do trabalho, ambos estão cheios de culpa pela ausência e, para minimizar esse sentimento, tornam-se muito permissivos, deixam de estabelecer limites e de ensinar o que é certo e errado.” Além disso, uma crise ética institucional com inversão de valores afetou negativamente as famílias. Muitos pais temem que o filho perca os instrumentos necessários para se defender em uma sociedade que privilegia os espertos e, por isso, tornam-se inseguros. Como consequência, acabam transferindo a responsabilidade da educação moral dos seus filhos para os professores.
Muitos pais preocupam-se demais com a questão emocional, se os filhos vão ficar com algum trauma, algum complexo ou com a autoestima abalada cada vez que eles lhes impõem limites. Muitos tornam-se superprotetores, alegando que o tempo é escasso e que preferem curtir os filhos em vez de ficar fazendo exigências. Mas esse tempo que sobra é precioso para a formação ética dos filhos. Nessas poucas horas é preciso ter postura. É preciso fazer a criança entender que os pais se ausentam porque estão trabalhando. E que trabalham porque querem dar segurança, saúde e educação aos filhos. A criança compreende isso muito bem. Quando juntos, os pais devem dar atenção, carinho, amor e... educação aos filhos.
A escola deve trazer a família cada vez mais para dentro da instituição para participar de encontros, palestras, reuniões e troca de experiências com outros pais; assim, eles saem fortalecidos e sentem que não estão sozinhos nessa luta. Pais e professores devem agir em conjunto.
FALZETTA, Ricardo. Tanya Zagury. É preciso dizer não. Entrevista. Revista Escola. Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/formacao/preciso-dizer-nao-423323.shtml Acesso em: 15 out. 2015. Adaptado.
Observe as relações estabelecidas entre os verbos e seus complementos (regência verbal) nos seguintes exemplos extraídos do Texto.
Cabia à escola
Passou por mudanças
Refletiram nas relações
Identifique a alternativa em que a regência verbal está em acordo com a norma formal da língua portuguesa.
Questão Anulada

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