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Um estudo feito a partir de 2.000 mortes por certa doença em grupos de risco separou essas mortes em subgrupos
de risco, de acordo com o gráfico a seguir:
Seja M1 a média aritmética simples entre os números de mortes nos subgrupos A e B, e seja M2 a média aritmética simples entre os números de mortes nos subgrupos C e D. A diferença M2 – M1 é igual a
Seja M1 a média aritmética simples entre os números de mortes nos subgrupos A e B, e seja M2 a média aritmética simples entre os números de mortes nos subgrupos C e D. A diferença M2 – M1 é igual a
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- FundamentosUnidades de Medida
- GeometriaGeometria EspacialPoliedros
- GeometriaGeometria EspacialPrismas
Uma caixa para transporte de medicamentos possui a
forma de um cubo, e sua superfície total mede 3.456 cm².
O volume dessa caixa corresponde, então, a
O volume dessa caixa corresponde, então, a
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Em radiologia, mGy (miligray) é uma unidade de medida
da dose de radiação absorvida pelo tecido. É uma subunidade do Gray (Gy), a unidade SI de dose absorvida de
radiação ionizante.
Suponha que, para certo exame de tomografia, a norma regulamentar determine que 50 mGy é o nível de dose média permitido para o exame em questão. Se em certo laboratório, a dose constatada foi de 56,25 mGy, é correto afirmar que esse valor ultrapassou o valor determinado pela norma em
Suponha que, para certo exame de tomografia, a norma regulamentar determine que 50 mGy é o nível de dose média permitido para o exame em questão. Se em certo laboratório, a dose constatada foi de 56,25 mGy, é correto afirmar que esse valor ultrapassou o valor determinado pela norma em
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Um frasco de spray medicamentoso contém, no total,
7,2 gramas de substância ativa, diluídas homogeneamente em um volume de líquido que rende, no total,
120 jatos (doses). A quantidade de substância ativa presente em cada um desses jatos corresponde, então, a
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A norma-padrão de concordância nominal e verbal, assim
como a de emprego do acento indicativo de crase, está
respeitada em:
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Comunicavam-se nascimentos em pequenos anúncios
no jornal. Crianças andavam de bicicleta no meio da rua,
não havia condomínios fechados. Sabíamos os números de
telefone de cor – de avós, primos, amigos. Pagávamos as
contas com dinheiro vivo, a não ser valores maiores, quando
usávamos cheque. Se não quiséssemos que o cheque fosse
descontado no caixa do banco, fazíamos dois riscos no canto
da folha e quem o recebia era obrigado a depositá-lo, o que
nos dava tempo até a compensação.
Telefonávamos para conversar e combinar encontros.
Enviavam-se cartas pelo correio, que chegavam ao destino
semanas depois. E usava-se o telegrama para notícias urgentes. “Pai hospital volte logo.” Suprimiam-se preposições, pronomes: se pagava por palavra.
Viajar de avião era um evento. Serviam farta comida e
bebida durante os voos. Fumava-se dentro da cabine. Aos
13, meninos e meninas já tinham dado sua primeira tragada.
Saída de colégio era um fumódromo. Festivais de música
e torneios esportivos eram patrocinados por fabricantes de
cigarros.
Parece mentira, mas há documentos, testemunhos,
sobreviventes: era assim mesmo. Quem viveu isso lembra
com saudade, mas sem perder o juízo: voltar no tempo, nem
pensar. Evoluímos. Se antes varríamos para baixo do tapete
os preconceitos e a alienação, hoje temos informação instantânea e escutamos a voz de todos, graças à revolução
digital. Seria maravilhoso se fizéssemos bom uso dessa conexão progressista, mas o ser humano é craque em
estragar tudo. Por ganância e irresponsabilidade de alguns,
ficará cada vez mais difícil perceber o que parece mentira
e o que parece verdade. Já que a desinformação produz
ainda mais poder e dinheiro, seremos transformados em
consumidores de falsidades e habitaremos um planeta sem
alma, totalmente manipulado. Crise mundial de confiança. E
a solidão se expandirá.
Não sou de fazer drama, mas dá vontade de enviar um
telegrama para aqueles poucos cujo telefone ainda sei de
cor: “Faça as malas embarque imediato montanhas.”
(Martha Medeiros. Telegrama para você. Disponível em:
https://oglobo.globo.com, 26.01.2025. Adaptado)
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Comunicavam-se nascimentos em pequenos anúncios
no jornal. Crianças andavam de bicicleta no meio da rua,
não havia condomínios fechados. Sabíamos os números de
telefone de cor – de avós, primos, amigos. Pagávamos as
contas com dinheiro vivo, a não ser valores maiores, quando
usávamos cheque. Se não quiséssemos que o cheque fosse
descontado no caixa do banco, fazíamos dois riscos no canto
da folha e quem o recebia era obrigado a depositá-lo, o que
nos dava tempo até a compensação.
Telefonávamos para conversar e combinar encontros.
Enviavam-se cartas pelo correio, que chegavam ao destino
semanas depois. E usava-se o telegrama para notícias urgentes. “Pai hospital volte logo.” Suprimiam-se preposições, pronomes: se pagava por palavra.
Viajar de avião era um evento. Serviam farta comida e
bebida durante os voos. Fumava-se dentro da cabine. Aos
13, meninos e meninas já tinham dado sua primeira tragada.
Saída de colégio era um fumódromo. Festivais de música
e torneios esportivos eram patrocinados por fabricantes de
cigarros.
Parece mentira, mas há documentos, testemunhos,
sobreviventes: era assim mesmo. Quem viveu isso lembra
com saudade, mas sem perder o juízo: voltar no tempo, nem
pensar. Evoluímos. Se antes varríamos para baixo do tapete
os preconceitos e a alienação, hoje temos informação instantânea e escutamos a voz de todos, graças à revolução
digital. Seria maravilhoso se fizéssemos bom uso dessa conexão progressista, mas o ser humano é craque em
estragar tudo. Por ganância e irresponsabilidade de alguns,
ficará cada vez mais difícil perceber o que parece mentira
e o que parece verdade. Já que a desinformação produz
ainda mais poder e dinheiro, seremos transformados em
consumidores de falsidades e habitaremos um planeta sem
alma, totalmente manipulado. Crise mundial de confiança. E
a solidão se expandirá.
Não sou de fazer drama, mas dá vontade de enviar um
telegrama para aqueles poucos cujo telefone ainda sei de
cor: “Faça as malas embarque imediato montanhas.”
(Martha Medeiros. Telegrama para você. Disponível em:
https://oglobo.globo.com, 26.01.2025. Adaptado)
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(Bill Waterson. O melhor de Calvin. Disponível em: www.estadao.com.br, 16.03.2025)
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(Bill Waterson. O melhor de Calvin. Disponível em: www.estadao.com.br, 16.03.2025)
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Compete ao enfermeiro na Atenção Primária de Saúde,
entre outras atribuições:
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