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Em um armário com medicamentos, havia 5 caixas do medicamento X, 4 do medicamento Y e 3 do medicamento Z, totalizando 143 gramas de medicamento no
interior do armário. No início do expediente, foram retiradas, desse armário, 2 caixas do medicamento X e 2 do
medicamento Y, passando com isso a haver 99 gramas
de medicamento no interior do armário. Algum tempo
depois disso, foram retiradas 1 caixa do medicamento X,
1 do medicamento Y e 1 do medicamento Z, e assim, restaram 62 gramas de medicamento no interior do armário.
A massa de medicamento de cada caixa do medicamento Z é, então, igual a
A massa de medicamento de cada caixa do medicamento Z é, então, igual a
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Em um laboratório farmacêutico, onde certo medicamento está sendo produzido, 2 máquinas, operando
juntas e ininterruptamente, produzem x comprimidos em
45 minutos. Operando com uma máquina a mais, todas
juntas e ininterruptamente, e durante o dobro do tempo, seriam produzidas 3.600 cápsulas a mais do que na
situação anterior.
Com base nessas informações, pode-se concluir corretamente que x é igual a
Com base nessas informações, pode-se concluir corretamente que x é igual a
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Um estudo estatístico determinou os números de mortes por doenças infecciosas, durante o ano de 2024,
registradas em quatro municípios, A, B, C e D. De acordo
com esse estudo, os números de mortes registradas nos
municípios B, C e D, quando comparados com o número
de mortes registradas no município A, foram, respectivamente, 5%, 10% e 15% maiores. Além disso, verificou-se
que a média aritmética simples das mortes registradas
nesses quatro municípios foi igual a 215.
Com base nessas informações, é correto concluir que o número de mortes registradas no município A é um número inteiro cuja soma de seus algarismos é igual a
Com base nessas informações, é correto concluir que o número de mortes registradas no município A é um número inteiro cuja soma de seus algarismos é igual a
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Certa medicação, de aplicação intravenosa, deve ser
diluída na razão de 0,0025 g de medicação por mL de
soro. Cláudio diluiu 30 mg da medicação em 10 mL
de soro.
Ao perceber o equívoco de Cláudio, seu colega recomendou, corretamente, que, a fim de corrigir a diluição, à mistura fosse(m) acrescentado(s), de soro,
Ao perceber o equívoco de Cláudio, seu colega recomendou, corretamente, que, a fim de corrigir a diluição, à mistura fosse(m) acrescentado(s), de soro,
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Especialização médica a distância
Uma pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) em parceria com a Associação
Médica Brasileira (AMB) sobre cursos de especialização
lato sensu em Medicina acende um alerta sobre a formação desses profissionais. Embora o título de especialista em
determinada área seja condicionado à realização de Residência Médica, há franco crescimento de especializações
que prometem o que não podem cumprir.
Segundo o levantamento, são quase 2 mil cursos de
especialização em Medicina, sobretudo em instituições particulares. Mas 41% deles, ou 800, são promovidos na modalidade de ensino a distância (EAD) e 11%, ou 216, na semipresencial. Menos da metade, ou 927 cursos, é presencial.
Essa formação alternativa se impõe por vários motivos.
Um deles é que o número de vagas em Residências, que são
reconhecidas pelas Sociedades Médicas das áreas, é inferior ao de médicos formados no País. Em 2022, formaram-se
25,5 mil médicos nas faculdades do Brasil afora, mas havia
apenas 16 mil vagas em Residências. A esse fenômeno se
deu o nome de “déficit de oportunidades”.
Se faltam oportunidades nas Residências, sobram nas
especializações. Esses cursos são mais curtos e demandam
menos recursos. Enquanto uma Residência exige a estrutura
de um hospital de ensino, com a presença de preceptores e
supervisores, com formação teórica e prática ao longo de até
2,8 mil horas, a serem concluídas entre dois e cinco anos,
uma especialização pode ser realizada em 360 horas.
Portanto, investimentos são necessários nas estruturas
das Residências, e o valor da bolsa demanda incremento,
haja vista que a contrapartida financeira é fundamental para
atrair bons residentes. Assim, conciliam-se interesses de
mercado e os interesses sociais. Sem médicos devidamente
especializados e qualificados, é a população quem padece.
(Opinião. https://www.estadao.com.br/opiniao, 06.02.2025. Adaptado)
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Especialização médica a distância
Uma pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) em parceria com a Associação
Médica Brasileira (AMB) sobre cursos de especialização
lato sensu em Medicina acende um alerta sobre a formação desses profissionais. Embora o título de especialista em
determinada área seja condicionado à realização de Residência Médica, há franco crescimento de especializações
que prometem o que não podem cumprir.
Segundo o levantamento, são quase 2 mil cursos de
especialização em Medicina, sobretudo em instituições particulares. Mas 41% deles, ou 800, são promovidos na modalidade de ensino a distância (EAD) e 11%, ou 216, na semipresencial. Menos da metade, ou 927 cursos, é presencial.
Essa formação alternativa se impõe por vários motivos.
Um deles é que o número de vagas em Residências, que são
reconhecidas pelas Sociedades Médicas das áreas, é inferior ao de médicos formados no País. Em 2022, formaram-se
25,5 mil médicos nas faculdades do Brasil afora, mas havia
apenas 16 mil vagas em Residências. A esse fenômeno se
deu o nome de “déficit de oportunidades”.
Se faltam oportunidades nas Residências, sobram nas
especializações. Esses cursos são mais curtos e demandam
menos recursos. Enquanto uma Residência exige a estrutura
de um hospital de ensino, com a presença de preceptores e
supervisores, com formação teórica e prática ao longo de até
2,8 mil horas, a serem concluídas entre dois e cinco anos,
uma especialização pode ser realizada em 360 horas.
Portanto, investimentos são necessários nas estruturas
das Residências, e o valor da bolsa demanda incremento,
haja vista que a contrapartida financeira é fundamental para
atrair bons residentes. Assim, conciliam-se interesses de
mercado e os interesses sociais. Sem médicos devidamente
especializados e qualificados, é a população quem padece.
(Opinião. https://www.estadao.com.br/opiniao, 06.02.2025. Adaptado)
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Especialização médica a distância
Uma pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) em parceria com a Associação
Médica Brasileira (AMB) sobre cursos de especialização
lato sensu em Medicina acende um alerta sobre a formação desses profissionais. Embora o título de especialista em
determinada área seja condicionado à realização de Residência Médica, há franco crescimento de especializações
que prometem o que não podem cumprir.
Segundo o levantamento, são quase 2 mil cursos de
especialização em Medicina, sobretudo em instituições particulares. Mas 41% deles, ou 800, são promovidos na modalidade de ensino a distância (EAD) e 11%, ou 216, na semipresencial. Menos da metade, ou 927 cursos, é presencial.
Essa formação alternativa se impõe por vários motivos.
Um deles é que o número de vagas em Residências, que são
reconhecidas pelas Sociedades Médicas das áreas, é inferior ao de médicos formados no País. Em 2022, formaram-se
25,5 mil médicos nas faculdades do Brasil afora, mas havia
apenas 16 mil vagas em Residências. A esse fenômeno se
deu o nome de “déficit de oportunidades”.
Se faltam oportunidades nas Residências, sobram nas
especializações. Esses cursos são mais curtos e demandam
menos recursos. Enquanto uma Residência exige a estrutura
de um hospital de ensino, com a presença de preceptores e
supervisores, com formação teórica e prática ao longo de até
2,8 mil horas, a serem concluídas entre dois e cinco anos,
uma especialização pode ser realizada em 360 horas.
Portanto, investimentos são necessários nas estruturas
das Residências, e o valor da bolsa demanda incremento,
haja vista que a contrapartida financeira é fundamental para
atrair bons residentes. Assim, conciliam-se interesses de
mercado e os interesses sociais. Sem médicos devidamente
especializados e qualificados, é a população quem padece.
(Opinião. https://www.estadao.com.br/opiniao, 06.02.2025. Adaptado)
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Especialização médica a distância
Uma pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) em parceria com a Associação
Médica Brasileira (AMB) sobre cursos de especialização
lato sensu em Medicina acende um alerta sobre a formação desses profissionais. Embora o título de especialista em
determinada área seja condicionado à realização de Residência Médica, há franco crescimento de especializações
que prometem o que não podem cumprir.
Segundo o levantamento, são quase 2 mil cursos de
especialização em Medicina, sobretudo em instituições particulares. Mas 41% deles, ou 800, são promovidos na modalidade de ensino a distância (EAD) e 11%, ou 216, na semipresencial. Menos da metade, ou 927 cursos, é presencial.
Essa formação alternativa se impõe por vários motivos.
Um deles é que o número de vagas em Residências, que são
reconhecidas pelas Sociedades Médicas das áreas, é inferior ao de médicos formados no País. Em 2022, formaram-se
25,5 mil médicos nas faculdades do Brasil afora, mas havia
apenas 16 mil vagas em Residências. A esse fenômeno se
deu o nome de “déficit de oportunidades”.
Se faltam oportunidades nas Residências, sobram nas
especializações. Esses cursos são mais curtos e demandam
menos recursos. Enquanto uma Residência exige a estrutura
de um hospital de ensino, com a presença de preceptores e
supervisores, com formação teórica e prática ao longo de até
2,8 mil horas, a serem concluídas entre dois e cinco anos,
uma especialização pode ser realizada em 360 horas.
Portanto, investimentos são necessários nas estruturas
das Residências, e o valor da bolsa demanda incremento,
haja vista que a contrapartida financeira é fundamental para
atrair bons residentes. Assim, conciliam-se interesses de
mercado e os interesses sociais. Sem médicos devidamente
especializados e qualificados, é a população quem padece.
(Opinião. https://www.estadao.com.br/opiniao, 06.02.2025. Adaptado)
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Leia a tira.

(Mort Walker, Recruta Zero. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 16.02.2025)
Considerando-se os aspectos verbais e não verbais da tira, conclui-se corretamente que a expressão “a gota d’água”, composta de termos empregados em sentido
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