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As Revoltas de Junho não têm lideranças, palanques nem discursos. As passeatas se formam, se dividem e se reúnem sem roteiro estabelecido. É difícil até prever onde vão surgir e ganhar corpo. Organizam-se a partir de catalisadores nas redes sociais e no boca a boca das mensagens de texto. Tão importante quanto se sentir parte é fazer a sua própria manifestação, é encenar a individualidade sem diluí-la no coletivo, sem colá-la em uma liderança ou grupo.
(Marcos Nobre. Imobilismo em movimento: da abertura democrática ao governo Dilma, 2013.)
A partir do texto, é possível afirmar que as revoltas de junho de 2013 no Brasil
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Observe a imagem de 1956, que mostra o presidente Juscelino Kubitschek em carro de fabricação nacional.

(In: Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling. Brasil: uma biografia, 2018.)
Entre outros significados, a foto representa
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As guerras de 1914-1918 e 1939-1945 foram caracterizadas como “mundiais”, pois
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[…] período de tão frequentes conflitos sociais e de cultura entre grupos da população — conflitos complexos com aparência de simplesmente políticos — que todo ele se distingue pela trepidação e pela inquietação.
(Gilberto Freyre. Sobrados e mucambos. Apud: Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling. Brasil: uma biografia, 2018.)
O texto trata do período das Regências no Brasil (1831-1840). Entre as tensões que o caracterizaram, é possível citar mobilizações e rebeliões de caráter regionalista, como a
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Leia o texto para responder a questão.
Os protestos antirracismo iniciados nos Estados Unidos após a morte de George Floyd por um policial colocaram o mundo em polvorosa no final de maio. Além dos protestos em solo americano, cidadãos de diversas nações intensificaram a discussão acerca do racismo e resolveram pôr as mãos na massa — literalmente.
No último dia 7, em Bristol, Inglaterra, uma multidão enfurecida derrubou de seu pedestal a estátua do traficante de escravos Edward Colston e a jogou no rio da cidade. O ato foi um protesto contra a reverência a personalidades históricas cuja conduta é atualmente considerada condenável.
Na Bélgica, os moradores da cidade de Antuérpia agiram de forma parecida. Na semana passada, os belgas vandalizaram e removeram a estatua do rei Leopoldo II, lembrado sobretudo por ter colonizado o Congo Belga. […]
O Brasil não ficou para trás na discussão — e nem poderia, diante do fato de ter sido o país das Américas que mais recebeu escravos entre os séculos XVI e XIX. Aqui, estátuas de personalidades históricas que atualmente seriam julgadas pelos mais diversos crimes habitam cidades de todos os tamanhos.
(Sabrina Brito. “Derrubada de estátuas: vandalismo ou reparação histórica?” https://veja.abril.com.br, 09.06.2020.)
A polêmica acerca da derrubada de monumentos e estátuas nas várias partes do mundo
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Leia o texto para responder a questão.
Os protestos antirracismo iniciados nos Estados Unidos após a morte de George Floyd por um policial colocaram o mundo em polvorosa no final de maio. Além dos protestos em solo americano, cidadãos de diversas nações intensificaram a discussão acerca do racismo e resolveram pôr as mãos na massa — literalmente.
No último dia 7, em Bristol, Inglaterra, uma multidão enfurecida derrubou de seu pedestal a estátua do traficante de escravos Edward Colston e a jogou no rio da cidade. O ato foi um protesto contra a reverência a personalidades históricas cuja conduta é atualmente considerada condenável.
Na Bélgica, os moradores da cidade de Antuérpia agiram de forma parecida. Na semana passada, os belgas vandalizaram e removeram a estatua do rei Leopoldo II, lembrado sobretudo por ter colonizado o Congo Belga. […]
O Brasil não ficou para trás na discussão — e nem poderia, diante do fato de ter sido o país das Américas que mais recebeu escravos entre os séculos XVI e XIX. Aqui, estátuas de personalidades históricas que atualmente seriam julgadas pelos mais diversos crimes habitam cidades de todos os tamanhos.
(Sabrina Brito. “Derrubada de estátuas: vandalismo ou reparação histórica?” https://veja.abril.com.br, 09.06.2020.)
As manifestações provocadas pela morte de George Floyd nos Estados Unidos evidenciam a reação de amplos setores da sociedade à persistência de práticas racistas no país,
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Leia o texto para responder a questão.
Os protestos antirracismo iniciados nos Estados Unidos após a morte de George Floyd por um policial colocaram o mundo em polvorosa no final de maio. Além dos protestos em solo americano, cidadãos de diversas nações intensificaram a discussão acerca do racismo e resolveram pôr as mãos na massa — literalmente.
No último dia 7, em Bristol, Inglaterra, uma multidão enfurecida derrubou de seu pedestal a estátua do traficante de escravos Edward Colston e a jogou no rio da cidade. O ato foi um protesto contra a reverência a personalidades históricas cuja conduta é atualmente considerada condenável.
Na Bélgica, os moradores da cidade de Antuérpia agiram de forma parecida. Na semana passada, os belgas vandalizaram e removeram a estatua do rei Leopoldo II, lembrado sobretudo por ter colonizado o Congo Belga. […]
O Brasil não ficou para trás na discussão — e nem poderia, diante do fato de ter sido o país das Américas que mais recebeu escravos entre os séculos XVI e XIX. Aqui, estátuas de personalidades históricas que atualmente seriam julgadas pelos mais diversos crimes habitam cidades de todos os tamanhos.
(Sabrina Brito. “Derrubada de estátuas: vandalismo ou reparação histórica?” https://veja.abril.com.br, 09.06.2020.)
Os protestos ocorridos na Bélgica colocam em questão a colonização europeia na África, ocorrida
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Leia o texto para responder a questão.
Os protestos antirracismo iniciados nos Estados Unidos após a morte de George Floyd por um policial colocaram o mundo em polvorosa no final de maio. Além dos protestos em solo americano, cidadãos de diversas nações intensificaram a discussão acerca do racismo e resolveram pôr as mãos na massa — literalmente.
No último dia 7, em Bristol, Inglaterra, uma multidão enfurecida derrubou de seu pedestal a estátua do traficante de escravos Edward Colston e a jogou no rio da cidade. O ato foi um protesto contra a reverência a personalidades históricas cuja conduta é atualmente considerada condenável.
Na Bélgica, os moradores da cidade de Antuérpia agiram de forma parecida. Na semana passada, os belgas vandalizaram e removeram a estatua do rei Leopoldo II, lembrado sobretudo por ter colonizado o Congo Belga. […]
O Brasil não ficou para trás na discussão — e nem poderia, diante do fato de ter sido o país das Américas que mais recebeu escravos entre os séculos XVI e XIX. Aqui, estátuas de personalidades históricas que atualmente seriam julgadas pelos mais diversos crimes habitam cidades de todos os tamanhos.
(Sabrina Brito. “Derrubada de estátuas: vandalismo ou reparação histórica?” https://veja.abril.com.br, 09.06.2020.)
No caso brasileiro, alguns dos principais alvos de protestos são as estátuas e monumentos dedicados a
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Na cristandade medieval, era fácil apelar para a crença no além, Deus e os personagens sobrenaturais estavam muito presentes na vida cotidiana. A religião cristã estimulava a imaginação dos homens e das mulheres, e criou um “imaginário” próprio do cristianismo.
(Jacques Le Goff. A Idade Média explicada aos meus filhos, 2007.)
É um exemplo da presença e da persistência desse “imaginário próprio do cristianismo”:
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O Mar Mediterrâneo foi, desde o início da História que conhecemos, uma região de intenso comércio, de intensas trocas de bens, experiências, invenções e ideias. Estava ligado pelos navios e pelas caravanas ao resto da Europa e à Ásia. Recebia novidades tanto das ilhas Britânicas quanto da China. O que se inventava numa terra distante não demorava a chegar ali.
(Alberto da Costa e Silva. A África explicada aos meus filhos, 2008.)
A partir do texto, é possível afirmar que o Mar Mediterrâneo
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