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M. A., 42 anos, marcou uma consulta com urgência, pois suspeitava estar com sintomas de possível câncer no esôfago. Ela relata que apresenta há muitos anos uma sensação de azia. Em algumas situações, essa sensação tornava-se pior, como exemplo após as feijoadas de sábado ou ao deitar-se logo após o jantar. No entanto sempre fez uso de medicamentos supostamente digestivos. Como emagreceu 5 kg com facilidade depois de uma dieta, ela está preocupada. Durante a anamnese, a paciente não apresentou outras queixas, exceto as já citadas. A endoscopia digestiva alta evidenciou erosões lineares na junção escamocolunar com biópsia que demonstrou epitélio escamoso esofágico.
Com base na história clínica e exame complementar, a patologia mais provável para justificar os sintomas de Maria Aparecida é:
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O aumento da expectativa de vida da população é responsável por um acréscimo no número de internações de idosos por patologias clínicas e cirúrgicas. Nos Estados Unidos, por exemplo, um terço das 25 milhões de cirurgias que ocorrem anualmente envolve idosos enquanto que metade das admissões hospitalares desses pacientes está associada a motivo cirúrgico. Sobre esse tema, considere as assertivas abaixo:
I. Os principais elementos na avaliação de risco perioperatório são: história clínica, antecedentes pessoais de patologia, medicamentos e cirurgias anteriores.
II. A escala de risco da ASA (American Society of Anesthesiology) utiliza a idade de 70 anos como um de seus parâmetros (indivíduos saudáveis, abaixo de 70 anos – ASA I; doença sistêmica leve sem limitação funcional ou idade maior que 70 anos – ASA II).
III. Idade acima de 60 anos indica um maior risco de trombose venosa profunda (TVP) e tromboembolismo pulmonar (TEP).
IV. O risco cardiológico de um paciente que apresentou infarto agudo do miocárdio IAM há 4 meses é o mesmo de um paciente que sofreu o mesmo evento há 4 anos.
Está(ão) CORRETA(S):
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M. C., de 65 anos, chega ao hospital às 21h, acompanhada do filho mais velho, por quadro de dor abdominal. Nesta sua primeira consulta em hospital, ela afirma que neste dia, pela manhã, começou uma “dor estranha no meio da barriga”. Durante o final da manhã, apresentou náuseas e um episódio de vômito alimentar. A paciente relata que não conseguiu almoçar. Durante o começo da tarde, a dor foi piorando e agora ela está mais forte e parece que se concentrou na parte inferior do lado direito do abdômen. A idosa não apresentou ânimo para executar as atividades habituais e, mesmo sem ter almoçado, recusou também o café-da-tarde e continuou com o quadro de náusea. Conta que seu filho mais velho veio visita-la no final da tarde, aferiu sua temperatura (37,5oC) e acabou insistindo que ela viesse ser consultada no hospital. Após relutar, confessa não estar no seu quadro normal.
Baseado nessa conversa inicial entre a paciente e o médico, o quadro clínico mais provável é:
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Sobre as valvulopatias mitrais, pode-se afirmar que:
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Um paciente, 52 anos, portador de coronariopatia biarterial, realizou um ecocardiograma transtorácico que indicou os seguintes dados de função diastólica: relação E/A = 1.6; tempo de desaceleração da onda E = 188 ms; tempo de relaxamento isovolumétrico = 83 ms; relação sístole/diástole do fluxo venoso pulmonar = 0.72; fluxo reverso em veia pulmonar = 37 cm/s; velocidade de propagação do fluxo mitral ao modo M colorido = 40 cm/s; velocidade E’ ao Doppler tecidual = 6 cm/s e volume indexado do átrio esquerdo = 30 ml/m2. Esses dados são compatíveis com:
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Sobre as novas técnicas ecocardiográficas, avalie as assertivas a seguir:
I. A avaliação pelo Strain rate quantifica o percentual de deformação miocárdica, enquanto a avaliação pelo Strain mede a velocidade de deformação do tecido.
II. A técnica de avaliação pelo Speckle tracking é independente do ângulo de incidência e permite a análise do Strain não somente no sentido do feixe do Doppler, como também em duas dimensões.
III. A avaliação de volumes ventriculares pelo ecocardiograma tridimensional apresenta excelente correlação com os volumes obtidos pela ressonância e alta reprodutibilidade das medidas inter e intraobservador.
Está(ão) CORRETA(S):
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Quanto à ecocardiografia sob estresse pela dobutamina-atropina, avalie as assertivas que seguem:
I. Sua sensibilidade é maior em pacientes com doença multiarterial e em lesões com obstrução >70%.
II. Quando comparada com a cintilografia, a ecocardiografia com estresse possui maior sensibilidade para identificação de doença uniarterial.
III. A resposta inotrópica do miocárdio viável geralmente ocorre com doses de 5 a 10 mg/kg/min de dobutamina.
Está(ão) CORRETA(S):
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Um paciente portador de prótese mitral metálica St. Jude n. 29 apresenta gradiente diastólico médio de 4 mmHg e tempo de meia pressão de 74 ms a uma frequência cardíaca média de 70 bpm. Esses dados são correspondentes à:
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Volume regurgitante 73 ml, vena contracta 0.7 cm e área do orifício regurgitante 0.32 cm2.
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Qual dos seguintes dados é indicativo de regurgitação aórtica crônica grave?
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