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Paciente, 21 anos de idade, é trazido ao setor de emergência depois de ser encontrado na garagem da respectiva casa, trabalhando freneticamente em um projeto que, segundo ele, resolveria a crise de combustível mundial. O jovem afirma que o pipoqueiro que trabalha na respectiva faculdade é um espião estrangeiro das grandes potências petrolíferas e que estava tentando impedir o progresso do paciente. Não consegue parar de falar sobre o projeto e não deixa ninguém mais falar. Nas últimas semanas, tem lido sobre geopolítica do petróleo até tarde da noite e dormido muito pouco. Apesar disso, parece ter muita energia e surpreende os amigos com planos detalhados de como vai salvar o mundo.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens a seguir.
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Paciente, 21 anos de idade, é trazido ao setor de emergência depois de ser encontrado na garagem da respectiva casa, trabalhando freneticamente em um projeto que, segundo ele, resolveria a crise de combustível mundial. O jovem afirma que o pipoqueiro que trabalha na respectiva faculdade é um espião estrangeiro das grandes potências petrolíferas e que estava tentando impedir o progresso do paciente. Não consegue parar de falar sobre o projeto e não deixa ninguém mais falar. Nas últimas semanas, tem lido sobre geopolítica do petróleo até tarde da noite e dormido muito pouco. Apesar disso, parece ter muita energia e surpreende os amigos com planos detalhados de como vai salvar o mundo.
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Paciente, 21 anos de idade, é trazido ao setor de emergência depois de ser encontrado na garagem da respectiva casa, trabalhando freneticamente em um projeto que, segundo ele, resolveria a crise de combustível mundial. O jovem afirma que o pipoqueiro que trabalha na respectiva faculdade é um espião estrangeiro das grandes potências petrolíferas e que estava tentando impedir o progresso do paciente. Não consegue parar de falar sobre o projeto e não deixa ninguém mais falar. Nas últimas semanas, tem lido sobre geopolítica do petróleo até tarde da noite e dormido muito pouco. Apesar disso, parece ter muita energia e surpreende os amigos com planos detalhados de como vai salvar o mundo.
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Paciente, 21 anos de idade, é trazido ao setor de emergência depois de ser encontrado na garagem da respectiva casa, trabalhando freneticamente em um projeto que, segundo ele, resolveria a crise de combustível mundial. O jovem afirma que o pipoqueiro que trabalha na respectiva faculdade é um espião estrangeiro das grandes potências petrolíferas e que estava tentando impedir o progresso do paciente. Não consegue parar de falar sobre o projeto e não deixa ninguém mais falar. Nas últimas semanas, tem lido sobre geopolítica do petróleo até tarde da noite e dormido muito pouco. Apesar disso, parece ter muita energia e surpreende os amigos com planos detalhados de como vai salvar o mundo.
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Paciente, sexo masculino, 35 anos de idade, procura o respectivo clínico com a queixa principal de cansaço nos últimos oito meses. Ele afirma que pega no sono com facilidade, mas acorda várias vezes durante a noite. Diz que o problema começou quando sofreu uma lesão no trabalho, há oito meses. Ao ser indagado, relata tristeza e desânimo, especialmente no que se refere a ser incapaz de exercer as funções profissionais. Afirma que o respectivo consumo de álcool é de seis a 12 doses de cachaça por dia, assim como algumas “latinhas de cerveja para aliviar a dor”. Revela que agora precisa de mais álcool que antes para relaxar e que, muitas vezes, a primeira coisa que faz pela manhã é beber para não sentir tremores. Além disso, nos últimos quatro meses, passou a fazer uso de cocaína diariamente para “tentar sair do marasmo”, o que afirma “melhorar por um tempo e depois afundar na mágoa de novo”.
Com base nesse caso clínico, e considerando os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
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Paciente, sexo masculino, 35 anos de idade, procura o respectivo clínico com a queixa principal de cansaço nos últimos oito meses. Ele afirma que pega no sono com facilidade, mas acorda várias vezes durante a noite. Diz que o problema começou quando sofreu uma lesão no trabalho, há oito meses. Ao ser indagado, relata tristeza e desânimo, especialmente no que se refere a ser incapaz de exercer as funções profissionais. Afirma que o respectivo consumo de álcool é de seis a 12 doses de cachaça por dia, assim como algumas “latinhas de cerveja para aliviar a dor”. Revela que agora precisa de mais álcool que antes para relaxar e que, muitas vezes, a primeira coisa que faz pela manhã é beber para não sentir tremores. Além disso, nos últimos quatro meses, passou a fazer uso de cocaína diariamente para “tentar sair do marasmo”, o que afirma “melhorar por um tempo e depois afundar na mágoa de novo”.
Com base nesse caso clínico, e considerando os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
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Paciente, sexo masculino, 35 anos de idade, procura o respectivo clínico com a queixa principal de cansaço nos últimos oito meses. Ele afirma que pega no sono com facilidade, mas acorda várias vezes durante a noite. Diz que o problema começou quando sofreu uma lesão no trabalho, há oito meses. Ao ser indagado, relata tristeza e desânimo, especialmente no que se refere a ser incapaz de exercer as funções profissionais. Afirma que o respectivo consumo de álcool é de seis a 12 doses de cachaça por dia, assim como algumas “latinhas de cerveja para aliviar a dor”. Revela que agora precisa de mais álcool que antes para relaxar e que, muitas vezes, a primeira coisa que faz pela manhã é beber para não sentir tremores. Além disso, nos últimos quatro meses, passou a fazer uso de cocaína diariamente para “tentar sair do marasmo”, o que afirma “melhorar por um tempo e depois afundar na mágoa de novo”.
Com base nesse caso clínico, e considerando os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
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Paciente, sexo masculino, 35 anos de idade, procura o respectivo clínico com a queixa principal de cansaço nos últimos oito meses. Ele afirma que pega no sono com facilidade, mas acorda várias vezes durante a noite. Diz que o problema começou quando sofreu uma lesão no trabalho, há oito meses. Ao ser indagado, relata tristeza e desânimo, especialmente no que se refere a ser incapaz de exercer as funções profissionais. Afirma que o respectivo consumo de álcool é de seis a 12 doses de cachaça por dia, assim como algumas “latinhas de cerveja para aliviar a dor”. Revela que agora precisa de mais álcool que antes para relaxar e que, muitas vezes, a primeira coisa que faz pela manhã é beber para não sentir tremores. Além disso, nos últimos quatro meses, passou a fazer uso de cocaína diariamente para “tentar sair do marasmo”, o que afirma “melhorar por um tempo e depois afundar na mágoa de novo”.
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Paciente, sexo masculino, 43 anos de idade, é levado ao psiquiatra por um amigo porque, desde o acidente que matou a esposa, tem estado fora do normal. Conta que há uma semana, uma grande chuva atingiu o bairro onde mora. A respectiva casa foi destruída e a esposa, com quem estava casado há dois anos, foi morta. Diz que se sente como se “estivesse em transe – isso não pode ser real”. Relata que se sente anestesiado e desconectado de tudo e de todos. Relata que, quando fecha os olhos tudo o que vê é a imagem da esposa sendo enterrada pelos escombros, e ouve o ruído estrondoso das casas caindo pelas águas da enchente. Segundo ele, desde aquele momento, isolou-se das demais pessoas o máximo possível para não ter de falar a respeito do que aconteceu. Não dorme bem há vários dias e, quando ouve um barulho alto, acha que a enchente está voltando, o que o deixa ansioso e sobressaltado. Não tem conseguido trabalhar e nega outros sintomas.
Considerando o caso apresentado, julgue os itens abaixo.
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Paciente, sexo masculino, 43 anos de idade, é levado ao psiquiatra por um amigo porque, desde o acidente que matou a esposa, tem estado fora do normal. Conta que há uma semana, uma grande chuva atingiu o bairro onde mora. A respectiva casa foi destruída e a esposa, com quem estava casado há dois anos, foi morta. Diz que se sente como se “estivesse em transe – isso não pode ser real”. Relata que se sente anestesiado e desconectado de tudo e de todos. Relata que, quando fecha os olhos tudo o que vê é a imagem da esposa sendo enterrada pelos escombros, e ouve o ruído estrondoso das casas caindo pelas águas da enchente. Segundo ele, desde aquele momento, isolou-se das demais pessoas o máximo possível para não ter de falar a respeito do que aconteceu. Não dorme bem há vários dias e, quando ouve um barulho alto, acha que a enchente está voltando, o que o deixa ansioso e sobressaltado. Não tem conseguido trabalhar e nega outros sintomas.
Considerando o caso apresentado, julgue os itens abaixo.
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