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Foram encontradas 120 questões.

1691040 Ano: 2016
Disciplina: Psiquiatria
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente, sexo masculino, 43 anos de idade, é levado ao psiquiatra por um amigo porque, desde o acidente que matou a esposa, tem estado fora do normal. Conta que há uma semana, uma grande chuva atingiu o bairro onde mora. A respectiva casa foi destruída e a esposa, com quem estava casado há dois anos, foi morta. Diz que se sente como se “estivesse em transe – isso não pode ser real”. Relata que se sente anestesiado e desconectado de tudo e de todos. Relata que, quando fecha os olhos tudo o que vê é a imagem da esposa sendo enterrada pelos escombros, e ouve o ruído estrondoso das casas caindo pelas águas da enchente. Segundo ele, desde aquele momento, isolou-se das demais pessoas o máximo possível para não ter de falar a respeito do que aconteceu. Não dorme bem há vários dias e, quando ouve um barulho alto, acha que a enchente está voltando, o que o deixa ansioso e sobressaltado. Não tem conseguido trabalhar e nega outros sintomas.

Considerando o caso apresentado, julgue os itens abaixo.

A Organização Mundial da Saúde (OMS), recomenda, para tratamento desse transtorno, apenas a terapia cognitivo-comportamental focada no trauma apresenta nível de evidência suficiente para ser indicada para crianças, adolescentes e adultos.
 

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1691039 Ano: 2016
Disciplina: Psiquiatria
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente, sexo masculino, 43 anos de idade, é levado ao psiquiatra por um amigo porque, desde o acidente que matou a esposa, tem estado fora do normal. Conta que há uma semana, uma grande chuva atingiu o bairro onde mora. A respectiva casa foi destruída e a esposa, com quem estava casado há dois anos, foi morta. Diz que se sente como se “estivesse em transe – isso não pode ser real”. Relata que se sente anestesiado e desconectado de tudo e de todos. Relata que, quando fecha os olhos tudo o que vê é a imagem da esposa sendo enterrada pelos escombros, e ouve o ruído estrondoso das casas caindo pelas águas da enchente. Segundo ele, desde aquele momento, isolou-se das demais pessoas o máximo possível para não ter de falar a respeito do que aconteceu. Não dorme bem há vários dias e, quando ouve um barulho alto, acha que a enchente está voltando, o que o deixa ansioso e sobressaltado. Não tem conseguido trabalhar e nega outros sintomas.

Considerando o caso apresentado, julgue os itens abaixo.

Os indivíduos com transtorno de estresse agudo costumam adotar pensamentos catastróficos ou extremamente negativos a respeito do respectivo papel no evento traumático, da própria resposta à experiência traumática ou da probabilidade de danos futuros.
 

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1691038 Ano: 2016
Disciplina: Psiquiatria
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente, sexo masculino, 43 anos de idade, é levado ao psiquiatra por um amigo porque, desde o acidente que matou a esposa, tem estado fora do normal. Conta que há uma semana, uma grande chuva atingiu o bairro onde mora. A respectiva casa foi destruída e a esposa, com quem estava casado há dois anos, foi morta. Diz que se sente como se “estivesse em transe – isso não pode ser real”. Relata que se sente anestesiado e desconectado de tudo e de todos. Relata que, quando fecha os olhos tudo o que vê é a imagem da esposa sendo enterrada pelos escombros, e ouve o ruído estrondoso das casas caindo pelas águas da enchente. Segundo ele, desde aquele momento, isolou-se das demais pessoas o máximo possível para não ter de falar a respeito do que aconteceu. Não dorme bem há vários dias e, quando ouve um barulho alto, acha que a enchente está voltando, o que o deixa ansioso e sobressaltado. Não tem conseguido trabalhar e nega outros sintomas.

Considerando o caso apresentado, julgue os itens abaixo.

O evento traumático pode ser revivido de diversas maneiras, com o paciente comumente tendo delírios recorrentes e intrusivos do evento. Esses delírios são confabulações recorrentes espontâneas ou desencadeadas do evento que geralmente ocorrem em resposta a um estímulo que relembra a experiência traumática.
 

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1691037 Ano: 2016
Disciplina: Psiquiatria
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente, sexo masculino, 43 anos de idade, é levado ao psiquiatra por um amigo porque, desde o acidente que matou a esposa, tem estado fora do normal. Conta que há uma semana, uma grande chuva atingiu o bairro onde mora. A respectiva casa foi destruída e a esposa, com quem estava casado há dois anos, foi morta. Diz que se sente como se “estivesse em transe – isso não pode ser real”. Relata que se sente anestesiado e desconectado de tudo e de todos. Relata que, quando fecha os olhos tudo o que vê é a imagem da esposa sendo enterrada pelos escombros, e ouve o ruído estrondoso das casas caindo pelas águas da enchente. Segundo ele, desde aquele momento, isolou-se das demais pessoas o máximo possível para não ter de falar a respeito do que aconteceu. Não dorme bem há vários dias e, quando ouve um barulho alto, acha que a enchente está voltando, o que o deixa ansioso e sobressaltado. Não tem conseguido trabalhar e nega outros sintomas.

Considerando o caso apresentado, julgue os itens abaixo.

A apresentação clínica desse transtorno pode variar de acordo com o indivíduo, mas, em geral, envolve uma resposta de rebaixamento do humor que inclui alguma forma de revivência ou da reatividade ao evento traumático.
 

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1691036 Ano: 2016
Disciplina: Psiquiatria
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente, sexo masculino, 43 anos de idade, é levado ao psiquiatra por um amigo porque, desde o acidente que matou a esposa, tem estado fora do normal. Conta que há uma semana, uma grande chuva atingiu o bairro onde mora. A respectiva casa foi destruída e a esposa, com quem estava casado há dois anos, foi morta. Diz que se sente como se “estivesse em transe – isso não pode ser real”. Relata que se sente anestesiado e desconectado de tudo e de todos. Relata que, quando fecha os olhos tudo o que vê é a imagem da esposa sendo enterrada pelos escombros, e ouve o ruído estrondoso das casas caindo pelas águas da enchente. Segundo ele, desde aquele momento, isolou-se das demais pessoas o máximo possível para não ter de falar a respeito do que aconteceu. Não dorme bem há vários dias e, quando ouve um barulho alto, acha que a enchente está voltando, o que o deixa ansioso e sobressaltado. Não tem conseguido trabalhar e nega outros sintomas.

Considerando o caso apresentado, julgue os itens abaixo.

Os estados dissociativos, nesse transtorno, podem durar desde poucos segundos até muitas horas, ou até mesmo dias, durante os quais componentes do evento são revividos e o indivíduo se comporta como se estivesse vivenciando o evento naquele momento.
 

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1691035 Ano: 2016
Disciplina: Psiquiatria
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente, sexo masculino, 43 anos de idade, é levado ao psiquiatra por um amigo porque, desde o acidente que matou a esposa, tem estado fora do normal. Conta que há uma semana, uma grande chuva atingiu o bairro onde mora. A respectiva casa foi destruída e a esposa, com quem estava casado há dois anos, foi morta. Diz que se sente como se “estivesse em transe – isso não pode ser real”. Relata que se sente anestesiado e desconectado de tudo e de todos. Relata que, quando fecha os olhos tudo o que vê é a imagem da esposa sendo enterrada pelos escombros, e ouve o ruído estrondoso das casas caindo pelas águas da enchente. Segundo ele, desde aquele momento, isolou-se das demais pessoas o máximo possível para não ter de falar a respeito do que aconteceu. Não dorme bem há vários dias e, quando ouve um barulho alto, acha que a enchente está voltando, o que o deixa ansioso e sobressaltado. Não tem conseguido trabalhar e nega outros sintomas.

Considerando o caso apresentado, julgue os itens abaixo.

A característica essencial desse transtorno é o desenvolvimento de sintomas típicos que duram da hora inicial da ocorrência do evento a 48 horas após a exposição a um ou mais eventos traumáticos.
 

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1691034 Ano: 2016
Disciplina: Psiquiatria
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente, sexo feminino, 28 anos de idade, chega ao respectivo clínico com queixa de mialgia, inquietude, perda de concentração e insônia. Afirma que, durante toda a vida, sempre sentiu uma considerável tensão muscular, mas que isso piorou nos últimos sete meses. Descreve-se como alguém que se preocupa muito e, desde que havia tido o primeiro filho, no ano anterior, sua preocupação tinha aumentado. Não consegue parar de se preocupar, mesmo quando se esforça ativamente para isso. Preocupa-se com uma série de situações – a relação do Brasil com outros países; a recente crise nas escolas do país; o resultado das eleições nos EUA; a decisão do campeonato brasileiro; se ela e o marido conseguirão pagar a faculdade do filho; a saúde do marido; e o mercado de capitais e a atual crise econômica, ética, moral, política e social no país. Nega outros sintomas e o uso de substâncias.

Com base no caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.

O efeito ansiolítico da pregabalina só começa a agir entre a segunda e a quarta semana de uso, tanto para os sintomas físicos quanto psíquicos desse transtorno, e as doses utilizadas variam de 150 mg a 600 mg.
 

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1691033 Ano: 2016
Disciplina: Psiquiatria
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente, sexo feminino, 28 anos de idade, chega ao respectivo clínico com queixa de mialgia, inquietude, perda de concentração e insônia. Afirma que, durante toda a vida, sempre sentiu uma considerável tensão muscular, mas que isso piorou nos últimos sete meses. Descreve-se como alguém que se preocupa muito e, desde que havia tido o primeiro filho, no ano anterior, sua preocupação tinha aumentado. Não consegue parar de se preocupar, mesmo quando se esforça ativamente para isso. Preocupa-se com uma série de situações – a relação do Brasil com outros países; a recente crise nas escolas do país; o resultado das eleições nos EUA; a decisão do campeonato brasileiro; se ela e o marido conseguirão pagar a faculdade do filho; a saúde do marido; e o mercado de capitais e a atual crise econômica, ética, moral, política e social no país. Nega outros sintomas e o uso de substâncias.

Com base no caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.

Os resultados de ensaios clínicos randomizados e de metanálises indicam que a pregabalina é eficaz tanto no tratamento agudo quanto na prevenção de recaídas desse transtorno, o que a colocou como primeira escolha, seguida da venlafaxina e dos inibidores seletivos da receptação de serotonina.
 

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1691032 Ano: 2016
Disciplina: Psiquiatria
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente, sexo feminino, 28 anos de idade, chega ao respectivo clínico com queixa de mialgia, inquietude, perda de concentração e insônia. Afirma que, durante toda a vida, sempre sentiu uma considerável tensão muscular, mas que isso piorou nos últimos sete meses. Descreve-se como alguém que se preocupa muito e, desde que havia tido o primeiro filho, no ano anterior, sua preocupação tinha aumentado. Não consegue parar de se preocupar, mesmo quando se esforça ativamente para isso. Preocupa-se com uma série de situações – a relação do Brasil com outros países; a recente crise nas escolas do país; o resultado das eleições nos EUA; a decisão do campeonato brasileiro; se ela e o marido conseguirão pagar a faculdade do filho; a saúde do marido; e o mercado de capitais e a atual crise econômica, ética, moral, política e social no país. Nega outros sintomas e o uso de substâncias.

Com base no caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.

A duloxetina, aprovada para uso nesse transtorno desde 2007, foi mais eficaz que o placebo para controle da ansiedade, inclusive em pacientes com mais de 65 anos de idade, mas teve magnitude de melhora inferior à da venlafaxina de liberação prolongada.
 

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1691031 Ano: 2016
Disciplina: Psiquiatria
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente, sexo feminino, 28 anos de idade, chega ao respectivo clínico com queixa de mialgia, inquietude, perda de concentração e insônia. Afirma que, durante toda a vida, sempre sentiu uma considerável tensão muscular, mas que isso piorou nos últimos sete meses. Descreve-se como alguém que se preocupa muito e, desde que havia tido o primeiro filho, no ano anterior, sua preocupação tinha aumentado. Não consegue parar de se preocupar, mesmo quando se esforça ativamente para isso. Preocupa-se com uma série de situações – a relação do Brasil com outros países; a recente crise nas escolas do país; o resultado das eleições nos EUA; a decisão do campeonato brasileiro; se ela e o marido conseguirão pagar a faculdade do filho; a saúde do marido; e o mercado de capitais e a atual crise econômica, ética, moral, política e social no país. Nega outros sintomas e o uso de substâncias.

Com base no caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.

Os inibidores seletivos da receptação da serotonina são considerados como de primeira linha para o tratamento desse transtorno, especialmente o escitalopram, a paroxetina e a sertralina.
 

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