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Paciente, sexo masculino, 35 anos de idade, procura o respectivo clínico com a queixa principal de cansaço nos últimos oito meses. Ele afirma que pega no sono com facilidade, mas acorda várias vezes durante a noite. Diz que o problema começou quando sofreu uma lesão no trabalho, há oito meses. Ao ser indagado, relata tristeza e desânimo, especialmente no que se refere a ser incapaz de exercer as funções profissionais. Afirma que o respectivo consumo de álcool é de seis a 12 doses de cachaça por dia, assim como algumas “latinhas de cerveja para aliviar a dor”. Revela que agora precisa de mais álcool que antes para relaxar e que, muitas vezes, a primeira coisa que faz pela manhã é beber para não sentir tremores. Além disso, nos últimos quatro meses, passou a fazer uso de cocaína diariamente para “tentar sair do marasmo”, o que afirma “melhorar por um tempo e depois afundar na mágoa de novo”.
Com base nesse caso clínico, e considerando os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
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Paciente, sexo masculino, 43 anos de idade, é levado ao psiquiatra por um amigo porque, desde o acidente que matou a esposa, tem estado fora do normal. Conta que há uma semana, uma grande chuva atingiu o bairro onde mora. A respectiva casa foi destruída e a esposa, com quem estava casado há dois anos, foi morta. Diz que se sente como se “estivesse em transe – isso não pode ser real”. Relata que se sente anestesiado e desconectado de tudo e de todos. Relata que, quando fecha os olhos tudo o que vê é a imagem da esposa sendo enterrada pelos escombros, e ouve o ruído estrondoso das casas caindo pelas águas da enchente. Segundo ele, desde aquele momento, isolou-se das demais pessoas o máximo possível para não ter de falar a respeito do que aconteceu. Não dorme bem há vários dias e, quando ouve um barulho alto, acha que a enchente está voltando, o que o deixa ansioso e sobressaltado. Não tem conseguido trabalhar e nega outros sintomas.
Considerando o caso apresentado, julgue os itens abaixo.
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Paciente, sexo masculino, 43 anos de idade, é levado ao psiquiatra por um amigo porque, desde o acidente que matou a esposa, tem estado fora do normal. Conta que há uma semana, uma grande chuva atingiu o bairro onde mora. A respectiva casa foi destruída e a esposa, com quem estava casado há dois anos, foi morta. Diz que se sente como se “estivesse em transe – isso não pode ser real”. Relata que se sente anestesiado e desconectado de tudo e de todos. Relata que, quando fecha os olhos tudo o que vê é a imagem da esposa sendo enterrada pelos escombros, e ouve o ruído estrondoso das casas caindo pelas águas da enchente. Segundo ele, desde aquele momento, isolou-se das demais pessoas o máximo possível para não ter de falar a respeito do que aconteceu. Não dorme bem há vários dias e, quando ouve um barulho alto, acha que a enchente está voltando, o que o deixa ansioso e sobressaltado. Não tem conseguido trabalhar e nega outros sintomas.
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Paciente, sexo masculino, 43 anos de idade, é levado ao psiquiatra por um amigo porque, desde o acidente que matou a esposa, tem estado fora do normal. Conta que há uma semana, uma grande chuva atingiu o bairro onde mora. A respectiva casa foi destruída e a esposa, com quem estava casado há dois anos, foi morta. Diz que se sente como se “estivesse em transe – isso não pode ser real”. Relata que se sente anestesiado e desconectado de tudo e de todos. Relata que, quando fecha os olhos tudo o que vê é a imagem da esposa sendo enterrada pelos escombros, e ouve o ruído estrondoso das casas caindo pelas águas da enchente. Segundo ele, desde aquele momento, isolou-se das demais pessoas o máximo possível para não ter de falar a respeito do que aconteceu. Não dorme bem há vários dias e, quando ouve um barulho alto, acha que a enchente está voltando, o que o deixa ansioso e sobressaltado. Não tem conseguido trabalhar e nega outros sintomas.
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Paciente, sexo masculino, 43 anos de idade, é levado ao psiquiatra por um amigo porque, desde o acidente que matou a esposa, tem estado fora do normal. Conta que há uma semana, uma grande chuva atingiu o bairro onde mora. A respectiva casa foi destruída e a esposa, com quem estava casado há dois anos, foi morta. Diz que se sente como se “estivesse em transe – isso não pode ser real”. Relata que se sente anestesiado e desconectado de tudo e de todos. Relata que, quando fecha os olhos tudo o que vê é a imagem da esposa sendo enterrada pelos escombros, e ouve o ruído estrondoso das casas caindo pelas águas da enchente. Segundo ele, desde aquele momento, isolou-se das demais pessoas o máximo possível para não ter de falar a respeito do que aconteceu. Não dorme bem há vários dias e, quando ouve um barulho alto, acha que a enchente está voltando, o que o deixa ansioso e sobressaltado. Não tem conseguido trabalhar e nega outros sintomas.
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Paciente, sexo masculino, 43 anos de idade, é levado ao psiquiatra por um amigo porque, desde o acidente que matou a esposa, tem estado fora do normal. Conta que há uma semana, uma grande chuva atingiu o bairro onde mora. A respectiva casa foi destruída e a esposa, com quem estava casado há dois anos, foi morta. Diz que se sente como se “estivesse em transe – isso não pode ser real”. Relata que se sente anestesiado e desconectado de tudo e de todos. Relata que, quando fecha os olhos tudo o que vê é a imagem da esposa sendo enterrada pelos escombros, e ouve o ruído estrondoso das casas caindo pelas águas da enchente. Segundo ele, desde aquele momento, isolou-se das demais pessoas o máximo possível para não ter de falar a respeito do que aconteceu. Não dorme bem há vários dias e, quando ouve um barulho alto, acha que a enchente está voltando, o que o deixa ansioso e sobressaltado. Não tem conseguido trabalhar e nega outros sintomas.
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Paciente, sexo masculino, 43 anos de idade, é levado ao psiquiatra por um amigo porque, desde o acidente que matou a esposa, tem estado fora do normal. Conta que há uma semana, uma grande chuva atingiu o bairro onde mora. A respectiva casa foi destruída e a esposa, com quem estava casado há dois anos, foi morta. Diz que se sente como se “estivesse em transe – isso não pode ser real”. Relata que se sente anestesiado e desconectado de tudo e de todos. Relata que, quando fecha os olhos tudo o que vê é a imagem da esposa sendo enterrada pelos escombros, e ouve o ruído estrondoso das casas caindo pelas águas da enchente. Segundo ele, desde aquele momento, isolou-se das demais pessoas o máximo possível para não ter de falar a respeito do que aconteceu. Não dorme bem há vários dias e, quando ouve um barulho alto, acha que a enchente está voltando, o que o deixa ansioso e sobressaltado. Não tem conseguido trabalhar e nega outros sintomas.
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Paciente, sexo masculino, 43 anos de idade, é levado ao psiquiatra por um amigo porque, desde o acidente que matou a esposa, tem estado fora do normal. Conta que há uma semana, uma grande chuva atingiu o bairro onde mora. A respectiva casa foi destruída e a esposa, com quem estava casado há dois anos, foi morta. Diz que se sente como se “estivesse em transe – isso não pode ser real”. Relata que se sente anestesiado e desconectado de tudo e de todos. Relata que, quando fecha os olhos tudo o que vê é a imagem da esposa sendo enterrada pelos escombros, e ouve o ruído estrondoso das casas caindo pelas águas da enchente. Segundo ele, desde aquele momento, isolou-se das demais pessoas o máximo possível para não ter de falar a respeito do que aconteceu. Não dorme bem há vários dias e, quando ouve um barulho alto, acha que a enchente está voltando, o que o deixa ansioso e sobressaltado. Não tem conseguido trabalhar e nega outros sintomas.
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Paciente, sexo masculino, 43 anos de idade, é levado ao psiquiatra por um amigo porque, desde o acidente que matou a esposa, tem estado fora do normal. Conta que há uma semana, uma grande chuva atingiu o bairro onde mora. A respectiva casa foi destruída e a esposa, com quem estava casado há dois anos, foi morta. Diz que se sente como se “estivesse em transe – isso não pode ser real”. Relata que se sente anestesiado e desconectado de tudo e de todos. Relata que, quando fecha os olhos tudo o que vê é a imagem da esposa sendo enterrada pelos escombros, e ouve o ruído estrondoso das casas caindo pelas águas da enchente. Segundo ele, desde aquele momento, isolou-se das demais pessoas o máximo possível para não ter de falar a respeito do que aconteceu. Não dorme bem há vários dias e, quando ouve um barulho alto, acha que a enchente está voltando, o que o deixa ansioso e sobressaltado. Não tem conseguido trabalhar e nega outros sintomas.
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Paciente, sexo feminino, 28 anos de idade, chega ao respectivo clínico com queixa de mialgia, inquietude, perda de concentração e insônia. Afirma que, durante toda a vida, sempre sentiu uma considerável tensão muscular, mas que isso piorou nos últimos sete meses. Descreve-se como alguém que se preocupa muito e, desde que havia tido o primeiro filho, no ano anterior, sua preocupação tinha aumentado. Não consegue parar de se preocupar, mesmo quando se esforça ativamente para isso. Preocupa-se com uma série de situações – a relação do Brasil com outros países; a recente crise nas escolas do país; o resultado das eleições nos EUA; a decisão do campeonato brasileiro; se ela e o marido conseguirão pagar a faculdade do filho; a saúde do marido; e o mercado de capitais e a atual crise econômica, ética, moral, política e social no país. Nega outros sintomas e o uso de substâncias.
Com base no caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
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