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Paciente, sexo feminino, 28 anos de idade, chega ao respectivo clínico com queixa de mialgia, inquietude, perda de concentração e insônia. Afirma que, durante toda a vida, sempre sentiu uma considerável tensão muscular, mas que isso piorou nos últimos sete meses. Descreve-se como alguém que se preocupa muito e, desde que havia tido o primeiro filho, no ano anterior, sua preocupação tinha aumentado. Não consegue parar de se preocupar, mesmo quando se esforça ativamente para isso. Preocupa-se com uma série de situações – a relação do Brasil com outros países; a recente crise nas escolas do país; o resultado das eleições nos EUA; a decisão do campeonato brasileiro; se ela e o marido conseguirão pagar a faculdade do filho; a saúde do marido; e o mercado de capitais e a atual crise econômica, ética, moral, política e social no país. Nega outros sintomas e o uso de substâncias.
Com base no caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
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Paciente, sexo feminino, 28 anos de idade, chega ao respectivo clínico com queixa de mialgia, inquietude, perda de concentração e insônia. Afirma que, durante toda a vida, sempre sentiu uma considerável tensão muscular, mas que isso piorou nos últimos sete meses. Descreve-se como alguém que se preocupa muito e, desde que havia tido o primeiro filho, no ano anterior, sua preocupação tinha aumentado. Não consegue parar de se preocupar, mesmo quando se esforça ativamente para isso. Preocupa-se com uma série de situações – a relação do Brasil com outros países; a recente crise nas escolas do país; o resultado das eleições nos EUA; a decisão do campeonato brasileiro; se ela e o marido conseguirão pagar a faculdade do filho; a saúde do marido; e o mercado de capitais e a atual crise econômica, ética, moral, política e social no país. Nega outros sintomas e o uso de substâncias.
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Paciente, sexo feminino, 28 anos de idade, chega ao respectivo clínico com queixa de mialgia, inquietude, perda de concentração e insônia. Afirma que, durante toda a vida, sempre sentiu uma considerável tensão muscular, mas que isso piorou nos últimos sete meses. Descreve-se como alguém que se preocupa muito e, desde que havia tido o primeiro filho, no ano anterior, sua preocupação tinha aumentado. Não consegue parar de se preocupar, mesmo quando se esforça ativamente para isso. Preocupa-se com uma série de situações – a relação do Brasil com outros países; a recente crise nas escolas do país; o resultado das eleições nos EUA; a decisão do campeonato brasileiro; se ela e o marido conseguirão pagar a faculdade do filho; a saúde do marido; e o mercado de capitais e a atual crise econômica, ética, moral, política e social no país. Nega outros sintomas e o uso de substâncias.
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Paciente, sexo feminino, 28 anos de idade, chega ao respectivo clínico com queixa de mialgia, inquietude, perda de concentração e insônia. Afirma que, durante toda a vida, sempre sentiu uma considerável tensão muscular, mas que isso piorou nos últimos sete meses. Descreve-se como alguém que se preocupa muito e, desde que havia tido o primeiro filho, no ano anterior, sua preocupação tinha aumentado. Não consegue parar de se preocupar, mesmo quando se esforça ativamente para isso. Preocupa-se com uma série de situações – a relação do Brasil com outros países; a recente crise nas escolas do país; o resultado das eleições nos EUA; a decisão do campeonato brasileiro; se ela e o marido conseguirão pagar a faculdade do filho; a saúde do marido; e o mercado de capitais e a atual crise econômica, ética, moral, política e social no país. Nega outros sintomas e o uso de substâncias.
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Paciente, sexo feminino, 28 anos de idade, chega ao respectivo clínico com queixa de mialgia, inquietude, perda de concentração e insônia. Afirma que, durante toda a vida, sempre sentiu uma considerável tensão muscular, mas que isso piorou nos últimos sete meses. Descreve-se como alguém que se preocupa muito e, desde que havia tido o primeiro filho, no ano anterior, sua preocupação tinha aumentado. Não consegue parar de se preocupar, mesmo quando se esforça ativamente para isso. Preocupa-se com uma série de situações – a relação do Brasil com outros países; a recente crise nas escolas do país; o resultado das eleições nos EUA; a decisão do campeonato brasileiro; se ela e o marido conseguirão pagar a faculdade do filho; a saúde do marido; e o mercado de capitais e a atual crise econômica, ética, moral, política e social no país. Nega outros sintomas e o uso de substâncias.
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Paciente, sexo feminino, 28 anos de idade, chega ao respectivo clínico com queixa de mialgia, inquietude, perda de concentração e insônia. Afirma que, durante toda a vida, sempre sentiu uma considerável tensão muscular, mas que isso piorou nos últimos sete meses. Descreve-se como alguém que se preocupa muito e, desde que havia tido o primeiro filho, no ano anterior, sua preocupação tinha aumentado. Não consegue parar de se preocupar, mesmo quando se esforça ativamente para isso. Preocupa-se com uma série de situações – a relação do Brasil com outros países; a recente crise nas escolas do país; o resultado das eleições nos EUA; a decisão do campeonato brasileiro; se ela e o marido conseguirão pagar a faculdade do filho; a saúde do marido; e o mercado de capitais e a atual crise econômica, ética, moral, política e social no país. Nega outros sintomas e o uso de substâncias.
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Paciente, sexo feminino, 28 anos de idade, chega ao respectivo clínico com queixa de mialgia, inquietude, perda de concentração e insônia. Afirma que, durante toda a vida, sempre sentiu uma considerável tensão muscular, mas que isso piorou nos últimos sete meses. Descreve-se como alguém que se preocupa muito e, desde que havia tido o primeiro filho, no ano anterior, sua preocupação tinha aumentado. Não consegue parar de se preocupar, mesmo quando se esforça ativamente para isso. Preocupa-se com uma série de situações – a relação do Brasil com outros países; a recente crise nas escolas do país; o resultado das eleições nos EUA; a decisão do campeonato brasileiro; se ela e o marido conseguirão pagar a faculdade do filho; a saúde do marido; e o mercado de capitais e a atual crise econômica, ética, moral, política e social no país. Nega outros sintomas e o uso de substâncias.
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Paciente, sexo masculino, 31 anos de idade, é levado ao setor de emergência pelos vizinhos, depois de ter sido encontrado dizendo: “foram as vozes que me mandaram fazer isso”. Relata que, no último ano, percebeu que “as pessoas não são quem elas dizem ser”. Relata ouvir vozes dando-lhe ordens para fazer "coisas ruins" e que, em geral, existem duas ou três vozes falando. Nega usar drogas ou álcool, embora afirme já ter fumado maconha. Diz que interrompeu o hábito nos últimos seis meses, porque não tem mais dinheiro e porque a maconha contribuía para as vozes. Nega uso de medicamento.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens a seguir.
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Paciente, sexo masculino, 31 anos de idade, é levado ao setor de emergência pelos vizinhos, depois de ter sido encontrado dizendo: “foram as vozes que me mandaram fazer isso”. Relata que, no último ano, percebeu que “as pessoas não são quem elas dizem ser”. Relata ouvir vozes dando-lhe ordens para fazer "coisas ruins" e que, em geral, existem duas ou três vozes falando. Nega usar drogas ou álcool, embora afirme já ter fumado maconha. Diz que interrompeu o hábito nos últimos seis meses, porque não tem mais dinheiro e porque a maconha contribuía para as vozes. Nega uso de medicamento.
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Paciente, sexo masculino, 31 anos de idade, é levado ao setor de emergência pelos vizinhos, depois de ter sido encontrado dizendo: “foram as vozes que me mandaram fazer isso”. Relata que, no último ano, percebeu que “as pessoas não são quem elas dizem ser”. Relata ouvir vozes dando-lhe ordens para fazer "coisas ruins" e que, em geral, existem duas ou três vozes falando. Nega usar drogas ou álcool, embora afirme já ter fumado maconha. Diz que interrompeu o hábito nos últimos seis meses, porque não tem mais dinheiro e porque a maconha contribuía para as vozes. Nega uso de medicamento.
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