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Se você provar que sabe conviver em grupo, tem boas chances de conquistar uma vaga de emprego. Porque, veja só: uma pesquisa revelou que o brasileiro tende a ser individualista no trabalho. Por isso realizamos uma reportagem a respeito de como se sair bem na hora de trabalhar em equipe. Qual o maior desafio de se trabalhar em grupo? “É colocar aquelas pessoas que não gostam de trabalhar em equipe no mesmo astral, energia de quem gosta”, respondeu Valeria Barbosa, diretora de atendimento.
Disponível em: < http://g1.globo.com >. Acesso em: 10 out. 2018,
com adaptações.
Quanto ao exposto e aos processos grupais, organizacionais e institucionais, julgue os itens a seguir.O inconsciente institucional pode vir a ser relevado, em trabalhos em grupos, com base na assunção de processos analisadores, na perspectiva na análise institucional.
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Se você provar que sabe conviver em grupo, tem boas chances de conquistar uma vaga de emprego. Porque, veja só: uma pesquisa revelou que o brasileiro tende a ser individualista no trabalho. Por isso realizamos uma reportagem a respeito de como se sair bem na hora de trabalhar em equipe. Qual o maior desafio de se trabalhar em grupo? “É colocar aquelas pessoas que não gostam de trabalhar em equipe no mesmo astral, energia de quem gosta”, respondeu Valeria Barbosa, diretora de atendimento.
Disponível em: < http://g1.globo.com >. Acesso em: 10 out. 2018,
com adaptações.
Quanto ao exposto e aos processos grupais, organizacionais e institucionais, julgue os itens a seguir.Um dos principais objetivos do trabalho com grupos, na análise institucional, é promover processos de análise das implicações, que se configura no processo de verificação do engajamento dos membros do grupo.
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Se você provar que sabe conviver em grupo, tem boas chances de conquistar uma vaga de emprego. Porque, veja só: uma pesquisa revelou que o brasileiro tende a ser individualista no trabalho. Por isso realizamos uma reportagem a respeito de como se sair bem na hora de trabalhar em equipe. Qual o maior desafio de se trabalhar em grupo? “É colocar aquelas pessoas que não gostam de trabalhar em equipe no mesmo astral, energia de quem gosta”, respondeu Valeria Barbosa, diretora de atendimento.
Disponível em: < http://g1.globo.com >. Acesso em: 10 out. 2018,
com adaptações.
Quanto ao exposto e aos processos grupais, organizacionais e institucionais, julgue os itens a seguir.Para as correntes institucionalistas, como a análise institucional, todo grupo é atravessado por instituições, à maneira de um rizoma.
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Se você provar que sabe conviver em grupo, tem boas chances de conquistar uma vaga de emprego. Porque, veja só: uma pesquisa revelou que o brasileiro tende a ser individualista no trabalho. Por isso realizamos uma reportagem a respeito de como se sair bem na hora de trabalhar em equipe. Qual o maior desafio de se trabalhar em grupo? “É colocar aquelas pessoas que não gostam de trabalhar em equipe no mesmo astral, energia de quem gosta”, respondeu Valeria Barbosa, diretora de atendimento.
Disponível em: < http://g1.globo.com >. Acesso em: 10 out. 2018,
com adaptações.
Quanto ao exposto e aos processos grupais, organizacionais e institucionais, julgue os itens a seguir.Segundo o que é relatado ao trecho apresentado, a recomendação de Valéria Barbosa refere-se a uma intervenção que incidirá sobre os processos de coesão grupal.
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Se você provar que sabe conviver em grupo, tem boas chances de conquistar uma vaga de emprego. Porque, veja só: uma pesquisa revelou que o brasileiro tende a ser individualista no trabalho. Por isso realizamos uma reportagem a respeito de como se sair bem na hora de trabalhar em equipe. Qual o maior desafio de se trabalhar em grupo? “É colocar aquelas pessoas que não gostam de trabalhar em equipe no mesmo astral, energia de quem gosta”, respondeu Valeria Barbosa, diretora de atendimento.
Disponível em: < http://g1.globo.com >. Acesso em: 10 out. 2018,
com adaptações.
Quanto ao exposto e aos processos grupais, organizacionais e institucionais, julgue os itens a seguir.Para as teorias do campo da psicologia organizacional e do trabalho, equipes e grupos de trabalho são processos grupais com a mesma natureza e os mesmos processos, diferenciando-se apenas nos estilos de liderança que estão presentes em cada um.
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- Psicologia Social e ComunitáriaMovimentos Sociais e de Massa
- Psicologia Social e ComunitáriaRepresentações Sociais, Atitudes, Comportamento, Estereótipos e Preconceitos
Seis senegaleses me cercam; todos são altos e jovens,
e estão agitados. Estamos no Centro de Convenções e Lazer
Chácara Aliança, espaço alugado em Rio Branco pelo governo
estadual do Acre para funcionar como abrigo improvisado dos
imigrantes que não param de chegar. A estimativa é de que, de
dezembro de 2010, quando um grupo de cerca de 10 haitianos
chegou e se instalou em uma praça no centro da cidade, até
dezembro de 2014, já passaram pelo Acre mais de 40 mil
pessoas, um fluxo crescente formado principalmente por
haitianos (39 mil entraram no país de 2010 até setembro de
2014, segundo a Polícia Federal) e senegaleses interessados
em seguir para o Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Dos senegaleses
que me cercam, apenas um fala português. Mal, mas fala.
Serve como intérprete. Todos aguardam a emissão de
documentos, condição para poder seguir viagem. Rio Branco
é apenas lugar de passagem. [...] Enquanto os documentos não
ficam prontos, os estrangeiros tentam aprender mais sobre o
que os aguarda. Como a maioria dos que chegam pelo Acre,
todos eles pediram refúgio para entrar no País. Um deles
mostra um papel e quer saber minha opinião. “Cazzias do Sul?
Cazzias? Indústria? Emprego?” Demoro a entender. Caxias do
Sul (RS). Sim, tem indústria em Caxias do Sul. Mal começo a
responder, outro exibe mais um papel. “Anápolis. Indústria?
Porto Alegre? Santa ‘Katrina’?”
Disponível em: < http: imigrantes.webflow.io="" >.
Acesso em: 10 out. 2018, com adaptações.
A entrada no Brasil dos senegaleses, como de outras pessoas de diferentes nacionalidades, pode ser entendida como um processo de socialização secundária.
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- Psicologia Social e ComunitáriaMovimentos Sociais e de Massa
- Psicologia Social e ComunitáriaRepresentações Sociais, Atitudes, Comportamento, Estereótipos e Preconceitos
Seis senegaleses me cercam; todos são altos e jovens,
e estão agitados. Estamos no Centro de Convenções e Lazer
Chácara Aliança, espaço alugado em Rio Branco pelo governo
estadual do Acre para funcionar como abrigo improvisado dos
imigrantes que não param de chegar. A estimativa é de que, de
dezembro de 2010, quando um grupo de cerca de 10 haitianos
chegou e se instalou em uma praça no centro da cidade, até
dezembro de 2014, já passaram pelo Acre mais de 40 mil
pessoas, um fluxo crescente formado principalmente por
haitianos (39 mil entraram no país de 2010 até setembro de
2014, segundo a Polícia Federal) e senegaleses interessados
em seguir para o Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Dos senegaleses
que me cercam, apenas um fala português. Mal, mas fala.
Serve como intérprete. Todos aguardam a emissão de
documentos, condição para poder seguir viagem. Rio Branco
é apenas lugar de passagem. [...] Enquanto os documentos não
ficam prontos, os estrangeiros tentam aprender mais sobre o
que os aguarda. Como a maioria dos que chegam pelo Acre,
todos eles pediram refúgio para entrar no País. Um deles
mostra um papel e quer saber minha opinião. “Cazzias do Sul?
Cazzias? Indústria? Emprego?” Demoro a entender. Caxias do
Sul (RS). Sim, tem indústria em Caxias do Sul. Mal começo a
responder, outro exibe mais um papel. “Anápolis. Indústria?
Porto Alegre? Santa ‘Katrina’?”
Disponível em: < http: imigrantes.webflow.io="" >.
Acesso em: 10 out. 2018, com adaptações.
Artefatos sociais participam do processo de aculturação dos senegaleses que chegam em solo brasileiro procurando oportunidades de emprego.
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- Psicologia Social e ComunitáriaRepresentações Sociais, Atitudes, Comportamento, Estereótipos e Preconceitos
Seis senegaleses me cercam; todos são altos e jovens,
e estão agitados. Estamos no Centro de Convenções e Lazer
Chácara Aliança, espaço alugado em Rio Branco pelo governo
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imigrantes que não param de chegar. A estimativa é de que, de
dezembro de 2010, quando um grupo de cerca de 10 haitianos
chegou e se instalou em uma praça no centro da cidade, até
dezembro de 2014, já passaram pelo Acre mais de 40 mil
pessoas, um fluxo crescente formado principalmente por
haitianos (39 mil entraram no país de 2010 até setembro de
2014, segundo a Polícia Federal) e senegaleses interessados
em seguir para o Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Dos senegaleses
que me cercam, apenas um fala português. Mal, mas fala.
Serve como intérprete. Todos aguardam a emissão de
documentos, condição para poder seguir viagem. Rio Branco
é apenas lugar de passagem. [...] Enquanto os documentos não
ficam prontos, os estrangeiros tentam aprender mais sobre o
que os aguarda. Como a maioria dos que chegam pelo Acre,
todos eles pediram refúgio para entrar no País. Um deles
mostra um papel e quer saber minha opinião. “Cazzias do Sul?
Cazzias? Indústria? Emprego?” Demoro a entender. Caxias do
Sul (RS). Sim, tem indústria em Caxias do Sul. Mal começo a
responder, outro exibe mais um papel. “Anápolis. Indústria?
Porto Alegre? Santa ‘Katrina’?”
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Acesso em: 10 out. 2018, com adaptações.
Para diversas perspectivas de psicologia cultural, a linguagem é elemento central na constituição dos sujeitos e do contexto social de que fazem parte.
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- Psicologia Social e ComunitáriaRepresentações Sociais, Atitudes, Comportamento, Estereótipos e Preconceitos
Seis senegaleses me cercam; todos são altos e jovens,
e estão agitados. Estamos no Centro de Convenções e Lazer
Chácara Aliança, espaço alugado em Rio Branco pelo governo
estadual do Acre para funcionar como abrigo improvisado dos
imigrantes que não param de chegar. A estimativa é de que, de
dezembro de 2010, quando um grupo de cerca de 10 haitianos
chegou e se instalou em uma praça no centro da cidade, até
dezembro de 2014, já passaram pelo Acre mais de 40 mil
pessoas, um fluxo crescente formado principalmente por
haitianos (39 mil entraram no país de 2010 até setembro de
2014, segundo a Polícia Federal) e senegaleses interessados
em seguir para o Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Dos senegaleses
que me cercam, apenas um fala português. Mal, mas fala.
Serve como intérprete. Todos aguardam a emissão de
documentos, condição para poder seguir viagem. Rio Branco
é apenas lugar de passagem. [...] Enquanto os documentos não
ficam prontos, os estrangeiros tentam aprender mais sobre o
que os aguarda. Como a maioria dos que chegam pelo Acre,
todos eles pediram refúgio para entrar no País. Um deles
mostra um papel e quer saber minha opinião. “Cazzias do Sul?
Cazzias? Indústria? Emprego?” Demoro a entender. Caxias do
Sul (RS). Sim, tem indústria em Caxias do Sul. Mal começo a
responder, outro exibe mais um papel. “Anápolis. Indústria?
Porto Alegre? Santa ‘Katrina’?”
Disponível em: < http: imigrantes.webflow.io="" >.
Acesso em: 10 out. 2018, com adaptações.
A constituição dos processos subjetivos dos senegaleses referidos no fragmento de texto pode receber influências do contexto cultural brasileiro, assim como modificar esse contexto, de acordo com a perspectiva teórica de L. S. Vigotski.
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- Psicologia Social e ComunitáriaRepresentações Sociais, Atitudes, Comportamento, Estereótipos e Preconceitos
Seis senegaleses me cercam; todos são altos e jovens,
e estão agitados. Estamos no Centro de Convenções e Lazer
Chácara Aliança, espaço alugado em Rio Branco pelo governo
estadual do Acre para funcionar como abrigo improvisado dos
imigrantes que não param de chegar. A estimativa é de que, de
dezembro de 2010, quando um grupo de cerca de 10 haitianos
chegou e se instalou em uma praça no centro da cidade, até
dezembro de 2014, já passaram pelo Acre mais de 40 mil
pessoas, um fluxo crescente formado principalmente por
haitianos (39 mil entraram no país de 2010 até setembro de
2014, segundo a Polícia Federal) e senegaleses interessados
em seguir para o Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Dos senegaleses
que me cercam, apenas um fala português. Mal, mas fala.
Serve como intérprete. Todos aguardam a emissão de
documentos, condição para poder seguir viagem. Rio Branco
é apenas lugar de passagem. [...] Enquanto os documentos não
ficam prontos, os estrangeiros tentam aprender mais sobre o
que os aguarda. Como a maioria dos que chegam pelo Acre,
todos eles pediram refúgio para entrar no País. Um deles
mostra um papel e quer saber minha opinião. “Cazzias do Sul?
Cazzias? Indústria? Emprego?” Demoro a entender. Caxias do
Sul (RS). Sim, tem indústria em Caxias do Sul. Mal começo a
responder, outro exibe mais um papel. “Anápolis. Indústria?
Porto Alegre? Santa ‘Katrina’?”
Disponível em: < http: imigrantes.webflow.io="" >.
Acesso em: 10 out. 2018, com adaptações.
O fenômeno da imigração, tal como vivido pelos senegaleses do fragmento de texto, pode ser compreendido como um fenômeno transcultural. Fenômenos dessa natureza caracterizam-se pela manutenção cristalizada dos elementos culturais de origem. Ou seja, dificilmente os senegaleses apreenderão a cultura brasileira, necessitando, para tanto, de auxílio psicológico.
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