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- Psicodiagnóstico e Avaliação PsicológicaTestes Psicológicos - Testes Psicométricos e Testes Projetivos
Considere um paciente de 76 anos de idade, separado, com três filhos, desempregado, que trabalhava como pedreiro, analfabeto e que mora só. Quando trabalhava, começou a sentir dores nos ossos, mas atribuía isso ao esforço em demasia e à idade. No entanto, em um fim de semana na própria casa, fraturou o ombro sem nenhuma causa aparente. Após muitas idas e vindas a unidades de pronto atendimento (UPAS) e a hospitais, em que fazia consultas e tomava medicação sem melhorar, apresentando cada vez mais dores e alteração na função renal, o clínico geral o encaminhou para o hematologista, que o diagnosticou com mieloma múltiplo, um tipo de câncer que atinge os ossos, e iniciou o tratamento dele com quimioterapia. O psicólogo do hospital passou a acompanhá-lo. Ao observar todas as condições éticas necessárias, este concluiu que, após algumas sessões, o paciente já referia melhora álgica, mas também sentimento de inutilidade por não poder mais trabalhar, solidão por não receber a visita dos filhos e, por vezes, desejo de querer se matar, afirmando ter comprado veneno de rato para esse propósito, mas que por ter fé em Deus, tinha desistido da ideia.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Um instrumento utilizado para avaliar a sobrecarga dos cuidadores é o Zarit. A aplicação deste se dará com os cuidadores principais juntamente com os idosos.
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- Psicologia da SaúdePsicologia e SaúdePolíticas PúblicasPolíticas Públicas no Estatuto do Idoso
- Psicologia da SaúdeDor, Estresse e Luto
Considere um paciente de 76 anos de idade, separado, com três filhos, desempregado, que trabalhava como pedreiro, analfabeto e que mora só. Quando trabalhava, começou a sentir dores nos ossos, mas atribuía isso ao esforço em demasia e à idade. No entanto, em um fim de semana na própria casa, fraturou o ombro sem nenhuma causa aparente. Após muitas idas e vindas a unidades de pronto atendimento (UPAS) e a hospitais, em que fazia consultas e tomava medicação sem melhorar, apresentando cada vez mais dores e alteração na função renal, o clínico geral o encaminhou para o hematologista, que o diagnosticou com mieloma múltiplo, um tipo de câncer que atinge os ossos, e iniciou o tratamento dele com quimioterapia. O psicólogo do hospital passou a acompanhá-lo. Ao observar todas as condições éticas necessárias, este concluiu que, após algumas sessões, o paciente já referia melhora álgica, mas também sentimento de inutilidade por não poder mais trabalhar, solidão por não receber a visita dos filhos e, por vezes, desejo de querer se matar, afirmando ter comprado veneno de rato para esse propósito, mas que por ter fé em Deus, tinha desistido da ideia.
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Cuidador é a pessoa, da família ou não, que presta assistência ao idoso que apresenta alguma fragilidade em realizar as tarefas (em maior ou menor grau). As tarefas desse profissional envolvem apoio e acompanhamento nas atividades diárias, como auxílio na alimentação, na higiene pessoal e na medicação. O ato de cuidar da família é obrigatório e complexo.
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- Psicodiagnóstico e Avaliação PsicológicaTestes Psicológicos - Testes Psicométricos e Testes Projetivos
Considere um paciente de 76 anos de idade, separado, com três filhos, desempregado, que trabalhava como pedreiro, analfabeto e que mora só. Quando trabalhava, começou a sentir dores nos ossos, mas atribuía isso ao esforço em demasia e à idade. No entanto, em um fim de semana na própria casa, fraturou o ombro sem nenhuma causa aparente. Após muitas idas e vindas a unidades de pronto atendimento (UPAS) e a hospitais, em que fazia consultas e tomava medicação sem melhorar, apresentando cada vez mais dores e alteração na função renal, o clínico geral o encaminhou para o hematologista, que o diagnosticou com mieloma múltiplo, um tipo de câncer que atinge os ossos, e iniciou o tratamento dele com quimioterapia. O psicólogo do hospital passou a acompanhá-lo. Ao observar todas as condições éticas necessárias, este concluiu que, após algumas sessões, o paciente já referia melhora álgica, mas também sentimento de inutilidade por não poder mais trabalhar, solidão por não receber a visita dos filhos e, por vezes, desejo de querer se matar, afirmando ter comprado veneno de rato para esse propósito, mas que por ter fé em Deus, tinha desistido da ideia.
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Para auxiliar na avaliação da dor, algumas escalas e inventários podem ser utilizados por qualquer profissional de saúde para medir e avaliar o efeito da dor no humor, nas atividades diárias e na qualidade de vida, como o questionário McGill de dor (multissensitivo) e o inventário breve de dor de doente
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- Psicologia da SaúdePsicologia e SaúdePolíticas PúblicasPolíticas Públicas no Estatuto do Idoso
- Psicologia da SaúdeProcesso Saúde-Doença
Considere um paciente de 76 anos de idade, separado, com três filhos, desempregado, que trabalhava como pedreiro, analfabeto e que mora só. Quando trabalhava, começou a sentir dores nos ossos, mas atribuía isso ao esforço em demasia e à idade. No entanto, em um fim de semana na própria casa, fraturou o ombro sem nenhuma causa aparente. Após muitas idas e vindas a unidades de pronto atendimento (UPAS) e a hospitais, em que fazia consultas e tomava medicação sem melhorar, apresentando cada vez mais dores e alteração na função renal, o clínico geral o encaminhou para o hematologista, que o diagnosticou com mieloma múltiplo, um tipo de câncer que atinge os ossos, e iniciou o tratamento dele com quimioterapia. O psicólogo do hospital passou a acompanhá-lo. Ao observar todas as condições éticas necessárias, este concluiu que, após algumas sessões, o paciente já referia melhora álgica, mas também sentimento de inutilidade por não poder mais trabalhar, solidão por não receber a visita dos filhos e, por vezes, desejo de querer se matar, afirmando ter comprado veneno de rato para esse propósito, mas que por ter fé em Deus, tinha desistido da ideia.
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Fatores biopsicossocias podem precipitar dores crônicas no processo de cronificação de dores agudas e na incapacidade dos pacientes.
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Considere um paciente de 76 anos de idade, separado, com três filhos, desempregado, que trabalhava como pedreiro, analfabeto e que mora só. Quando trabalhava, começou a sentir dores nos ossos, mas atribuía isso ao esforço em demasia e à idade. No entanto, em um fim de semana na própria casa, fraturou o ombro sem nenhuma causa aparente. Após muitas idas e vindas a unidades de pronto atendimento (UPAS) e a hospitais, em que fazia consultas e tomava medicação sem melhorar, apresentando cada vez mais dores e alteração na função renal, o clínico geral o encaminhou para o hematologista, que o diagnosticou com mieloma múltiplo, um tipo de câncer que atinge os ossos, e iniciou o tratamento dele com quimioterapia. O psicólogo do hospital passou a acompanhá-lo. Ao observar todas as condições éticas necessárias, este concluiu que, após algumas sessões, o paciente já referia melhora álgica, mas também sentimento de inutilidade por não poder mais trabalhar, solidão por não receber a visita dos filhos e, por vezes, desejo de querer se matar, afirmando ter comprado veneno de rato para esse propósito, mas que por ter fé em Deus, tinha desistido da ideia.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A dor em idosos, muitas vezes, é negligenciada, sendo um sério problema de saúde pública, e necessita ser devidamente diagnosticada, mensurada e tratada pelos profissionais de saúde, uma vez que esses agentes são capazes de, por meio de intervenções, minimizar a morbidade e melhorar a qualidade de vida dos indivíduos.
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Considere um paciente de 76 anos de idade, separado, com três filhos, desempregado, que trabalhava como pedreiro, analfabeto e que mora só. Quando trabalhava, começou a sentir dores nos ossos, mas atribuía isso ao esforço em demasia e à idade. No entanto, em um fim de semana na própria casa, fraturou o ombro sem nenhuma causa aparente. Após muitas idas e vindas a unidades de pronto atendimento (UPAS) e a hospitais, em que fazia consultas e tomava medicação sem melhorar, apresentando cada vez mais dores e alteração na função renal, o clínico geral o encaminhou para o hematologista, que o diagnosticou com mieloma múltiplo, um tipo de câncer que atinge os ossos, e iniciou o tratamento dele com quimioterapia. O psicólogo do hospital passou a acompanhá-lo. Ao observar todas as condições éticas necessárias, este concluiu que, após algumas sessões, o paciente já referia melhora álgica, mas também sentimento de inutilidade por não poder mais trabalhar, solidão por não receber a visita dos filhos e, por vezes, desejo de querer se matar, afirmando ter comprado veneno de rato para esse propósito, mas que por ter fé em Deus, tinha desistido da ideia.
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A adesão do paciente ficará comprometida, provavelmente, em razão do tratamento ser longo e de complexo, e ele apresentar baixa escolaridade.
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- Psicologia da SaúdeEquipes de Saúde, Multidisciplinaridade e Interdisciplinaridade
- Psicologia da SaúdeRedução de Danos
Considere um paciente de 76 anos de idade, separado, com três filhos, desempregado, que trabalhava como pedreiro, analfabeto e que mora só. Quando trabalhava, começou a sentir dores nos ossos, mas atribuía isso ao esforço em demasia e à idade. No entanto, em um fim de semana na própria casa, fraturou o ombro sem nenhuma causa aparente. Após muitas idas e vindas a unidades de pronto atendimento (UPAS) e a hospitais, em que fazia consultas e tomava medicação sem melhorar, apresentando cada vez mais dores e alteração na função renal, o clínico geral o encaminhou para o hematologista, que o diagnosticou com mieloma múltiplo, um tipo de câncer que atinge os ossos, e iniciou o tratamento dele com quimioterapia. O psicólogo do hospital passou a acompanhá-lo. Ao observar todas as condições éticas necessárias, este concluiu que, após algumas sessões, o paciente já referia melhora álgica, mas também sentimento de inutilidade por não poder mais trabalhar, solidão por não receber a visita dos filhos e, por vezes, desejo de querer se matar, afirmando ter comprado veneno de rato para esse propósito, mas que por ter fé em Deus, tinha desistido da ideia.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
É vedado ao psicólogo compartilhar informações com a equipe multidisciplinar e a família a respeito da ideação suicida, pois o paciente falou em caráter de confidencialidade e sigilo e não chegou a praticar o ato em si.
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Considere um paciente de 76 anos de idade, separado, com três filhos, desempregado, que trabalhava como pedreiro, analfabeto e que mora só. Quando trabalhava, começou a sentir dores nos ossos, mas atribuía isso ao esforço em demasia e à idade. No entanto, em um fim de semana na própria casa, fraturou o ombro sem nenhuma causa aparente. Após muitas idas e vindas a unidades de pronto atendimento (UPAS) e a hospitais, em que fazia consultas e tomava medicação sem melhorar, apresentando cada vez mais dores e alteração na função renal, o clínico geral o encaminhou para o hematologista, que o diagnosticou com mieloma múltiplo, um tipo de câncer que atinge os ossos, e iniciou o tratamento dele com quimioterapia. O psicólogo do hospital passou a acompanhá-lo. Ao observar todas as condições éticas necessárias, este concluiu que, após algumas sessões, o paciente já referia melhora álgica, mas também sentimento de inutilidade por não poder mais trabalhar, solidão por não receber a visita dos filhos e, por vezes, desejo de querer se matar, afirmando ter comprado veneno de rato para esse propósito, mas que por ter fé em Deus, tinha desistido da ideia.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Na terceira idade, aumenta-se o risco de suicídio por causa de alguns fatores como o sentimento de incapacidade acarretado pelas limitações físicas e psicológicas ou pelo surgimento de doenças.
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- Psicologia da SaúdeCuidados Paliativos na Psicologia
- Psicologia da SaúdeEquipes de Saúde, Multidisciplinaridade e Interdisciplinaridade
Uma paciente de 67 anos de idade, casada, com quatro filhos, todos adultos, ensino médio completo, trabalhava como servidora pública, aposentada. Fazia check-up rotineiramente e, assim, descobriu que tinha problema na válvula mitral do coração. No primeiro momento, a médica manejou o problema com medicação. A paciente tinha pavor só de pensar em realizar qualquer procedimento cirúrgico; porém, após dois anos, por causa da descompensação, da perda de peso nos últimos seis meses e do índice de massa corporal menor que 22, evoluiu com necessidade cirúrgica. Após o procedimento, a paciente evoluiu com estado grave e necessidade contínua de balão intraórtico e vasodilatadores, que mantinham o coração da paciente funcionando. Após algumas tentativas malsucedidas de retirar as drogas e o dispositivo, foi cogitada a possibilidade de a paciente fazer um transplante. A equipe multidisciplinar foi acionada para iniciar avaliação para o procedimento; quando a psicologia foi conversar com a paciente, esta se mostrava vigil, consciente e orientada auto e alopsiquicamente, sob domínio das próprias faculdades mentais, triste com a evolução do caso, sem apetite e sem motivação para a realização do transplante, pois acreditava não resistir a um procedimento de maior complexidade – com uso de válvula – pela respectiva idade. Desejava ir para casa. O esposo de 78 anos de idade sempre estava ao lado dela e também se mostrava contrário ao transplante, porém todos os filhos do casal mostravam-se favoráveis à intervenção.
No que se refere a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A paciente é uma candidata aos cuidados paliativos, que são compreendidos como uma assistência oferecida por uma equipe multidisciplinar, a fim de promover qualidade de vida a ela e aos familiares dela, pois ela apresenta uma doença que ameaça a respectiva vida.
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Uma paciente de 67 anos de idade, casada, com quatro filhos, todos adultos, ensino médio completo, trabalhava como servidora pública, aposentada. Fazia check-up rotineiramente e, assim, descobriu que tinha problema na válvula mitral do coração. No primeiro momento, a médica manejou o problema com medicação. A paciente tinha pavor só de pensar em realizar qualquer procedimento cirúrgico; porém, após dois anos, por causa da descompensação, da perda de peso nos últimos seis meses e do índice de massa corporal menor que 22, evoluiu com necessidade cirúrgica. Após o procedimento, a paciente evoluiu com estado grave e necessidade contínua de balão intraórtico e vasodilatadores, que mantinham o coração da paciente funcionando. Após algumas tentativas malsucedidas de retirar as drogas e o dispositivo, foi cogitada a possibilidade de a paciente fazer um transplante. A equipe multidisciplinar foi acionada para iniciar avaliação para o procedimento; quando a psicologia foi conversar com a paciente, esta se mostrava vigil, consciente e orientada auto e alopsiquicamente, sob domínio das próprias faculdades mentais, triste com a evolução do caso, sem apetite e sem motivação para a realização do transplante, pois acreditava não resistir a um procedimento de maior complexidade – com uso de válvula – pela respectiva idade. Desejava ir para casa. O esposo de 78 anos de idade sempre estava ao lado dela e também se mostrava contrário ao transplante, porém todos os filhos do casal mostravam-se favoráveis à intervenção.
No que se refere a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Tendo por base a Política Nacional no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), no caso de essa paciente não concordar em realizar o transplante, é obrigação do médico listá-la para transplante, pois a situação é de risco iminente de vida, e a não listagem seria entendida como negligência.
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