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Uma paciente de 60 anos de idade, hipertensa e diabética, que trabalha como passadeira de roupas, compareceu á consulta médica por causa de uma úlcera no terço distal da perna direita. Relata que mora distante da unidade de saúde e não possui meio próprio de locomoção. A paciente realiza curativos em casa com o uso de várias pomadas, mas não sabe informar quais são. Apresenta varizes em ambas as pernas e, na perna esquerda, há presença de hiperpigmentação e edema. As panturrilhas estão livres e os pulsos, presentes. Conforme a imagem da lesão a seguir, apresenta úlcera em tomo de 5 cm de diâmetro, com presença de pouca secreção.


Enunciado 1970194-1

Disponível em: <https ://www .msdmanuals .com/pt/casa/multimedia/image/v37972266_pt>. Acesso em: 12 nov. 2020.

A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

Para o sucesso desse tratamento e cura da úlcera venosa, é fundamental o uso de flebotômicos.

 

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1970193 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 48 anos de idade apresenta histórico de dispneia progressiva aos esforços (NYHA III-IV) e ortopneia há seis meses, bem como história pessoal de artrite reumatoide e uso de corticoides de forma recorrente. Atualmente faz uso continuo de enalapril, espironolactona , furosemida e metotrexate. Ao exame físico, constatam-se PA = 100 mmHg x 60 m1nHg, FC = 90 bpm, ACV = RCR 2T BNF, sopro protodiastólico em foco aórtico e holossistólico panfocal. Manifesta sinais de congestão pulmonar e sistêmica. Aos exames complementares , os raios X de tórax indicam aumento da área cardíaca com congestão pulmonar. O ecocardiograma apresenta dilatação das quatro câmaras, com disfunção sistólica biventricular , fração de ejeção de VE = 40%, regurgitação aórtica grave, raiz da aorta de 2,5 cm, regurgitação mitral grave e regurgitação tricúspide grave, pressão sistólica de artéria pulmonar = 70 m1nHg e valvas espessadas. Ressonância magnética cardíaca demonstrou fibrose miocárdica difusa e, no exame laboratorial , verificou-se presença de fator reumatoide.


Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

No caso clínico apresentado, o tipo de lesão valvar descrita não é comum na artrite reumatoide.

 

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1970192 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 48 anos de idade apresenta histórico de dispneia progressiva aos esforços (NYHA III-IV) e ortopneia há seis meses, bem como história pessoal de artrite reumatoide e uso de corticoides de forma recorrente. Atualmente faz uso continuo de enalapril, espironolactona , furosemida e metotrexate. Ao exame físico, constatam-se PA = 100 mmHg x 60 m1nHg, FC = 90 bpm, ACV = RCR 2T BNF, sopro protodiastólico em foco aórtico e holossistólico panfocal. Manifesta sinais de congestão pulmonar e sistêmica. Aos exames complementares , os raios X de tórax indicam aumento da área cardíaca com congestão pulmonar. O ecocardiograma apresenta dilatação das quatro câmaras, com disfunção sistólica biventricular , fração de ejeção de VE = 40%, regurgitação aórtica grave, raiz da aorta de 2,5 cm, regurgitação mitral grave e regurgitação tricúspide grave, pressão sistólica de artéria pulmonar = 70 m1nHg e valvas espessadas. Ressonância magnética cardíaca demonstrou fibrose miocárdica difusa e, no exame laboratorial , verificou-se presença de fator reumatoide.


Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

Se o paciente estiver em terapia medicamentosa otimizada sem melhora do quadro ou da gravidade, o melhor tratamento será a troca valvar da aórtica.

 

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1970191 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 48 anos de idade apresenta histórico de dispneia progressiva aos esforços (NYHA III-IV) e ortopneia há seis meses, bem como história pessoal de artrite reumatoide e uso de corticoides de forma recorrente. Atualmente faz uso continuo de enalapril, espironolactona , furosemida e metotrexate. Ao exame físico, constatam-se PA = 100 mmHg x 60 m1nHg, FC = 90 bpm, ACV = RCR 2T BNF, sopro protodiastólico em foco aórtico e holossistólico panfocal. Manifesta sinais de congestão pulmonar e sistêmica. Aos exames complementares , os raios X de tórax indicam aumento da área cardíaca com congestão pulmonar. O ecocardiograma apresenta dilatação das quatro câmaras, com disfunção sistólica biventricular , fração de ejeção de VE = 40%, regurgitação aórtica grave, raiz da aorta de 2,5 cm, regurgitação mitral grave e regurgitação tricúspide grave, pressão sistólica de artéria pulmonar = 70 m1nHg e valvas espessadas. Ressonância magnética cardíaca demonstrou fibrose miocárdica difusa e, no exame laboratorial , verificou-se presença de fator reumatoide.


Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

O tratamento mais indicado, para esse caso clínico, é associar infliximabe para controle da artrite reumatoide.

 

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1970190 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 48 anos de idade apresenta histórico de dispneia progressiva aos esforços (NYHA III-IV) e ortopneia há seis meses, bem como história pessoal de artrite reumatoide e uso de corticoides de forma recorrente. Atualmente faz uso continuo de enalapril, espironolactona , furosemida e metotrexate. Ao exame físico, constatam-se PA = 100 mmHg x 60 m1nHg, FC = 90 bpm, ACV = RCR 2T BNF, sopro protodiastólico em foco aórtico e holossistólico panfocal. Manifesta sinais de congestão pulmonar e sistêmica. Aos exames complementares , os raios X de tórax indicam aumento da área cardíaca com congestão pulmonar. O ecocardiograma apresenta dilatação das quatro câmaras, com disfunção sistólica biventricular , fração de ejeção de VE = 40%, regurgitação aórtica grave, raiz da aorta de 2,5 cm, regurgitação mitral grave e regurgitação tricúspide grave, pressão sistólica de artéria pulmonar = 70 m1nHg e valvas espessadas. Ressonância magnética cardíaca demonstrou fibrose miocárdica difusa e, no exame laboratorial , verificou-se presença de fator reumatoide.


Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

Esse paciente apresenta um risco aumentado de infarto agudo do miocárdio.

 

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1970189 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 48 anos de idade apresenta histórico de dispneia progressiva aos esforços (NYHA III-IV) e ortopneia há seis meses, bem como história pessoal de artrite reumatoide e uso de corticoides de forma recorrente. Atualmente faz uso continuo de enalapril, espironolactona , furosemida e metotrexate. Ao exame físico, constatam-se PA = 100 mmHg x 60 m1nHg, FC = 90 bpm, ACV = RCR 2T BNF, sopro protodiastólico em foco aórtico e holossistólico panfocal. Manifesta sinais de congestão pulmonar e sistêmica. Aos exames complementares , os raios X de tórax indicam aumento da área cardíaca com congestão pulmonar. O ecocardiograma apresenta dilatação das quatro câmaras, com disfunção sistólica biventricular , fração de ejeção de VE = 40%, regurgitação aórtica grave, raiz da aorta de 2,5 cm, regurgitação mitral grave e regurgitação tricúspide grave, pressão sistólica de artéria pulmonar = 70 m1nHg e valvas espessadas. Ressonância magnética cardíaca demonstrou fibrose miocárdica difusa e, no exame laboratorial , verificou-se presença de fator reumatoide.


Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

A presença de fator reumatoide está associada á manifestação cardíaca da doença.

 

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1970188 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 48 anos de idade apresenta histórico de dispneia progressiva aos esforços (NYHA III-IV) e ortopneia há seis meses, bem como história pessoal de artrite reumatoide e uso de corticoides de forma recorrente. Atualmente faz uso continuo de enalapril, espironolactona , furosemida e metotrexate. Ao exame físico, constatam-se PA = 100 mmHg x 60 m1nHg, FC = 90 bpm, ACV = RCR 2T BNF, sopro protodiastólico em foco aórtico e holossistólico panfocal. Manifesta sinais de congestão pulmonar e sistêmica. Aos exames complementares , os raios X de tórax indicam aumento da área cardíaca com congestão pulmonar. O ecocardiograma apresenta dilatação das quatro câmaras, com disfunção sistólica biventricular , fração de ejeção de VE = 40%, regurgitação aórtica grave, raiz da aorta de 2,5 cm, regurgitação mitral grave e regurgitação tricúspide grave, pressão sistólica de artéria pulmonar = 70 m1nHg e valvas espessadas. Ressonância magnética cardíaca demonstrou fibrose miocárdica difusa e, no exame laboratorial , verificou-se presença de fator reumatoide.


Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

A alteração mais grave desse paciente é na valva mitral.

 

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1970187 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 48 anos de idade apresenta histórico de dispneia progressiva aos esforços (NYHA III-IV) e ortopneia há seis meses, bem como história pessoal de artrite reumatoide e uso de corticoides de forma recorrente. Atualmente faz uso continuo de enalapril, espironolactona , furosemida e metotrexate. Ao exame físico, constatam-se PA = 100 mmHg x 60 m1nHg, FC = 90 bpm, ACV = RCR 2T BNF, sopro protodiastólico em foco aórtico e holossistólico panfocal. Manifesta sinais de congestão pulmonar e sistêmica. Aos exames complementares , os raios X de tórax indicam aumento da área cardíaca com congestão pulmonar. O ecocardiograma apresenta dilatação das quatro câmaras, com disfunção sistólica biventricular , fração de ejeção de VE = 40%, regurgitação aórtica grave, raiz da aorta de 2,5 cm, regurgitação mitral grave e regurgitação tricúspide grave, pressão sistólica de artéria pulmonar = 70 m1nHg e valvas espessadas. Ressonância magnética cardíaca demonstrou fibrose miocárdica difusa e, no exame laboratorial , verificou-se presença de fator reumatoide.


Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

Observam-se sinais, sintomas e alterações em exames complementares, que são típicos de insuficiência cardíaca restritiva.

 

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1970186 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 48 anos de idade apresenta histórico de dispneia progressiva aos esforços (NYHA III-IV) e ortopneia há seis meses, bem como história pessoal de artrite reumatoide e uso de corticoides de forma recorrente. Atualmente faz uso continuo de enalapril, espironolactona , furosemida e metotrexate. Ao exame físico, constatam-se PA = 100 mmHg x 60 m1nHg, FC = 90 bpm, ACV = RCR 2T BNF, sopro protodiastólico em foco aórtico e holossistólico panfocal. Manifesta sinais de congestão pulmonar e sistêmica. Aos exames complementares , os raios X de tórax indicam aumento da área cardíaca com congestão pulmonar. O ecocardiograma apresenta dilatação das quatro câmaras, com disfunção sistólica biventricular , fração de ejeção de VE = 40%, regurgitação aórtica grave, raiz da aorta de 2,5 cm, regurgitação mitral grave e regurgitação tricúspide grave, pressão sistólica de artéria pulmonar = 70 m1nHg e valvas espessadas. Ressonância magnética cardíaca demonstrou fibrose miocárdica difusa e, no exame laboratorial , verificou-se presença de fator reumatoide.


Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

Pode-se afirmar que é um caso de valvopatia.

 

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Um paciente de 24 anos de idade, morador do interior do estado da Bahia, procurou atendimento médico informando que, desde os 7 anos de idade, iniciou quadro de inchaço nas pernas e nos pés. Relata dor intensa e sensação de queimação. Nega quadro de erisipela. Ao exame físico das pernas, foi evidenciado um importante edema nos MMII em região dos pés e das pernas, mas as coxas são normais. Verificaram-se, também, perna direita quase 15 cm maior em diâmetro que a esquerda (medindo na fita métrica); ede1na duro e que não melhora com elevação das pernas; sinal de Stemmer positivo; sensibilidade inalterada; força muscular normal; e pulsos presentes.


Em relação a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

O tratamento para esse paciente deve ser multidisciplinar.

 

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