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Considere uma paciente de 70 anos de idade, com quadro de Alzheimer em estágio terminal, acamada há um ano, sem capacidade de manifestações emocionais e nem motoras, mas que apresenta níveis pressóricos e função cardiovascular estáveis. Ela é encaminhada ao hospital (emergência/internação) porque os respectivos sinais vitais foram drasticamente alterados: PA = 100 mmHg x 70 mmHg, FC = 40 bpm e SatO2 = 85%. Os familiares relatam que a paciente faz uso dos medicamentos donepezila 10 mg (dose máxima), enalapril 40 mg/dia, hidroclorotiazida 40 mg/dia, escitalopram 20 mg, ácido acetilsalicílico 80 mg, rosuvastatina 10 mg/dia e, quando a percebem agitada, diazepam 10 mg. Após condutas, os sinais vitais da paciente voltam quase à normalidade, mas sem alterações cognitivas; em poucos dias, ela retorna para casa.
A respeito desse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Em razão da condição da paciente, é provável que a administração oral de medicamentos seja difícil, mesmo antes do estado vegetativo. Diante desse quadro, devese optar por medicamentos que possam ser administrados por outra via, como a transdérmica. No estado vegetativo, tal situação provavelmente requererá a administração de medicamentos com a utilização de sonda nasogástrica enteral.
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Considere uma paciente de 70 anos de idade, com quadro de Alzheimer em estágio terminal, acamada há um ano, sem capacidade de manifestações emocionais e nem motoras, mas que apresenta níveis pressóricos e função cardiovascular estáveis. Ela é encaminhada ao hospital (emergência/internação) porque os respectivos sinais vitais foram drasticamente alterados: PA = 100 mmHg x 70 mmHg, FC = 40 bpm e SatO2 = 85%. Os familiares relatam que a paciente faz uso dos medicamentos donepezila 10 mg (dose máxima), enalapril 40 mg/dia, hidroclorotiazida 40 mg/dia, escitalopram 20 mg, ácido acetilsalicílico 80 mg, rosuvastatina 10 mg/dia e, quando a percebem agitada, diazepam 10 mg. Após condutas, os sinais vitais da paciente voltam quase à normalidade, mas sem alterações cognitivas; em poucos dias, ela retorna para casa.
A respeito desse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Um dos aspectos essenciais nos cuidados paliativos está relacionado ao envolvimento e à educação dos familiares, aspecto que notadamente precisa de atenção no caso descrito, por causa dos enormes desafios relacionados à situação da paciente.
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Considere uma paciente de 70 anos de idade, com quadro de Alzheimer em estágio terminal, acamada há um ano, sem capacidade de manifestações emocionais e nem motoras, mas que apresenta níveis pressóricos e função cardiovascular estáveis. Ela é encaminhada ao hospital (emergência/internação) porque os respectivos sinais vitais foram drasticamente alterados: PA = 100 mmHg x 70 mmHg, FC = 40 bpm e SatO2 = 85%. Os familiares relatam que a paciente faz uso dos medicamentos donepezila 10 mg (dose máxima), enalapril 40 mg/dia, hidroclorotiazida 40 mg/dia, escitalopram 20 mg, ácido acetilsalicílico 80 mg, rosuvastatina 10 mg/dia e, quando a percebem agitada, diazepam 10 mg. Após condutas, os sinais vitais da paciente voltam quase à normalidade, mas sem alterações cognitivas; em poucos dias, ela retorna para casa.
A respeito desse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Apesar do quadro de piora seguida de melhoria na condição da paciente, o diagnóstico de Alzheimer avançado se enquadra nas definições relacionadas aos cuidados paliativos, tendo em vista que é uma doença neurodegenerativa, progressiva e sem cura.
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Considere uma paciente de 44 anos de idade com diagnóstico de câncer cervical. Ela já recebeu seis ciclos de tratamento com paclitaxel, topotecan e bevacizumabe, mas, mesmo assim, está com o câncer em estadiamento 4. Há alguns meses, encontra-se em cuidados paliativos, recebendo, até a semana passada, 400 mg/dia de tramadol (dose máxima) para alívio da dor. Recentemente, passou a se negar a receber os medicamentos, afirmando que não funcionam; por isso, o quadro de dor piorou consideravelmente. A paciente é divorciada e tem três filhos, de 10 anos, 12 anos e 15 anos de idade. O histórico médico revela dependência a cocaína e heroína. O médico assistente opta por não prescrever analgésicos mais potentes.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Nas abordagens terapêuticas relacionadas aos cuidados paliativos, requerem-se equipes multiprofissionais. O farmacêutico, por exemplo, poderia auxiliar os prescritores quanto à terapia analgésica mais indicada, bem como atuar junto aos pacientes, esclarecendo quanto à respectiva condição, aos medicamentos, aos efeitos adversos e à forma de uso, entre outras contribuições.
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Considere uma paciente de 44 anos de idade com diagnóstico de câncer cervical. Ela já recebeu seis ciclos de tratamento com paclitaxel, topotecan e bevacizumabe, mas, mesmo assim, está com o câncer em estadiamento 4. Há alguns meses, encontra-se em cuidados paliativos, recebendo, até a semana passada, 400 mg/dia de tramadol (dose máxima) para alívio da dor. Recentemente, passou a se negar a receber os medicamentos, afirmando que não funcionam; por isso, o quadro de dor piorou consideravelmente. A paciente é divorciada e tem três filhos, de 10 anos, 12 anos e 15 anos de idade. O histórico médico revela dependência a cocaína e heroína. O médico assistente opta por não prescrever analgésicos mais potentes.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Nos cuidados paliativos, é frequente encontrar falhas terapêuticas, tornando os pacientes subtratados. Isso decorre geralmente dos princípios terapêuticos para se alcançar a cura, esses muitas vezes aplicados em pacientes que não poderão mais atingir essa situação.
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Considere uma paciente de 44 anos de idade com diagnóstico de câncer cervical. Ela já recebeu seis ciclos de tratamento com paclitaxel, topotecan e bevacizumabe, mas, mesmo assim, está com o câncer em estadiamento 4. Há alguns meses, encontra-se em cuidados paliativos, recebendo, até a semana passada, 400 mg/dia de tramadol (dose máxima) para alívio da dor. Recentemente, passou a se negar a receber os medicamentos, afirmando que não funcionam; por isso, o quadro de dor piorou consideravelmente. A paciente é divorciada e tem três filhos, de 10 anos, 12 anos e 15 anos de idade. O histórico médico revela dependência a cocaína e heroína. O médico assistente opta por não prescrever analgésicos mais potentes.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Em razão do estágio avançado da doença, a paciente não tem prognóstico de cura. Dessa forma, os atuais cuidados paliativos logo se transformarão em cuidados relacionados à terminalidade.
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Considere uma paciente de 44 anos de idade com diagnóstico de câncer cervical. Ela já recebeu seis ciclos de tratamento com paclitaxel, topotecan e bevacizumabe, mas, mesmo assim, está com o câncer em estadiamento 4. Há alguns meses, encontra-se em cuidados paliativos, recebendo, até a semana passada, 400 mg/dia de tramadol (dose máxima) para alívio da dor. Recentemente, passou a se negar a receber os medicamentos, afirmando que não funcionam; por isso, o quadro de dor piorou consideravelmente. A paciente é divorciada e tem três filhos, de 10 anos, 12 anos e 15 anos de idade. O histórico médico revela dependência a cocaína e heroína. O médico assistente opta por não prescrever analgésicos mais potentes.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A opção do médico por prescrever tramadol justifica-se pelo histórico de dependência por substâncias de abuso por parte da paciente. O uso de outros hipnoanalgésicos poderia agravar a condição da paciente de dependência a substâncias ilícitas.
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Considere uma paciente de 44 anos de idade com diagnóstico de câncer cervical. Ela já recebeu seis ciclos de tratamento com paclitaxel, topotecan e bevacizumabe, mas, mesmo assim, está com o câncer em estadiamento 4. Há alguns meses, encontra-se em cuidados paliativos, recebendo, até a semana passada, 400 mg/dia de tramadol (dose máxima) para alívio da dor. Recentemente, passou a se negar a receber os medicamentos, afirmando que não funcionam; por isso, o quadro de dor piorou consideravelmente. A paciente é divorciada e tem três filhos, de 10 anos, 12 anos e 15 anos de idade. O histórico médico revela dependência a cocaína e heroína. O médico assistente opta por não prescrever analgésicos mais potentes.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Os cuidados paliativos estão sendo aplicados de forma inadequada, uma vez que é evidente a necessidade de uma abordagem também psicossocial e espiritual. Tais abordagens poderiam ser implementadas até mesmo em substituição aos cuidados físicos.
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Considere uma paciente de 44 anos de idade com diagnóstico de câncer cervical. Ela já recebeu seis ciclos de tratamento com paclitaxel, topotecan e bevacizumabe, mas, mesmo assim, está com o câncer em estadiamento 4. Há alguns meses, encontra-se em cuidados paliativos, recebendo, até a semana passada, 400 mg/dia de tramadol (dose máxima) para alívio da dor. Recentemente, passou a se negar a receber os medicamentos, afirmando que não funcionam; por isso, o quadro de dor piorou consideravelmente. A paciente é divorciada e tem três filhos, de 10 anos, 12 anos e 15 anos de idade. O histórico médico revela dependência a cocaína e heroína. O médico assistente opta por não prescrever analgésicos mais potentes.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Para pacientes oncológicos como essa do caso clínico, a terapia analgésica indicada é por meio de medicamentos como o tramadol, um hipnoanalgésico atípico.
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Considere uma paciente de 44 anos de idade com diagnóstico de câncer cervical. Ela já recebeu seis ciclos de tratamento com paclitaxel, topotecan e bevacizumabe, mas, mesmo assim, está com o câncer em estadiamento 4. Há alguns meses, encontra-se em cuidados paliativos, recebendo, até a semana passada, 400 mg/dia de tramadol (dose máxima) para alívio da dor. Recentemente, passou a se negar a receber os medicamentos, afirmando que não funcionam; por isso, o quadro de dor piorou consideravelmente. A paciente é divorciada e tem três filhos, de 10 anos, 12 anos e 15 anos de idade. O histórico médico revela dependência a cocaína e heroína. O médico assistente opta por não prescrever analgésicos mais potentes.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Os aspectos principais relacionados aos cuidados paliativos são proporcionar conforto e bem-estar ao paciente por meio de medidas terapêuticas e não terapêuticas em indivíduos com ou sem prognóstico de cura.
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