Magna Concursos

Foram encontradas 200 questões.

A Lei nº 6.316/1975 criou o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Fisioterapia e Terapia Ocupacional e deu outras providências, questões de infrações, penalidades e o exercício das profissões.


No que concerne a essa lei e aos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

A respeito das penalidades que podem ser impostas ao fisioterapeuta, a mais branda é a advertência e a mais severa é o cancelamento do registro. Para determinar a pena, o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO) seguirá a gradação da pena, salvo em gravidade manifesta ou reincidência da infração, nas quais a pena é mais severa.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Um bebê nasceu no dia 3 de março de 2020, com idade gestacional de 30 semanas e 2 dias, classificado como pequeno para idade gestacional (PIG) e pesando 2.100 gramas. Ele chegou ao consultório de fisioterapia no dia 8 de agosto de 2020 para uma avaliação do desenvolvimento motor e para triagem, com vistas à necessidade de acompanhamento. Durante a avaliação física, o paciente apresentou alinhamento de cabeça, tronco na posição supina, não mostra bom controle cervical, não rola e não senta, além de se notarem reflexo de moro e reflexo de preensão palmar presentes.


Considerando esse caso clínico e os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

No momento da avaliação, o desenvolvimento motor dessa criança não se encontra atrasado, em nenhuma das perspectivas de idade, nem na cronológica e nem na corrigida.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Um bebê nasceu no dia 3 de março de 2020, com idade gestacional de 30 semanas e 2 dias, classificado como pequeno para idade gestacional (PIG) e pesando 2.100 gramas. Ele chegou ao consultório de fisioterapia no dia 8 de agosto de 2020 para uma avaliação do desenvolvimento motor e para triagem, com vistas à necessidade de acompanhamento. Durante a avaliação física, o paciente apresentou alinhamento de cabeça, tronco na posição supina, não mostra bom controle cervical, não rola e não senta, além de se notarem reflexo de moro e reflexo de preensão palmar presentes.


Considerando esse caso clínico e os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Ao nascer, essa criança foi classificada como PIG, ou seja, o seu peso ao nascer ou o seu comprimento cabeça-calcanhar ao nascimento estavam abaixo do percentil 40 para a idade gestacional de nascimento.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Um bebê nasceu no dia 3 de março de 2020, com idade gestacional de 30 semanas e 2 dias, classificado como pequeno para idade gestacional (PIG) e pesando 2.100 gramas. Ele chegou ao consultório de fisioterapia no dia 8 de agosto de 2020 para uma avaliação do desenvolvimento motor e para triagem, com vistas à necessidade de acompanhamento. Durante a avaliação física, o paciente apresentou alinhamento de cabeça, tronco na posição supina, não mostra bom controle cervical, não rola e não senta, além de se notarem reflexo de moro e reflexo de preensão palmar presentes.


Considerando esse caso clínico e os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Pode-se afirmar que, na data da avaliação, ao se levar em conta a idade corrigida desse paciente, espera-se que os reflexos de moro e de preensão palmar ainda estejam presentes. Entretanto, para sua idade cronológica, ambos já deveriam ter desaparecido.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Uma criança de 1 ano e 3 meses de vida, sexo feminino, durante o acompanhamento pré-natal, foi diagnosticada com síndrome de Down. Ao nascer, ela precisou realizar uma cirurgia por malformação cardíaca, permanecendo internada na unidade de terapia intensiva neonatal (UTIN) por um mês. Desde a alta hospitalar, a criança faz acompanhamento multiprofissional no centro de reabilitação infantil de sua cidade com uma fisioterapeuta, que é chefe do serviço de reabilitação. Em virtude da licença-maternidade dessa profissional, a paciente foi encaminhada para outro fisioterapeuta, que realizou uma nova avaliação e constatou hipotonia global, que a paciente rola para ambas as posturas (para prono e para supino), não passa de deitado para sentado, senta-se com equilíbrio precário (com a base alargada e com apoio em tronco e membros superiores), não assume o gatas e não se transfere para de pé. Quando colocada de pé, apresenta hiperextensão de joelhos bilateralmente, hiperlordose lombar e pés pronados (apoio medial). Como a primeira fisioterapeuta acompanhou a paciente desde o seu primeiro mês de vida, e por ser chefe do fisioterapeuta substituto, ela resolveu prescrever as condutas que deveriam ser realizadas em sua ausência, a fim de auxiliar o colega e otimizar o tratamento da criança. Durante o tempo de licença-maternidade, não houve intercorrências durante as sessões, entretanto a mãe queixou-se do profissional substituto porque, ao perguntar a respeito dos objetivos e das condutas de tratamento, ele não esclareceu quais eram e como seria conduzida a reabilitação.


Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Tendo como base a hipotonia global apresentada pela paciente, caso o tratamento fisioterapêutico pretenda melhorar a postura sentada, é necessário realizar atividades em planos mais altos e contra a gravidade, a fim de melhor recrutar musculaturas de tronco e, consequentemente, melhorar a sua estabilidade.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Uma criança de 1 ano e 3 meses de vida, sexo feminino, durante o acompanhamento pré-natal, foi diagnosticada com síndrome de Down. Ao nascer, ela precisou realizar uma cirurgia por malformação cardíaca, permanecendo internada na unidade de terapia intensiva neonatal (UTIN) por um mês. Desde a alta hospitalar, a criança faz acompanhamento multiprofissional no centro de reabilitação infantil de sua cidade com uma fisioterapeuta, que é chefe do serviço de reabilitação. Em virtude da licença-maternidade dessa profissional, a paciente foi encaminhada para outro fisioterapeuta, que realizou uma nova avaliação e constatou hipotonia global, que a paciente rola para ambas as posturas (para prono e para supino), não passa de deitado para sentado, senta-se com equilíbrio precário (com a base alargada e com apoio em tronco e membros superiores), não assume o gatas e não se transfere para de pé. Quando colocada de pé, apresenta hiperextensão de joelhos bilateralmente, hiperlordose lombar e pés pronados (apoio medial). Como a primeira fisioterapeuta acompanhou a paciente desde o seu primeiro mês de vida, e por ser chefe do fisioterapeuta substituto, ela resolveu prescrever as condutas que deveriam ser realizadas em sua ausência, a fim de auxiliar o colega e otimizar o tratamento da criança. Durante o tempo de licença-maternidade, não houve intercorrências durante as sessões, entretanto a mãe queixou-se do profissional substituto porque, ao perguntar a respeito dos objetivos e das condutas de tratamento, ele não esclareceu quais eram e como seria conduzida a reabilitação.


Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Na situação mencionada, ao não esclarecer quais objetivos e condutas seriam realizados, o fisioterapeuta infringiu o princípio bioético da autonomia, pois não deu oportunidade para a responsável legal da paciente tomar decisões a respeito do tratamento de sua filha. Além disso, o respeito aos princípios bioéticos está previsto explicitamente no Código de Ética e Deontologia da Fisioterapeuta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Uma criança de 1 ano e 3 meses de vida, sexo feminino, durante o acompanhamento pré-natal, foi diagnosticada com síndrome de Down. Ao nascer, ela precisou realizar uma cirurgia por malformação cardíaca, permanecendo internada na unidade de terapia intensiva neonatal (UTIN) por um mês. Desde a alta hospitalar, a criança faz acompanhamento multiprofissional no centro de reabilitação infantil de sua cidade com uma fisioterapeuta, que é chefe do serviço de reabilitação. Em virtude da licença-maternidade dessa profissional, a paciente foi encaminhada para outro fisioterapeuta, que realizou uma nova avaliação e constatou hipotonia global, que a paciente rola para ambas as posturas (para prono e para supino), não passa de deitado para sentado, senta-se com equilíbrio precário (com a base alargada e com apoio em tronco e membros superiores), não assume o gatas e não se transfere para de pé. Quando colocada de pé, apresenta hiperextensão de joelhos bilateralmente, hiperlordose lombar e pés pronados (apoio medial). Como a primeira fisioterapeuta acompanhou a paciente desde o seu primeiro mês de vida, e por ser chefe do fisioterapeuta substituto, ela resolveu prescrever as condutas que deveriam ser realizadas em sua ausência, a fim de auxiliar o colega e otimizar o tratamento da criança. Durante o tempo de licença-maternidade, não houve intercorrências durante as sessões, entretanto a mãe queixou-se do profissional substituto porque, ao perguntar a respeito dos objetivos e das condutas de tratamento, ele não esclareceu quais eram e como seria conduzida a reabilitação.


Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

É correto afirmar que o fisioterapeuta infringiu o Código de Ética e Deontologia da Fisioterapia ao não esclarecer quais eram os objetivos e as condutas de tratamento da paciente para sua responsável legal.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Uma criança de 1 ano e 3 meses de vida, sexo feminino, durante o acompanhamento pré-natal, foi diagnosticada com síndrome de Down. Ao nascer, ela precisou realizar uma cirurgia por malformação cardíaca, permanecendo internada na unidade de terapia intensiva neonatal (UTIN) por um mês. Desde a alta hospitalar, a criança faz acompanhamento multiprofissional no centro de reabilitação infantil de sua cidade com uma fisioterapeuta, que é chefe do serviço de reabilitação. Em virtude da licença-maternidade dessa profissional, a paciente foi encaminhada para outro fisioterapeuta, que realizou uma nova avaliação e constatou hipotonia global, que a paciente rola para ambas as posturas (para prono e para supino), não passa de deitado para sentado, senta-se com equilíbrio precário (com a base alargada e com apoio em tronco e membros superiores), não assume o gatas e não se transfere para de pé. Quando colocada de pé, apresenta hiperextensão de joelhos bilateralmente, hiperlordose lombar e pés pronados (apoio medial). Como a primeira fisioterapeuta acompanhou a paciente desde o seu primeiro mês de vida, e por ser chefe do fisioterapeuta substituto, ela resolveu prescrever as condutas que deveriam ser realizadas em sua ausência, a fim de auxiliar o colega e otimizar o tratamento da criança. Durante o tempo de licença-maternidade, não houve intercorrências durante as sessões, entretanto a mãe queixou-se do profissional substituto porque, ao perguntar a respeito dos objetivos e das condutas de tratamento, ele não esclareceu quais eram e como seria conduzida a reabilitação.


Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Quando se encaminha um paciente a outro fisioterapeuta, não se recomenda que seja prescrito o tratamento a ser realizado. Entretanto, quando há justa causa, não há proibição para que isso aconteça e para que o fisioterapeuta acate a prescrição, como no caso dessa paciente.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Uma criança de 1 ano e 3 meses de vida, sexo feminino, durante o acompanhamento pré-natal, foi diagnosticada com síndrome de Down. Ao nascer, ela precisou realizar uma cirurgia por malformação cardíaca, permanecendo internada na unidade de terapia intensiva neonatal (UTIN) por um mês. Desde a alta hospitalar, a criança faz acompanhamento multiprofissional no centro de reabilitação infantil de sua cidade com uma fisioterapeuta, que é chefe do serviço de reabilitação. Em virtude da licença-maternidade dessa profissional, a paciente foi encaminhada para outro fisioterapeuta, que realizou uma nova avaliação e constatou hipotonia global, que a paciente rola para ambas as posturas (para prono e para supino), não passa de deitado para sentado, senta-se com equilíbrio precário (com a base alargada e com apoio em tronco e membros superiores), não assume o gatas e não se transfere para de pé. Quando colocada de pé, apresenta hiperextensão de joelhos bilateralmente, hiperlordose lombar e pés pronados (apoio medial). Como a primeira fisioterapeuta acompanhou a paciente desde o seu primeiro mês de vida, e por ser chefe do fisioterapeuta substituto, ela resolveu prescrever as condutas que deveriam ser realizadas em sua ausência, a fim de auxiliar o colega e otimizar o tratamento da criança. Durante o tempo de licença-maternidade, não houve intercorrências durante as sessões, entretanto a mãe queixou-se do profissional substituto porque, ao perguntar a respeito dos objetivos e das condutas de tratamento, ele não esclareceu quais eram e como seria conduzida a reabilitação.


Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Com a finalidade de realizar uma avaliação objetiva e precisa, é relevante que o fisioterapeuta use escalas de avaliação padronizadas. Em razão do quadro clínico dessa paciente, seria importante escolher escalas que avaliem não só questões motoras, mas também outros aspectos do desenvolvimento, como o da linguagem, o da cognição e o da função social. Exemplos de escalas que avaliam tais aspectos são a Bayley III e a Denver II.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Uma criança de 1 ano e 3 meses de vida, sexo feminino, durante o acompanhamento pré-natal, foi diagnosticada com síndrome de Down. Ao nascer, ela precisou realizar uma cirurgia por malformação cardíaca, permanecendo internada na unidade de terapia intensiva neonatal (UTIN) por um mês. Desde a alta hospitalar, a criança faz acompanhamento multiprofissional no centro de reabilitação infantil de sua cidade com uma fisioterapeuta, que é chefe do serviço de reabilitação. Em virtude da licença-maternidade dessa profissional, a paciente foi encaminhada para outro fisioterapeuta, que realizou uma nova avaliação e constatou hipotonia global, que a paciente rola para ambas as posturas (para prono e para supino), não passa de deitado para sentado, senta-se com equilíbrio precário (com a base alargada e com apoio em tronco e membros superiores), não assume o gatas e não se transfere para de pé. Quando colocada de pé, apresenta hiperextensão de joelhos bilateralmente, hiperlordose lombar e pés pronados (apoio medial). Como a primeira fisioterapeuta acompanhou a paciente desde o seu primeiro mês de vida, e por ser chefe do fisioterapeuta substituto, ela resolveu prescrever as condutas que deveriam ser realizadas em sua ausência, a fim de auxiliar o colega e otimizar o tratamento da criança. Durante o tempo de licença-maternidade, não houve intercorrências durante as sessões, entretanto a mãe queixou-se do profissional substituto porque, ao perguntar a respeito dos objetivos e das condutas de tratamento, ele não esclareceu quais eram e como seria conduzida a reabilitação.


Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Pode-se afirmar que a paciente foi assistida por fisioterapeutas em nível de atenção à saúde terciário na UTIN e em nível de atenção à saúde secundário no centro de reabilitação infantil. Dessa forma, ela foi atendida nos dois níveis de assistência à saúde que o fisioterapeuta tem capacitação e legalidade para atuar, já que, em nível de prevenção e de promoção da saúde, não há campo de atuação.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas