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A Covid-19 é uma doença altamente contagiosa e de apresentação recente, causada pelo novo Coronavírus, denominado Sars-CoV-2 por ser da família Sars (síndrome respiratória aguda grave). De acordo com a Organização Mundial da Saúde, cerca de 80% dos pacientes infectados pelo Sars-CoV-2 podem ser assintomáticos ou apresentar sintomas leves. Porém, cerca de 20% dos casos podem apresentar dificuldades respiratórias; desses casos, aproximadamente 5% podem evoluir com sintomas respiratórios graves, que exigem cuidados intensivos com suporte ventilatório em unidades de terapia intensiva. O tratamento do paciente com suspeita ou infecção confirmada baseia-se no controle dos sintomas e tem como objetivo dar suporte clínico ao paciente. O terapeuta ocupacional está apto para atuar com esse novo perfil de clientes, sejam casos suspeitos ou confirmados, em diferentes linhas de cuidados, da Atenção Básica ao atendimento hospitalar especializado, segundo o Código de Ética Profissional e as diretrizes da Prática Baseada em Evidência (PBE).
DE-CARLO, M. M. R. P; GOMES-FERRAZ, C. A.; REZENDE, G.; BUIN, L.; MOREIRA, D. J. A.; SOUZA, K. L. et al. Diretrizes para a assistência da terapia ocupacional na pandemia da COVID-19 e perspectivas pós-pandemia. Medicina (Ribeirão Preto) 2020; 53(3):332-369, com adaptações.
Considerando as informações do texto e as atribuições do terapeuta ocupacional na atenção hospitalar de nível secundário ou terciário, julgue os itens a seguir.
O terapeuta ocupacional usa mobilização passiva, ativa assistida, mudanças de decúbitos e treinos de transferências para favorecer a mobilização precoce e diminuir impactos tardios nas capacidades sensoriomotoras.
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A Covid-19 é uma doença altamente contagiosa e de apresentação recente, causada pelo novo Coronavírus, denominado Sars-CoV-2 por ser da família Sars (síndrome respiratória aguda grave). De acordo com a Organização Mundial da Saúde, cerca de 80% dos pacientes infectados pelo Sars-CoV-2 podem ser assintomáticos ou apresentar sintomas leves. Porém, cerca de 20% dos casos podem apresentar dificuldades respiratórias; desses casos, aproximadamente 5% podem evoluir com sintomas respiratórios graves, que exigem cuidados intensivos com suporte ventilatório em unidades de terapia intensiva. O tratamento do paciente com suspeita ou infecção confirmada baseia-se no controle dos sintomas e tem como objetivo dar suporte clínico ao paciente. O terapeuta ocupacional está apto para atuar com esse novo perfil de clientes, sejam casos suspeitos ou confirmados, em diferentes linhas de cuidados, da Atenção Básica ao atendimento hospitalar especializado, segundo o Código de Ética Profissional e as diretrizes da Prática Baseada em Evidência (PBE).
DE-CARLO, M. M. R. P; GOMES-FERRAZ, C. A.; REZENDE, G.; BUIN, L.; MOREIRA, D. J. A.; SOUZA, K. L. et al. Diretrizes para a assistência da terapia ocupacional na pandemia da COVID-19 e perspectivas pós-pandemia. Medicina (Ribeirão Preto) 2020; 53(3):332-369, com adaptações.
Considerando as informações do texto e as atribuições do terapeuta ocupacional na atenção hospitalar de nível secundário ou terciário, julgue os itens a seguir.
O terapeuta ocupacional possibilita um espaço de vivência de atividades de lazer significativas, que reforcem a capacidade cognitiva, tais como jogos de palavras, livros, jogos cognitivos, jornais e revistas.
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Benetton (2008) indica que, no Brasil, há um uso indiscriminado dos termos atividade, ocupação e atividade ocupacional, sendo que o “descuido” na adoção do termo ocupação e seus correlatos favorecem uma confusão conceitual. O conceito ocupação, mesmo possuindo inúmeras definições, tem se constituído como termo usual tanto para a Sociedade Internacional de Ciência Ocupacional como para a Federação Mundial de Terapeutas Ocupacionais, sob a consideração de que a “ocupação” propicia significado e sentido para a vida e que, na “ocupação”, se inserem as várias atividades que as pessoas concretizam em seu cotidiano, sejam as voltadas para si, para a família e para as comunidades.
FIGUEIREDO, M. de O. et al. A ocupação e a atividade humana em terapia ocupacional: revisão de escopo na literatura nacional. Cad. Bras. Ter. Ocup., São Carlos, v. 28, n. 3, 2020, p. 967-982, com adaptações.
Acerca desse assunto e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A atividade humana pode ser considerada como objeto de estudo da profissão, compreendendo-a como produto e meio de construção do próprio ser humano. Dessa forma, a terapia ocupacional, em composição com outras áreas da saúde, buscaria entender as relações que esse ser humano ativo estabelece em sua condição social, de vida e de saúde.
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Benetton (2008) indica que, no Brasil, há um uso indiscriminado dos termos atividade, ocupação e atividade ocupacional, sendo que o “descuido” na adoção do termo ocupação e seus correlatos favorecem uma confusão conceitual. O conceito ocupação, mesmo possuindo inúmeras definições, tem se constituído como termo usual tanto para a Sociedade Internacional de Ciência Ocupacional como para a Federação Mundial de Terapeutas Ocupacionais, sob a consideração de que a “ocupação” propicia significado e sentido para a vida e que, na “ocupação”, se inserem as várias atividades que as pessoas concretizam em seu cotidiano, sejam as voltadas para si, para a família e para as comunidades.
FIGUEIREDO, M. de O. et al. A ocupação e a atividade humana em terapia ocupacional: revisão de escopo na literatura nacional. Cad. Bras. Ter. Ocup., São Carlos, v. 28, n. 3, 2020, p. 967-982, com adaptações.
Acerca desse assunto e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Sabe-se que, internacionalmente, desde o início da profissão, modelos teóricos foram elaborados pautados no conceito da ocupação, sendo incluídos, no decorrer dos anos, a utilização dos termos desempenho ocupacional e, posteriormente, o engajamento em ocupações dentro de diferentes contextos, além de uma série de outras adjetivações que são dadas às ocupações.
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Benetton (2008) indica que, no Brasil, há um uso indiscriminado dos termos atividade, ocupação e atividade ocupacional, sendo que o “descuido” na adoção do termo ocupação e seus correlatos favorecem uma confusão conceitual. O conceito ocupação, mesmo possuindo inúmeras definições, tem se constituído como termo usual tanto para a Sociedade Internacional de Ciência Ocupacional como para a Federação Mundial de Terapeutas Ocupacionais, sob a consideração de que a “ocupação” propicia significado e sentido para a vida e que, na “ocupação”, se inserem as várias atividades que as pessoas concretizam em seu cotidiano, sejam as voltadas para si, para a família e para as comunidades.
FIGUEIREDO, M. de O. et al. A ocupação e a atividade humana em terapia ocupacional: revisão de escopo na literatura nacional. Cad. Bras. Ter. Ocup., São Carlos, v. 28, n. 3, 2020, p. 967-982, com adaptações.
Acerca desse assunto e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Historicamente, a terapia ocupacional brasileira utiliza o termo ocupação como constructo que compôs a fundamentação teórica e prática da profissão, acompanhando o modelo canadense.
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Tanto a análise ocupacional, como a análise de atividade são necessárias para a prática efetiva. Ao misturarem esses modelos analíticos, os profissionais podem alcançar uma compreensão dos modos particulares como os clientes se relacionam com suas ocupações e podem, então, utilizar seu conhecimento a respeito da atividade e das teorias de prática para aplicar as atividades ocupacionais para fins terapêuticos. Essa compreensão é alcançada por ambas as formas de análise.
Quanto à análise de atividade, julgue os itens a seguir.
Para a realização da análise de atividade, existem roteiros que auxiliam o terapeuta a direcionar essa ação e que enfocam, por vezes, aspectos biomecânicos e psicodinâmicos, e ainda há aqueles que abordam os aspectos ambientais e psicológicos, entre outros.
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Tanto a análise ocupacional, como a análise de atividade são necessárias para a prática efetiva. Ao misturarem esses modelos analíticos, os profissionais podem alcançar uma compreensão dos modos particulares como os clientes se relacionam com suas ocupações e podem, então, utilizar seu conhecimento a respeito da atividade e das teorias de prática para aplicar as atividades ocupacionais para fins terapêuticos. Essa compreensão é alcançada por ambas as formas de análise.
Quanto à análise de atividade, julgue os itens a seguir.
A análise de atividade foi incluída como prática da terapia ocupacional, quando os Estados Unidos entraram na Segunda Guerra Mundial.
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Tanto a análise ocupacional, como a análise de atividade são necessárias para a prática efetiva. Ao misturarem esses modelos analíticos, os profissionais podem alcançar uma compreensão dos modos particulares como os clientes se relacionam com suas ocupações e podem, então, utilizar seu conhecimento a respeito da atividade e das teorias de prática para aplicar as atividades ocupacionais para fins terapêuticos. Essa compreensão é alcançada por ambas as formas de análise.
Quanto à análise de atividade, julgue os itens a seguir.
A American Occupational Therapy Association (AOTA) compreende a análise de atividade como um elemento direcionado a uma demanda típica de atividade, à amplitude de habilidades envolvidas no seu desempenho e aos diversos significados culturais que podem ser atribuídos para isso.
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Tanto a análise ocupacional, como a análise de atividade são necessárias para a prática efetiva. Ao misturarem esses modelos analíticos, os profissionais podem alcançar uma compreensão dos modos particulares como os clientes se relacionam com suas ocupações e podem, então, utilizar seu conhecimento a respeito da atividade e das teorias de prática para aplicar as atividades ocupacionais para fins terapêuticos. Essa compreensão é alcançada por ambas as formas de análise.
Quanto à análise de atividade, julgue os itens a seguir.
A análise de atividade permite ao terapeuta ocupacional conhecer o potencial intrínseco da atividade, que habilidades são necessárias para desempenhá-la, quais etapas a constituem, quais equipamentos e recursos serão necessários, o tempo usado para executá-la, em que ambiente ela pode ser realizada, quais os efeitos desencadeados, para quem é recomendada, se é possível adaptá-la ou graduá-la e que benefícios são proporcionados; porém, ela não consegue fornecer um histórico evolutivo do sujeito.
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Com relação à institucionalização da profissão de terapia ocupacional, julgue os itens a seguir.
A Associação Brasileira de Redes Associadas da Terapia Ocupacional (ABRATO) foi organizada, em 1994, por profissionais para atividades e eventos científicos.
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