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Foram encontradas 120 questões.

2047273 Ano: 2021
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente do sexo masculino, com 54 anos de idade, da cor parda, professor e com ensino superior completo. Apresenta como queixa principal alteração da marcha há cerca de três anos. O quadro foi precedido de perda gradual de destreza em ambas as mãos, em função do tremor ao tentar realizar atividades manuais finas. O caso evoluiu com lentificação dos movimentos e dificuldade na marcha, foi diagnosticado, na época, com Doença de Parkinson (DP) e prescrito levodopa, sem melhora significativa. Há um ano começou a apresentar disfunção erétil (metade das tentativas em manter uma relação sexual) e incontinência urinária (segundo ele em pequena quantidade). O paciente nega episódios prévios semelhantes, relata boa condição financeira, não apresenta dificuldade para compra de medicação. O usuário é assíduo na fisioterapia, possui um fisioterapeuta que o acompanha há um ano, três vezes por semana, em seu domicílio. O paciente é casado, sempre teve apoio da esposa para todo seu tratamento, mora em casa própria com três suítes, além de possuir três filhos casados, mas sempre tem contato com eles em reunião de familiares aos finais de semana. Seu lazer é relatado como passeio ao Shopping, cinema e teatro, e sua vida social era relativamente intensa, porém agora tem alguns programas recusados pela questão da doença. Durante a avaliação fisioterapêutica, observou-se alterações em suas AVDs e na marcha. O teste de velocidade de marcha apresenta um deficit de 60% do esperado para sua idade e nas AVDs, através do índice de Barthel obteve um total de 55 pontos de 100.


Com base no caso clínico, julgue os itens a seguir.

A disfunção erétil é uma manifestação não motora na doença de Parkinson e uma queixa comum na prática clínica.

 

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2047272 Ano: 2021
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente do sexo masculino, com 54 anos de idade, da cor parda, professor e com ensino superior completo. Apresenta como queixa principal alteração da marcha há cerca de três anos. O quadro foi precedido de perda gradual de destreza em ambas as mãos, em função do tremor ao tentar realizar atividades manuais finas. O caso evoluiu com lentificação dos movimentos e dificuldade na marcha, foi diagnosticado, na época, com Doença de Parkinson (DP) e prescrito levodopa, sem melhora significativa. Há um ano começou a apresentar disfunção erétil (metade das tentativas em manter uma relação sexual) e incontinência urinária (segundo ele em pequena quantidade). O paciente nega episódios prévios semelhantes, relata boa condição financeira, não apresenta dificuldade para compra de medicação. O usuário é assíduo na fisioterapia, possui um fisioterapeuta que o acompanha há um ano, três vezes por semana, em seu domicílio. O paciente é casado, sempre teve apoio da esposa para todo seu tratamento, mora em casa própria com três suítes, além de possuir três filhos casados, mas sempre tem contato com eles em reunião de familiares aos finais de semana. Seu lazer é relatado como passeio ao Shopping, cinema e teatro, e sua vida social era relativamente intensa, porém agora tem alguns programas recusados pela questão da doença. Durante a avaliação fisioterapêutica, observou-se alterações em suas AVDs e na marcha. O teste de velocidade de marcha apresenta um deficit de 60% do esperado para sua idade e nas AVDs, através do índice de Barthel obteve um total de 55 pontos de 100.


Com base no caso clínico, julgue os itens a seguir.

A Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) é uma classificação com múltiplas finalidades elaborada para servir a vários contextos diferentes na reabilitação. Três dos seus quatro componentes são quantificados através da mesma escala genérica. Em relação a esse sujeito, quanto às AVDs, componente participação, podemos dizer que ele tem um problema ligeiro (pequeno).

 

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2047270 Ano: 2021
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente do sexo masculino, com 54 anos de idade, da cor parda, professor e com ensino superior completo. Apresenta como queixa principal alteração da marcha há cerca de três anos. O quadro foi precedido de perda gradual de destreza em ambas as mãos, em função do tremor ao tentar realizar atividades manuais finas. O caso evoluiu com lentificação dos movimentos e dificuldade na marcha, foi diagnosticado, na época, com Doença de Parkinson (DP) e prescrito levodopa, sem melhora significativa. Há um ano começou a apresentar disfunção erétil (metade das tentativas em manter uma relação sexual) e incontinência urinária (segundo ele em pequena quantidade). O paciente nega episódios prévios semelhantes, relata boa condição financeira, não apresenta dificuldade para compra de medicação. O usuário é assíduo na fisioterapia, possui um fisioterapeuta que o acompanha há um ano, três vezes por semana, em seu domicílio. O paciente é casado, sempre teve apoio da esposa para todo seu tratamento, mora em casa própria com três suítes, além de possuir três filhos casados, mas sempre tem contato com eles em reunião de familiares aos finais de semana. Seu lazer é relatado como passeio ao Shopping, cinema e teatro, e sua vida social era relativamente intensa, porém agora tem alguns programas recusados pela questão da doença. Durante a avaliação fisioterapêutica, observou-se alterações em suas AVDs e na marcha. O teste de velocidade de marcha apresenta um deficit de 60% do esperado para sua idade e nas AVDs, através do índice de Barthel obteve um total de 55 pontos de 100.


Com base no caso clínico, julgue os itens a seguir.

No caso clínico observa-se fatores contextuais que podem influenciar como barreiras e (ou) facilitadores na funcionalidade/incapacidade do indivíduo. Como exemplo de barreira, temos a redução na velocidade da marcha e consequente restrição à participação ocasionada pela condição de saúde.

 

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2047260 Ano: 2021
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente do sexo masculino, previamente saudável, com 15 anos de idade, da cor branca, procurou atendimento em centro de referência de fisioterapia neurofuncional de sua cidade, acompanhado de sua genitora. O jovem informou que tem diagnóstico de mielite transversa há oito meses. Na época apresentou uma dor súbita lombar seguida de paraplegia. O paciente ficou internado em Unidade de terapia intensiva (UTI) por 32 dias. Atualmente, apresenta deambulação sem auxílio em superfícies planas, com grande receio de cair, sua casa possui um piso liso e escorregadio e pouca acessibilidade (dois andares de escada). No exame clínico foi constatado leve espasticidade (escala de Ashworth: 1) e hiperreflexia dos extensores dos joelhos e dos tornozelos, havendo alteração na força muscular, que apresenta grau 4 na maioria dos grupos musculares de membros inferiores.


Com base no caso clínico, julgue os itens a seguir

Na avaliação do indivíduo citado, poderíamos ter utilizado o índice de Barthel, que avalia as atividades da vida diária (AVDs) e mensura a independência funcional no cuidado pessoal, mobilidade, locomoção e eliminações. Essa escala foi validada para a população brasileira em outras condições de saúde além da lesão medular, como acidente vascular encefálico e em idosos.

 

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2047254 Ano: 2021
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente do sexo masculino, previamente saudável, com 15 anos de idade, da cor branca, procurou atendimento em centro de referência de fisioterapia neurofuncional de sua cidade, acompanhado de sua genitora. O jovem informou que tem diagnóstico de mielite transversa há oito meses. Na época apresentou uma dor súbita lombar seguida de paraplegia. O paciente ficou internado em Unidade de terapia intensiva (UTI) por 32 dias. Atualmente, apresenta deambulação sem auxílio em superfícies planas, com grande receio de cair, sua casa possui um piso liso e escorregadio e pouca acessibilidade (dois andares de escada). No exame clínico foi constatado leve espasticidade (escala de Ashworth: 1) e hiperreflexia dos extensores dos joelhos e dos tornozelos, havendo alteração na força muscular, que apresenta grau 4 na maioria dos grupos musculares de membros inferiores.


Com base no caso clínico, julgue os itens a seguir

Os doentes com lesões medulares enfrentam, na sua maioria, limitações funcionais, que acarretam uma alteração do seu estilo de vida. Frequentemente apresentam dificuldades em retomar o seu papel ativo na sociedade, muitas vezes influenciado por fatores contextuais, incluindo fatores ambientais e pessoais. Um exemplo de fatores ambientais influenciando diretamente a funcionalidade/incapacidade desse indivíduo é a escada de sua casa e o piso escorregadio.

 

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2047252 Ano: 2021
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente do sexo masculino, previamente saudável, com 15 anos de idade, da cor branca, procurou atendimento em centro de referência de fisioterapia neurofuncional de sua cidade, acompanhado de sua genitora. O jovem informou que tem diagnóstico de mielite transversa há oito meses. Na época apresentou uma dor súbita lombar seguida de paraplegia. O paciente ficou internado em Unidade de terapia intensiva (UTI) por 32 dias. Atualmente, apresenta deambulação sem auxílio em superfícies planas, com grande receio de cair, sua casa possui um piso liso e escorregadio e pouca acessibilidade (dois andares de escada). No exame clínico foi constatado leve espasticidade (escala de Ashworth: 1) e hiperreflexia dos extensores dos joelhos e dos tornozelos, havendo alteração na força muscular, que apresenta grau 4 na maioria dos grupos musculares de membros inferiores.


Com base no caso clínico, julgue os itens a seguir

A escala ASIA Impairment Scale (AIS) classifica a lesão medular nos seguintes níveis motores e sensitivos: A = normal e B = motor incompleto, status incompleto do motor como definido anteriormente, com pelo menos metade do músculo principal com um grau de músculo ≥ 3. C = motor incompleto, a função motora é preservada na maioria dos segmentos sacrais caudais para contração anal voluntária. D = sensorial incompleto, função sensorial, mas não motora é preservado abaixo do nível neurológico. E = completo, nenhuma função sensorial ou motora é preservada.

 

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2047251 Ano: 2021
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente do sexo masculino, previamente saudável, com 15 anos de idade, da cor branca, procurou atendimento em centro de referência de fisioterapia neurofuncional de sua cidade, acompanhado de sua genitora. O jovem informou que tem diagnóstico de mielite transversa há oito meses. Na época apresentou uma dor súbita lombar seguida de paraplegia. O paciente ficou internado em Unidade de terapia intensiva (UTI) por 32 dias. Atualmente, apresenta deambulação sem auxílio em superfícies planas, com grande receio de cair, sua casa possui um piso liso e escorregadio e pouca acessibilidade (dois andares de escada). No exame clínico foi constatado leve espasticidade (escala de Ashworth: 1) e hiperreflexia dos extensores dos joelhos e dos tornozelos, havendo alteração na força muscular, que apresenta grau 4 na maioria dos grupos musculares de membros inferiores.


Com base no caso clínico, julgue os itens a seguir

A lesão medular é classificada segundo a padronização internacional determinada pela American Spinal Injury Association (ASIA). A ASIA recomenda conceituarmos, nos casos de lesão medular, plegia como a ausência de movimento voluntário e paresia como a presença de contração muscular voluntária com diminuição da força.

 

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2047250 Ano: 2021
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Paciente do sexo masculino, previamente saudável, com 15 anos de idade, da cor branca, procurou atendimento em centro de referência de fisioterapia neurofuncional de sua cidade, acompanhado de sua genitora. O jovem informou que tem diagnóstico de mielite transversa há oito meses. Na época apresentou uma dor súbita lombar seguida de paraplegia. O paciente ficou internado em Unidade de terapia intensiva (UTI) por 32 dias. Atualmente, apresenta deambulação sem auxílio em superfícies planas, com grande receio de cair, sua casa possui um piso liso e escorregadio e pouca acessibilidade (dois andares de escada). No exame clínico foi constatado leve espasticidade (escala de Ashworth: 1) e hiperreflexia dos extensores dos joelhos e dos tornozelos, havendo alteração na força muscular, que apresenta grau 4 na maioria dos grupos musculares de membros inferiores.


Com base no caso clínico, julgue os itens a seguir

A mielite transversa está entre as principais causas não traumáticas, de origem desmielinizante e compreende a maioria dos casos de lesão medular em pacientes jovens.

 

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2047246 Ano: 2021
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

As estratégias de fisioterapia respiratória, de mobilização e de exercícios terapêuticos precoces destinados aos pacientes internados, especialmente perante cuidados intensivos, fazem parte da rotina dos melhores hospitais do Brasil e do mundo. Não resta dúvidas que essas estratégias são necessárias e benéficas para a maioria dos pacientes, o que provavelmente não deve diferir em se tratando dos pacientes com Covid-19, em virtude do alto risco para desenvolvimento da fraqueza muscular adquirida na Unidade de Terapia Intensiva (FMA-UTI) e potencial declínio funcional, fruto das comorbidades associadas, do processo inflamatório, do tempo prolongado de internamento e ventilação mecânica, além de todos os fatores de risco comuns aos pacientes críticos.


Considerando o texto motivador e os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

A Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA) é uma lesão pulmonar inflamatória aguda e difusa. Pode ser pulmonar ou extrapulmonar, compreendida dentro de sete dias de um evento definido e sua classificação de condição grave pela definição de Berlim inclui a PaO2/FiO2 ≤ 100mmHg com PEEP ≥ 5cmH2O.

 

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2047243 Ano: 2021
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

As estratégias de fisioterapia respiratória, de mobilização e de exercícios terapêuticos precoces destinados aos pacientes internados, especialmente perante cuidados intensivos, fazem parte da rotina dos melhores hospitais do Brasil e do mundo. Não resta dúvidas que essas estratégias são necessárias e benéficas para a maioria dos pacientes, o que provavelmente não deve diferir em se tratando dos pacientes com Covid-19, em virtude do alto risco para desenvolvimento da fraqueza muscular adquirida na Unidade de Terapia Intensiva (FMA-UTI) e potencial declínio funcional, fruto das comorbidades associadas, do processo inflamatório, do tempo prolongado de internamento e ventilação mecânica, além de todos os fatores de risco comuns aos pacientes críticos.


Considerando o texto motivador e os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

De acordo com a recomendação da Associação Brasileira de Fisioterapia Respiratória (ASSOBRAFIR) sobre a atuação do fisioterapeuta durante a parada cardiopulmonar em pacientes Covid-19. As ventilações devem ser realizadas via ventilação com pressão positiva manual (bolsa, válvula, máscara), a qual garante melhor expansibilidade e oferta de oxigênio suplementar.

 

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