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O Sistema Único de Saúde (SUS) é o arranjo organizacional do Estado brasileiro que dá suporte à efetivação da política de saúde no Brasil e traduz em ação os princípios e as diretrizes dessa política. Compreende um conjunto organizado e articulado de serviços e ações de saúde, e aglutina o conjunto das organizações públicas de saúde existentes nos âmbitos municipal, estadual e nacional, e ainda os serviços privados de saúde que o integram funcionalmente para a prestação de serviços aos usuários do sistema, de forma complementar; quando contratados ou conveniados para tal fim.
VASCONCELOS, C. M. & PASCHE, D. O Sistema Único de Saúde.
In: Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec/Rio de Janeiro: Fiocruz,
com adaptações.
Acerca da organização, da prática e dos fenômenos relativos ao SUS, julgue os itens a seguir.
A RAPS pode ser expressa, materialmente, a partir de um conjunto articulado de instituições, dispositivos e ações. São exemplos que compõem a RAPS: unidades básicas de saúde, salas de estabilização, serviços residenciais terapêuticos, comunidades terapêuticas (laicas), iniciativas de geração de trabalho e renda, centros de convivência e cultura.
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O Sistema Único de Saúde (SUS) é o arranjo organizacional do Estado brasileiro que dá suporte à efetivação da política de saúde no Brasil e traduz em ação os princípios e as diretrizes dessa política. Compreende um conjunto organizado e articulado de serviços e ações de saúde, e aglutina o conjunto das organizações públicas de saúde existentes nos âmbitos municipal, estadual e nacional, e ainda os serviços privados de saúde que o integram funcionalmente para a prestação de serviços aos usuários do sistema, de forma complementar; quando contratados ou conveniados para tal fim.
VASCONCELOS, C. M. & PASCHE, D. O Sistema Único de Saúde.
In: Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec/Rio de Janeiro: Fiocruz,
com adaptações.
Acerca da organização, da prática e dos fenômenos relativos ao SUS, julgue os itens a seguir.
A Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) tem como objetivos gerais: ampliar o acesso à atenção psicossocial da população em geral; promover, exclusivamente, a vinculação das pessoas com transtornos mentais e garantir a articulação e a integração dos pontos de atenção das redes de saúde no território, qualificando o cuidado por meio do acolhimento, do acompanhamento contínuo e da atenção às urgências.
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A palavra “comunidade” [...] sugere uma coisa boa: o que quer que “comunidade” signifique, é bom “ter uma comunidade,” “estar numa comunidade”. Se alguém se afasta do caminho certo, frequentemente explicamos sua conduta reprovável dizendo que “anda em má companhia”. Se alguém se sente miserável, sofre muito e se vê persistentemente privado de uma vida digna, logo acusamos a sociedade — o modo como está organizada e como funciona. As companhias ou a sociedade podem ser más; mas não a comunidade. Comunidade, sentimos, é sempre uma coisa boa. Os significados e sensações que as palavras carregam não são, é claro, independentes. “Comunidade” produz uma sensação boa por causa dos significados que a palavra “comunidade” carrega — todos eles prometendo prazeres e, no mais das vezes, as espécies de prazer que gostaríamos de experimentar mas que não alcança mais.
BAUMAN, Z. Comunidade – a busca por segurança no mundo atual.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar editor, 2010, com adaptações.
Acerca dos processos de intervenção comunitária e de temas correlatos, julgue os itens a seguir.
Grupo operativo consiste em uma técnica que pressupõe tarefas implícitas, tarefas explicitas e o enquadre. No processo de um grupo operativo, o cone invertido aparece como instrumento que se constituí como representação gráfica dos vetores de análise do contexto no qual está sendo aplicada a intervenção, o que possibilita verificar efeitos de mudança.
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A palavra “comunidade” [...] sugere uma coisa boa: o que quer que “comunidade” signifique, é bom “ter uma comunidade,” “estar numa comunidade”. Se alguém se afasta do caminho certo, frequentemente explicamos sua conduta reprovável dizendo que “anda em má companhia”. Se alguém se sente miserável, sofre muito e se vê persistentemente privado de uma vida digna, logo acusamos a sociedade — o modo como está organizada e como funciona. As companhias ou a sociedade podem ser más; mas não a comunidade. Comunidade, sentimos, é sempre uma coisa boa. Os significados e sensações que as palavras carregam não são, é claro, independentes. “Comunidade” produz uma sensação boa por causa dos significados que a palavra “comunidade” carrega — todos eles prometendo prazeres e, no mais das vezes, as espécies de prazer que gostaríamos de experimentar mas que não alcança mais.
BAUMAN, Z. Comunidade – a busca por segurança no mundo atual.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar editor, 2010, com adaptações.
Acerca dos processos de intervenção comunitária e de temas correlatos, julgue os itens a seguir.
No contexto de atendimento a autores de violência doméstica são recomendadas intervenções de caráter mais diretivas, como as terapias cognitivo-comportamentais, tendo em vista o objetivo de mudança comportamental no que se refere aos aspectos agressivos, tem sido consenso entre autores da área da violência doméstica que técnicas grupais que privilegiam a construção de narrativas, como grupos reflexivos e operativos, são pouco efetivas em mudanças culturais e comportamentais de homens acusados desse tipo de violência.
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A palavra “comunidade” [...] sugere uma coisa boa: o que quer que “comunidade” signifique, é bom “ter uma comunidade,” “estar numa comunidade”. Se alguém se afasta do caminho certo, frequentemente explicamos sua conduta reprovável dizendo que “anda em má companhia”. Se alguém se sente miserável, sofre muito e se vê persistentemente privado de uma vida digna, logo acusamos a sociedade — o modo como está organizada e como funciona. As companhias ou a sociedade podem ser más; mas não a comunidade. Comunidade, sentimos, é sempre uma coisa boa. Os significados e sensações que as palavras carregam não são, é claro, independentes. “Comunidade” produz uma sensação boa por causa dos significados que a palavra “comunidade” carrega — todos eles prometendo prazeres e, no mais das vezes, as espécies de prazer que gostaríamos de experimentar mas que não alcança mais.
BAUMAN, Z. Comunidade – a busca por segurança no mundo atual.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar editor, 2010, com adaptações.
Acerca dos processos de intervenção comunitária e de temas correlatos, julgue os itens a seguir.
Socioanálise refere-se à abordagem da Análise Institucional que se constituí como dispositivo de intervenção para contextos grupais e organizacionais.
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- Psicologia da SaúdePsicologia e SaúdePolíticas PúblicasPolíticas Públicas no SUS
- Psicologia da SaúdePsicologia e SaúdeSUS - Serviço Único de Saúde
A palavra “comunidade” [...] sugere uma coisa boa: o que quer que “comunidade” signifique, é bom “ter uma comunidade,” “estar numa comunidade”. Se alguém se afasta do caminho certo, frequentemente explicamos sua conduta reprovável dizendo que “anda em má companhia”. Se alguém se sente miserável, sofre muito e se vê persistentemente privado de uma vida digna, logo acusamos a sociedade — o modo como está organizada e como funciona. As companhias ou a sociedade podem ser más; mas não a comunidade. Comunidade, sentimos, é sempre uma coisa boa. Os significados e sensações que as palavras carregam não são, é claro, independentes. “Comunidade” produz uma sensação boa por causa dos significados que a palavra “comunidade” carrega — todos eles prometendo prazeres e, no mais das vezes, as espécies de prazer que gostaríamos de experimentar mas que não alcança mais.
BAUMAN, Z. Comunidade – a busca por segurança no mundo atual.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar editor, 2010, com adaptações.
Acerca dos processos de intervenção comunitária e de temas correlatos, julgue os itens a seguir.
A Tenda do Conto, dispositivo de intervenção grupal utilizado em contextos comunitários como o da atenção primária do Sistema Único de Saúde (SUS), tem como fundamentos metodológicos a perspectiva socioconstrucionista, funcionando a partir da construção de narrativas.
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A palavra “comunidade” [...] sugere uma coisa boa: o que quer que “comunidade” signifique, é bom “ter uma comunidade,” “estar numa comunidade”. Se alguém se afasta do caminho certo, frequentemente explicamos sua conduta reprovável dizendo que “anda em má companhia”. Se alguém se sente miserável, sofre muito e se vê persistentemente privado de uma vida digna, logo acusamos a sociedade — o modo como está organizada e como funciona. As companhias ou a sociedade podem ser más; mas não a comunidade. Comunidade, sentimos, é sempre uma coisa boa. Os significados e sensações que as palavras carregam não são, é claro, independentes. “Comunidade” produz uma sensação boa por causa dos significados que a palavra “comunidade” carrega — todos eles prometendo prazeres e, no mais das vezes, as espécies de prazer que gostaríamos de experimentar mas que não alcança mais.
BAUMAN, Z. Comunidade – a busca por segurança no mundo atual.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar editor, 2010, com adaptações.
Acerca dos processos de intervenção comunitária e de temas correlatos, julgue os itens a seguir.
As medidas em meio aberto, do sistema socioeducativo, são direcionadas a adolescentes que infringiram a lei em situações consideradas menos gravosas. Psicólogos podem atuar nessas medidas, desde que sua prática seja orientada por dispositivos psicoterapêuticos ou grupais.
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Originalmente chamada de cura pela fala, a psicoterapia tem suas origens na medicina antiga, na religião, na cura pela fé e no hipnotismo. Foi, entretanto, ao final do século XIX que passou a ser utilizada no tratamento das assimdenominadas doenças nervosas e mentais, tornando-se uma atividade médica inicialmente restrita aos psiquiatras. No decorrer do século XX, outros profissionais passaram a exercê-la: médicos clínicos, psicólogos, enfermeiros, assistentes sociais, entre outros, ultrapassando as fronteiras do “modelo médico”. Houve uma grande proliferação de modelos e métodos apoiados em diferentes concepções sobre os sintomas e o funcionamento mentais, muitas vezes conflitantes e até antagônicas.
VOLPATO-CORDIOLI, A. Psicoterapias: abordagens atuais.
Porto Alegre: Artmed, 2008.
A respeito das diversas possibilidades de psicoterapias e das dimensões da prática clínica, julgue os itens a seguir.
As chamadas psicoterapias de apoio fundamentam-se na teoria psicodinâmica do funcionamento mental: nos conceitos de força de ego e nos mecanismos de defesa.
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Originalmente chamada de cura pela fala, a psicoterapia tem suas origens na medicina antiga, na religião, na cura pela fé e no hipnotismo. Foi, entretanto, ao final do século XIX que passou a ser utilizada no tratamento das assimdenominadas doenças nervosas e mentais, tornando-se uma atividade médica inicialmente restrita aos psiquiatras. No decorrer do século XX, outros profissionais passaram a exercê-la: médicos clínicos, psicólogos, enfermeiros, assistentes sociais, entre outros, ultrapassando as fronteiras do “modelo médico”. Houve uma grande proliferação de modelos e métodos apoiados em diferentes concepções sobre os sintomas e o funcionamento mentais, muitas vezes conflitantes e até antagônicas.
VOLPATO-CORDIOLI, A. Psicoterapias: abordagens atuais.
Porto Alegre: Artmed, 2008.
A respeito das diversas possibilidades de psicoterapias e das dimensões da prática clínica, julgue os itens a seguir.
Segundo a Lei Federal nº 4.119/1962, a psicoterapia é atividade de domínio exclusivo de profissionais formados em psicologia, médicos com residência em psiquiatria ou psicoterapia e psicanalistas formados por associações.
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Originalmente chamada de cura pela fala, a psicoterapia tem suas origens na medicina antiga, na religião, na cura pela fé e no hipnotismo. Foi, entretanto, ao final do século XIX que passou a ser utilizada no tratamento das assimdenominadas doenças nervosas e mentais, tornando-se uma atividade médica inicialmente restrita aos psiquiatras. No decorrer do século XX, outros profissionais passaram a exercê-la: médicos clínicos, psicólogos, enfermeiros, assistentes sociais, entre outros, ultrapassando as fronteiras do “modelo médico”. Houve uma grande proliferação de modelos e métodos apoiados em diferentes concepções sobre os sintomas e o funcionamento mentais, muitas vezes conflitantes e até antagônicas.
VOLPATO-CORDIOLI, A. Psicoterapias: abordagens atuais.
Porto Alegre: Artmed, 2008.
A respeito das diversas possibilidades de psicoterapias e das dimensões da prática clínica, julgue os itens a seguir.
Clínica ampliada refere-se à utilização de saberes e práticas de saúde contextualizadas socio-culturalmente e instrumentalizadas pela técnica para dar respostas singulares às demandas de saúde, considerando elementos referentes à intersubjetividade das ações.
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