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Uma paciente de 22 anos de idade, estudante de odontologia, apresentou perda de visão, fadiga, dormência nas extremidades, espasmos musculares e comprometimento da coordenação motora. Após acompanhamento foi diagnosticada com esclerose múltipla. Inicialmente, como imunossupressor, faz uso de fingolimode, 0,5 mg/dia e nos ataques agudos, pulsoterapia com metilprednisolona, na dose de 1 g, por via intravenosa, durante 3 dias.
A respeito desse caso clínico e com base em seus conhecimentos, julgue os itens a seguir.
Para pacientes, com incontinência urinária, poderiam ser utilizados fármacos anticolinérgicos, como a oxibutinina.
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Uma paciente de 22 anos de idade, estudante de odontologia, apresentou perda de visão, fadiga, dormência nas extremidades, espasmos musculares e comprometimento da coordenação motora. Após acompanhamento foi diagnosticada com esclerose múltipla. Inicialmente, como imunossupressor, faz uso de fingolimode, 0,5 mg/dia e nos ataques agudos, pulsoterapia com metilprednisolona, na dose de 1 g, por via intravenosa, durante 3 dias.
A respeito desse caso clínico e com base em seus conhecimentos, julgue os itens a seguir.
A terapia imunossupressora disponível para a esclerose múltipla não promove a cura, não estabiliza a condição, permite a redução da progressão da doença e dos sintomas. Nesse contexto, é possível afirmar que são a principal ferramenta medicamentosa dos cuidados paliativos.
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Uma paciente de 22 anos de idade, estudante de odontologia, apresentou perda de visão, fadiga, dormência nas extremidades, espasmos musculares e comprometimento da coordenação motora. Após acompanhamento foi diagnosticada com esclerose múltipla. Inicialmente, como imunossupressor, faz uso de fingolimode, 0,5 mg/dia e nos ataques agudos, pulsoterapia com metilprednisolona, na dose de 1 g, por via intravenosa, durante 3 dias.
A respeito desse caso clínico e com base em seus conhecimentos, julgue os itens a seguir.
A esclerose múltipla é uma doença autoimune que atinge o sistema nervoso central e caracteriza-se pela sua lenta progressão, sem possibilidade de cura. Diante desse cenário, os cuidados paliativos são comuns e tornam-se imprescindíveis.
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Um paciente de 35 anos de idade, sofreu grave acidente de carro, com trauma no quadril, na região lombar e perna esquerda. Passou por cirurgia de nefrectomia e colocação de prótese femural. Na recuperação da primeira cirurgia, recebeu tratamento analgésico, uma vez que reclamava de dores contínuas, principalmente na região lombar. Ele relata que não seguiu o tratamento por falta de recursos e porque cansava de “tomar medicamentos”. Após 10 anos, retorna a procurar auxílio e alega não aguentar mais as intensas dores que o levaram a perder seu trabalho e a desenvolver um quadro de depressão. O paciente recebe o diagnóstico de dor neuropática.
Quanto a esse caso, julgue os itens a seguir.
São exemplos de fármacos adjuvantes com conhecida eficácia nesse tipo de dor os anticonvulsitantes gabapentina, topiramato e pregabalina, ou os antidepressivos tricíclicos, como nortriptilina e amitriptilina, entre outros.
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Um paciente de 35 anos de idade, sofreu grave acidente de carro, com trauma no quadril, na região lombar e perna esquerda. Passou por cirurgia de nefrectomia e colocação de prótese femural. Na recuperação da primeira cirurgia, recebeu tratamento analgésico, uma vez que reclamava de dores contínuas, principalmente na região lombar. Ele relata que não seguiu o tratamento por falta de recursos e porque cansava de “tomar medicamentos”. Após 10 anos, retorna a procurar auxílio e alega não aguentar mais as intensas dores que o levaram a perder seu trabalho e a desenvolver um quadro de depressão. O paciente recebe o diagnóstico de dor neuropática.
Quanto a esse caso, julgue os itens a seguir.
O farmacêutico, em casos de cuidados paliativos como este, além de informar o paciente sobre os medicamentos, poderia auxiliá-lo a encontrar alternativas terapêuticas menos onerosas, a indicar a forma mais adequada de uso ou até mesmo adequar as doses dos medicamentos utilizados.
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Um paciente de 35 anos de idade, sofreu grave acidente de carro, com trauma no quadril, na região lombar e perna esquerda. Passou por cirurgia de nefrectomia e colocação de prótese femural. Na recuperação da primeira cirurgia, recebeu tratamento analgésico, uma vez que reclamava de dores contínuas, principalmente na região lombar. Ele relata que não seguiu o tratamento por falta de recursos e porque cansava de “tomar medicamentos”. Após 10 anos, retorna a procurar auxílio e alega não aguentar mais as intensas dores que o levaram a perder seu trabalho e a desenvolver um quadro de depressão. O paciente recebe o diagnóstico de dor neuropática.
Quanto a esse caso, julgue os itens a seguir.
Por se tratar de dor neuropática, deve-se lembrar que esta apresenta características um tanto diferentes à nociceptiva, por isto, medicamentos adjuvantes podem ser eficazes, desde que associados a anti-inflamatórios não esteroides (AINES) ou opioides.
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Um paciente de 35 anos de idade, sofreu grave acidente de carro, com trauma no quadril, na região lombar e perna esquerda. Passou por cirurgia de nefrectomia e colocação de prótese femural. Na recuperação da primeira cirurgia, recebeu tratamento analgésico, uma vez que reclamava de dores contínuas, principalmente na região lombar. Ele relata que não seguiu o tratamento por falta de recursos e porque cansava de “tomar medicamentos”. Após 10 anos, retorna a procurar auxílio e alega não aguentar mais as intensas dores que o levaram a perder seu trabalho e a desenvolver um quadro de depressão. O paciente recebe o diagnóstico de dor neuropática.
Quanto a esse caso, julgue os itens a seguir.
No caso desse paciente e devido ao seu histórico de não adesão a tratamentos, é imprescindível realizar um diagnóstico adequado, não somente do tipo de dor, mas também da intensidade desta. Nessas situações, pode ser utilizada a escala visual analógica (AVA) para determinar a intensidade da dor.
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Um paciente de 35 anos de idade, sofreu grave acidente de carro, com trauma no quadril, na região lombar e perna esquerda. Passou por cirurgia de nefrectomia e colocação de prótese femural. Na recuperação da primeira cirurgia, recebeu tratamento analgésico, uma vez que reclamava de dores contínuas, principalmente na região lombar. Ele relata que não seguiu o tratamento por falta de recursos e porque cansava de “tomar medicamentos”. Após 10 anos, retorna a procurar auxílio e alega não aguentar mais as intensas dores que o levaram a perder seu trabalho e a desenvolver um quadro de depressão. O paciente recebe o diagnóstico de dor neuropática.
Quanto a esse caso, julgue os itens a seguir.
O paciente em questão, devido à intensidade das dores, provavelmente obterá benefícios terapêuticos se utilizar um hipnoanalgésico parenteral, como a morfina.
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Um paciente de 35 anos de idade, sofreu grave acidente de carro, com trauma no quadril, na região lombar e perna esquerda. Passou por cirurgia de nefrectomia e colocação de prótese femural. Na recuperação da primeira cirurgia, recebeu tratamento analgésico, uma vez que reclamava de dores contínuas, principalmente na região lombar. Ele relata que não seguiu o tratamento por falta de recursos e porque cansava de “tomar medicamentos”. Após 10 anos, retorna a procurar auxílio e alega não aguentar mais as intensas dores que o levaram a perder seu trabalho e a desenvolver um quadro de depressão. O paciente recebe o diagnóstico de dor neuropática.
Quanto a esse caso, julgue os itens a seguir.
Considerando as equipes multiprofissionais, o paciente em questão poderia ter se beneficiado desta abordagem de forma precoce, o que poderia ter evitado a evolução da doença. Um farmacêutico, por exemplo, poderia ter lhe instruído quanto à importância do uso correto dos medicamentos e o que esperar dos mesmos (efeitos terapêuticos e reações adversas).
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Um paciente de 35 anos de idade, sofreu grave acidente de carro, com trauma no quadril, na região lombar e perna esquerda. Passou por cirurgia de nefrectomia e colocação de prótese femural. Na recuperação da primeira cirurgia, recebeu tratamento analgésico, uma vez que reclamava de dores contínuas, principalmente na região lombar. Ele relata que não seguiu o tratamento por falta de recursos e porque cansava de “tomar medicamentos”. Após 10 anos, retorna a procurar auxílio e alega não aguentar mais as intensas dores que o levaram a perder seu trabalho e a desenvolver um quadro de depressão. O paciente recebe o diagnóstico de dor neuropática.
Quanto a esse caso, julgue os itens a seguir.
Os cuidados paliativos são aplicados por equipes multidisciplinares. Além disso, como visam à qualidade de vida dos pacientes e familiares, priorizam aspectos físicos, sociais, emocionais, mentais e espirituais.
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