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Criança de 10 anos com poliartralgia migratória com sinais de artrite já instalada em joelho direito. Há 3 semanas apresentou faringite estreptocócica confirmada por swab de orofaringe, tratada com homeopatia por opção da família e à revelia do pediatra que a acompanha.
Assinale a alternativa que, associada à artrite já bem documentada, contemplaria os critérios de Jones para o provável diagnóstico clínico de febre reumática.
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Lactente de 5 meses de idade, sexo masculino, é trazido pela assistente social de sua comunidade para orientações nutricionais. Nascido a termo, sem intercorrências perinatais, peso de 2 800 g, estatura 47 cm, APGAR 9/10. Não foi amamentado e recebe leite de vaca integral desde o momento de alta da maternidade, inicialmente diluído em água a atualmente misturado com amido de milho. Apresenta-se sonolento e pouco contactuante. Exame físico atual: peso 4 150 g, 55 cm, hipocorado, olhos encovados, fontanela anterior deprimida. Proeminências ósseas visíveis, abdome globoso, flácido, timpânico à percussão, indolor à palpação, ruídos hidroaéreos aumentados. Decide-se pela internação para manejo inicial de desnutrição grave.
Quais devem ser os pilares terapêuticos para esta criança?
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LMG, 4 anos, sexo masculino. Há 5 dias, a criança voltou de uma viagem a uma fazenda com diarreia líquida. Evoluiu com redução do volume urinário, dor abdominal difusa e algum edema ocular. Hoje apresentou sangue em uma das evacuações e “manchas avermelhadas” não pruriginosas em nádegas e membros inferiores. No momento, apresenta-se em regular estado geral, prostrado e subfebril (Temp. axilar 37 ºC). Pressão arterial 125/80 mmHg, FC 110 bpm, FR 24 ipm. Presença de petéquias e equimoses em membros inferiores e edema nas pernas e pés. Abdome doloroso à palpação difusa, sem massas palpáveis.
Em relação à investigação laboratorial, espera-se encontrar
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Escolar de 7 anos com histórico de edema bipalpebral há 48h e “urina escura” há 2 dias. Há cerca de duas semanas, usou amoxicilina por 10 dias para tratamento de “infecção de garganta”. Ao exame físico, bom estado geral, afebril. Pressão Arterial: 135/85 mmHg, frequência cardíaca: 90 bpm, frequência respiratória: 20 irpm. Presença de edema periorbital, referido como mais evidente pela manhã. Edema leve nas extremidades inferiores. Sem linfadenopatia, amígdalas não hiperemiadas. Abdome indolor à palpação, sinal de Giordano negativo, sem massas palpá eis. Ritmo cardíaco regular, sem sopros. Aparelho respiratório sem alterações. Exames solicitados:
– Urina I: aspecto turvo, hematúria: 3+, proteinúria: 1+; densidade 1 020. Urocultura negativa.
– Ureia e Creatinina elevadas, C3 sérico: diminuído, ASLO positivo.
Assinale a alternativa correta em relação às características clínicas e ao manejo da principal hipótese diagnóstica dessa criança.
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Lactente de 14 meses, previamente hígido, apresenta lesões edemato-eritematosas por todo corpo há 48 horas. Ausência de relação causal com novos alimentos, medicamentos ou picadas de insetos. As lesões acometem tronco, membros e face, são migratórias e pruriginosas. Ao exame físico, subfebril (37,5 ºC), presença de coriza hialina e tosse seca, sintomas iniciados há cerca de 3 dias.
Qual a melhor abordagem terapêutica neste caso?
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Paciente de 5 anos dá entrada no pronto-socorro com quadro de urticária generalizada, angioedema bipalpebral, falta de ar e vômitos, iniciados minutos após ingestão acidental de amendoim, alimento ao qual é alérgica, segundo seus responsáveis. Seus parâmetros clínicos apontam para pressão arterial de 100/65 mmHg, oximetria 94%, e a ausculta pulmonar revela sibilância difusa.
O diagnóstico clínico e o respectivo manejo imediato são:
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Menina de 7 anos de idade comparece a consulta anual com queixa de que é a primeira de sua turma a ter que usar sutiã. A criança cresceu 6 cm no último ano, e o estadiamento puberal de Tanner no momento aponta estágio P1 e M2.
Considerando os achados clínicos, assinale a alternativa que descreva, respectivamente, a principal hipótese diagnóstica, a idade óssea esperada, a concentração de hormônio luteinizante (LH) esperada e seu manejo.
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Adolescente do sexo masculino com queixa de hábito intestinal mais frequente que o habitual, fezes líquidas com a presença de sangue vivo em várias ocasiões e dor abdominal, há cerca de 6 meses. Cansaço e perda de peso (2 kg no período) são referidos, o que foi relacionado às lesões aftoides que o paciente vem apresentando, que dificulta a alimentação. No histórico familiar, mãe com diagnóstico de síndrome do intestino irritável (SII) e pai com asma na infância e alergias alimentares.
Assinale a alternativa correta em relação à avaliação diagnóstica do caso.
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Lactente de 7 meses, hígido, mantido em aleitamento materno exclusivo até os 6 meses de idade, quando começou a introdução alimentar com papa de frutas. No momento encontra-se na fase de inclusão da papa principal. Até os 6 meses de vida, apresentava evacuações diárias, permeadas por fases com intervalos de 2-3 dias sem evacuar, sempre com padrão de fezes pastosas e eliminadas sem dor ou dificuldade. Atualmente, no entanto, a criança frequentemente apresenta esforço no momento da evacuação, com duração de até 10 minutos, acompanhado de gritos e choro.
A hipótese mais provável, bem como o respectivo manejo correspondem a:
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Lactente de 18 meses, sexo masculino e previamente hígido, há 6 semanas apresenta lesões eritemato--edematosas confluentes, disseminadas por todo corpo, pruriginosas, migratórias, indolores, que desaparecem à vitropressão. A criança foi amamentada ao seio de forma exclusiva até os 6 meses de idade e desde então vem recebendo fórmula infantil polimérica à base de leite de vaca. Não há relatos de outros problemas de saúde e sua caderneta de vacinação está atualizada. O quadro teve início cerca de 2 semanas após início das atividades escolares, e a família refere um episódio isolado de febre (38 ºC) dois dias antes do aparecimento das lesões. Em avaliação prévia, foram solicitados alguns exames de IgE específica que apontaram um valor de 1,31 kU/L (v.r < 0,35 kU/L) para leite de vaca e negativos para outros alimentos e aeroalérgenos.
Frente aos achados clínicos e laboratoriais, a melhor abordagem terapêutica seria:
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