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O termo Cuidados Paliativos (CP), foi definido pela
Organização Mundial da Saúde (OMS), como uma abordagem que visa promover a melhora da qualidade de vida
dos pacientes e de suas famílias que encaram dificuldades
em virtude de doenças que ameaçam a vida, por meio da
prevenção e do alívio do sofrimento, através de técnicas
que promovam a identificação precoce, avaliação de excelência e tratamento da dor, e dos problemas advindos de
aspectos espirituais, psicossociais e físicos (WHO, 2018). A
Resolução no. 41, de 31 de outubro de 2018, dispõe sobre
as diretrizes para a organização dos CP, à luz dos cuidados
continuados integrados, no âmbito Sistema Único de Saúde
(SUS). Sobre os Cuidados Paliativos, é correto afirmar que:
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O luto é uma reação natural e esperada ao rompimento
de um vínculo, é um processo de elaboração de uma perda
significativa, que não se aplica apenas a casos de morte,
mas também a outras situações. Sobre o luto e o trabalho
de luto, NÃO podemos afirmar que:
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O suicídio [...] é uma manifestação humana, uma forma
de lidar com o sofrimento, uma saída para livrar-se da
dor de existir. Por essa razão, considero o suicídio uma
carta na manga, isto é, aquilo de que o sujeito pode dispor
quando a vida lhe parecer insuportável. (CFP, 2013). Sobre
o comportamento suicida, sua clínica e os desafios para a
Psicologia, NÃO é correto afirmar que:
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O comportamento suicida é um grave problema de
saúde pública e está relacionado a múltiplas causas. É
um fenômeno complexo, que pode variar desde a ideia de
retirar a própria vida, que pode ser comunicada por meios
verbais e não verbais, até o planejamento do ato, a tentativa e, no pior dos casos, a morte. Ele coloca uma série
de desafios para a Psicologia, segundo afirma o CFP, em
uma publicação de 2013.
Observe as afirmativas a seguir, em relação ao comportamento suicida.
I. É um tema de extrema importância devido a seu impacto social, seja em termos numéricos, seja em relação a familiares, amigos ou conhecidos das pessoas que fazem uma tentativa ou ameaçam se matar.
II. É um fenômeno complexo e difícil de ser abordado, porque, no mundo ocidental, a morte, por si só, já é um tema difícil de ser trabalhado nos diversos espaços sociais.
III. Falar de um comportamento relacionado à morte vai na contramão da ciência, pois a ciência emprega grandes esforços para alongar o tempo de vida das pessoas. A pessoa que comete o suicídio vai de encontro a essa ideia.
É correto afirmar que:
Observe as afirmativas a seguir, em relação ao comportamento suicida.
I. É um tema de extrema importância devido a seu impacto social, seja em termos numéricos, seja em relação a familiares, amigos ou conhecidos das pessoas que fazem uma tentativa ou ameaçam se matar.
II. É um fenômeno complexo e difícil de ser abordado, porque, no mundo ocidental, a morte, por si só, já é um tema difícil de ser trabalhado nos diversos espaços sociais.
III. Falar de um comportamento relacionado à morte vai na contramão da ciência, pois a ciência emprega grandes esforços para alongar o tempo de vida das pessoas. A pessoa que comete o suicídio vai de encontro a essa ideia.
É correto afirmar que:
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Os ambulatórios públicos brasileiros diferem em dois
aspectos fundamentais da conjectura prevista por Freud
em Linhas de Progresso na Terapia Psicanalítica (1919).
Eles são constituídos por equipes interdisciplinares (não
somente por analistas), e marcados pelo discurso médico,
tendem a preferir psicoterapias que apostam na capacidade do sujeito em se instrumentalizar com os conselhos
do terapeuta para vencer suas dificuldades e angústias de
modo a responder de maneira adequada ao tratamento de
sua patologia.
Observe as afirmativas a seguir, em relação psicanálise e aos psicanalistas nos ambulatórios públicos.
I. A psicanálise não está no ambulatório para negar os avançados tratamentos das mais diversas patologias, mas para escutar os sujeitos que portam tais patologias.
II. O psicanalista faz de sua diferença uma especificidade e não uma especialidade.
III. Trabalha-se sobre o que resta das demandas, das outras modalidades de tratamento, do que ficou sem resposta. Esta é a diferença que diz respeito ao psicanalista.
As afirmativas I, II e III são respectivamente:
Observe as afirmativas a seguir, em relação psicanálise e aos psicanalistas nos ambulatórios públicos.
I. A psicanálise não está no ambulatório para negar os avançados tratamentos das mais diversas patologias, mas para escutar os sujeitos que portam tais patologias.
II. O psicanalista faz de sua diferença uma especificidade e não uma especialidade.
III. Trabalha-se sobre o que resta das demandas, das outras modalidades de tratamento, do que ficou sem resposta. Esta é a diferença que diz respeito ao psicanalista.
As afirmativas I, II e III são respectivamente:
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A atuação do psicanalista vem se tornando hoje tão
relevante na saúde pública quanto na clínica privada, e
se distribui em todos os níveis de assistência do Sistema
Único de Saúde (SUS): na primária, junto aos postos de
saúde e no Programa de Saúde da Família, na secundária,
através das policlínicas e ambulatórios, e na terciária, nos
complexos hospitalares. (VITOR; AGUIAR, 2011, p. 41).
Sobre o trabalho e os desafios do psicanalista no hospital, é correto afirmar que:
Sobre o trabalho e os desafios do psicanalista no hospital, é correto afirmar que:
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Sobre a presença de psicanalistas em instituições de
saúde e nas equipes, podemos afirmar, EXCETO, que:
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Pandemia, aumento crescente de internações hospitalares tanto de casos de média quanto de alta complexidade. Para as/os psicólogos(as), recomendava-se
que estivessem envolvidos na proposição de estratégias
de cuidado a pacientes, familiares e profissionais de saúde.
Foram ações priorizadas no atendimento de psicólogas/os
a pacientes com COVID-19, EXCETO:
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“O fato é que seja lá onde estiver situado, o lugar do
psicanalista não é um lugar confortável, principalmente
quando o contexto que o domina é a ordem médica. Mas
o analista no hospital encontra com questões práticas que
podem transformar-se, se não forem bem fundamentadas
teoricamente, em verdadeiros obstáculos para a sua atuação, e desta forma inviabilizar o seu trabalho, fazendo
desaparecer o seu lugar.” (MORETTO, 2001, p. 98). Em
relação ao trabalho analítico no contexto hospitalar, coloque
verdadeiro (V) ou falso (F) nas afirmativas abaixo.
I. Transferência na instituição hospitalar: Certamente, o maior obstáculo para a atuação analítica no hospital. Isso porque é sabido que a transferência do paciente ou é com a instituição ou é com o médico, e não com o analista, que comumente é visto como intruso.
II. O setting no hospital é um impeditivo ao trabalho analítico. Isso porque setting exige padronização poltrona-divã, e não psicanalistas à beira de leitos.
III. Demanda de análise: Impossível de ser criada no contexto hospitalar, pois nele o analista se oferece escancaradamente aos pacientes, como lugar e escuta, constrangendo-os.
As afirmativas I, II e III são respectivamente:
I. Transferência na instituição hospitalar: Certamente, o maior obstáculo para a atuação analítica no hospital. Isso porque é sabido que a transferência do paciente ou é com a instituição ou é com o médico, e não com o analista, que comumente é visto como intruso.
II. O setting no hospital é um impeditivo ao trabalho analítico. Isso porque setting exige padronização poltrona-divã, e não psicanalistas à beira de leitos.
III. Demanda de análise: Impossível de ser criada no contexto hospitalar, pois nele o analista se oferece escancaradamente aos pacientes, como lugar e escuta, constrangendo-os.
As afirmativas I, II e III são respectivamente:
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O livro de Jean Clavreul, intitulado A Ordem Médica:
poder e impotência do discurso médico, é conhecido por
muitas/os psicólogas/os que se dedicam tanto à psicanálise
quando à Psicologia Hospitalar. Em seu livro o autor dedica
um capítulo a (NÃO) relação médico-doente.
I. O que ordena a relação médico-doente não é o distanciamento do médico em relação ao seu doente, mas sim a relação intersubjetiva que se dá.
II. O médico não fala e não intervém senão enquanto representante do discurso médico, pois, deve se apagar diante da objetividade científica da qual é o garante.
III. O médico como pessoa, aquele que pertencente a um corpo médico, é quem medica o doente.
Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
I. O que ordena a relação médico-doente não é o distanciamento do médico em relação ao seu doente, mas sim a relação intersubjetiva que se dá.
II. O médico não fala e não intervém senão enquanto representante do discurso médico, pois, deve se apagar diante da objetividade científica da qual é o garante.
III. O médico como pessoa, aquele que pertencente a um corpo médico, é quem medica o doente.
Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
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