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Foram encontradas 38 questões.

492592 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: NUCEPE
Orgão: FMS Teresina-PI
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Com relação aos exodesvios em crianças, assinale a CORRETA.
 

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492588 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: NUCEPE
Orgão: FMS Teresina-PI
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Paciente apresenta diagnóstico de ceratocone, apresentando baixa acuidade visual, mesmo com uso de óculos, veio para adaptação de lente de contato rígida gás permeável. Com relação ao ceratocone, qual a alternativa CORRETA?
 

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492582 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: NUCEPE
Orgão: FMS Teresina-PI
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Homem de 20 anos com queixa de dor ocular unilateral, pior à movimentação, associada à vermelhidão, proptose leve e embaçamento visual no olho esquerdo há 1 semana. Traz ultrasom ocular do mesmo olho evidenciando edema retrobulbar, ao redor do nervo óptico. Qual diagnóstico é mais provável?
 

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492566 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: NUCEPE
Orgão: FMS Teresina-PI
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Uma mulher de 18 anos lacerou a pálpebra inferior esquerda a nível do canto medial. O exame revelou uma laceração palpebral com avulsão completa do tendão cantal medial. Para a reconstrução palpebral, qual o ponto mais adequado para a re-fixação do canto medial?
 

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492563 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: NUCEPE
Orgão: FMS Teresina-PI
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Na diferenciação entre melanose epitelial racial e melanose primária adquirida, qual dos itens abaixo fala a favor de melanose primária, adquirida com atipia?
 

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492562 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: NUCEPE
Orgão: FMS Teresina-PI
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Paciente, com quadro de diabetes descompensado, realiza mapeamento de retina que evidencia retinopatia diabética não proliferativa grave (severa). Qual das opções abaixo corresponde ao quadro do paciente?
 

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492555 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: NUCEPE
Orgão: FMS Teresina-PI
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Paciente de 60 anos, com catarata senil, chega ao serviço com todos os exames pré-operatórios, menos a biometria. Com relação ao cálculo da lente, quais os parâmetros mais importantes?
 

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“Mais transparência na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), mais segurança jurídica nas relações interfederativas e maior controle social. Essas são as principais vertentes do decreto que regulamenta a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, conhecida como Lei Orgânica da Saúde”. Com base no decreto Nº 7.508, de 28 de junho de 2011, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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TEXTO I

"Não basta ter informação, é preciso saber o que fazer com ela"

(...)

Revista Galileu: Vivemos em uma sociedade, em uma civilização, onde o conhecimento flui livremente e em abundância ao alcance de qualquer pessoa, mas a correria do dia a dia faz com que a grande maioria delas não tenha tempo de absorver esse conhecimento de forma satisfatória. Como o senhor enxerga essa questão?


Mário Sérgio Cortella: A gente não necessariamente tem abundância — tem excesso. Abundância é quando tem fartura, suficiência, temos algo que ultrapassa nossa capacidade de usufruto, de absorção e apropriação. É por isso que em grande medida o que falta hoje é o critério. Aquilo que faz com que eu, pegando o excesso, retire o que me serve e descarte o que não me serve, é exatamente esse critério. Um dos exemplos mais fortes vem da área do self service. Quando você entra em uma loja, em uma livraria, tudo é mega, megastores, há centenas e centenas de produtos à disposição. Se não tiver critério, a pessoa enlouquece. Especialmente no campo do conhecimento, não se deve confundir: informação é cumulativa, conhecimento é seletivo. Comer bem não é comer muito.

(...)

Revista Galileu: Falando especificamente sobre o conhecimento científico, que é complexo por natureza e cuja compreensão exige um esforço mental considerável, como vê o papel dos divulgadores de ciência para a sociedade?

Mário Sérgio Cortella: O divulgador é aquele que coloca a pessoa em contato, alguém que de maneira simples sem ser simplória estabelece uma ponte, estende o convite, abre a porta para que a pessoa que não esteja no campo direto da ciência em seu cotidiano também tenha a possibilidade de adentrar nesse território. Há uma grande diferença entre o simples e o simplório, sou professor de filosofia, preciso fazer com que ela seja palatável, digerível,se quiser fazer com que as pessoas tenham possibilidade de fruição dessa área do conhecimento. Não posso ser simplório, delirar não é filosofar. Opinião balizada é diferente da achologia. Quando alguém que tem estrutura de fundamento diz “eu acho”, está se apoiando não só nele, mas no conjunto de instâncias legitimadoras e revisoras do conhecimento que emite. Quando é superficial, é só opinião, não um conceito fundamentado.

https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/08/mario-sergio-cortella-nao-basta-ter-informacao-e-preciso-saber-o-que-fazer-comela.html. Acesso em 29 de junho de 2019.

Observe o uso da palavra em destaque em I, II, e III para responder à questão

I - Se não tiver critério, a pessoa enlouquece.

II - ... não se deve confundir: informação é cumulativa, conhecimento é seletivo.

III - ... se quiser fazer com que as pessoas tenham possibilidade de fruição dessa área do conhecimento.

A palavra se estabelece uma relação de condição entre orações, em:

 

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TEXTO I

"Não basta ter informação, é preciso saber o que fazer com ela"

(...)

Revista Galileu: Vivemos em uma sociedade, em uma civilização, onde o conhecimento flui livremente e em abundância ao alcance de qualquer pessoa, mas a correria do dia a dia faz com que a grande maioria delas não tenha tempo de absorver esse conhecimento de forma satisfatória. Como o senhor enxerga essa questão?


Mário Sérgio Cortella: A gente não necessariamente tem abundância — tem excesso. Abundância é quando tem fartura, suficiência, temos algo que ultrapassa nossa capacidade de usufruto, de absorção e apropriação. É por isso que em grande medida o que falta hoje é o critério. Aquilo que faz com que eu, pegando o excesso, retire o que me serve e descarte o que não me serve, é exatamente esse critério. Um dos exemplos mais fortes vem da área do self service. Quando você entra em uma loja, em uma livraria, tudo é mega, megastores, há centenas e centenas de produtos à disposição. Se não tiver critério, a pessoa enlouquece. Especialmente no campo do conhecimento, não se deve confundir: informação é cumulativa, conhecimento é seletivo. Comer bem não é comer muito.

(...)

Revista Galileu: Falando especificamente sobre o conhecimento científico, que é complexo por natureza e cuja compreensão exige um esforço mental considerável, como vê o papel dos divulgadores de ciência para a sociedade?

Mário Sérgio Cortella: O divulgador é aquele que coloca a pessoa em contato, alguém que de maneira simples sem ser simplória estabelece uma ponte, estende o convite, abre a porta para que a pessoa que não esteja no campo direto da ciência em seu cotidiano também tenha a possibilidade de adentrar nesse território. Há uma grande diferença entre o simples e o simplório, sou professor de filosofia, preciso fazer com que ela seja palatável, digerível,se quiser fazer com que as pessoas tenham possibilidade de fruição dessa área do conhecimento. Não posso ser simplório, delirar não é filosofar. Opinião balizada é diferente da achologia. Quando alguém que tem estrutura de fundamento diz “eu acho”, está se apoiando não só nele, mas no conjunto de instâncias legitimadoras e revisoras do conhecimento que emite. Quando é superficial, é só opinião, não um conceito fundamentado.

https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/08/mario-sergio-cortella-nao-basta-ter-informacao-e-preciso-saber-o-que-fazer-comela.html. Acesso em 29 de junho de 2019.

Assinale a opção na qual a palavra marcada tem função morfossintática DIFERENTE daquela que tem o destaque em: “... temos algo que ultrapassa nossa capacidade de usufruto, de absorção e apropriação.”
 

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