Foram encontradas 49 questões.
O auditor, quando, não consegue obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para suportar sua opinião, concluindo
que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser
relevantes e generalizadas, deverá expressar sua opinião por meio de:
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O auditor independente que, ao realizar trabalho de asseguração em determinada entidade, verificar que os efeitos ou
possíveis efeitos de distorções são relevantes, mas não generalizados, deverá emiti
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As demonstrações financeiras da empresa Brasil S/A, referentes ao exercício de 2018, apresentaram distorções relevantes,
e o auditor não detectando emitiu um relatório contendo uma opinião inadequada. Esta situação, de acordo com as normas
de auditoria, caracteriza:
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Nepal propõe regras mais rígidas para decidir quem pode escalar o Everest
Agora, aventureiros devem comprovar experiência em alpinismo e pagar pelo menos 35 mil dólares para chegar ao topo
do mundo.
O número de aventureiros no topo do mundo nunca foi tão alto. Em 2019, o Nepal quebrou um recorde: autorizou
381 alpinistas a escalarem a maior montanha do planeta. Dentre tantos corajosos, alguns não tinham experiência suficiente
para encarar o desafio. E o resultado disso é que alguns deles, infelizmente, não puderam completar a missão – foram 11
mortes só este ano. Agora, o país asiático tenta encontrar um jeito de que esses números não aumentem mais.
O Ministro do Turismo do Nepal, Yogesh Bhattarai, revelou uma série de regras mais severas para quem quiser
subir os 8.848 metros da montanha. Hoje, alpinistas precisam de um documento de permissão que custa 11 mil dólares,
mas a lista de exigências ainda é permissiva.
Atualmente, só se exige documentos que provem que o escalador está em boas condições de saúde e que esteja
acompanhado de um guia nepalês treinado. Não há necessidade de comprovar nenhuma experiência mínima em alpinismo.
O turista pode começar a escalada por dois países: Nepal ou China. Cada nação é responsável por estabelecer suas regras e conceder as autorizações. No lado chinês, as coisas são bem mais sérias: já se exige a comprovação de que o alpinista tenha escalado outras montanhas antes de encarar o maior pico do mundo.
O Nepal procura seguir o mesmo caminho. As novas regras exigem que o turista já tenha escalado uma montanha de pelo menos 6.500 metros. A inexperiência dos alpinistas que entraram pelo Nepal, até então, era visível: dos 11 mortos no Everest este ano, 9 estavam do lado nepalês.
Devido à flexibilidade nas regras do país, algumas companhias de baixa qualidade têm oferecido o serviço de assistência na escalada por um preço menor. Por isso, as novas regras também exigem que o turista tenha pago pelo menos 35 mil dólares pelo serviço. Além disso, a companhia precisa ter ao menos três anos de experiência em guiar expedições de grandes altitudes. O preço pode parecer alto, mas ainda está abaixo da média cobrada pelas companhias nepalesas. Segundo a Outside, os turistas, no geral, costumam pagar pelo menos 40 mil dólares – valor que pode chegar até 130 mil.
As regras foram atualizadas por uma comissão de oficiais do governo, experts em escalada e agências que representam a comunidade de alpinistas. Todos fizeram recomendações para ajudar a regular melhor o processo.
O governo pretende colocar as regras em prática antes da temporada de escalada do ano que vem — e, possivelmente, evitar tragédias futuras.
O turista pode começar a escalada por dois países: Nepal ou China. Cada nação é responsável por estabelecer suas regras e conceder as autorizações. No lado chinês, as coisas são bem mais sérias: já se exige a comprovação de que o alpinista tenha escalado outras montanhas antes de encarar o maior pico do mundo.
O Nepal procura seguir o mesmo caminho. As novas regras exigem que o turista já tenha escalado uma montanha de pelo menos 6.500 metros. A inexperiência dos alpinistas que entraram pelo Nepal, até então, era visível: dos 11 mortos no Everest este ano, 9 estavam do lado nepalês.
Devido à flexibilidade nas regras do país, algumas companhias de baixa qualidade têm oferecido o serviço de assistência na escalada por um preço menor. Por isso, as novas regras também exigem que o turista tenha pago pelo menos 35 mil dólares pelo serviço. Além disso, a companhia precisa ter ao menos três anos de experiência em guiar expedições de grandes altitudes. O preço pode parecer alto, mas ainda está abaixo da média cobrada pelas companhias nepalesas. Segundo a Outside, os turistas, no geral, costumam pagar pelo menos 40 mil dólares – valor que pode chegar até 130 mil.
As regras foram atualizadas por uma comissão de oficiais do governo, experts em escalada e agências que representam a comunidade de alpinistas. Todos fizeram recomendações para ajudar a regular melhor o processo.
O governo pretende colocar as regras em prática antes da temporada de escalada do ano que vem — e, possivelmente, evitar tragédias futuras.
Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/nepal-propoe-regras-mais-rigidas-para-decidir-quem-pode-escalar-o-everest/ . Acesso em: 26 ago. 2019
I. desafio por jornada (1º parágrafo).
II. maior pico por maior montanha (4º parágrafo).
III. turista por alpinista (5º parágrafo).
IV. serviço por atividade (início do 6º parágrafo).
Quantas dessas mudanças ensejariam condições para o uso do sinal indicativo de crase?
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Nepal propõe regras mais rígidas para decidir quem pode escalar o Everest
Agora, aventureiros devem comprovar experiência em alpinismo e pagar pelo menos 35 mil dólares para chegar ao topo
do mundo.
O número de aventureiros no topo do mundo nunca foi tão alto. Em 2019, o Nepal quebrou um recorde: autorizou
381 alpinistas a escalarem a maior montanha do planeta. Dentre tantos corajosos, alguns não tinham experiência suficiente
para encarar o desafio. E o resultado disso é que alguns deles, infelizmente, não puderam completar a missão – foram 11
mortes só este ano. Agora, o país asiático tenta encontrar um jeito de que esses números não aumentem mais.
O Ministro do Turismo do Nepal, Yogesh Bhattarai, revelou uma série de regras mais severas para quem quiser
subir os 8.848 metros da montanha. Hoje, alpinistas precisam de um documento de permissão que custa 11 mil dólares,
mas a lista de exigências ainda é permissiva.
Atualmente, só se exige documentos que provem que o escalador está em boas condições de saúde e que esteja
acompanhado de um guia nepalês treinado. Não há necessidade de comprovar nenhuma experiência mínima em alpinismo.
O turista pode começar a escalada por dois países: Nepal ou China. Cada nação é responsável por estabelecer suas regras e conceder as autorizações. No lado chinês, as coisas são bem mais sérias: já se exige a comprovação de que o alpinista tenha escalado outras montanhas antes de encarar o maior pico do mundo.
O Nepal procura seguir o mesmo caminho. As novas regras exigem que o turista já tenha escalado uma montanha de pelo menos 6.500 metros. A inexperiência dos alpinistas que entraram pelo Nepal, até então, era visível: dos 11 mortos no Everest este ano, 9 estavam do lado nepalês.
Devido à flexibilidade nas regras do país, algumas companhias de baixa qualidade têm oferecido o serviço de assistência na escalada por um preço menor. Por isso, as novas regras também exigem que o turista tenha pago pelo menos 35 mil dólares pelo serviço. Além disso, a companhia precisa ter ao menos três anos de experiência em guiar expedições de grandes altitudes. O preço pode parecer alto, mas ainda está abaixo da média cobrada pelas companhias nepalesas. Segundo a Outside, os turistas, no geral, costumam pagar pelo menos 40 mil dólares – valor que pode chegar até 130 mil.
As regras foram atualizadas por uma comissão de oficiais do governo, experts em escalada e agências que representam a comunidade de alpinistas. Todos fizeram recomendações para ajudar a regular melhor o processo.
O governo pretende colocar as regras em prática antes da temporada de escalada do ano que vem — e, possivelmente, evitar tragédias futuras.
O turista pode começar a escalada por dois países: Nepal ou China. Cada nação é responsável por estabelecer suas regras e conceder as autorizações. No lado chinês, as coisas são bem mais sérias: já se exige a comprovação de que o alpinista tenha escalado outras montanhas antes de encarar o maior pico do mundo.
O Nepal procura seguir o mesmo caminho. As novas regras exigem que o turista já tenha escalado uma montanha de pelo menos 6.500 metros. A inexperiência dos alpinistas que entraram pelo Nepal, até então, era visível: dos 11 mortos no Everest este ano, 9 estavam do lado nepalês.
Devido à flexibilidade nas regras do país, algumas companhias de baixa qualidade têm oferecido o serviço de assistência na escalada por um preço menor. Por isso, as novas regras também exigem que o turista tenha pago pelo menos 35 mil dólares pelo serviço. Além disso, a companhia precisa ter ao menos três anos de experiência em guiar expedições de grandes altitudes. O preço pode parecer alto, mas ainda está abaixo da média cobrada pelas companhias nepalesas. Segundo a Outside, os turistas, no geral, costumam pagar pelo menos 40 mil dólares – valor que pode chegar até 130 mil.
As regras foram atualizadas por uma comissão de oficiais do governo, experts em escalada e agências que representam a comunidade de alpinistas. Todos fizeram recomendações para ajudar a regular melhor o processo.
O governo pretende colocar as regras em prática antes da temporada de escalada do ano que vem — e, possivelmente, evitar tragédias futuras.
Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/nepal-propoe-regras-mais-rigidas-para-decidir-quem-pode-escalar-o-everest/ . Acesso em: 26 ago. 2019
I. As expressões “maior montanha do planeta” (1º parágrafo) e “maior pico do mundo” (4º parágrafo) se referem ao Everest. II. No 1º parágrafo, a expressão “país asiático” faz referência ao Nepal. III. O termo “Todos” foi usado para substituir os termos “oficiais”, “escalada” e “comunidade”.
Está CORRETO o que se afirma em:
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Nepal propõe regras mais rígidas para decidir quem pode escalar o Everest
Agora, aventureiros devem comprovar experiência em alpinismo e pagar pelo menos 35 mil dólares para chegar ao topo
do mundo.
O número de aventureiros no topo do mundo nunca foi tão alto. Em 2019, o Nepal quebrou um recorde: autorizou
381 alpinistas a escalarem a maior montanha do planeta. Dentre tantos corajosos, alguns não tinham experiência suficiente
para encarar o desafio. E o resultado disso é que alguns deles, infelizmente, não puderam completar a missão – foram 11
mortes só este ano. Agora, o país asiático tenta encontrar um jeito de que esses números não aumentem mais.
O Ministro do Turismo do Nepal, Yogesh Bhattarai, revelou uma série de regras mais severas para quem quiser
subir os 8.848 metros da montanha. Hoje, alpinistas precisam de um documento de permissão que custa 11 mil dólares,
mas a lista de exigências ainda é permissiva.
Atualmente, só se exige documentos que provem que o escalador está em boas condições de saúde e que esteja
acompanhado de um guia nepalês treinado. Não há necessidade de comprovar nenhuma experiência mínima em alpinismo.
O turista pode começar a escalada por dois países: Nepal ou China. Cada nação é responsável por estabelecer suas regras e conceder as autorizações. No lado chinês, as coisas são bem mais sérias: já se exige a comprovação de que o alpinista tenha escalado outras montanhas antes de encarar o maior pico do mundo.
O Nepal procura seguir o mesmo caminho. As novas regras exigem que o turista já tenha escalado uma montanha de pelo menos 6.500 metros. A inexperiência dos alpinistas que entraram pelo Nepal, até então, era visível: dos 11 mortos no Everest este ano, 9 estavam do lado nepalês.
Devido à flexibilidade nas regras do país, algumas companhias de baixa qualidade têm oferecido o serviço de assistência na escalada por um preço menor. Por isso, as novas regras também exigem que o turista tenha pago pelo menos 35 mil dólares pelo serviço. Além disso, a companhia precisa ter ao menos três anos de experiência em guiar expedições de grandes altitudes. O preço pode parecer alto, mas ainda está abaixo da média cobrada pelas companhias nepalesas. Segundo a Outside, os turistas, no geral, costumam pagar pelo menos 40 mil dólares – valor que pode chegar até 130 mil.
As regras foram atualizadas por uma comissão de oficiais do governo, experts em escalada e agências que representam a comunidade de alpinistas. Todos fizeram recomendações para ajudar a regular melhor o processo.
O governo pretende colocar as regras em prática antes da temporada de escalada do ano que vem — e, possivelmente, evitar tragédias futuras.
O turista pode começar a escalada por dois países: Nepal ou China. Cada nação é responsável por estabelecer suas regras e conceder as autorizações. No lado chinês, as coisas são bem mais sérias: já se exige a comprovação de que o alpinista tenha escalado outras montanhas antes de encarar o maior pico do mundo.
O Nepal procura seguir o mesmo caminho. As novas regras exigem que o turista já tenha escalado uma montanha de pelo menos 6.500 metros. A inexperiência dos alpinistas que entraram pelo Nepal, até então, era visível: dos 11 mortos no Everest este ano, 9 estavam do lado nepalês.
Devido à flexibilidade nas regras do país, algumas companhias de baixa qualidade têm oferecido o serviço de assistência na escalada por um preço menor. Por isso, as novas regras também exigem que o turista tenha pago pelo menos 35 mil dólares pelo serviço. Além disso, a companhia precisa ter ao menos três anos de experiência em guiar expedições de grandes altitudes. O preço pode parecer alto, mas ainda está abaixo da média cobrada pelas companhias nepalesas. Segundo a Outside, os turistas, no geral, costumam pagar pelo menos 40 mil dólares – valor que pode chegar até 130 mil.
As regras foram atualizadas por uma comissão de oficiais do governo, experts em escalada e agências que representam a comunidade de alpinistas. Todos fizeram recomendações para ajudar a regular melhor o processo.
O governo pretende colocar as regras em prática antes da temporada de escalada do ano que vem — e, possivelmente, evitar tragédias futuras.
Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/nepal-propoe-regras-mais-rigidas-para-decidir-quem-pode-escalar-o-everest/ . Acesso em: 26 ago. 2019
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Questão presente nas seguintes provas
Nepal propõe regras mais rígidas para decidir quem pode escalar o Everest
Agora, aventureiros devem comprovar experiência em alpinismo e pagar pelo menos 35 mil dólares para chegar ao topo
do mundo.
O número de aventureiros no topo do mundo nunca foi tão alto. Em 2019, o Nepal quebrou um recorde: autorizou
381 alpinistas a escalarem a maior montanha do planeta. Dentre tantos corajosos, alguns não tinham experiência suficiente
para encarar o desafio. E o resultado disso é que alguns deles, infelizmente, não puderam completar a missão – foram 11
mortes só este ano. Agora, o país asiático tenta encontrar um jeito de que esses números não aumentem mais.
O Ministro do Turismo do Nepal, Yogesh Bhattarai, revelou uma série de regras mais severas para quem quiser
subir os 8.848 metros da montanha. Hoje, alpinistas precisam de um documento de permissão que custa 11 mil dólares,
mas a lista de exigências ainda é permissiva.
Atualmente, só se exige documentos que provem que o escalador está em boas condições de saúde e que esteja
acompanhado de um guia nepalês treinado. Não há necessidade de comprovar nenhuma experiência mínima em alpinismo.
O turista pode começar a escalada por dois países: Nepal ou China. Cada nação é responsável por estabelecer suas regras e conceder as autorizações. No lado chinês, as coisas são bem mais sérias: já se exige a comprovação de que o alpinista tenha escalado outras montanhas antes de encarar o maior pico do mundo.
O Nepal procura seguir o mesmo caminho. As novas regras exigem que o turista já tenha escalado uma montanha de pelo menos 6.500 metros. A inexperiência dos alpinistas que entraram pelo Nepal, até então, era visível: dos 11 mortos no Everest este ano, 9 estavam do lado nepalês.
Devido à flexibilidade nas regras do país, algumas companhias de baixa qualidade têm oferecido o serviço de assistência na escalada por um preço menor. Por isso, as novas regras também exigem que o turista tenha pago pelo menos 35 mil dólares pelo serviço. Além disso, a companhia precisa ter ao menos três anos de experiência em guiar expedições de grandes altitudes. O preço pode parecer alto, mas ainda está abaixo da média cobrada pelas companhias nepalesas. Segundo a Outside, os turistas, no geral, costumam pagar pelo menos 40 mil dólares – valor que pode chegar até 130 mil.
As regras foram atualizadas por uma comissão de oficiais do governo, experts em escalada e agências que representam a comunidade de alpinistas. Todos fizeram recomendações para ajudar a regular melhor o processo.
O governo pretende colocar as regras em prática antes da temporada de escalada do ano que vem — e, possivelmente, evitar tragédias futuras.
O turista pode começar a escalada por dois países: Nepal ou China. Cada nação é responsável por estabelecer suas regras e conceder as autorizações. No lado chinês, as coisas são bem mais sérias: já se exige a comprovação de que o alpinista tenha escalado outras montanhas antes de encarar o maior pico do mundo.
O Nepal procura seguir o mesmo caminho. As novas regras exigem que o turista já tenha escalado uma montanha de pelo menos 6.500 metros. A inexperiência dos alpinistas que entraram pelo Nepal, até então, era visível: dos 11 mortos no Everest este ano, 9 estavam do lado nepalês.
Devido à flexibilidade nas regras do país, algumas companhias de baixa qualidade têm oferecido o serviço de assistência na escalada por um preço menor. Por isso, as novas regras também exigem que o turista tenha pago pelo menos 35 mil dólares pelo serviço. Além disso, a companhia precisa ter ao menos três anos de experiência em guiar expedições de grandes altitudes. O preço pode parecer alto, mas ainda está abaixo da média cobrada pelas companhias nepalesas. Segundo a Outside, os turistas, no geral, costumam pagar pelo menos 40 mil dólares – valor que pode chegar até 130 mil.
As regras foram atualizadas por uma comissão de oficiais do governo, experts em escalada e agências que representam a comunidade de alpinistas. Todos fizeram recomendações para ajudar a regular melhor o processo.
O governo pretende colocar as regras em prática antes da temporada de escalada do ano que vem — e, possivelmente, evitar tragédias futuras.
Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/nepal-propoe-regras-mais-rigidas-para-decidir-quem-pode-escalar-o-everest/ . Acesso em: 26 ago. 2019
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Questão presente nas seguintes provas
Nepal propõe regras mais rígidas para decidir quem pode escalar o Everest
Agora, aventureiros devem comprovar experiência em alpinismo e pagar pelo menos 35 mil dólares para chegar ao topo
do mundo.
O número de aventureiros no topo do mundo nunca foi tão alto. Em 2019, o Nepal quebrou um recorde: autorizou
381 alpinistas a escalarem a maior montanha do planeta. Dentre tantos corajosos, alguns não tinham experiência suficiente
para encarar o desafio. E o resultado disso é que alguns deles, infelizmente, não puderam completar a missão – foram 11
mortes só este ano. Agora, o país asiático tenta encontrar um jeito de que esses números não aumentem mais.
O Ministro do Turismo do Nepal, Yogesh Bhattarai, revelou uma série de regras mais severas para quem quiser
subir os 8.848 metros da montanha. Hoje, alpinistas precisam de um documento de permissão que custa 11 mil dólares,
mas a lista de exigências ainda é permissiva.
Atualmente, só se exige documentos que provem que o escalador está em boas condições de saúde e que esteja
acompanhado de um guia nepalês treinado. Não há necessidade de comprovar nenhuma experiência mínima em alpinismo.
O turista pode começar a escalada por dois países: Nepal ou China. Cada nação é responsável por estabelecer suas regras e conceder as autorizações. No lado chinês, as coisas são bem mais sérias: já se exige a comprovação de que o alpinista tenha escalado outras montanhas antes de encarar o maior pico do mundo.
O Nepal procura seguir o mesmo caminho. As novas regras exigem que o turista já tenha escalado uma montanha de pelo menos 6.500 metros. A inexperiência dos alpinistas que entraram pelo Nepal, até então, era visível: dos 11 mortos no Everest este ano, 9 estavam do lado nepalês.
Devido à flexibilidade nas regras do país, algumas companhias de baixa qualidade têm oferecido o serviço de assistência na escalada por um preço menor. Por isso, as novas regras também exigem que o turista tenha pago pelo menos 35 mil dólares pelo serviço. Além disso, a companhia precisa ter ao menos três anos de experiência em guiar expedições de grandes altitudes. O preço pode parecer alto, mas ainda está abaixo da média cobrada pelas companhias nepalesas. Segundo a Outside, os turistas, no geral, costumam pagar pelo menos 40 mil dólares – valor que pode chegar até 130 mil.
As regras foram atualizadas por uma comissão de oficiais do governo, experts em escalada e agências que representam a comunidade de alpinistas. Todos fizeram recomendações para ajudar a regular melhor o processo.
O governo pretende colocar as regras em prática antes da temporada de escalada do ano que vem — e, possivelmente, evitar tragédias futuras.
O turista pode começar a escalada por dois países: Nepal ou China. Cada nação é responsável por estabelecer suas regras e conceder as autorizações. No lado chinês, as coisas são bem mais sérias: já se exige a comprovação de que o alpinista tenha escalado outras montanhas antes de encarar o maior pico do mundo.
O Nepal procura seguir o mesmo caminho. As novas regras exigem que o turista já tenha escalado uma montanha de pelo menos 6.500 metros. A inexperiência dos alpinistas que entraram pelo Nepal, até então, era visível: dos 11 mortos no Everest este ano, 9 estavam do lado nepalês.
Devido à flexibilidade nas regras do país, algumas companhias de baixa qualidade têm oferecido o serviço de assistência na escalada por um preço menor. Por isso, as novas regras também exigem que o turista tenha pago pelo menos 35 mil dólares pelo serviço. Além disso, a companhia precisa ter ao menos três anos de experiência em guiar expedições de grandes altitudes. O preço pode parecer alto, mas ainda está abaixo da média cobrada pelas companhias nepalesas. Segundo a Outside, os turistas, no geral, costumam pagar pelo menos 40 mil dólares – valor que pode chegar até 130 mil.
As regras foram atualizadas por uma comissão de oficiais do governo, experts em escalada e agências que representam a comunidade de alpinistas. Todos fizeram recomendações para ajudar a regular melhor o processo.
O governo pretende colocar as regras em prática antes da temporada de escalada do ano que vem — e, possivelmente, evitar tragédias futuras.
Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/nepal-propoe-regras-mais-rigidas-para-decidir-quem-pode-escalar-o-everest/ . Acesso em: 26 ago. 2019
Na frase acima, o trecho sublinhado tem função de:
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De acordo com a Lei N.º 4.320/64, no Balanço Patrimonial, os créditos e valores realizáveis e as dívidas fundadas deverão
ser contabilizados, respectivamente:
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