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Foram encontradas 251 questões.

1488501 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: GSA Concursos
Orgão: FUABC
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Sobre os fatores de risco para a hipertensão arterial (HAS), é incorreto afirmar:

 

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1488500 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: GSA Concursos
Orgão: FUABC
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Sobre a nefropatia diabética pode-se afirmar:

 

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1488499 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: GSA Concursos
Orgão: FUABC
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Analise os itens abaixo sobre a litíase urinária e classifique-os como (V) verdadeiro ou (F) falso. A seguir assinale a alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo.

( ) A litíase é invariavelmente mais frequente no sexo masculino, independente da etiologia.

( ) A hiperuricosúria de etiologia dietética produz cálculos puros de ácido úrico.

( ) A síndrome metabólica está associada a ocorrência de cálculos de oxalato de cálcio.

( ) A litíase é causa comum de hematúria isolada.

 

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1488498 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: GSA Concursos
Orgão: FUABC
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Segundo o Pacto pela Saúde, o Pacto em Defesa do SUS deve firmar-se através de iniciativas que busquem os seguintes objetivos, EXCETO:

 

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1488497 Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: GSA Concursos
Orgão: FUABC
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Analise os itens abaixo, acerca do que expressa a Constituição da República Federativa do Brasil, acerca da saúde e assinale a alternativa correta.

I- O atendimento integral, com prioridade para as atividades preventivas, sem prejuízo dos serviços assistenciais é diretriz do sistema único de saúde.

II- A Constituição previu a participação da comunidade no sistema único de saúde.

III- A Constituição veda a participação da iniciativa privada no sistema único de saúde.

 

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1488496 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: GSA Concursos
Orgão: FUABC
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Analise as figuras de sintaxe nas frases abaixo e coloque:

A- para Anáfora.

P- para Pleonasmo.

E- para Elipse.

( ) “A mim só me resta uma saída.”

( ) “Sim, somos curiosos.”

( ) “É pau, é pedra, é o fim do caminho" (Tom Jobim)

Assinale a alternativa que contem a sequência correta.

 

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1488495 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: GSA Concursos
Orgão: FUABC
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A CURIOSIDADE BOA

Sim, somos curiosos. Se considerarmos que ser curioso é querer saber, conhecer, desbravar, ir além, somos definitivamente uma espécie dotada de grande curiosidade, e talvez essa seja uma vantagem competitiva que estimula nossa evolução.

Não dá para se habitar um espaço que não se conhece. Qualquer animal ao chegar a um novo lugar trata imediatamente de explorá-lo até entender como pode viver nele, onde estão as melhores fontes de alimento, quais os possíveis perigos, como encontrar abrigo se for necessário. Essa busca de entendimento do ambiente, bem como a necessidade de conhecer novos espaços, pode ser definida como curiosidade, uma qualidade natural e inata, que provoca a exploração, a inspeção e leva à descoberta e à ampliação do conhecimento.

A curiosidade, então, é uma propriedade dos seres vivos, especialmente dos mamíferos, dotados de um córtex mais desenvolvido, portanto mais apto à busca da adaptação ao ambiente. Pois esse instinto animal também existe no homem, e nele ganha outra proporção, bem aplicada. Nos humanos, a curiosidade vai além da necessidade de sobrevivência, passa pela busca do aprimoramento da qualidade de viver e chega à fantástica capacidade de criar novas possibilidades. Sem a curiosidade e a transgressão não seríamos criativos, não teríamos inventado nem uma roda, quanto mais um smartphone ou um robô espacial.

É claro que há diferentes, digamos assim, tipos de curiosidade. Uma coisa é querer entender a essência da matéria e descobrir o átomo, outra é não sossegar até descobrir com quem a colega de escritório está saindo às escondidas e espalhar uma fofoca braba por toda a empresa. Apesar disso, a essência é a mesma: a necessidade humana de transformar o desconhecido em conhecido, deslindando os mistérios, esclarecendo as incógnitas, desnudando as verdades.

Eugenio Mussak – Revista Vida Simples – Edição 123 – outubro 2012.

Analise morfologicamente as palavras destacadas no período retirado do texto.

“Uma coisa é querer entender !$ \dfrac{a}{1} !$ essência da matéria e descobrir o átomo, !$ \dfrac{outra}{2} !$ é !$ \dfrac{não}{3} !$ sossegar !$ \dfrac{até}{4} !$ descobrir com quem a colega de escritório está saindo às escondidas e espalhar uma fofoca !$ \dfrac{braba}{5} !$ por toda a empresa.”

Assinale a alternativa que contém a análise morfológica correta.

 

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1488494 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: GSA Concursos
Orgão: FUABC
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A CURIOSIDADE BOA

Sim, somos curiosos. Se considerarmos que ser curioso é querer saber, conhecer, desbravar, ir além, somos definitivamente uma espécie dotada de grande curiosidade, e talvez essa seja uma vantagem competitiva que estimula nossa evolução.

Não dá para se habitar um espaço que não se conhece. Qualquer animal ao chegar a um novo lugar trata imediatamente de explorá-lo até entender como pode viver nele, onde estão as melhores fontes de alimento, quais os possíveis perigos, como encontrar abrigo se for necessário. Essa busca de entendimento do ambiente, bem como a necessidade de conhecer novos espaços, pode ser definida como curiosidade, uma qualidade natural e inata, que provoca a exploração, a inspeção e leva à descoberta e à ampliação do conhecimento.

A curiosidade, então, é uma propriedade dos seres vivos, especialmente dos mamíferos, dotados de um córtex mais desenvolvido, portanto mais apto à busca da adaptação ao ambiente. Pois esse instinto animal também existe no homem, e nele ganha outra proporção, bem aplicada. Nos humanos, a curiosidade vai além da necessidade de sobrevivência, passa pela busca do aprimoramento da qualidade de viver e chega à fantástica capacidade de criar novas possibilidades. Sem a curiosidade e a transgressão não seríamos criativos, não teríamos inventado nem uma roda, quanto mais um smartphone ou um robô espacial.

É claro que há diferentes, digamos assim, tipos de curiosidade. Uma coisa é querer entender a essência da matéria e descobrir o átomo, outra é não sossegar até descobrir com quem a colega de escritório está saindo às escondidas e espalhar uma fofoca braba por toda a empresa. Apesar disso, a essência é a mesma: a necessidade humana de transformar o desconhecido em conhecido, deslindando os mistérios, esclarecendo as incógnitas, desnudando as verdades.


Eugenio Mussak – Revista Vida Simples – Edição 123 – outubro 2012.

Leia a frase retirada do texto.

“Sem a curiosidade e a transgressão não seríamos criativos,...”

O verbo destacado está no:

 

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1488493 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: GSA Concursos
Orgão: FUABC
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A CURIOSIDADE BOA

Sim, somos curiosos. Se considerarmos que ser curioso é querer saber, conhecer, desbravar, ir além, somos definitivamente uma espécie dotada de grande curiosidade, e talvez essa seja uma vantagem competitiva que estimula nossa evolução.

Não dá para se habitar um espaço que não se conhece. Qualquer animal ao chegar a um novo lugar trata imediatamente de explorá-lo até entender como pode viver nele, onde estão as melhores fontes de alimento, quais os possíveis perigos, como encontrar abrigo se for necessário. Essa busca de entendimento do ambiente, bem como a necessidade de conhecer novos espaços, pode ser definida como curiosidade, uma qualidade natural e inata, que provoca a exploração, a inspeção e leva à descoberta e à ampliação do conhecimento.

A curiosidade, então, é uma propriedade dos seres vivos, especialmente dos mamíferos, dotados de um córtex mais desenvolvido, portanto mais apto à busca da adaptação ao ambiente. Pois esse instinto animal também existe no homem, e nele ganha outra proporção, bem aplicada. Nos humanos, a curiosidade vai além da necessidade de sobrevivência, passa pela busca do aprimoramento da qualidade de viver e chega à fantástica capacidade de criar novas possibilidades. Sem a curiosidade e a transgressão não seríamos criativos, não teríamos inventado nem uma roda, quanto mais um smartphone ou um robô espacial.

É claro que há diferentes, digamos assim, tipos de curiosidade. Uma coisa é querer entender a essência da matéria e descobrir o átomo, outra é não sossegar até descobrir com quem a colega de escritório está saindo às escondidas e espalhar uma fofoca braba por toda a empresa. Apesar disso, a essência é a mesma: a necessidade humana de transformar o desconhecido em conhecido, deslindando os mistérios, esclarecendo as incógnitas, desnudando as verdades.


Eugenio Mussak – Revista Vida Simples – Edição 123 – outubro 2012.

Assinale a opção em que o adjetivo NÃO se flexiona em gênero.

 

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1488492 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: GSA Concursos
Orgão: FUABC
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A CURIOSIDADE BOA

Sim, somos curiosos. Se considerarmos que ser curioso é querer saber, conhecer, desbravar, ir além, somos definitivamente uma espécie dotada de grande curiosidade, e talvez essa seja uma vantagem competitiva que estimula nossa evolução.

Não dá para se habitar um espaço que não se conhece. Qualquer animal ao chegar a um novo lugar trata imediatamente de explorá-lo até entender como pode viver nele, onde estão as melhores fontes de alimento, quais os possíveis perigos, como encontrar abrigo se for necessário. Essa busca de entendimento do ambiente, bem como a necessidade de conhecer novos espaços, pode ser definida como curiosidade, uma qualidade natural e inata, que provoca a exploração, a inspeção e leva à descoberta e à ampliação do conhecimento.

A curiosidade, então, é uma propriedade dos seres vivos, especialmente dos mamíferos, dotados de um córtex mais desenvolvido, portanto mais apto à busca da adaptação ao ambiente. Pois esse instinto animal também existe no homem, e nele ganha outra proporção, bem aplicada. Nos humanos, a curiosidade vai além da necessidade de sobrevivência, passa pela busca do aprimoramento da qualidade de viver e chega à fantástica capacidade de criar novas possibilidades. Sem a curiosidade e a transgressão não seríamos criativos, não teríamos inventado nem uma roda, quanto mais um smartphone ou um robô espacial.

É claro que há diferentes, digamos assim, tipos de curiosidade. Uma coisa é querer entender a essência da matéria e descobrir o átomo, outra é não sossegar até descobrir com quem a colega de escritório está saindo às escondidas e espalhar uma fofoca braba por toda a empresa. Apesar disso, a essência é a mesma: a necessidade humana de transformar o desconhecido em conhecido, deslindando os mistérios, esclarecendo as incógnitas, desnudando as verdades.


Eugenio Mussak – Revista Vida Simples – Edição 123 – outubro 2012.

Analise os itens abaixo e colocando ( C) para correto ou (I) para incorreto.

( ) Apenas uma palavra é escrita com “SS” como “transgressão”:

suce ão - diver ão - encena ão - exce ão.

( ) Todas as palavras são acentuadas pela mesma regra.

além – robô – explorá-lo – até.

( ) Os encontros destacados nas palavras retiradas do texto classificam-se como dígrafos.

chegar” – “necessário” – “ambulatório” – “outra”.

( ) A divisão silábica está correta em todas as palavras retiradas do texto.

cu-ri-o-sos – Qual-quer – so-bre-vi-vên-cia – se-rí-a-mos.

Assinale a alternativa correta.

 

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